TRIDIL®
nitroglicerina
5 mg/mL
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:
Solução injetável – 5 mL e 10 mL
Caixa com 1 e 10 ampolas de 5 mL
Caixa com 1 e 10 ampolas de 10 mL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO:
Cada mL contém:
nitroglicerina …………………………………………………………………… 5 mg
veículo estéril qsp ……………………………………………………………. 1 mL
(Veículo: álcool etílico, propilenoglicol, água para injeção)
A solução é estéril, apirogênica e não explosiva.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INFORMAÇÃO TÉCNICA:
TRIDIL®, quimicamente o 1,2,3-trinitrato de propanotriol, e de denominação genérica nitrogliceri-
na, é um vasodilatador coronariano cuja principal ação farmacológica é o relaxamento da
musculatura vascular lisa.
Apesar da predominância dos efeitos a nível venoso, a nitroglicerina produz dilatação, tanto a nível
arterial como a nível venoso, em relação direta com a dose.
Já a administração de TRIDIL®, na forma de solução injetável, permite a obtenção rápida de altas
concentrações de nitroglicerina na circulação sistêmica e pronto início da terapia, principalmente no
tratamento urgente da insuficiência cardíaca congestiva e da isquemia aguda.
Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15 e 30oC, protegido da luz.
O prazo de validade é de 24 meses, a partir da data de fabricação. O produto não deve ser utilizado
após ter o prazo de validade vencido, pois a ação terapêutica fica sensivelmente diminuída.
A influência de fatores ambientais e químicos pode diminuir os benefícios terapêuticos do produto.



Assim como qualquer medicamento, o uso de TRIDIL® deve ser evitado durante os períodos de
gravidez e lactação. O médico assistente deverá ser imediatamente comunicado em caso de gravidez
e lactação, durante o uso do medicamento.
O produto deve ser administrado de acordo com a orientação dada pelo médico e somente ele
deverá recomendar a sua interrupção.
INDICAÇÕES:
O TRIDIL® (nitroglicerina) é indicado para tratamento de hipertensão pré-operatória; para controle
de insuficiência cardíaca congestiva, no ajuste do infarto agudo do miocárdio, para tratamento de
angina pectoris em pacientes que não respondem à nitroglicerina sublingual e betabloqueadores e
para indução de hipotensão intraoperatória.
CONTRAINDICAÇÕES:
São extremamente raras as reações alérgicas aos nitratos orgânicos, mas existem. O TRIDIL®
é contraindicado em:
- pacientes alérgicos à nitroglicerina ou aos componentes da fórmula;
- uso associado com inibidores de fosfodiesterase-5 (PDE-5) como sildenafila, tadalafila,
vardenafila ou lodenafila;
- glaucoma de ângulo fechado;
- traumatismo craniano ou hemorragia cerebral (por elevação da pressão intracraniana);
- anemia severa;
- hipotensão;
- hipovolemia não corrigida;
- circulação cerebral inadequada;
- pacientes com tamponamento pericárdico, cardiomiopatia restritiva ou pericardite
constritiva, pois o débito cardíaco é dependente do retorno venoso.
CUIDADOS:
A nitroglicerina migra prontamente por muitos plásticos, inclusive o cloreto de polivinila
(PVC), plásticos normalmente usados em equipos para aplicação intravenosa. A absorção de
nitroglicerina por tubos de PVC é maior quando o tubo é longo, os índices de fluxo são baixos
e a concentração de nitroglicerina na solução é elevada. A fração liberada do conteúdo de



nitroglicerina original da solução tem sido de 20-60% em estudos publicados usando-se
tubulação de PVC; a fração varia com o tempo gasto, durante uma única infusão, e não pode
ser usado nenhum fator de simples correção. A tubulação de PVC tem sido utilizada na maior
parte dos estudos publicados sobre nitroglicerina intravenosa, mas as dosagens reportadas
foram calculadas simplesmente multiplicando-se o índice de fluxo da solução pela
concentração original da solução de nitroglicerina. As doses efetivas administradas têm sido
menores, por vezes muito menores, que as indicadas.
Alguns filtros intravenosos em linha absorvem a nitroglicerina, devendo ser evitados.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS:
Gerais: Pode haver ocorrência de grave hipotensão e choque, mesmo com pequenas doses de
TRIDIL®. Este produto, portanto, deve ser usado com cuidado nos pacientes que possam ter
depleção de volume ou que, por qualquer razão, sejam já hipotensos. A hipotensão induzida
por nitroglicerina pode ser acompanhada de bradicardia paradoxal e maior angina pectoris.
A terapia com nitratos poderá agravar a angina provocada pela cardiomiopatia hipertrófica.
Em vários estudos clínicos, a nitroglicerina foi administrada em pacientes com angina
pectoris, durante 12 horas contínuas. Observou-se um aumento da frequência de crises de
angina, em um número pequeno de pacientes durante intervalos sem nitratos.
As concentrações menores de nitroglicerina aumentam a precisão potencial de dosagem, mas
estas concentrações aumentam o volume total de fluidos que devem ser administrados ao
paciente. A carga total de fluido pode ser um aspecto dominante em pacientes que tem função
cardíaca, hepática ou renal comprometida.
As infusões de nitroglicerina somente devem ser administradas através de uma bomba que
possa manter uma velocidade controlada de infusão.
Não foi estudada a injeção intracoronariana de nitroglicerina.
Evitar o uso associado com inibidores da fosfodiesterase-5 como a sildenafila, tadalafila,
vardenafila ou lodenafila.
Testes Laboratoriais: Devido ao conteúdo de propilenoglicol na nitroglicerina intravenosa, os
ensaios de triglicérides séricos que dependem de glicerol oxidase podem dar resultados
elevados falsos, em pacientes que recebem esta medicação.



Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da Fertilidade: Estudos de carcinogênese
animal com nitroglicerina injetável não foram realizados.
Ratos recebendo até 434 mg/kg/dia de nitroglicerina por 2 anos desenvolveram mudanças
fibróticas e neoplásicas no fígado, incluindo carcinomas e tumores de células intersticiais. Em
altas doses, a incidência de carcinomas hepatocelulares em ambos os sexos foram 52% x 0%
nos controles e a incidência de tumores testiculares foram 52% x 8% nos controles.
Incidências de adenomas de pituitária e tumores mamários femininos normalmente vistos em
ratas envelhecidas foram significativamente reduzidas, isto ocorre devido à diminuição da
tomada de alimento e do peso corpóreo relacionado ao tratamento, aumento da duração de
vida foi também visto em fêmeas com altas doses. Administração dietética com duração de até
1058 mg/kg/dia de nitroglicerina não foi oncogênica em camundongos.
A nitroglicerina foi fracamente mutagênica em testes de Ames executados em dois
laboratórios diferentes.
Não houve evidência de mutagenicidade em um ensaio letal dominante in vivo com ratos
tratados com doses de até 363 mg/kg/dia ou em teste citogenético in vitro em tecidos de ratos e
cães.
Em um estudo de reprodução com 3 gerações, ratos receberam doses dietéticas de
nitroglicerina de até 434 mg/kg/dia por seis meses, antes do acasalamento da geração F0 com
tratamento contínuo, através das gerações sucessivas F1 e F2. A alta dose foi associada com a
diminuição do alimento e ganho de peso corpóreo em ambos os sexos em todos os aca-
salamentos. Nenhum efeito específico na fertilidade da geração F0 foi visto. Notou-se a
infertilidade em gerações subsequentes mas, foi atribuído devido ao aumento de tecido
intestinal e espermatogênese nos machos com altas doses. Nesse estudo de três gerações não
houve evidência clara de teratogenicidade.
Gravidez (Categoria C): Estudos de teratogenicidade animal não foram conduzidos com
injeção de nitroglicerina. Estudos de teratologia em ratos e coelhos, entretanto, foram
conduzidos com pomada de nitroglicerina aplicada topicamente em doses até 80 mg/kg/dia e
240 mg/kg/dia, respectivamente. Nenhum efeito tóxico nas mães ou fetos foi verificado em
qualquer dose testada. Não há estudo controlado em mulher grávida. A nitroglicerina
somente deve ser administrada a uma mulher grávida quando os potenciais benefícios sejam
superiores aos riscos.



Lactantes: Não se sabe se a nitroglicerina é excretada no leite humano. Tenha cautela ao
administrar o TRIDIL® a uma lactante.
Uso Pediátrico: Não foi estabelecida a segurança e eficácia em crianças.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Os efeitos de vasodilatação da nitroglicerina podem ser aditivos aos de outros vasodilatadores.
A administração de infusões de nitroglicerina através do mesmo conjunto de infusão que o de
sangue pode resultar em pseudoaglutinação e hemólise. De forma mais geral, a nitroglicerina em
dextrose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% não deve ser misturada com qualquer outra medicação, de
qualquer espécie.
A nitroglicerina intravenosa, pelo menos em alguns pacientes, interfere com o efeito anticoagulante
da heparina. Em pacientes que recebem nitroglicerina intravenosa, a terapia concomitante com
heparina deve ser orientada por frequentes avaliações do tempo de tromboplastina parcial ativada.
Alteplase: a nitroglicerina pode diminuir a concentração sérica de alteplase.
Diazóxido: pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
Metilfenidato: pode diminuir o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
Inibidores de Fosfodiesterase-5: podem potencializar o efeito vasodilatador dos nitratos.
Análogos da Prostaciclina: pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
Rituximabe: os anti-hipertensivos podem potencializar o efeito hipotensor do rituximabe.
Rosiglitazona: os nitratos podem potencializar o efeito adverso da rosiglitazona especificamente o
maior risco de isquemia miocárdica.
Álcool: pode aumentar o efeito hipotensor da nitroglicerina.
Fitoterápicos: os fitoterápicos com propriedade hipotensora podem acentuar o efeito dos anti-
hipertensivos como, por exemplo, o gengibre, ginseng, cola, alcaçuz, quinino.
REAÇÕES ADVERSAS / COLATERAIS:
As reações adversas ao TRIDIL® são em geral ligadas à dose e quase todas estas reações são o
resultado da atividade da nitroglicerina como vasodilatador.
Sistema Nervoso Central:
A cefaléia é o efeito colateral mais comumente informado que pode ser reincidente com a dose
diária, especialmente nas doses mais elevadas.



Os episódios temporários de tonturas, ocasionalmente relacionados com as alterações de
pressão arterial, podem também ocorrer.
Cardiovascular:
A hipotensão tem ocorrência infrequente, mas em alguns pacientes poderá ser grave o
suficiente para impedir a continuidade da terapia. A síncope, a angina progressiva e a
hipertensão de retorno têm sido reportadas, mas não são comuns.
Gastrintestinal:
Náusea, vômitos, incontinência intestinal, xerostomia;
Genitourinário:
Incontinência urinária;
Ocular:
Visão embaçada;
Outros:
Diaforese, reações alérgicas, dermatite exfoliativa, metemoglobinemia, palidez, palpitação,
rash, hipertensão rebote, choque, fraqueza.
POSOLOGIA:
Observação: “Não se destina à injeção intravenosa direta”.
O TRIDIL® é um produto concentrado, que deve ser diluído antes de sua infusão em Dextrose
(5%) para injeção ou Cloreto de Sódio (0,9%) para injeção. O TRIDIL® não deve ser
misturado com outros fármacos.
1. Diluição inicial:
Transferir assepticamente o conteúdo de uma ampola de TRIDIL® (contendo 25 ou 50 mg de
nitroglicerina para um frasco de vidro de 500 mL com Dextrose (5%) para injeção ou Cloreto de
sódio (0,9%) para injeção. Isto leva a uma concentração de 50 mcg/mL, ou 100 mcg/mL. A diluição
de 5 mg de TRIDIL® em 100 mL dará também uma concentração final de 50 mcg/mL.
2. Diluição de Manutenção:
É importante considerar os requisitos de fluidos dos pacientes, assim como a duração esperada de
infusão, na seleção da diluição apropriada de TRIDIL® (nitroglicerina). Após a titulação da

dosagem inicial, a concentração da solução poderá ser aumentada, se necessário, para limitar os
fluidos dados ao paciente. A concentração de TRIDIL® não deve exceder 400 mcg/mL.
Ver gráfico.
TABELA DE DILUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE TRIDIL®
Cada mL de TRIDIL® = 5 mg de nitroglicerina
DILUIÇÃO

5 mL de TRIDIL®
10 mL de
20 mL de
em 250 mL ou 10
TRIDIL® em 250
TRIDIL® em 250
mL de TRIDIL®
mL ou 20 mL de
mL ou 40 mL de
em 500 mL
TRIDIL® em 500
TRIDIL® em 500
mL
mL
A SER ADMINISTRADO
100 mcg/mL
200 mcg/mL
400 mcg/mL
ÍNDICE DO FLUXO DA DILUIÇÃO
ÍNDICE DE TRIDIL® ADMINISTRADO EM
EM
mcg/minuto
MICROGOTAS/MINUTO = mL/hora
3
5
10
20
6
10
20
40
12
20
40
80
24
40
80
160
48
80
160
320
72
120
240
480
96
160
320
640

Inverter o frasco de vidro com a solução diversas vezes, para assegurar diluição uniforme do
TRIDIL®. Quando armazenado em recipientes de vidro, a solução diluída fica física e
quimicamente estável por até 48 horas, à temperatura ambiente, e até por sete dias, sob refrigeração.
A dosagem é afetada pelo tipo de recipiente e o conjunto de administração usado.
Embora a faixa de dosagem inicial usual para adultos relatada em estudos clínicos seja de 25
mcg/minuto ou mais, estes estudos usaram conjuntos de administração de PVC.
O USO DE TUBULAÇÃO NÃO-ABSORVENTE RESULTARÁ NA NECESSIDADE DE
DOSES REDUZIDAS.
Alguns pacientes com pressão de enchimento ventricular esquerdo normal ou baixa, ou pressão
capilar pulmonar (p. ex. pacientes anginosos sem outras complicações) podem ser hipersensíveis
aos efeitos do TRIDIL®, e podem responder inteiramente às doses, de até 5 mcg/minuto. Estes
pacientes requerem titulação especialmente cuidadosa e monitoração.
Não há uma dose ótima fixada para o TRIDIL®. Devido às variações nas respostas individuais ao
fármaco, cada paciente deve ser titulado segundo o nível desejado de função hemodinâmica.
Portanto, a monitoração contínua de parâmetros fisiológicos (ou seja, pressão arterial e frequência
cardíaca em todos os pacientes, e outras medidas, como pressão capilar pulmonar, quando



apropriadas) deve ser realizada para se ter a dose correta. A pressão arterial sistêmica adequada e a
pressão de perfusão coronariana devem ser mantidas.
SUPERDOSAGEM:
Efeitos hemodinâmicos:
Os efeitos nocivos de TRIDIL® são em geral resultados da capacidade da nitroglicerina de induzir
vasodilatação, redução do retorno venoso, menor débito cardíaco e hipotensão. Estas alterações
hemodinâmicas podem ter manifestações sistêmicas, inclusive o aumento da pressão intracraniana
seguida de cefaléia persistente, tonturas e febre moderada, vertigem, palpitação, distúrbios visuais,
náusea e vômitos (possivelmente com cólica e até mesmo diarréia sanguinolenta); síncope
(especificamente na postura ereta); falta de ar e dispnéia, posteriormente seguida de menor esforço
ventilatório; diaforese com pele ruborizada ou fria e pegajosa; bloqueio cardíaco e bradicardia,
paralisia, coma, desmaios e óbito.
As determinações laboratoriais de níveis séricos de TRIDIL® e seus metabólitos não são
amplamente disponíveis e, tais determinações, em qualquer caso, não estabeleceram o papel da
superdosagem de TRIDIL®.
Não há disponibilidade de qualquer dado sobre manobras fisiológicas (p. ex., manobras para
mudança de pH da urina), que possam acelerar a eliminação de nitroglicerina e seus metabólitos
ativos. Similarmente, caso houver, não se sabe qual destas substâncias podem normalmente ser
removidas do organismo por hemodiálise.
Não se conhece nenhum antagonista específico aos efeitos vasodilatadores do TRIDIL®, e nenhuma
intervenção foi submetida a estudo controlado, como a terapia de nitroglicerina em superdosagem.
A elevação dos membros inferiores do paciente poderá ser suficiente, mas a infusão intravenosa de
expansores volêmicos, poderá ser também necessária.
O uso de epinefrina ou outros vasoconstritores neste quadro tem probabilidade de ser mais
prejudicial do que benéfico.
Em pacientes com problemas renais ou insuficiência cardíaca congestiva, a terapia resultante em
expansão volêmica não é isenta de riscos. O tratamento da superdosagem de TRIDIL® nestes
pacientes pode ser difícil, podendo ser necessária a monitoração invasiva.
Metemoglobinemia:



Íons nitratos liberados durante o metabolismo da nitroglicerina podem oxidar a hemoglobina em
metemoglobina mesmo em pacientes totalmente sem atividade de citocromo b5 redutase e,
assumindo que metade dos nitratos da nitroglicerina são aplicados quantitativamente para a
oxidação da hemoglobina, aproximadamente 1 mg/kg de nitroglicerina devem ser necessários antes
que qualquer um desses pacientes manifestem clinicamente significante (maior ou igual a 10%)
metemoglobinemia. Em pacientes com função redutase normal a produção significativa de
metemoglobina deve exigir ainda maiores doses de nitroglicerina. Em um estudo onde 36 pacientes
receberam terapia com nitroglicerina contínua por 2 a 4 semanas, a 3,1 a 4,4 mg/hora, o nível médio
de metemoglobina foi 0,2%; isto foi comparável ao observado em teste paralelo com pacientes que
receberam placebo.
Apesar dessas observações, há casos significativos de metemoglobinemia em associação com
superdosagem moderada de nitratos orgânicos.
Níveis de metemoglobina são analisáveis na maioria dos laboratórios clínicos. Deve-se suspeitar do
diagnóstico em pacientes que apresentam sinais de redução da oferta de oxigênio, apesar do débito
cardíaco e PO2 arterial estarem adequados. Normalmente, o sangue metemoglobinêmico é descrito
como castanho-chocolate sem mudança de cor com exposição ao ar. Quando a metemoglobinemia é
diagnosticada, o tratamento de escolha é o azul de metileno a 1 a 2 mg/kg por via intravenosa.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS E CLÍNICAS
Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: Vide Rótulo/Cartucho
MS N.º 1.0298.0133
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis ­ CRF-SP N.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
Marca registrada sob licença de Bristol Myers Squibb Company
CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 ­ Itapira ­ SP
CNPJ nº 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira


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