MODELO DE BULA
SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.
TAXOTERE®
docetaxel triidratado

Concentrado para infusão + diluente – solução para administração parenteral após diluição.

Formas farmacêuticas e apresentações
·
TAXOTERE® 20 mg
Embalagem com 1 frasco-ampola (de dose única) de 0,5 mL contendo docetaxel triidratado,
equivalente a 20 mg de docetaxel anidro acompanhado de 1 frasco-ampola (de dose única) diluente
de 1,5 mL.

·
TAXOTERE® 80 mg
Embalagem com 1 frasco-ampola (de dose única) de 2,0 mL contendo docetaxel triidratado,
equivalente a 80 mg de docetaxel anidro acompanhado de 1 frasco-ampola (de dose única) diluente
de 6,0 mL.
USO INTRAVENOSO

USO ADULTO
Composição

·
TAXOTERE® 20 mg
Cada frasco-ampola (de dose única) contém docetaxel triidratado, equivalente a 20 mg de docetaxel
(anidro) em 0,5 mL de polissorbato 80 (volume preenchido: 24,4 mg/ 0,61 mL).
·
TAXOTERE® 80 mg
Cada frasco-ampola (de dose única) contém docetaxel triidratado, equivalente a 80 mg de docetaxel
(anidro) em 2,0 mL de polissorbato 80 (volume preenchido: 94,4 mg/ 2,36 mL).
Cada mL do produto concentrado para infusão contém 40 mg de docetaxel (anidro).
FRASCO-AMPOLA DILUENTE (de dose única)
Solução a 13% (p/p) de etanol em água para injetáveis.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Propriedades farmacodinâmicas
O princípio ativo de TAXOTERE®, atua promovendo a agregação das tubulinas na formação de
microtúbulos estáveis, inibindo a sua despolimerização, o que promove diminuição de tubulina livre. A
ligação de docetaxel aos microtúbulos não altera o número de protofilamentos.
In vitro, docetaxel mostrou romper a rede de microtúbulos nas células, essencial para as funções
celulares vitais durante a intérfase e mitose.
Docetaxel mostrou ser citotóxico contra várias linhagens de células tumorais humanas e murinas in
vitro, e contra células tumorais de remoção recente em ensaios clonogênicos. Docetaxel atinge altas
concentrações intracelulares, com um longo período de permanência na célula. Docetaxel
demonstrou ser ativo em algumas, mas não em todas, as linhagens celulares que expressam uma p-
glicoproteína codificada por um gene associado ao fenótipo de resistência a múltiplos fármacos. In
vivo, docetaxel é designado como independente e apresenta um amplo espectro de atividade
antitumoral experimental contra tumores murinos e tumores humanos xenotransplantados.
Para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer de mama operável de nódulo-positivo: O efeito
benéfico de TAC não foi provado em pacientes com 4 nódulos ou mais (37% da população), embora
tenha sido observada uma redução de 18% do risco de recidiva neste grupo de pacientes. O
benefício de TAC nessas pacientes não foi inteiramente definido após o acompanhamento de 55
meses do estudo TAX 316.
Propriedades farmacocinéticas
A farmacocinética do docetaxel foi avaliada em pacientes com câncer após administração de 20 a
115 mg/m2 em estudos de Fase I. O perfil farmacocinético do docetaxel é dose independente e
consistente com um modelo farmacocinético tricompartimental com meia-vida para as fases , e
de 4 min, 36 min e 11,1 h, respectivamente. A fase tardia é devida, em parte, ao efluxo relativamente
lento de docetaxel dos compartimentos periféricos. Após administração de uma dose de 100 mg/m2
em infusão de 1 hora, obteve-se concentração plasmática média de 3,7 µg/mL com AUC
correspondente de 4,6 h µg/mL. Os valores médios de clearance corpóreo total e volume de
distribuição no estado de equilíbrio foram de 21 L/h/m2 e 113 L, respectivamente. A variação
interindividual do clearance corpóreo total foi de aproximadamente 50%. A ligação do docetaxel às
proteínas plasmáticas é > 95%.
Um estudo realizado com C14-docetaxel em três pacientes com câncer, mostrou que o docetaxel foi
eliminado na urina e nas fezes após sofrer metabolismo oxidativo do grupo éster terc-butila, mediado
pelo citocromo P450; sendo que em 7 dias ocorreu excreção urinária e fecal de aproximadamente 6%
e 75%, respectivamente, da radioatividade administrada. Aproximadamente 80% da radioatividade
recuperada nas fezes é excretada durante as primeiras 48 horas na forma de um metabólito principal
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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
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inativo, três metabólitos secundários inativos e uma quantidade muito pequena do fármaco
inalterado.
Uma análise populacional farmacocinética foi realizada em 577 pacientes que receberam docetaxel.
Os parâmetros farmacocinéticos estimados neste modelo foram muito próximos daqueles obtidos nos
estudos de Fase I. Os parâmetros farmacocinéticos do docetaxel não sofreram alteração com a idade
ou o sexo do paciente. Em um pequeno número de pacientes (n=23) com dados bioquímicos e
clínicos indicadores de alteração da função hepática leve a moderada (TGP, TGO > 1,5 vezes o
limite superior da normalidade, associado com fosfatase alcalina > 2,5 vezes o limite superior da
normalidade), o clearance total diminuiu em média 27% (ver item POSOLOGIA e INSTRUÇÕES DE
PREPARO). O clearance do docetaxel não foi alterado em pacientes com retenção hídrica leve a
moderada; não existem informações disponíveis em pacientes com retenção hídrica severa.

Quando utilizado em associação, docetaxel não influencia o clearance da doxorrubicina e os níveis
plasmáticos do doxorrubicinol (um metabólito da doxorrubicina). Por outro lado, o clearance do
docetaxel é aumentado enquanto sua eficácia é mantida.
As farmacocinéticas de docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida estudadas em 30 pacientes com
câncer de mama não foram influenciadas por suas administrações concomitantes.

Avaliando o efeito da capecitabina na farmacocinética do docetaxel e o efeito do docetaxel na
farmacocinética da capecitabina nos estudos de fase I, não foi observado nenhum efeito da
capecitabina na farmacocinética do docetaxel (Cmáx e AUC) e nenhum efeito do docetaxel na
farmacocinética do 5′DFUR (o metabólito mais importante da capecitabina).
O clearance do docetaxel na terapia associada com cisplatina ou carboplastina foi semelhante àquele
observado após a monoterapia com docetaxel. O perfil farmacocinético da cisplatina administrada
logo após a infusão de docetaxel é semelhante àquele observado com a cisplatina isolada.
O efeito da prednisona na farmacocinética do docetaxel administrado com pré-medicação padrão de
dexametasona foi estudado em 42 pacientes. Não foi observado nenhum efeito da prednisona na
farmacocinética do docetaxel.

A administração combinada de docetaxel, cisplatina e 5-fluorouracil nos 12 pacientes com tumores
sólidos não apresentaram influência na farmacocinética de cada droga individual.

·
Dados de segurança pré-clínica
Carcinogênese
O potencial carcinogênico do docetaxel ainda não foi estudado.

Mutagenicidade
Docetaxel mostrou ser mutagênico em testes in vitro de micronúcleo e de aberrações cromossômicas
em células CHO-K1 e em testes in vivo de micronúcleo em camundongo. Contudo, docetaxel não
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induziu mutagenicidade no teste de Ames ou no ensaio de mutação gênica CHO/HGPRT. Estes
dados são compatíveis com a atividade farmacológica do docetaxel.

Alteração de fertilidade:
Estudos de toxicidade em roedores demonstraram efeitos adversos nos testículos, sugerindo que o
docetaxel pode prejudicar a fertilidade masculina.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Câncer de mama
TAXOTERE® em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida
Dados de um estudo randomizado, aberto, multicêntrico suportam o uso de TAXOTERE® para o
tratamento adjuvante nas pacientes com câncer de mama operável de nódulo-positivo e KPS 80%.
Após a estratificação de acordo com o número de nódulos linfáticos positivos (1-3, 4+), 1491
pacientes foram randomizadas para receber tanto TAXOTERE® 75 mg/m2, administrado 1 hora após
doxorrubicina 50 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2 (braço TAC) ou doxorrubicina 50 mg/m2 seguida
de fluorouracil 500 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2 (braço FAC). Ambos os regimes foram
administrados uma vez a cada 3 semanas durante 6 ciclos. TAXOTERE® foi administrado por
infusão de 1 hora, todos os outros fármacos foram administrados por bolus IV no 1° dia. Administrou-
se G-CSF como profilaxia secundária nas pacientes que apresentaram neutropenia febril,
neutropenia prolongada ou infecção neutropênica. Em ambos os braços, após o último ciclo de
quimioterapia, as pacientes com receptores estrógeno e/ou progesterona positivos receberam
diariamente tamoxifeno 20 mg durante 5 anos. A terapia de radiação adjuvante foi prescrita de
acordo com os guias das instituições participantes e foi administrada a 69% das pacientes que
receberam TAC e 72% das pacientes que receberam FAC.
Foi realizada uma análise interina com uma média de seguimento de 55 meses. Foi demonstrada
uma sobrevida livre de enfermidade significativamente mais ampla para o braço TAC comparado com
o braço FAC. As pacientes tratadas com TAC apresentaram uma redução de 28% no risco de
recidiva comparado com aquelas pacientes tratadas com FAC (HR=0,72; 95% CI (0,59-0,88)
p=0,001). A sobrevida geral também foi significativamente maior no braço TAC com as pacientes
tratadas com TAC que apresentaram uma redução de 30% no risco de morte comparado ao FAC
(nível de risco=0,70; 95% CI (0,53-0,91), p=0,008).
Foram analisados subconjuntos de pacientes de acordo com os fatores de prognóstico maiores
definidos em perspectiva (veja tabela abaixo):
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Análises em subgrupos ­ Estudo adjuvante em câncer de mama (Intenção de tratamento)

Sobrevida livre de enfermidade
Sobrevida total

Número
Nível de
95% Cl
P=
Nível de
95% Cl
P=
Subgrupo de
risco *
risco*
de
pacientes
pacientes
Número

de

Nódulos

Positivos

Total
745
0,72
0,59-0,88
0,001
0,70
0,53-0,91
0,008
1-3
467
0,61
0,46-0,82
0,0009
0,45
0,29-0,70
0,0002
4+
278
0,83
0,63-1,08
0,17
0,94
0,66-1,33
0,72
Status do

Receptor

Positivo
567
0,72
0,56-0,92
0,0076
0,69
0,48-1,00
0,0459
Negativo
178
0,69
0,49-0,97
0,0296
0,66
0,44-0,98
0,0389
Status

Her-2 neu

Positivo
155
0,60
0,41-0,88
0,0088
0,74
0,45-1,20
0,22
Negativo
475
0,76
0,59-1,00
0,046
0,63
0,44-0,91
0,0135
* um nível de risco inferior a 1 indica que TAC está relacionado com maiores sobrevida livre de
enfermidade e sobrevida total comparado com FAC.
O efeito benéfico de TAC foi observado em ambas as pacientes com receptores hormonais positivo e
negativo.
TAXOTERE® em associação com doxorrubicina
Um grande estudo fase III randomizado, envolvendo 429 pacientes com doença metastática não
tratados previamente, foi realizado com doxorrubicina (50 mg/m2) em associação com docetaxel (75
mg/m2) (grupo AT) versus doxorrubicina (60 mg/m2) em associação com ciclofosfamida (600 mg/m2)
(grupo AC). Ambos os regimes foram administrados uma vez a cada 3 semanas.
·
Tempo para progressão foi significativamente mais prolongado no grupo do docetaxel
comparado ao grupo controle, p = 0,0138.
·
O índice de resposta geral foi significativamente maior no grupo do docetaxel (59,3%)
comparado ao grupo controle (46,5%), p=0,009.
·
Falha do tempo de tratamento foi significativamente mais prolongada no grupo do docetaxel em
comparação ao grupo controle, p = 0,0479.

Neste estudo, o grupo AT demonstrou maior incidência de neutropenia severa (90% contra 68,6%),
neutropenia febril (33,3 % contra 10%), infecção (8% contra 2,4%), diarréia (7,5% contra 1,4%),
astenia (8,5% contra 2,4%) e dor (2,8% contra 0%) comparado ao grupo AC. Por outro lado, o grupo
AC demonstrou maior incidência de anemia severa (15,8% contra 8,5%) do que o grupo AT, e ainda,
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maior incidência de toxicidade cardíaca severa sem alcançar o nível de significância estatística:
insuficiência cardíaca congestiva (3,8% contra 2,8%), diminuição da fração de ejeção do ventrículo
esquerdo (LVEF) absoluto >20% (13,1% contra 6,1%), diminuição da LVEF absoluto >30% (6,2%
contra 1,1%). Morte por toxicidade ocorreu em 1 paciente no grupo AT (insuficiência cardíaca
congestiva) e em 4 pacientes no grupo AC (1 devido a choque séptico e 3 devido à insuficiência
cardíaca congestiva).
Em ambos os grupos, a qualidade de vida avaliada pelo questionário EORTC foi comparável e
estável durante o tratamento e acompanhamento após o término.
TAXOTERE® em monoterapia
Seis estudos fase II foram realizados em pacientes com carcinoma de mama local avançado ou
metastático. Um total de 117 pacientes não recebeu quimioterapia prévia (não tratados previamente)
e 111 pacientes receberam quimioterapia prévia (previamente tratados), que incluiu 83 pacientes que
tiveram doença progressiva durante terapia com antraciclina (resistência à antraciclina). Nestes
estudos clínicos, docetaxel foi administrado a uma dose de 100 mg/m2 administrados por infusão de
1 hora, a cada 3 semanas.
·
O índice de resposta geral (ORR) foi de 56% em pacientes resistentes à antraciclina com um
índice de resposta completo (CR) de 4,4%.
·
Um ORR de 46% foi observado em pacientes refratários à antraciclina com 7,3% CR.
·
Duração média de resposta foi de 27 semanas em pacientes resistentes à antraciclina, e 28
semanas em pacientes refratários à antraciclina.
·
Tempo médio de sobrevida foi de 11 meses em pacientes resistentes à antraciclina.
·
Houve um alto índice de resposta em pacientes com metástases viscerais, 53,1% nos 49
pacientes resistentes à antraciclina.
·
Em pacientes resistentes à antraciclina, um índice de resposta significativo de 40% foi
observado nos pacientes com metástase de fígado.
·
Um índice de resposta de 63,2% foi observado em pacientes com doenças nos tecidos moles.
Dois estudos comparativos, fase III randomizados, envolvendo 326 pacientes com câncer de mama
metastático que falharam aos agentes alquilantes ou 392 que falharam as antraciclinas, foram
realizados com docetaxel nas doses recomendadas e regime de 100 mg/m2 administrados a cada 3
semanas.
·
Em pacientes que falharam à agentes alquilantes, docetaxel foi comparado à doxorrubicina (75
mg/m2 a cada 3 semanas);
- tempo de sobrevida geral: docetaxel 15 meses versus 14 meses, p =0,38
- tempo de progressão: docetaxel 27 semanas versus 23 semanas, p=0,54
- índice de resposta: docetaxel 52% versus 37%, p=0,01
- tempo de resposta: docetaxel 12 semanas versus 23 semanas, p=0,007.
Três pacientes tratados com docetaxel (2%) descontinuaram o tratamento devido à retenção de
fluídos, enquanto que 15 pacientes tratados com doxorrubicina (9%) descontinuaram devido à
toxicidade cardíaca (3 insuficientes cardíacos congestivos).
·
Em pacientes que falharam à antraciclina, docetaxel foi comparado à associação de mitomicina
C e vinblastina (12 mg/m2 a cada 6 semanas e 6 mg/ m2 a cada 3 semanas):
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- tempo de sobrevida geral: docetaxel 11 meses versus 9 meses, p =0,01,
- tempo de progressão: docetaxel 19 semanas versus 11 semanas, p=0,0004,
- índice de resposta: docetaxel 33% versus 12%, p=0,0001
Um estudo de fase III aberto, multicêntrico, randomizado foi conduzido para comparar TAXOTERE®
e paclitaxel no tratamento do câncer de mama avançado nas pacientes cuja terapia prévia deveria ter
incluído uma antraciclina. Um total de 449 pacientes foram randomizadas para receberem ou
TAXOTERE® 100 mg/m2 com 1 hora de infusão ou paclitaxel 175 mg/m2 com 3 horas de infusão.
Ambos regimes foram administrados a cada 3 semanas. Os resultados de eficácia estão descritos na
tabela a seguir.
Eficácia de TAXOTERE® versus paclitaxel no tratamento do câncer de mama avançado
(análise de intenção de tratamento, exceto se especificada)
Endpoint
TAXOTERE® 100
paclitaxel 175 mg/m2
p-valor
mg/m2
n=224
(não ajustado)
n=225
Média de sobrevida
15,3
12,7
0,03
(meses)
(13,3 ­ 18,5)
(10,5 ­ 14,8)
95% IC
Tempo médio de
24,6
15,6
progressão (semanas)
(20 ­ 30,1)
(13,4 ­ 18,1)
< 0,01
95% IC
* Índice de resposta
32,0
25,0
global (ORR) (%)
(25,9 ­ 38,1)
(19,3 ­ 30,7)
0,10
95% IC
* ORR na população
37,0
26,0
avaliável (%)
(30,2 ­ 43,9)
(19,9 ­ 31,9)
0,02
95% IC
Duração média de
32,4
19,9
resposta (semanas)
(25,1 ­ 39,7)
(16,9 ­ 26)
0,01
95% IC
* Endpoint estudo primário
Os eventos adversos mais freqüentes relatados para TAXOTERE® foram neutropenia, neutropenia
febril, distúrbios gastrintestinais, distúrbios neurológicos, astenia e retenção de fluido. Foram
observados mais eventos de grau 3 ou 4 para TAXOTERE® (55,4%) comparado a paclitaxel (23,0%).
Não foram relatadas toxicidades inesperadas para TAXOTERE®.
Durante estes estudos fase III, o perfil de segurança de docetaxel foi consistente com o perfil de
segurança observado nos estudos fase II.
TAXOTERE® em associação com capecitabina:
Dados a partir de um estudo clínico fase III controlado, randomizado, multicêntrico suportam o uso de
TAXOTERE® em associação com capecitabina para o tratamento de pacientes com câncer de mama
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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
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localmente avançado ou metastático após falha de quimioterapia citotóxica, incluindo uma
antraciclina. Neste estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com TAXOTERE®
(75 mg/m2 por infusão intravenosa de 1 hora a cada 3 semanas) e capecitabina (1250 mg/m2 2 vezes
ao dia por 2 semanas seguidas por um intervalo de 1 semana). Foram randomizados 256 pacientes
para o tratamento com TAXOTERE® em monoterapia (100 mg/m2 por infusão intravenosa de 1 hora
a cada 3 semanas). A sobrevida foi superior no grupo da associação TAXOTERE® + capecitabina
(p=0,0126). Sobrevida média foi de 442 dias (TAXOTERE® + capecitabina) comparada à 352 dias
(TAXOTERE® em monoterapia). O índice de resposta objetiva geral em toda população randomizada
(avaliação do investigador) foi de 41,6% (TAXOTERE® + capecitabina) comparado à 29,7%
(TAXOTERE® em monoterapia); p= 0,0058. Tempo para progressão da doença ou morte foi superior
na associação TAXOTERE® + capecitabina (p<0,0001). O tempo médio para progressão foi 186 dias
(TAXOTERE® + capecitabina) comparado à 128 dias (TAXOTERE® em monoterapia).
TAXOTERE® em associação com trastuzumab:
Foi estudada a associação de TAXOTERE® com trastuzumab para o tratamento de pacientes com
câncer de mama metastático cujos tumores “hiper-expressam” HER2 e que previamente não
receberam quimioterapia para doença metastática. Cento e oitenta e seis pacientes receberam
TAXOTERE® (100 mg/m2) com ou sem trastuzumab; 60% das pacientes receberam anteriormente
antraciclina ­ na quimioterapia adjuvante. TAXOTERE® mais trastuzumab foram eficazes em
pacientes que receberam ou não anteriormente antraciclinas adjuvantes. O principal teste utilizado
para determinar a positividade de HER2 neste estudo pivotal foi a imunohistoquímica (IHC). Uma
minoria de pacientes foram testadas utilizando hibridação de fluorescência in-situ (FISH). Neste
estudo, 87% das pacientes apresentaram doença que foi IHC 3 + e 95% das pacientes apresentaram
doença que foi IHC 3 + e/ou FISH positivo. Os resultados de eficácia estão resumidos na seguinte
tabela:
Parâmetro TAXOTERE®
com
TAXOTERE® n=941
trastuzumab1
Índice de resposta (95% IC)
61% (50-71)
34% (25-45)
Média de duração de resposta
11,4 (9,2-15,0)
5,1 (4,4-6,2)
(meses) (95% IC)
Média TTP (meses) (95% IC)
10,6 (7,6-12,9)
5,7 (5,0-6,5)
Sobrevida média (meses) (95%
30,52 (26,8-ne) 22,12 (17,6-28,9)
IC)
TTP = tempo de progressão; “ne” indica que isto não poderia ser estimado ou isto não foi ainda
alcançado.
1 posição de análise completa (intenção de tratamento)
2 sobrevida média estimada

Câncer de pulmão de não-pequenas células:
A eficácia e segurança de TAXOTERE® administrado em pacientes que não receberam
quimioterapia prévia ou com falha de quimioterapia prévia baseada em platina foram avaliadas em
pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas células local avançado ou metastático, não
ressecado.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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- 8 –


·
Pacientes que não receberam quimioterapia prévia
TAXOTERE® em monoterapia:
Foi feito um estudo fase III comparando docetaxel (a uma dose de 100 mg/m2 por infusão intravenosa
de 1 hora, uma vez a cada 3 semanas) adicionado a melhor tratamento de suporte (BSC) versus
melhor tratamento de suporte. Este estudo global multicêntrico incluiu 207 pacientes randomizados
estratificados de acordo com a extensão da doença: doença local avançada não ressecada (estágio
IIIb) versus doença metastática (estágio IV).
A sobrevida em geral foi significativamente mais prolongada em pacientes no grupo do docetaxel
(p=0,026) comparada aos pacientes do grupo que recebeu apenas BSC. O índice de sobrevida de 1
ano foi de 25 % para docetaxel comparado a 16% para BSC.
O índice de resposta geral nos pacientes avaliáveis foi de 19,6% com uma duração média de
resposta de 37,1 semanas.
O tempo de progressão geral foi significativamente mais prolongado (p<0,001) em favor do docetaxel
(média:12,7 semanas) comparado ao BSC (média : 8,9 semanas).

Outros parâmetros de benefícios clínicos:
Houve uma significativa melhora de benefício clínico nos pacientes tratados com docetaxel
demonstrada por menos uso de radioterapia (p<0,01), outras medicações para dor relacionadas à
doença (p<0,01): analgésicos morfínicos (p<0,001) e analgésicos não morfínicos (p<0,001).
A qualidade de vida avaliada no questionário EORTC QLQ-C30 mostrou uma tendência
significantemente favorável ao docetaxel comparado ao BSC na função emocional (p=0,01), dor
(p<0,001) e dispnéia (p<0,01).

Associação terapêutica com TAXOTERE® em câncer de pulmão de não-pequenas células:
Em estudo fase III, 1218 pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas células no estágio IIIB
não ressecado ou IV e sem quimioterapia prévia foram randomizados para receber tanto
TAXOTERE® 75 mg/m2 por infusão de 1 hora seguido imediatamente por cisplatina (Cis) 75 mg/m2
por 30-60 minutos a cada 3 semanas, quanto TAXOTERE® 75 mg/m2 por infusão de 1 hora seguido
imediatamente por carboplatina (Cb) (AUC 6 mg/mL.min) por 30-60 minutos a cada 3 semanas ou
vinorelbina (V) 25 mg/m2 administrado por 6-10 minutos nos dias 1, 8, 15, 22 seguido por Cis 100
mg/m2 administrado no dia 1 dos ciclos repetidos a cada 4 semanas. Os resultados mensurados
incluíram sobrevida, índice de resposta e avaliações da qualidade de vida.
Eficácia de TAXOTERE® no tratamento de Pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas
células que não receberam quimioterapia prévia (Análise de Intenção de tratamento):

TAXOTERE®
TAXOTERE®

Vs. V + Cis
Vs. V + Cis
+ Cis
+ Cb
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TAXOTERE®
TAXOTERE®
V + Cis
V + Cis
+ Cis
+ Cb
n=404
N=404
n=408
n=406
Sobrevivência geral
p=0,044 p=0,66
Teste Log-rank ajustado
Sobrevivência média (meses)
11,3
10,1
9,4
9,9
95% IC
[10,1 ­ 12,4]
[9,2 ­ 11,3]
[8,7 ­ 10,6]
[9,0 ­ 11,3]
Sobrevivência em 2 anos (%)
21%
14%
18%
14%
95% IC
[16-25]
[10-18]
[13-22]
[10-18]
Teste Log-rank ajustado*
p=0,044
p= 0,66
Tempo médio de progressão

(semanas)
22,0
23,0
20,0
22,0
95 % IC
[21-25]
[21,27]
[19,0-23,0]
[19,0-25,0]
Teste Log-rank ajustado*
p=0,617
p=0,235
Índice de resposta geral (%)
31,6%
24,5%
23,9%
24,5%
95% IC
[27,1-36,4]
[20,4-29,0]
[19,8-28,3]
[20,4-29,0]
Teste Fisher´s Exact
p=0,029
p=0,870
Mudança no QoL
p=0,064 p=0,016
Global:LCSS
EQ5D p=0,016
p<0,001
Mudança no Karnofsky PS
p=0,028
p<0,001
Perda de peso > 10%
p<0,001
p<0,001
Mudança na pontuação da dor
p=0,033 p=0,355
(LCSS)
* Teste Log-rank ajustado por co-variação não-paramétrica estratificada.
A combinação TAXOTERE® + Cb mostrou atividade similar na sobrevida comparada à V + Cis, e é
tolerável com incidências limitadas de náusea, vômito, anemia, neurotoxicidade, disfunção renal e
baixa incidência na descontinuação devido aos eventos adversos.
Outros parâmetros de benefício clínico, tais como mudanças da pontuação para dor, classificação
global de Qualidade de Vida (QoL) pelo EuroQoL-5D (EQ5D), Escala de Sintoma de Câncer de
Pulmão (LCSS), e mudanças no status de desempenho e peso corporal consistentemente, indicaram
benefícios para o grupo de TAXOTERE® + Cis.
Qualidade de vida global e os parâmetros de benefício clínicos foram melhorados no grupo de
tratamento com TAXOTERE® + Cb. Pacientes recebendo TAXOTERE® + Cb demonstraram menos
perda de peso severa (p<0,001) e tiveram melhor status de desempenho (p<0,001) que os pacientes
da terapia controle, V + Cis. Os pacientes com TAXOTERE® + Cb mostraram uma significativa
melhora na resposta global da Escala de Sintomas de Câncer de Pulmão (LCSS) e EuroQoL-5D
(EQ5D) comparada aos pacientes da terapia com V + Cis (análise longitudinal p= 0,016 e p<0,001,
respectivamente).

Tratamento com TAXOTERE® após falha de quimioterapia com derivados de platina.
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Seis estudos fase II foram realizados em pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas células
localmente avançado ou metastático. Um total de 160 pacientes não recebeu quimioterapia prévia
(não tratado previamente), e 88 pacientes receberam terapia prévia com derivados de platina
(tratados previamente), que incluiu 37 pacientes que tiveram doença progressiva com terapia de
platina (refratário à platina). Nestes estudos clínicos, TAXOTERE® foi administrado a uma dose de
100 mg/m2 por infusão de 1 hora a cada 3 semanas.
·
Índice de resposta geral (ORR) para os pacientes avaliáveis não tratados previamente foi de
31%.Para os pacientes avaliáveis tratados previamente o ORR foi de 19%.
·
Tempo de sobrevida médio para todos os pacientes não tratados ou tratados previamente foi
de 9 e 8 meses, respectivamente.
·
Duração média de resposta para os pacientes não tratados ou tratados previamente foi de 25 e
29 semanas, respectivamente.
·
Tempo de progressão médio para ambos pacientes não tratados ou tratados previamente foi de
14 semanas.

Estudos fase III
Em um estudo multicêntrico fase III realizado no Estados Unidos, 373 pacientes com câncer de
pulmão de não-pequenas células local avançado ou metastático, nos quais a quimioterapia prévia
falhou, foram randomizados dentro dos três grupos de tratamento:
· docetaxel
100
mg/m2 (D/100) [n=125] por infusão IV de 1 hora a cada 3 semanas ou,
· docetaxel
75
mg/m2 (D/75) [n=125] por infusão IV de 1 hora a cada 3 semanas ou,
·
de acordo com escolha do médico, tanto vinorelbina (30 mg/m2 [n=89] por infusão IV nos dias 1,
8 e 15 repetidos a 3 semanas), quanto ifosfamida (2 g/m2 [n=34] nos dias 1, 2 e 3 repetidos a
cada 3 semanas).
Análise de sobrevida, incluindo todos pacientes, mas excluindo tempo de sobrevida após
quimioterapia subseqüente, mostra que o índice de sobrevida de 1 ano é maior em cada grupo do
docetaxel (32%) comparado à 10% no grupo controle de vinorelbina (V) ou isofosfamida (I). Entre os
pacientes que foram acompanhados por no mínimo 1 ano antes de quimioterapia subseqüente, a
sobrevida de 1 ano foi significativamente diferente a favor do grupo do docetaxel (16% com vida)
comparado ao grupo V ou I (5% com vida) [p=0,023].
Índice de resposta para o grupo D/100 foi significativo e estatisticamente maior que o grupo controle
V/I na avaliação dos pacientes analisáveis (11,9% versus 1,0%; p=0,001). No grupo D/75, o índice de
resposta foi também significativo e estatisticamente maior que o grupo controle V/I (7,5% versus
1,0%; p=0,036). Estes resultados foram ambos confirmados na população ITT (intenção de
tratamento). Os grupos de docetaxel associado tiveram um aumento estatisticamente significativo do
índice de resposta que o grupo controle V/I (p=0,003) e foi confirmado na população ITT.
O tempo para progressão geral (TTP) nos pacientes avaliáveis foi significativamente mais prolongado
para o grupo D/100 comparado ao grupo controle V/I (8,4 versus 7,6 semanas, p=0,020). TTP foi
mais prolongado na população D/75 comparado ao grupo controle V/I (8,1 versus 7,6 semanas,
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p=0,09). TTP nos pacientes avaliáveis do grupo de docetaxel associado foi significativamente mais
prolongado que o grupo de tratamento com V/I (p=0,031). Estes resultados foram confirmados na
população ITT.
Qualidade de vida (QoL): A Escala de Sintoma de Câncer de Pulmão (LCSS), um instrumento de
Qualidade de Vida específico para câncer de pulmão, foi utilizada para avaliar a Qualidade de Vida
dos pacientes deste estudo. Houve uma diferença significante na QoL no grupo D/100 comparado ao
grupo tratado com V/I (p<0,05) com relação à pontuação total dos pacientes, fadiga, sintomas de
câncer de pulmão e pontuação total observada. Para respondedores ou pacientes com estabilização
da doença enquanto em tratamento, há uma evidente melhora na QoL em ambos D/100 e D/75.
Em um segundo estudo multicêntrico fase III, 204 pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas
células local avançado ou metastático, nos quais a quimioterapia prévia falhou, foram randomizados
dentro de dois grupos de tratamento:
·
Docetaxel 100 [n=49] ou 75 [n=55] mg/m2 de infusão intravenosa de 1 hora a cada 3 semanas
comparado a,
·
Melhor tratamento de suporte (BSC) [n=100].
A sobrevida média foi de 7,2 meses para os pacientes tratados com docetaxel associado comparado
à 4,6 meses para os pacientes que receberam tratamento de suporte (p=0,14). No entanto, nos
pacientes tratados com docetaxel a 75 mg/m2, a sobrevida geral foi significativamente mais
prolongada (p=0,016) em favor do grupo do docetaxel, comparado ao grupo BSC, com sobrevida
média de 9 meses versus 4,6 meses, respectivamente. A sobrevida de 1 ano foi também
significativamente mais prolongada (p=0,016) com docetaxel (40%) comparada ao grupo BSC (16%).
O tempo para progressão médio foi significativamente mais prolongado (p<0,001) em pacientes
tratados com docetaxel associado (média: 10,6 semanas) comparado ao BSC (média: 6,7 semanas).
E foi também significativamente mais prolongado no sub-grupo de pacientes tratados com docetaxel
a 75 ou 100 mg/m2.
O índice de resposta geral foi 7,6% nos pacientes avaliáveis, e a duração de resposta média foi de
26,1 semanas.
Outros parâmetros de benefícios clínicos: Houve menos uso de analgésicos morfínicos (p<0,01),
analgésicos não-morfínicos (p<0,01), outras medicações relacionadas à doença (p=0,06) e
radioterapia (p<0,01) em pacientes tratados com docetaxel a 75 mg/m2 comparado àqueles que
receberam BSC. Resultados similares foram também observados nas doses de docetaxel associado
comparado ao BSC.
Qualidade de vida avaliado pelo LCSS mostrou uma tendência favorável ao docetaxel, especialmente
na classificação da dor pelo paciente e na classificação da fadiga e dor pelo observador.


Câncer de ovário

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Dados clínicos de suporte:
TAXOTERE® foi avaliado em cinco estudos clínicos fase II em pacientes que foram diagnosticados
com câncer ovariano epitelial avançado e que houve falha no tratamento prévio com cisplatina e/ou
carboplatina. Estes pacientes (n=281) receberam TAXOTERE® 100 mg/m2 por infusão de 1 hora a
cada três semanas.
·
Índice de resposta geral foi 26,7% com um índice de resposta completo de 5,7%
·
A sobrevida média variou de 11,2 a 11,9 meses.
·
O perfil de reações adversas para estes 281 pacientes é similar a populações maiores
estudadas para câncer de mama metastático.

Câncer de próstata
A segurança e eficácia de TAXOTERE® em associação com prednisona ou prednisolona com câncer
de próstata metastático androgênio independente (refratário a hormônio) foram avaliadas em um
estudo fase III multicêntrico randomizado. Um total de 1006 pacientes com KPS>60 foram
randomizados nos seguintes grupos de tratamento:
·
TAXOTERE® 75 mg/m2 a cada 3 semanas para 10 ciclos.
·
TAXOTERE® 30 mg/m2 administrado semanalmente nas 5 primeiras semanas em um ciclo de
6 semanas por 5 ciclos.
·
Mitoxantrona 12 mg/m2 a cada 3 semanas por 10 ciclos.
Todos os 3 regimes foram administrados em associação com 5 mg de prednisona ou prednisolona 2
vezes ao dia, continuamente.
Pacientes que receberam docetaxel a cada três semanas demonstraram significativo prolongamento
da sobrevida geral comparada àqueles tratados com mitoxantrona. O aumento na sobrevida
observado no grupo semanal de docetaxel não foi estatisticamente significativo comparado ao grupo
controle mitoxantrona. A eficácia no “endpoint” para o grupo do TAXOTERE® comparado ao grupo
controle está resumida na tabela abaixo:

Eficácia de TAXOTERE® no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático
(análise de intenção de tratamento) androgênio independente (hormônio refratário):

TAXOTERE® a
TAXOTERE® a
Mitoxantrona a
Endpoint
cada 3 semanas
cada semana
cada 3 semanas
Número de pacientes
335
334
337
Média de sobrevida
18,9
17,4
16,5
(meses)
(17,0 -21,2)
(15,7-19,0)
(14,4-18,6)
95% IC
0,761
0,912

Relação de risco

95% IC
(0,619-0,936)
(0,747-1,113)

Valor de p*
0,0094
0,3624

Número de pacientes
291
282
300
Índice de resposta PSA (%)
45,4
47,9
31,7
C O N F I D E N C I A L
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terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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-
13
-


95% IC
(39,5-51,3)
(41,9-53,9)
(26,4-37,3)
Valor de p*
0,0005
<0,0001

Número de pacientes
153
154
157
Índice de resposta para dor (%)
34,6
31,2
21,7
95% IC
(27,1-42,7)
(240,0-39,1)
(15,5-28,9)
Valor de p*
0,0107
0,0798

Número de pacientes
141
134
137
Índice de resposta tumoral (%)
12,1
8,2
6,6
95% IC
(7,2-18,6)
(4,2-14,2)
3,0-12,1
Valor de p*
0,1112
0,5853

Teste log-rank estratificado
* Limite para significância estatística = 0,0175

Outros parâmetros para benefícios clínicos
Nenhuma diferença estatística foi observada entre os grupos de tratamento para Qualidade de Vida
Geral.

Adenocarcinoma gástrico
Um estudo randomizado, aberto, multicêntrico foi conduzido para avaliação de segurança e de
eficácia de TAXOTERE® para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma gástrico avançado,
incluindo adenocarcinoma da junção gastroesofágica, que não receberam quimioterapia prévia para a
doença metastática. Um total de 445 pacientes com KPS>70 foram tratados com TAXOTERE® (T)
(75 mg/m2 no dia 1) em combinação com cisplatina (C) (75 mg/m2 no dia 1) e 5-fluorouracil (F) (750
mg/m2 por dia por 5 dias) ou cisplatina (100 mg/m2 no dia 1) e 5-fluorouracil (1000 mg/m2 por dia por
5 dias). A extensão de um ciclo de tratamento foi de 3 semanas para o braço TCF e de 4 semanas
para o braço CF. O número médio de ciclos administrados por paciente foi 6 (com uma variação de 1-
16) para o braço TCF comparado a 4 (com uma variação de 1-12) para o braço CF. O tempo para
progressão (TTP) foi o endpoint primário. O risco de redução da progressão foi 32,1% e foi associado
com um TTP mais longo significativamente (p=0,0004) a favor do braço TCF. A sobrevida global
também foi significativamente mais longa (p=0,0201) a favor do braço TCF com um risco de redução
de mortalidade de 22,7%. Os resultados de eficácia estão resumidos na tabela seguinte:
Eficácia de TAXOTERE® no tratamento de pacientes com adenocarcinoma gástrico

Endpoint
TCF
CF
n=221
n=224
TTP médio (meses)
5,6
3,7
(95%CI)
(4,86-5,91)
(3,45-4,47)
Hazard ratio
1,473
(95%CI)
(1,189-1,825)
*p-valor
0,0004
Sobrevida média (meses)
9,2
8,6
(95%CI)
(8,38-10,58)
(7,16-9,46)
Estimativa em 2 anos (%)
18,4
8,8
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14
-


Hazard ratio
1,293
(95%CI)
(1,041-1,606)
*p-valor
0,0201
Relação de resposta global
36,7 25,4
(CR+PR) (%)
p-valor
0,0106
Doença progressiva como
16,7 25,9
melhor resposta global (%)
As análises de subgrupos através da idade, sexo e raça favoreceram de forma constante o braço
TCF comparado ao braço CF.
No geral, a qualidade de vida (QoL) e os resultados do benefício clínico indicaram de forma constante
melhora a favor do braço TCF. Os pacientes tratados com TCF apresentaram um tempo mais longo
para a deterioração definitiva de 5% do estado de saúde global no questionário QLQ-C30 (p=0,0121)
e um tempo mais longo para a piora definitiva do estado de desempenho de Karnofsky (p=0,0088)
comparado aos pacientes tratados com CF.

INDICAÇÕES

- Câncer de mama
TAXOTERE® em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento
adjuvante de pacientes com câncer de mama operável de nódulo-positivo.
TAXOTERE® em associação com doxorrubicina é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama localmente avançado ou metastático que não receberam terapia citotóxica prévia.
TAXOTERE® é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama local avançado ou
metastático após falha de quimioterapia prévia.
TAXOTERE® em associação com capecitabina é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama localmente avançado ou metastático após falha de quimioterapia citotóxica. Terapia
prévia à base de antraciclina deve ter sido administrada previamente.
TAXOTERE® em associação com trastuzumab é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama metastático cujos tumores “hiper-expressam” HER2 e que previamente não
receberam quimioterapia para doença metastática.
- Câncer de pulmão de não-pequenas células
TAXOTERE® é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão local avançado ou
metastático, mesmo após falha de quimioterapia com derivados de platina.
- Câncer de ovário
TAXOTERE® é indicado para o tratamento de carcinoma metastático de ovário após falha de
quimioterapia de primeira linha ou subseqüente.
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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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- Câncer de cabeça e pescoço
TAXOTERE® é indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma de células escamosas de
cabeça e pescoço localmente avançado não ressecável (estágio III ou IV) que estejam em bom
estado de saúde.
- Câncer de próstata
TAXOTERE® em associação com prednisona ou prednisolona é indicado para o tratamento de
pacientes com câncer de próstata metastático androgênio independente (refratário a hormônio).
- Adenocarcinoma gástrico
TAXOTERE® em associação com cisplatina e 5-fluorouracil é indicado para o tratamento de
pacientes com adenocarcinoma gástrico avançado, incluindo adenocarcinoma da junção
gastroesofágica, que não receberam quimioterapia prévia para a doença avançada.
CONTRA-INDICAÇÕES
TAXOTERE® não deve ser administrado em:
- pacientes com reações de hipersensibilidade severa ao docetaxel ou ao polissorbato 80;
- pacientes com neutropenia basal < 1.500 células/mm3;
- mulheres durante a gravidez ou amamentação;
- pacientes com insuficiência hepática severa;
- contra-indicações a outros fármacos também aplicadas quando associados com TAXOTERE®.

MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Instruções de preparo

Recomendações para o manuseio seguro
TAXOTERE® é um agente antineoplásico, e assim como com outros compostos potencialmente
tóxicos, deve-se ter cautela na manipulação e no preparo das soluções de TAXOTERE®. É
recomendado o uso de luvas.
Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão entre em
contato com a pele, deve-se lavar a região com água e sabão, imediata e completamente, sem
esfregar. Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão
entre em contato com membranas mucosas, lave-as imediata e completamente com água.


·
Preparo da solução para administração intravenosa

A) Preparo da Solução Pré-mistura de TAXOTERE® – 10 mg/mL:
Caso os frascos-ampola de TAXOTERE® sejam conservados sob refrigeração, retire um número
apropriado de frascos-ampola de TAXOTERE® concentrado com os seus respectivos frascos-ampola
de diluente do refrigerador, deixando-os em temperatura ambiente por 5 minutos. Com o auxílio de
uma seringa com agulha, retire assepticamente a quantidade total do frasco-ampola de diluente,
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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
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invertendo parcialmente o frasco-ampola. Injete a quantidade total de diluente contido na seringa no
frasco-ampola de TAXOTERE®. Retire a seringa com agulha do frasco-ampola e misture o frasco-
ampola manualmente por meio de inversões repetidas durante pelo menos 45 segundos. Não agite.
Deixe o frasco-ampola em repouso durante 5 minutos em temperatura ambiente e verifique
visualmente se a solução obtida é homogênea e límpida, podendo haver presença de espuma,
mesmo após os 5 minutos de repouso, devido à presença de polissorbato 80 na formulação. Esta é a
Solução Pré-mistura de TAXOTERE®, cuja concentração é de 10 mg/mL. A Solução Pré-mistura de
TAXOTERE® deve ser utilizada imediatamente após preparo da solução para infusão ou pode ser
armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente por um máximo de 8 horas.

B) Preparo da Solução para Infusão:
A solução pré-mistura contém 10 mg/mL de docetaxel e pode ser utilizada imediatamente após
preparo da solução para infusão ou pode ser armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente
por um máximo de 8 horas.
Pode ser necessário mais do que um frasco de Solução Pré-mistura de TAXOTERE® para se obter a
dose necessária ao paciente. Com base na dose requerida para o paciente expressa em mg, retire
assepticamente, com o auxílio de uma seringa com agulha, o volume necessário de Solução Pré-
mistura de TAXOTERE®, contendo 10 mg/mL. Por exemplo: uma dose de 140 mg de docetaxel
requer 14 mL de Solução Pré-mistura de docetaxel.
Transfira este volume para uma bolsa ou frasco de infusão com 250 mL de solução de cloreto de
sódio 0,9% ou de solução glicosada a 5%.

Caso seja necessária uma dose maior que 200 mg de docetaxel, utilize um volume superior de
veículo de infusão, visando não exceder a concentração de 0,74 mg/mL de docetaxel.
Misture o conteúdo da bolsa ou frasco de infusão manualmente, utilizando movimento oscilante.

A solução para Infusão de TAXOTERE® deve ser administrada assepticamente por via intravenosa
dentro de um período de 4 horas, incluindo 1 hora de infusão, em condições de temperatura
ambiente e luminosidade normal.
TAXOTERE® deve ser administrado separadamente de outros medicamentos.
Assim como para qualquer medicamento de uso parenteral, a Solução Pré-mistura e a Solução para
Infusão de TAXOTERE® devem ser verificadas visualmente antes do uso. Soluções contendo
precipitados devem ser descartadas.
Todos os materiais utilizados na diluição e administração devem ser descartados, seguindo
procedimentos padrões.
A solução para infusão é compatível com materiais e dispositivos mais comumente usados, incluindo
o PVC.

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XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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POSOLOGIA
Adultos

Posologia recomendada
Uma pré-medicação oral com corticosteróide (veja abaixo para câncer de próstata) como 16 mg/dia
(por exemplo 8 mg duas vezes ao dia) de dexametasona oral durante 3 dias, com início no dia
anterior à administração de docetaxel, a menos que contra- indicada, pode ser utilizada (ver item
PRECAUÇÕES).
Para câncer de próstata, determinado o uso associado de prednisona ou prednisolona, o regime de
pré-medicação recomendado é dexametasona oral 8 mg, 12 horas, 3 horas e 1 hora antes da infusão
de TAXOTERE®.
Pode ser utilizado o tratamento profilático com G-CSF para abrandar o risco de toxicidades
hematológicas.
Docetaxel é administrado por infusão de 1 hora a cada 3 semanas.
Câncer de mama
No tratamento adjuvante do câncer de mama operável de nódulo-positivo, a posologia recomendada
de TAXOTERE® é de 75 mg/m2, administrada 1 hora após a administração de doxorrubicina 50
mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2, a cada 3 semanas durante 6 ciclos (ver também sub-item Ajuste
posológico durante o tratamento).
Em tratamento de primeira linha do câncer de mama, a posologia recomendada de docetaxel é de 75
mg/m2 na terapia associada com doxorrubicina 50 mg/m2.
Para a associação de TAXOTERE® e trastuzumab, a posologia recomendada de TAXOTERE® é de
100 mg/m2 a cada três semanas, com trastuzumab administrado semanalmente. Para a dosagem e
administração de trastuzumab, veja a bula do fabricante do produto à base de trastuzumab.
Em tratamento de segunda linha do câncer de mama, a posologia recomendada de TAXOTERE® é
de 100 mg/m2 em monoterapia.
Para pacientes em tratamento de câncer de mama, a posologia recomedada de TAXOTERE® em
monoterapia é de 100 mg/m2, administrada em infusão de 1 hora, a cada 3 semanas.
A dose recomendada de TAXOTERE® é de 75 mg/m2 a cada três semanas, quando associada com
capecitabina administrada por via oral a 1250 mg/m2 2 vezes ao dia (dentro de 30 minutos após a
refeição) durante 2 semanas seguida por um período de 1 semana de descanso. Para a dose de
capecitabina calculada de acordo com a área da superfície corpórea, veja as instruções
recomendadas em bula pelo fabricante do produto à base de capecitabina. Em caso de terapia
combinada, a posologia recomendada de TAXOTERE® é de 75 mg/m2 em associação com
doxorrubicina (50 mg/m²) (ver sub-item INSTRUÇÕES DE PREPARO).

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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Monoterapia para câncer de mama:
TAXOTERE® não deve ser administrado até que a contagem neutrofílica seja > 1500 células/mm3.
Para pacientes que apresentem neutropenia febril, contagem de neutrófilos < 500 células/mm³
durante mais de uma semana, reações cutâneas severas ou cumulativas ou neuropatias periféricas
severas durante a terapia com TAXOTERE®, deverão ter a dose reduzida de 100 mg/m² para 75
mg/m² ou de 75 mg/m² para 60 mg/m². Caso a paciente continue a apresentar as mesmas reações
com a dose de 60 mg/m², o tratamento deve ser descontinuado.

Associação com TAXOTERE® para câncer de mama:
Para as alterações na dose de capecitabina quando associada com docetaxel, veja as instruções
recomendadas em bula pelo fabricante do produto à base de capecitabina. Para pacientes
desenvolvendo a primeira ocorrência de toxicidade de Grau 2 que persista até o próximo tratamento
com TAXOTERE®/capecitabina, postergar o tratamento até apresentar toxicidade de Grau 0-1 e
retomar 100% da dose original. Para pacientes desenvolvendo a segunda ocorrência de toxicidade
de Grau 2 ou a primeira ocorrência de toxicidade de Grau 3, em qualquer período durante o ciclo de
tratamento, postergar o tratamento até apresentar toxicidade de Grau 0-1, depois retomar o
tratamento com TAXOTERE® na dose de 55 mg/m2.
Para qualquer ocorrência subseqüente de toxicidade ou qualquer toxicidade de Grau 4, descontinuar
a dose de TAXOTERE®.
Para as alterações na dose de TAXOTERE® devido à insuficiência hepática, ver item PRECAUÇÃO.

Câncer de pulmão de não-pequenas células
Para os pacientes em tratamento de câncer de pulmão de não-pequenas células, a posologia
recomendada de TAXOTERE® é de 75 a 100 mg/m2 em monoterapia, e de no máximo 75 mg/m2 em
caso de associação com derivados de platina, administrada em infusão de 1 hora, a cada 3 semanas.
Câncer de ovário
Para pacientes em tratamento de câncer de ovário, a posologia recomendada de TAXOTERE® é de
100 mg/m2, administrada em infusão de 1 hora, a cada 3 semanas (ver item INSTRUÇÕES DE
PREPARO). Os pacientes devem ser rigorosamente monitorados principalmente durante a primeira e
a segunda infusões de TAXOTERE®, devido ao risco de reações de hipersensibilidade (ver item
PRECAUÇÕES).
Câncer de cabeça e pescoço
Para os pacientes em tratamento de câncer de cabeça e pescoço, TAXOTERE® é administrado em
infusão de 1 hora, a cada 3 semanas. A posologia recomendada de TAXOTERE® é de 75 mg/m2 em
associação com cisplatina e 5-fluorouracil. É recomendada a administração de antibióticos orais
derivados de fluorquinolona ou antibióticos intravenosos equivalentes durante 10 dias, iniciando-se
no 5° dia de cada ciclo, com o intuito de reduzir a incidência de neutropenia/infecções febris.
Associação com TAXOTERE® para câncer de pulmão de não-pequenas células
Para pacientes que receberam inicialmente TAXOTERE® 75 mg/m2 em combinação com cisplatina
ou carboplatina e cujo nadir de contagem plaquetária durante o período anterior ao tratamento foi <
25.000 células/mm3 (com cisplatina) e < 75.000 células/ mm3 (com carboplatina) ou em pacientes que
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XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
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apresentaram neutropenia febril, ou em pacientes com toxicidades não-hematológicas sérias, a dose
de TAXOTERE® em ciclos subseqüentes deve ser reduzida para 65 mg/m2. Para os ajustes de dose
da cisplatina, seguir as instruções da bula recomendadas pelo fabricante do produto.
Câncer de próstata
Para câncer de próstata, a dose recomendada de TAXOTERE® é 75 mg/m2 a cada 3 semanas.
Prednisona ou prednisolona 5 mg, via oral, duas vezes ao dia é administrado continuamente.

Adenocarcinoma gástrico
Para adenocarcinoma gástrico, a dose recomendada de TAXOTERE® é 75 mg/m2 com 1 hora de
infusão, seguida por cisplatina 75 mg/m2, com 1 a 3 horas de infusão (ambos somente no dia 1),
seguida por 5-fluorouracil 750 mg/m2 por dia administrado com infusão contínua de 24 horas por 5
dias, iniciando no final da infusão da cisplatina. O tratamento é repetido a cada três semanas. Os
pacientes devem receber pré-medicação com anti-eméticos e hidratação apropriada para a
administração de cisplatina. O G-CSF profilático deve ser utilizado para aliviar o risco de toxicidades
hematológicas (veja item Ajuste posológico durante o tratamento).
·
Ajuste posológico durante o tratamento

Geral
TAXOTERE® não deve ser administrado até que a contagem neutrofílica seja > 1500 células/mm3.
Os pacientes que apresentem neutropenia febril, contagem de neutrófilos < 500 células/mm³ durante
mais de uma semana, reações cutâneas severas ou cumulativas ou neuropatias periféricas severas
durante a terapia com TAXOTERE®, deverão ter a dose reduzida de 100 mg/m² para 75 mg/m² e/ou
de 75 mg/m² para 60 mg/m². Caso o paciente continue a apresentar as mesmas reações com a dose
de 60 mg/m², o tratamento deve ser descontinuado.
Alternativamente, pode-se utilizar tratamento profilático com G-CSF em pacientes com neutropenia
febril ou infecção severa anteriores, com o intuito de manter a intensidade da dose.

Terapia associada com TAXOTERE® para câncer de mama

As pacientes que recebem terapia adjuvante para câncer de mama e que apresentam neutropenia
febril devem receber G-CSF em todos os ciclos subseqüentes. As pacientes que continuam
apresentando esta reação devem permanecer com G-CSF e suas doses de TAXOTERE® reduzidas
a 60 mg/m2. Caso o G-CSF não for utilizado, a dose de TAXOTERE® deve ser reduzida de 75 para
60 mg/m2. As pacientes que apresentam estomatite de Grau 3 ou 4 devem ter suas doses diminuídas
para 60 mg/m2.
Terapia associada com TAXOTERE® para câncer gástrico
Os pacientes tratados com TAXOTERE® em associação com cisplatina e 5-fluorouracil devem
receber anti-eméticos e hidratação apropriada de acordo com as normas institucionais atuais. O G-
CSF deve ser administrado para aliviar o risco de neutropenia complicada.

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Apesar da utilização do G-CSG se ocorrer um episódio de neutropenia febril, neutropenia prolongada
ou infecção neutropênica, a dose de TAXOTERE® deve ser reduzida de 75 para 60 mg/m2. Caso
ocorrer episódios subseqüentes de neutropenia complicada, a dose de TAXOTERE® deve ser
reduzida de 60 para 45 mg/m2. No caso de trombocitopenia grau 4, a dose de TAXOTERE® deve ser
reduzida de 75 para 60 mg/m2. Os pacientes não devem ser tratados novamente com ciclos
subseqüentes de TAXOTERE® até que os neutrófilos se restabeleçam para um nível > 1.500
células/mm3 e as plaquetas se restabeleçam para um nível > 100.000 células/mm3. Interromper o
tratamento se estas toxicidades persistirem.
Modificações na dose recomendada para as toxicidades gastrintestinais nos pacientes
tratados com TAXOTERE® em associação com cisplatina e 5-fluorouracil (5-FU):

Toxicidade
Ajuste na dose
Diarréia grau 3
Episódio 1: reduzir a dose 5-FU em até
20%
Episódio 2: depois reduzir a dose de
TAXOTERE® em até 20%
Diarréia
grau
4
Episódio 1: reduzir as doses de
TAXOTERE® e 5-FU em até 20%
Episódio 2: interromper o tratamento
Estomatite grau 3
Episódio 1: reduzir a dose de 5-FU em até
20%
Episódio 2: cessar apenas a dose de 5-FU
de todos os ciclos subseqüentes
Episódio 3: reduzir a dose de TAXOTERE®
em até 20%
Estomatite grau 4
Episódio 1: cessar apenas a dose de 5-FU
de todos os ciclos subseqüentes
Episódio 2: reduzir a dose de TAXOTERE®
em até 20%
Para ajustes na dose de cisplatina e fluorouracil, verificar na bula dos respectivos produtos.

Populações especiais

Pacientes com insuficiência hepática: com base nos dados farmacocinéticos obtidos com a
administração de 100 mg/m2 de TAXOTERE® em monoterapia, a dose recomendada para pacientes
que apresentam simultaneamente aumento de transaminases (TGP e/ou TGO) > 1,5 vezes o limite
superior da normalidade e de fosfatase alcalina > 2,5 vezes o limite superior da normalidade é de 75
2
mg/m . Em pacientes com nível plasmático de bilirrubina maior do que o limite superior da
normalidade e/ou níveis de TGP e TGO > 3,5 vezes o limite superior da normalidade associado a
níveis de fosfatase alcalina > 6 vezes o limite superior da normalidade, não se deve realizar ajuste
posológico e TAXOTERE® não deve ser utilizado, a menos que estritamente indicado. Não existem
dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática tratados com TAXOTERE® em terapia
combinada.
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Crianças: A eficácia e segurança da administração de TAXOTERE® em crianças ainda não foram
estabelecidas.
Idosos: Com base na análise farmacocinética desta população, não há necessidade de instruções
especiais na administração de TAXOTERE® em idosos. Para a redução na dose de capecitabina
quando associada com docetaxel, ver as instruções recomendadas em bula pelo fabricante do
produto à base de capecitabina.

ADVERTÊNCIAS
TAXOTERE® deve ser administrado somente sob supervisão médica com experiência na utilização
de agentes quimioterápicos. Deverão estar disponíveis recursos de suporte apropriados, devido à
possibilidade da ocorrência de reações de hipersensibilidade. Durante a infusão, recomenda-se a
realização de cuidadosa monitorização das funções vitais.
Um corticosteróide oral (veja abaixo para câncer de próstata), como 16 mg/dia (por exemplo: 8 mg, 2
vezes ao dia) de dexametasona durante 3 dias, com início no dia anterior à administração de
TAXOTERE®, a menos que contra-indicado, pode reduzir a incidência e a gravidade da retenção de
fluídos, assim como a gravidade das reações de hipersensibilidade.
O regime de pré-tratamento para câncer de próstata é dexametasona oral 8 mg, 12 horas, 3 horas e
1 hora antes da infusão de TAXOTERE®.
Para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer de mama operável de nódulo-positivo: Na
análise de acompanhamento de 55 meses do estudo clínico TAX 316, o hazard ratio (HR) para
período livre de doença de TAC comparado com FAC foi de 0,72 (IC = 0,59 – 0,88; p=0,0010) para a
população global do estudo. Na análise de subgrupos nas pacientes com 1 a 3 linfonodos
acometidos, o HR foi de 0,61 (IC = 0,46 – 0,82; p=0,0009), enquanto que para 4 nódulos ou mais, o
HR foi de 0,82 (IC = 0,63 – 1,08; p=0,1629). Pacientes com 4 nódulos ou mais: O efeito benéfico de
TAC não foi provado em pacientes com 4 nódulos ou mais (37% da população), embora tenha sido
observada uma redução de 18% do risco de recidiva neste grupo de pacientes. O benefício de TAC
nessas pacientes não foi inteiramente definido após o acompanhamento de 55 meses do estudo TAX
316.

Reações de hipersensibilidade
Os pacientes devem ser rigorosamente observados quanto à ocorrência de reações de
hipersensibilidade, especialmente durante a primeira e a segunda infusões. Podem ocorrer reações
de hipersensibilidade minutos após o início da infusão de TAXOTERE®, sendo que devem estar
disponíveis recursos para o tratamento da hipotensão e broncoespasmo. Reações severas, tais como
hipotensão, broncoespasmo ou exantema/eritema generalizados, requerem a interrupção imediata do
tratamento com TAXOTERE® e o emprego de terapia apropriada. Pacientes que desenvolveram
reações de hipersensibilidade severa não devem ser re-tratados com TAXOTERE®.

Neutropenia
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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
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O nadir neutrofílico ocorreu com uma média de 7 dias após a administração de TAXOTERE®, porém
este intervalo pode ser menor em pacientes extensivamente pré-tratados. Deve-se realizar
monitorização freqüente do hemograma completo de todos os pacientes que estejam recebendo
tratamento com TAXOTERE®. Os pacientes devem ser novamente tratados com TAXOTERE®
somente quando a contagem de neutrófilos retomar um nível > 1.500 células/mm3 (ver item
POSOLOGIA E INSTRUÇÕES DE PREPARO).

Nos pacientes tratados com TAXOTERE® em associação com cisplatina e 5-fluorouracil (TCF)
ocorreram neutropenia febril e/ou infecção neutropênica nos índices mais baixos quando pacientes
receberam G-CSF profilático. Os pacientes tratados com TCF devem receber G-CSF profilático para
aliviar o risco de neutropenia complicada (neutropenia febril, neutropenia prolongada ou infecção
neutropênica). Os pacientes recebendo TCF devem ser rigorosamente monitorizados.

Reações cutâneas
Observou-se eritema cutâneo localizado nas extremidades (palma das mãos e planta dos pés), com
edema seguido por descamação.

Sistema nervoso
O desenvolvimento de sinais e/ou sintomas de neurotoxicidade periférica severa tem sido observado
e requer uma redução de dose (ver item POSOLOGIA E INSTRUÇÕES DE PREPARO).
Toxicidade Cardíaca
Foi observada insuficiência cardíaca em pacientes que receberam a associação de TAXOTERE® e
trastuzumab, particularmente após quimioterapia contendo antraciclina (doxorrubicina ou
epirrubicina). Isto pôde ser moderado a grave e foi associado com morte (ver item Reações
Adversas).
Leucemia
Em pacientes tratados com TAXOTERE®, doxorrubicina e ciclofosfamida (TAC), o risco de
mielodisplasia tardia ou leucemia mielóide requer acompanhamento hematológico (ver item Reações
Adversas).
·
Risco de uso por via de administração não recomendada.
Não há estudos dos efeitos de TAXOTERE® administrado por vias não recomendadas. Portanto, por
segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via
intravenosa.
Gravidez
Docetaxel mostrou ser embriotóxico e fetotóxico em coelhos e ratos; além de reduzir a fertilidade de
ratos. Docetaxel pode causar dano fetal quando administrado a mulheres grávidas. Portanto,
TAXOTERE® não deve ser utilizado durante a gravidez. Mulheres em idade fértil que estejam em
tratamento com docetaxel devem ser aconselhadas a evitarem a gravidez e a informarem
imediatamente o médico caso isto ocorra.

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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Categoria de risco na gravidez: categoria D.
Lactação
Não se sabe se docetaxel é excretado no leite materno. Devido às potenciais reações adversas do
TAXOTERE® em lactantes, a amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento com
TAXOTERE®.


EM IDOSOS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
Pacientes idosos
Uma análise de dados de segurança em pacientes com 60 anos de idade ou mais tratados com a
associação TAXOTERE® + capecitabina mostraram um aumento na incidência de eventos adversos
grau 3 e 4 relacionados ao tratamento, eventos adversos sérios relacionados ao tratamento e
exclusão precoce do tratamento foram devido aos eventos adversos comparados aos de pacientes
com menos de 60 anos de idade.
De 333 pacientes tratados com TAXOTERE® a cada 3 semanas no estudo de câncer de próstata
(TAX 327), 209 pacientes tinham 65 anos de idade ou mais e 68 pacientes tinham mais que 75 anos.
Não foram identificadas diferenças na eficácia entre pacientes idosos e mais jovens. Em pacientes
tratados com TAXOTERE® a cada 3 semanas, a incidência de anemia, infecção, alterações nas
unhas, anorexia, perda de peso ocorreu em proporção > 10% maior que em pacientes com 65 anos
ou mais comparados a pacientes mais jovens.

Dentre os 221 pacientes tratados com TAXOTERE® em associação com cisplatina e 5-fluorouracil no
estudo do câncer gástrico (TAX325), 54 tinham 65 anos de idade ou mais e 2 pacientes tinham mais
de 75 anos de idade. Neste estudo, o número de pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais foi
insuficiente para determinar se eles reagem diferentemente dos pacientes mais jovens. Entretanto, a
incidência de eventos adversos sérios foi mais elevado nos pacientes idosos comparado aos
pacientes mais jovens. A incidência dos seguintes eventos adversos (todos os graus): letargia,
estomatite, diarréia, neutropenia febril/infecção neutropênica ocorreram nos valores 10% mais
elevado em pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais comparado aos pacientes mais jovens.
Os pacientes idosos tratados com TCF devem ser rigorosamente monitorizados.

Outros grupos de risco

Retenção hídrica
Pacientes com retenção hídrica severa como efusão pleural, efusão pericárdica e ascite devem ser
rigorosamente monitorizados.
Pacientes com insuficiência hepática
Pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel em monoterapia, com níveis plasmáticos de
transaminases (TGP e/ou TGO) > 1,5 vezes o limite superior da normalidade simultaneamente a
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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
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níveis plasmáticos de fosfatase alcalina > 2,5 vezes o limite superior da normalidade, apresentam
maior risco de desenvolver reações adversas severas como toxicidade fatal incluindo sépsis e
hemorragia gastrintestinal, neutropenia febril, infecções, trombocitopenia, estomatite e astenia.
A dose recomendada de docetaxel em pacientes com níveis elevados nos parâmetros de função
hepática é de 75 mg/m2. Deve-se realizar monitorização da função hepática no estado basal e antes
do início de cada ciclo.
Em pacientes com níveis plasmáticos de bilirrubina maiores que o limite superior da normalidade e/ou
TGP e TGO > 3,5 vezes o limite superior da normalidade, simultaneamente aos níveis plasmáticos de
fosfatase alcalina > 6 vezes o limite superior da normalidade, não se recomenda a realização de
ajuste posológico e docetaxel não deve ser utilizado, salvo se estritamente indicado.
Não existem dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática tratados com docetaxel em
associação.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Estudos in vitro mostraram que o metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração
concomitante de fármacos que induzem, inibem ou são metabolizados pelo citocromo P450-3A, tais
como ciclosporina, terfenadina, cetoconazol, eritromicina e troleandomicina. Como conseqüência,
deve-se ter cautela quando da administração concomitante destas substâncias, visto que existe
potencial para uma interação significativa.
O docetaxel liga-se altamente às proteínas plasmáticas (> 95%). Embora a possibilidade de interação
in vivo de docetaxel com medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido
investigada formalmente, as interações in vitro de docetaxel com fármacos com alta ligação às
proteínas, tais como, eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato,
sulfametoxazol e valproato de sódio, não afetaram a ligação do docetaxel às proteínas plasmáticas.
Além disto, a dexametasona não afetou a ligação do docetaxel às proteínas plasmáticas. O docetaxel
não influiu na ligação da digitoxina às proteínas plasmáticas.
REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
As reações adversas consideradas possíveis ou provavelmente relacionadas à administração de
docetaxel foram observadas em pacientes tratados em monoterapia ou em associação, com
parâmetros da função hepática normais no estado basal. Entre os pacientes tratados com
monoterapia, 1312 receberam 100 mg/m2 e 121 receberam 75 mg/m2 de TAXOTERE®. Entre os
pacientes que receberam docetaxel em associação com doxorrubicina na dose de 50 mg/m2, 258
receberam 75 mg/m2 de TAXOTERE®. Os relatos a seguir descrevem as reações adversas
conhecidas ocorridas em pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel em monoterapia, nos
estudos clínicos e de pós-comercialização.
Houve uma incidência aumentada de eventos adversos graves (SAEs) (40% versus 31%) e eventos
adversos (AEs) de grau 4 (34% versus 23%) no braço associado comparado à monoterapia com
TAXOTERE®.
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Reações hematológicas
Supressão da medula óssea e outras reações adversas hematológicas ao docetaxel incluem:
Neutropenia foi a reação adversa mais freqüente (96,6% dos casos) em pacientes que não
receberam fator estimulador de colônias de granulócitos e mostrou-se reversível e não cumulativa.
Atingiu-se o nadir em média no sétimo dia e a duração média da neutropenia severa (76,4%, < 500
células/mm3) foi de sete dias.
Ocorreram neutropenia febril (11,8%) e infecções severas (4,6%) associadas com a contagem de
neutrófilos < 500/mm3, episódios infecciosos (20%) (5,7% severos, incluindo sepsis e pneumonia,
fatal em 1,7%). Também foram relatados trombocitopenia < 100.000/mm3 (7,8%), (0,2% severa),
episódios de hemorragia (2,4%) (raramente associado com trombocitopenia severa (< 50.000/mm3) e
anemia (( 11 g/dL): 90,4% (8,9% severa (< 8 g/dL)).
A tabela abaixo mostra a freqüência das reações adversas tanto em monoterapia, quanto em terapia
combinada com doxorrubicina:
%
de
pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2 75
mg/m2 75
mg/m2
Neutropenia: todas
96,6
89,8
99,2
Severas*
76,4
54,2
91,7
Neutropenia febril
11,8 8,3 34,1
Trombocitopenia: todas
7,8
10
28,1
Severas*
0,2
1,7
0,8
Anemia: todas
90,4
93,3
96,1
severas**
8,9
10,8
9,4
Infecções: todas
20
10,7
35,3
severas**
5,7
5
7,8
* grau 4 do NCI
** grau 3-4 do NCI

Foi relatada neutropenia grau 3/4 em 32% das pacientes tratadas com TAXOTERE® e trastuzumab.
Foi relatada coagulação intravascular disseminada (CID), geralmente em associação com sepse ou
insuficiência de múltiplos órgãos.

Leucemia Mielóide Aguda (LMA)/Síndrome Mielodisplástica:
Num tempo médio de acompanhamento de 83 meses, LMA ocorreu em 3 dos 744 (0,4%) pacientes
que receberam Taxotere®, doxorrubicina e ciclofosfamida e em 1 dos 736 (0,1%) pacientes que
receberam fluorouracil, doxorrubicina e ciclofosfamida.
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XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
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terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Experiência pós-comercialização: Foram relatados casos muito raros de leucemia mielóide aguda e
síndrome mielodisplástica em associação com docetaxel quando utilizado em combinação com
outros agentes quimioterápicos e/ou radioterapia.
Reações de hipersensibilidade
Reações de hipersensibilidade (25,9%), ocorrendo geralmente dentro de poucos minutos após o
início da infusão de TAXOTERE®, usualmente são de intensidade leve a moderada. Os sintomas
freqüentemente relatados foram rubor, rash com ou sem prurido, dificuldade inspiratória, dor lombar,
dispnéia e febre medicamentosa ou calafrio. Reações severas (5,3%) desapareceram após
descontinuação da infusão e emprego de terapia apropriada.
%
de
pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2 75
mg/m2 75
mg/m2
Todas
25,9
2,5
4,7
Severas*
5,3
0
1,2
* grau 3-4 do NCI
Reações cutâneas
Observou-se reações cutâneas reversíveis (56,6%) geralmente consideradas de intensidade leve a
moderada.

As reações foram caracterizadas por rash, incluindo erupções localizadas principalmente nos pés,
mãos (incluindo síndrome severa da mão e pé), mas também nos braços, face ou tórax, e
freqüentemente associadas com prurido. Geralmente ocorreram erupções dentro de uma semana
após a infusão de TAXOTERE®. Sintomas severos como erupção seguida por descamação, que
raramente causaram a interrupção ou descontinuação do tratamento com TAXOTERE®, foram
relatados com menor freqüência (5,9%). Ocorreram alterações nas unhas (27,9%) caracterizadas
pela hipo ou hiperpigmentação, dor e onicólise.
Casos muito raros de lupo eritematoso cutâneo e erupções bolhosas como eritema multiforme,
síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidermal tóxica têm sido relatados com TAXOTERE®. Em
alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de medicamentos e
doenças pré-existentes podem ter contribuído para o desenvolvimento destas reações.


% de pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2 75
mg/m2
75 mg/m2
Cutâneas: todas
56,6
15,7
13,6
Severas*
5,9
0,8
0
C O N F I D E N C I A L
Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
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XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
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terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Alterações nas unhas: todas
27,9
9,9
20,2
severas*
2,6
0,8
0,4
* grau 3-4 do NCI

Distúrbios auditivos e labirinto
Foram relatados raros casos de ototoxicidade, distúrbios auditivos e/ou perda na audição, incluindo
casos associados com outras drogas ototóxicas.
Retenção hídrica
Reações adversas relacionadas à retenção hídrica foram obtidas de 92 pacientes tratados com 100
mg/m2 de docetaxel em monoterapia, por meio de análise retrospectiva no 3º dia da administração de
pré-medicação.
Observou-se retenção hídrica em 64,1% (sendo 6,5 % dos casos severa) dos pacientes que
receberam 3 dias de pré-medicação. Foram relatados eventos como edema periférico e com menor
freqüência derrame pleural, derrame pericárdico, ascite e aumento de peso. O edema periférico
geralmente inicia-se nas extremidades inferiores e pode generalizar-se com um aumento de peso
igual ou superior a 3 Kg. A retenção hídrica é cumulativa em incidência e gravidade (ver item
PRECAUÇÕES).

% de pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2
75 mg/m2 75
mg/m2
Todas
64,1
24,8
35,7
Severas
6,5
0,8
1,2

Em pacientes tratados com 100 mg/m2 de TAXOTERE® em monoterapia, a dose cumulativa
mediana para interrupção do tratamento foi superior a 1.000 mg/m2 e o tempo médio para a
reversibilidade da retenção hídrica foi de 16,4 semanas (intervalo de 0 a 42 semanas). Em pacientes
tratados com pré-medicação, o início da retenção moderada e severa é retardado (dose cumulativa
média: 818,9 mg/m2), quando comparados aos pacientes sem pré-medicação (dose cumulativa
média: 489,7 m2); contudo, relatou-se retenção hídrica em alguns pacientes durante os primeiros
ciclos do tratamento. A retenção hídrica não tem sido acompanhada por episódios agudos de oligúria
ou hipotensão. Desidratação e edema pulmonar têm sido raramente relatados.
Reações gastrintestinais
As seguintes reações gastrintestinais foram relatadas: 40,5% = náusea (4% dos casos severa),
24,5% = vômito (3% dos casos severa), 40,6% = diarréia (4% dos casos severa), 7,3% = dor
abdominal (1% dos casos severa), 16,8% = anorexia, 9,8% = constipação (0,2% dos casos severa),
41,8% = estomatite (5,3% dos casos severa), 1% = esofagite (0,4% dos casos severa), 10,1% =
perversão do paladar (0,07% dos casos severa), 1,4% = sangramento gastrintestinal (0,3% dos
casos severa). Foram relatados raros casos de desidratação resultante de eventos gastrintestinais,
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perfuração gastrintestinal, colite isquêmica, colite e enterocolite neutropênica, além de casos raros de
obstrução do íleo e do intestino.
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% de pacientes
monoterapia
Terapia
combinada com
doxorrubicina
100
mg/m2
75 mg/m2 75
mg/m2
Náusea: todas
40,5
28,9
64
severas*
4
3,3
5
Vômito: todas
24,5
16,5
45
severas*
3
0,8
5
Diarréia: todas
40,6
11,6
45,7
severas*
4
1,7
6,2
Anorexia
16,8 19,0
8,5
Constipação
9,8 6,6
14,3
Estomatite: todas
41,8
24,8
58,1
severas*
5,3
1,7
7,8
* grau 3-4 do NCI
Reações neurológicas
Sinais e/ou sintomas neurosensoriais de intensidade leve a moderada ocorreram em 50% dos
pacientes. Sintomas neurosensoriais severos (parestesia, disestesia, dor incluindo ardor) foram
observados em 4,1% dos pacientes com câncer de mama metástatico, necessitando interrupção em
2% dos casos. Eventos neuromotores (13,8% sendo severos em 4% dos casos) principalmente
caracterizados por fraqueza. Quando estes sintomas ocorrerem, a dose deve ser ajustada. Em caso
de persistência dos sintomas, o tratamento deve ser interrompido (ver item POSOLOGIA). Pacientes
que apresentaram neurotoxicidade nos estudos clínicos e para os quais a informação de
acompanhamento sobre a resolução completa do evento esteja disponível, apresentaram reversão
espontânea dos sintomas com uma média de 81 dias do início (variação: 0 a 741 dias).
Com a administração de docetaxel observou-se raramente casos de convulsão ou perda transitória
da consciência. Algumas vezes estas reações aparecem durante a infusão do medicamento.


% de pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2
75 mg/m2 75
mg/m2
Neurosensoriais: todas
50
24
30,2
Severas*
4,1
0,8
0,4
Neuromotores: todas
13,8
9,9
2,3
Severas*
4
2,5
0,4
* grau 3 do NCI


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Reações cardiovasculares
Os eventos cardiovasculares consistiram em: hipotensão (3,8%), disritmia (4,1%), hipertensão
(2,4%), insuficiência cardíaca (0,5%).
Foram relatados raramente episódios de tromboembolismo venoso e infarto do miocárdio.


% de pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2
75 mg/m2 75
mg/m2
Hipotensão
3,8 1,7
0,4
Disritmia cardíaca: todas
4,1
2,5
1,2
severas*
0,7
0
0
Insuficiência cardíaca
0,5 0
2,3
* grau 3-4 do NCI

Foi relatada insuficiência cardíaca sintomática em 2,2% das pacientes que receberam TAXOTERE®
e trastuzumab comparado a 0% das pacientes tratadas somente com TAXOTERE®. No braço com
TAXOTERE® e trastuzumab, 64% receberam anteriormente uma antraciclina como terapia
adjuvante, comparada com 55% no braço com docetaxel isolado.
Foram relatadas as seguintes reações cardiovasculares na terapia combinada com TAXOTERE® no
tratamento adjuvante do câncer de mama: disritmia, todos os graus (3,9%), hipotensão, todos os
graus (1,5%) e insuficiência cardíaca congestiva (2,3% numa média de 70 meses de
acompanhamento). Um paciente morreu devido à insuficiência cardíaca.

Reações Hepáticas
Em pacientes tratados com 100 mg/m2 de TAXOTERE® como monoterapia, foram observados
aumentos dos níveis plasmáticos das transaminases (TGP/TGO), bilirrubina e fosfatase alcalina,
superiores a 2,5 vezes o limite superior da normalidade, em menos de 5% dos pacientes.

Foram relatados casos muito raros de hepatite, algumas vezes fatal principalmente em pacientes
com distúrbios hepáticos pré-existentes.

%
de
pacientes
monoterapia
terapia
combinada com
doxorrubicina
100
mg/m2 75
mg/m2 75
mg/m2
Aumento de TGO: severa*
< 3,0 LSN**
0
< 1,0 LSN**
Aumento de TGP: severa*
< 2,0 LSN**
0
< 1,0 LSN**
Aumento da bilirrubina: severa*
< 5,0 LSN** < 2,0 LSN**
< 2,5 LSN**
Aumento da fosfatase alcalina:
< 4,0 LSN**
0
< 2,5 LSN**
Severa*
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XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
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terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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* grau 3-4 do NCI
** limite superior da normalidade
Outros
Alopecia (79% sendo severa em 0,5% dos casos), astenia (62,6% sendo severa em 11,2% dos
casos), artralgia (8,6%), mialgia (20%), dispnéia (16,1% sendo severa em 2,7% dos casos), dor
generalizada ou localizada (16,5% sendo severa em 0,8% dos casos), incluindo dor torácica (4,5%
sendo severa em 0,4% dos casos) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco.
Foram relatados raros casos de lacrimejamento com ou sem conjuntivite e casos muito raros de
obstrução do ducto lacrimal resultando no lacrimejamento excessivo, principalmente em pacientes
recebendo terapia combinada com outros agentes antitumorais.
Foram relatados raros casos de distúrbios visuais transitórios (flashes, feixes de luz e escotomas),
ocorrendo tipicamente durante a infusão do medicamento e em associação com reações de
hipersensibilidade. Estes raros casos foram reversíveis com a interrupção da infusão.
Reações no local de infusão foram geralmente moderadas e consistiram de hiperpigmentação,
inflamação, vermelhidão ou secura da pele, flebite ou extravasamento e ingurgitamento venoso.
Casos de síndrome de dificuldade respiratória aguda, pneumonia intersticial, fibrose pulmonar e
fenômenos de reaparecimento dos efeitos da radiação foram relatados raramente. Foram relatados
raros casos de pneumonite actínica em pacientes recebendo radioterapia concomitante.


% de pacientes
monoterapia
terapia
combinada
com
doxorrubicina
100
mg/m2
75 mg/m2 75
mg/m2
Alopecia
79 38
94,6
Astenia: todas
62,6
48,8
54,7
Severa
11,2
12,4
8,1
Mialgia: todas
20
5,8
8,5
Severa
1,4
0
0
Reações no local de infusão
5,6 0
3,1
Dor
16,5 10,7
17,1
De uma forma geral, os eventos adversos padrões observados nos pacientes tratados com
TAXOTERE® em terapia combinada com doxorrubicina são similares àqueles observados em
pacientes tratados com TAXOTERE® em monoterapia.

Terapia combinada com TAXOTERE® no adenocarcinoma gástrico
Os dados da seguinte tabela estão baseados na experiência de 221 pacientes com adenocarcinoma
gástrico avançado e nenhuma história de quimioterapia prévia para a doença avançada, que foram
tratados com TAXOTERE® 75 mg/m2 na combinação com cisplatina e 5-fluorouracil.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Tratamento importante clinicamente relacionado aos eventos adversos no adenocarcinoma
gástrico em pacientes recebendo TAXOTERE® em combinação com cisplatina e 5-fluorouracil
(TAX325)

TAXOTERE® 75 mg/m2 + cisplatina 75 mg/m2 + 5-
fluorouracil 750 mg/m2
n=221
Evento Adverso
Qualquer
Grau 3/4
%
%
anemia 96,8 18,2
neutropenia 95,5
82,3
febre na ausência de
30,8 1,8
infecção
trombocitopenia 25,5
7,7
infecção 16,7 12,7
neutropenia febril
15,9
N/A
infecção neutropênica
14,1
N/A
reações alérgicas
9,0
1,8
retenção do fluido
14,9
0,0
letargia 56,1 18,6
neurosensório 38,0
7,7
neuromotor 6,3
1,8
sonolência 8,1
2,7
alopecia 66,5
5,0
rash/coceira
8,1 0,5
alterações nas unhas
8,1
0,0
descamação cutânea
1,8
0,0
náusea 71,9 14,5
vômito 61,1 14,5
anorexia 44,8 10,4
estomatite 59,3
20,8
diarréia 74,7 19,5
constipação 10,0
0,9
esofagite/disfagia/odinofagia 9,0
0,9
dor gastrintestinal/cãibra
7,7
1,4
disrritmias cardíacas
1,8
0,9
lacrimejamento 8,1
0,0
audição alterada
4,1
0,0
Neutropenia febril ou infecção neutropênica
A neutropenia febril e/ou infecção neutropênica ocorreram em 28,6% dos pacientes independente da
utilização do G-CSF. O G-CSF foi utilizado para a profilaxia secundária em somente 18,6% dos
pacientes (10% dos ciclos) para o braço TCF. A neutropenia febril e/ou infecção neutropênica
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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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ocorreram em valores mais baixos, 12,2% quando os pacientes receberam G-CSF profilático e 26,9%
sem G-CSF profilático.

SUPERDOSE
Têm existido poucos relatos de superdosagem com TAXOTERE®. Não existe antídoto que possa ser
utilizado em caso de superdosagem com TAXOTERE®. Em caso de superdosagem, o paciente deve
ser mantido em unidade especializada com monitorização cuidadosa das funções vitais. As
complicações primárias antecipadas da superdosagem consistem de supressão da medula óssea,
neurotoxicidade periférica e mucosite. Os pacientes devem receber tratamento com G-CSF o mais
precocemente possível após o diagnóstico de superdosagem. Se necessário, devem ser empregadas
outras medidas sintomáticas apropriadas.

ARMAZENAGEM
TAXOTERE® deve ser conservado em temperatura entre +2ºC e +25°C, ao abrigo da luz. O
congelamento não afeta adversamente o produto.

O prazo de validade de TAXOTERE® encontra-se gravado na embalagem externa. Antes de utilizar o
medicamento, confira o nome na embalagem para não haver enganos. Não utilize TAXOTERE® caso
haja sinais de violação ou danificações da embalagem.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
MS 1.1300.0283
Farm. Resp. Antonia A. Oliveira

CRF-SP nº 5.854
Fabricado por:
AVENTIS PHARMA
Rainham Road South
Dagenham, Essex RM 10 7XS
Inglaterra

Importado por:
SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA
Rua Conde Domingos Papais, 413
Suzano ­ São Paulo
Cep 08613-010
C.N.P.J.: 02.685.377/0008-23
® Marca Registrada
IB071206

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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014
www.sanofi-aventis.com.br

Número do lote – Data de fabricação – Vencimento: vide cartucho.

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É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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INSTRUÇÕES DE PREPARO PARA UTILIZAR TAXOTERE® 20 MG CONCENTRADO PARA
INFUSÃO E O FRASCO-AMPOLA DILUENTE
É IMPORTANTE QUE SE LEIA ATENTAMENTE ESTA INSTRUÇÃO NA SUA TOTALIDADE
ANTES DO PREPARO DA SOLUÇÃO PRÉ-MISTURA DE TAXOTERE® OU DA SOLUÇÃO PARA
INFUSÃO DE TAXOTERE®
1. FÓRMULA
TAXOTERE® concentrado para infusão é uma solução viscosa, transparente, amarela ou amarela-
acastanhada, contendo 40 mg/mL de docetaxel anidro em polissorbato 80. O diluente de
TAXOTERE® é uma solução a 13% (p/p) de etanol em água para injetáveis.

2. APRESENTAÇÃO
TAXOTERE® é apresentado em frascos-ampola com doses unitárias.
Cada embalagem contém um frasco-ampola de TAXOTERE® 20 mg e um frasco-ampola diluente
numa embalagem alveolar.
TAXOTERE® deve ser conservado em temperatura entre + 2°C e + 25°C, ao abrigo da luz. Nestas
condições, o prazo de validade é de 18 meses para TAXOTERE® 20 mg.

2.1. Frasco-ampola de 20 mg:
· O frasco-ampola de TAXOTERE® 20 mg é de vidro incolor de 7 mL, fechado com lacre de
alumínio e tampa verde.
· O frasco-ampola de TAXOTERE® contém 20 mg de docetaxel (anidro) por 0,5 mL de polissorbato
80 (volume preenchido: 24,4 mg/0,61 mL).

Este volume foi estabelecido durante o desenvolvimento de TAXOTERE® para compensar as perdas
de líquido durante a preparação da pré-mistura (ver item 4) devido à formação de espuma, adesão às
paredes do frasco-ampola e ao “volume morto”. Este sobre-enchimento garante que, após a diluição
com o volume total do respectivo frasco-ampola diluente para TAXOTERE®, exista um volume
extraível mínimo de 2 mL de pré-mistura contendo 10 mg/mL de docetaxel, que corresponde à
quantidade indicada de 20 mg por frasco-ampola.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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2.2. Frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 20 mg:
· O frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 20 mg é de vidro incolor de 7 mL, fechado com lacre
de alumínio e tampa incolor.
· A composição do diluente de TAXOTERE® 20 mg é uma solução a 13% (p/p) de etanol em água
para injetáveis.
· Cada frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 20 mg contém 1,5 mL (volume preenchido: 1,98
mL). Este volume foi estabelecido com base no volume do frasco-ampola de TAXOTERE® 20 mg.
A adição do conteúdo total do frasco-ampola diluente ao conteúdo do frasco-ampola de
TAXOTERE® 20 mg assegura uma concentração da solução pré-mistura de 10 mg/mL de
docetaxel.

3. RECOMENDAÇÕES PARA O MANUSEIO SEGURO
TAXOTERE® é um agente antineoplásico e, assim como com outros compostos potencialmente
tóxicos, deve-se ter cautela na manipulação e no preparo das soluções de TAXOTERE®. É
recomendado o uso de luvas.
Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão entre em
contato com a pele, deve-se lavar a região com água e sabão, imediata e completamente, sem
esfregar. Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão
entre em contato com membranas mucosas, lave-as imediata e completamente com água.

PREPARO DA SOLUÇÃO PARA ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA

4.1 Preparo da solução pré-mistura de TAXOTERE® – 10 mg/mL
4.1.1. Caso os frascos-ampola de TAXOTERE® sejam conservados sob refrigeração, retire um
número apropriado de frascos-ampola de TAXOTERE® concentrado com os seus respectivos
frascos-ampola de diluente do refrigerador, deixando-os em temperatura ambiente por 5
minutos.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Figura 4.1.1.

4.1.2. Com o auxílio de uma seringa com agulha, retire assepticamente a quantidade total do frasco-
ampola diluente, invertendo parcialmente o frasco-ampola.
4.1.3. Injete a quantidade total de diluente, contido na seringa, no frasco-ampola de TAXOTERE®.

Figuras 4.1.2 e 4.1.3

4.1.4. Retire a seringa com agulha do frasco-ampola e misture a solução manualmente por meio de
inversões repetidas do frasco-ampola durante pelo menos 45 segundos. Não agite.

Figura 4.1.4
4.1.5. Deixe o frasco-ampola em repouso durante 5 minutos em temperatura ambiente e verifique
visualmente se a solução obtida é homogênea e límpida, podendo haver presença de
espuma, mesmo após os 5 minutos de repouso, devido à presença de polissorbato 80 na
formulação. Esta é a Solução Pré-mistura de TAXOTERE®, cuja concentração é de 10
mg/mL.
A Solução Pré-mistura de TAXOTERE® deve ser utilizada imediatamente após preparo da solução
para infusão ou pode ser armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente por um máximo de 8
horas.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Figura 4.1.5.

4.2. Preparo da solução para infusão

A Solução Pré-mistura de TAXOTERE® deve ser utilizada imediatamente após preparo da
solução para infusão ou pode ser armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente por
um máximo de 8 horas para preparar a solução de infusão.

4.2.1. Pode ser necessário mais do que um frasco de Solução Pré-mistura de TAXOTERE® para se
obter a dose necessária ao paciente. Com base na dose requerida para o paciente expressa
em mg, retire assepticamente, com o auxílio de uma seringa com agulha, o volume necessário
de Solução Pré-mistura de TAXOTERE®, contendo 10 mg/mL. Por exemplo: uma dose de
140 mg de docetaxel requer 14 mL de Solução Pré-mistura de TAXOTERE®.

Figura 4.2.1.

4.2.2. Transfira este volume para uma bolsa ou frasco de infusão com 250 mL de solução de cloreto
de sódio 0,9% ou de solução glicosada a 5%. Caso seja necessária uma dose maior que 200
mg de TAXOTERE®, utilize um volume superior de veículo de infusão, visando não exceder a
concentração de 0,74 mg/mL de TAXOTERE®.

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negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Figura 4.2.2.

4.2.3. Misture o conteúdo da bolsa ou frasco de infusão manualmente, utilizando movimento oscilante.

Figura 4.2.3

4.2.4. A solução para Infusão de TAXOTERE® deve ser administrada assepticamente por via
intravenosa dentro de um período de 4 horas, incluindo 1 hora de infusão, em condições de
temperatura ambiente e luminosidade normal.

4.2.5. Assim como para qualquer medicamento de uso parenteral, a Solução Pré-mistura e a Solução
para Infusão de TAXOTERE® devem ser verificadas visualmente antes do uso. Soluções
contendo precipitados devem ser descartadas.

5. INUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais utilizados na diluição e administração de TAXOTERE® devem ser descartados
seguindo procedimento padrão.
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É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
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INSTRUÇÕES DE PREPARO PARA UTILIZAR TAXOTERE® 80 MG CONCENTRADO PARA
INFUSÃO E O FRASCO-AMPOLA DILUENTE
É IMPORTANTE QUE SE LEIA ATENTAMENTE ESTA INSTRUÇÃO NA SUA TOTALIDADE
ANTES DO PREPARO DA SOLUÇÃO PRÉ-MISTURA DE TAXOTERE® OU DA SOLUÇÃO PARA
INFUSÃO DE TAXOTERE®
1. FÓRMULA
TAXOTERE® concentrado para infusão é uma solução viscosa, transparente, amarela ou amarela-
acastanhada, contendo 40 mg/mL de docetaxel anidro em polissorbato 80. O diluente de
TAXOTERE® é uma solução a 13% (p/p) de etanol em água para injetáveis.
2. APRESENTAÇÃO
TAXOTERE® é apresentado em frascos-ampola com doses unitárias.

Cada embalagem contém um frasco-ampola de TAXOTERE® 80 mg e um frasco-ampola diluente
numa embalagem alveolar.
TAXOTERE® deve ser conservado em temperatura entre + 2°C e + 25°C, ao abrigo da luz.
Nestas condições, o prazo de validade é de 24 meses para o TAXOTERE® 80 mg.
2.1. Frasco-ampola de 80 mg:
· O frasco-ampola de TAXOTERE® 80 mg é de vidro incolor de 15 mL, fechado com lacre de
alumínio e tampa vermelha.
· O frasco-ampola de TAXOTERE® 80 mg contém 80 mg de docetaxel (anidro) por 2,0 mL de
polissorbato 80 (volume preenchido: 94,4 mg/ 2,36 mL).
· Este volume foi estabelecido durante o desenvolvimento de TAXOTERE® para compensar as
perdas de líquido durante a preparação da pré-mistura devido à formação de espuma, adesão às
paredes do frasco-ampola e o “volume morto”. Este sobre-enchimento garante que, após a
diluição com o volume total do respectivo frasco-ampola de diluente, exista um volume extraível
mínimo de 8 mL de pré-mistura contendo 10 mg/mL de docetaxel, que corresponde à quantidade
indicada de 80 mg por frasco-ampola.
C O N F I D E N C I A L
Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
C O N F I D E N C I A L

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2.2 Frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 80 mg:
· O frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 80 mg é de vidro incolor de 15 mL, fechado com lacre
de alumínio e tampa incolor.
· A composição do diluente de TAXOTERE® 80 mg é uma solução a 13% (p/p) de etanol em água
para injetáveis.
· Cada frasco-ampola diluente de TAXOTERE® 80 mg contém 6 mL (volume preenchido: 7,33 mL).
Este volume foi estabelecido com base no volume do frasco-ampola de TAXOTERE® 80 mg. A
adição do conteúdo total do frasco-ampola diluente ao conteúdo do frasco-ampola de
TAXOTERE® 80 mg assegura uma concentração da solução pré-mistura de 10 mg/mL de
docetaxel.

3. RECOMENDAÇÕES PARA O MANUSEIO SEGURO
TAXOTERE® é um agente antineoplásico e, assim como com outros compostos potencialmente
tóxicos, deve-se ter cautela na manipulação e no preparo das soluções de TAXOTERE®. É
recomendado o uso de luvas.
Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão entre em
contato com a pele, deve-se lavar a região com água e sabão, imediata e completamente, sem
esfregar. Caso a solução de TAXOTERE® concentrado, solução pré-mistura ou solução para infusão
entre em contato com membranas mucosas, lave-as imediata e completamente com água.

4. PREPARO DA SOLUÇÃO PARA ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA

4.1 Preparo da solução pré-mistura de TAXOTERE® – 10 mg/mL
4.1.1. Caso os frascos-ampola de TAXOTERE® sejam conservados sob refrigeração, retire um
número apropriado de frascos-ampola de TAXOTERE® concentrado com os seus respectivos
frascos-ampola de diluente do refrigerador, deixando-os em temperatura ambiente por 5
minutos.

C O N F I D E N C I A L
Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
C O N F I D E N C I A L

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Figura 4.1.1.


4.1.2. Com o auxílio de uma seringa com agulha, retire assepticamente a quantidade total do frasco-
ampola diluente, invertendo parcialmente o frasco-ampola.
4.1.3. Injete a quantidade total de diluente, contido na seringa, no frasco-ampola de TAXOTERE®.

Figuras 4.1.2 e 4.1.3

4.1.4. Retire a seringa com agulha do frasco-ampola e misture a solução manualmente por meio de
inversões repetidas do frasco-ampola durante pelo menos 45 segundos. Não agite.

Figura 4.1.4
4.1.5. Deixe o frasco-ampola em repouso durante 5 minutos em temperatura ambiente e verifique
visualmente se a solução obtida é homogênea e límpida, podendo haver presença de
espuma, mesmo após os 5 minutos de repouso, devido à presença de polissorbato 80 na
formulação. Esta é a Solução Pré-mistura de TAXOTERE®, cuja concentração é de 10
mg/mL.
A Solução Pré-mistura de TAXOTERE® deve ser utilizada imediatamente após preparo da solução
para infusão ou pode ser armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente por um máximo de 8
horas.

C O N F I D E N C I A L
Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Figura 4.1.5.

4.2 . Preparo da solução para infusão

A Solução Pré-mistura de TAXOTERE® deve ser utilizada imediatamente após preparo da
solução para infusão ou pode ser armazenada entre 2º e 8ºC ou à temperatura ambiente por
um máximo de 8 horas para preparar a solução de infusão.

4.2.1. Pode ser necessário mais do que um frasco de Solução Pré-mistura de TAXOTERE® para se
obter a dose necessária ao paciente. Com base na dose requerida para o paciente expressa
em mg, retire assepticamente, com o auxílio de uma seringa com agulha, o volume necessário
de Solução Pré-mistura de TAXOTERE®, contendo 10 mg/mL. Por exemplo: uma dose de
140 mg de docetaxel requer 14 mL de Solução Pré-mistura de TAXOTERE®.

Figura 4.2.1.
4.2.2. Transfira este volume para uma bolsa ou frasco de infusão com 250 mL de solução de cloreto
de sódio 0,9% ou de solução glicosada a 5%. Caso seja necessária uma dose maior que 200
mg de TAXOTERE®, utilize um volume superior de veículo de infusão, visando não exceder a
concentração de 0,74 mg/mL de TAXOTERE®.

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Estas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados são confidenciais e de propriedade da Aventis Pharma, constituindo segredo de
negócio e segredo de indústria, protegidos na forma do artigo 195, XI e XII da Lei 9.279/96.
É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
terceiros, para fins de registros de medicamento similar ou genérico é, igualmente proibida.
Todos os infratores poderão ser denunciados e processados civil e criminalmente.
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Figura 4.2.2.

4.2.3. Misture o conteúdo da bolsa ou frasco de infusão manualmente, utilizando movimento
oscilante.

Figura 4.2.3

4.2.4. A solução para Infusão de TAXOTERE® deve ser administrada assepticamente por via
intravenosa dentro de um período de 4 horas, incluindo 1 hora de infusão, em condições de
temperatura ambiente e luminosidade normal.
4.2.5. Assim como para qualquer medicamento de uso parenteral, a Solução Pré-mistura e a Solução
para Infusão de TAXOTERE® devem ser verificadas visualmente antes do uso. Soluções
contendo precipitados devem ser descartadas.
5. INUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais utilizados na diluição e administração de TAXOTERE® devem ser descartados
seguindo procedimento padrão.
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É proibida a revelação, ou divulgação, e vedado o uso, ainda que parcial ou por vias indiretas, a terceiros não autorizados, nos termos do artigo 195,
XIV, da Lei 9.279/96 e do artigo 39.3, do Decreto 1.355/94.
A utilização por referência destas informações, resultados de testes e outros dados não divulgados, quer pela ANVISA ou por terceiros, para fins de
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8.204 Comentários

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