MODELO DE BULA

I) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
RUPAFIN
fumarato de rupatadina
USO ADULTO
USO ORAL
Forma Farmacêutica e Apresentações
Comprimidos. Embalagem com 6, 10 ou 20 comprimidos.

Composição:
Cada comprimido contém:
fumarato de rupatadina (equivalente a 10 mg de rupatadina base) ………………………12,80 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, óxido férrico vermelho, óxido férrico amarelo,
lactose monoidratada, estearato de magnésio.

II) INFORMAÇÕES PARA O PACIENTE
Como este medicamento funciona?
Este medicamento é um anti-histamínico (antialérgico) que age promovendo o alívio dos
sintomas associados à rinite alérgica (inflamação da mucosa nasal de natureza alérgica) e
tratamento da urticária crônica idiopática. Sua ação se inicia entre 15 minutos a 1 hora após
a administração.
Por que este medicamento foi indicado?
Este medicamento foi indicado para aliviar os sintomas relacionados à rinite alérgica
(inflamação da mucosa nasal de natureza alérgica) e da urticária crônica idiopática.
Sendo que os estudos feitos com a rupatadina mostraram melhora dos sintomas como
prurido e lesões após 6 semanas de uso da medicação nas dosagens de 10 mg e 20 mg
quando comparadas ao placebo (59.5% e 66.1% respectivamente). Alguns dos efeitos foram
observados logo após a primeira dosagem de rupatadina demonstrando um rápido início de
ação quando comparado ao placebo.
As lesões de pele diminuíram significantes mais com a rupatadina em doses de 10 e 20mg
(54.3% e 57.0%, respectivamente) do que com o placebo (39.7%) após um período de 4
semanas.
Quando não devo usar este medicamento?
Este medicamento não é indicado para pacientes com alergia à rupatadina ou a qualquer
outro componente da sua fórmula.
Advertências
O uso deste medicamento não é recomendado em portadores de doença nos rins e no
fígado. Não deve ser associado aos medicamentos que inibem o citocromo P450 como o
cetoconazol e a eritromicina. Também não é recomendada a administração com suco de
toranja (grapefruit).
Pessoas com intolerância a lactose e galactose não devem utilizar a medicação devido à
presença de lactose.
Gravidez e lactação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
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tratamento ou após seu término. Mulheres que estão amamentando não devem utilizar a
medicação, a menos que seu médico considere o potencial benéfico materno superior ao
risco potencial do bebê.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM
ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.
MULHERES QUE ESTÃO AMAMENTANDO NÃO DEVEM UTILIZAR A MEDICAÇÃO, A
MENOS QUE SEU MÉDICO CONSIDERE O POTENCIAL BENÉFICO MATERNO
SUPERIOR AO RISCO POTENCIAL DO BEBÊ.
Uso em crianças
O uso deste medicamento não é recomendado em menores de 12 anos.
Uso em idosos
Este medicamento deve ser usado com cuidado em pacientes acima de 65 anos, até o
momento, não há dados que indiquem a necessidade do ajuste de dose para esses
pacientes.
Risco de uso por via não recomendada
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser usado somente por via oral.
Precauções
Estudos clínicos demonstraram que RUPAFIN (fumarato de rupatadina) não influencia
na habilidade de dirigir. Foi realizado um estudo com indivíduos testando sua
capacidade de dirigibilidade após o uso de RUPAFIN e não foi observada a alteração
desta habilidade, porém por se tratar de um anti-histamínico, é recomendado que
durante o tratamento, você não dirija veículos ou opere máquinas, pois sua habilidade
e atenção podem ser alteradas.
Interações medicamentosas
Você não deve tomar este medicamento com outro medicamento que seja um provável
inibidor do citocromo P450 como o cetoconazol e a eritromicina. A administração
concomitante de rupatadina e cetoconazol ou eritromicina aumenta a exposição sistêmica à
rupatadina em 10 e 2-3 vezes respectivamente. Estudos de interação in vivo com outros
substratos além do cetoconazol e da eritromicina não foram realizados.
Interação com álcool:
Após a administração de álcool, uma dose de 10mg de rupatadina produziu efeitos
marginais em alguns testes de performance psicomotora embora não fossem
significativamente diferentes dos efeitos produzidos apenas pela ingestão de álcool
isoladamente, ou seja, o uso de álcool associado ao RUPAFIN (fumarato de rupatadina)
10mg ao dia não demonstrou potencialização do efeito do álcool. Uma dose de 20mg
aumentou a debilitação causada pela ingestão de álcool.
Interação com depressores do CNS:
Como ocorrem com outros anti-histamínicos, as interações com depressores do CNS não
podem ser excluídas.
O medicamento não sofre influência de alimentos nem interfere em exames laboratoriais
rotineiros. Você deve interromper o tratamento com anti-histamínicos como RUPAFIN
(fumarato de rupatadina) aproximadamente 48 horas antes de fazer qualquer teste alérgico
de pele, pois os anti-histamínicos podem impedir ou diminuir as reações que seriam
positivas e indicativas da presença de alergia.
ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO NA FAIXA ETÁRIA MENOR QUE 12
ANOS.
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INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE
REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO
USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO.

NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS
DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO

NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE
USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.
Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico
O comprimido de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) é circular, de coloração rosa-
alaranjado.
Dosagem
Adultos: a dose recomendada é de 10mg (um comprimido) uma vez ao dia, com ou sem
alimentos.
Idosos: RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser administrado com cautela; até o
momento não há dados que indiquem a necessidade de ajuste da dose.
Crianças: não há dados sobre a segurança e eficácia da rupatadina em pacientes com
menos de 12 anos de idade.
Pacientes com insuficiência renal ou hepática: não é recomendado o uso de RUPAFIN
(fumarato de rupatadina), pois não há experiência clínica nestes pacientes até o momento.
Esquecimento de administração
Se você esqueceu-se de tomar a dose (dose omitida), tome o comprimido o mais breve
possível e continue a orientação do seu médico. Não dobre a dose do medicamento em
caso de esquecimento.
Modo de usar
Você deve tomar o comprimido de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) com auxílio de
líquido, podendo ser junto às refeições. Não ingerir com suco de toranja (grapefruit).

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS
DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE
USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.
Quais os males que este medicamento pode causar?
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Você deve informar o seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como:
sonolência, cefaléia, tontura, fraqueza muscular, cansaço e boca seca; e com menos
freqüência, sangramento nasal e nariz seco, irritação e secura da garganta, má-
digestão, náuseas, diarréia, vômitos, dor abdominal e aumento de apetite, erupção
cutânea, transtorno de atenção, mialgia e irritabilidade.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM
INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO,
EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO,
INFORME SEU MÉDICO.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só
vez?
Se você tomar doses muito altas deste medicamento por acidente, procure imediatamente
um serviço médico e leve a embalagem com a bula do medicamento. Não há registros de
casos de superdose até o momento.
Onde e como devo guardar este medicamento?
Você deve conservar este medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC),
protegido da luz e umidade.
Qual o prazo de validade deste medicamento?
O prazo de validade de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) é de 24 meses a contar da data
de sua fabricação indicada na embalagem do produto. Ao utilizar o medicamento, você deve
conferir sempre seu prazo de validade.
Ao utilizar o medicamento, confira sempre seu prazo de validade. Nunca use medicamento
com o prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, as substâncias
podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde.
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, RUPAFIN (fumarato de rupatadina)
apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação indicada na
embalagem do produto. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade,
pois podem trazer prejuízos à saúde.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


III) INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Propriedades farmacológicas: O fumarato de rupatadina é um anti-histamínico potente,
pertencente ao grupo piperidínico, de rápido início de ação (15 minutos) e duração
prolongada (24 horas) que, além de sua atividade periférica anti-histamínica, tem também
uma importante ação bloqueadora periférica do PAF (ação anti-inflamatória) e uma ação
antialérgica (inibição da quimiotaxia de eosinófilos e monócitos, degranulação dos
mastócitos e da liberação do TNF-).
Farmacodinâmica: O perfil farmacodinâmico da rupatadina se compara favoravelmente aos
anti-histamínicos de 2ª geração e aos antagonistas seletivos do PAF. Alguns dos
metabólitos da rupatadina contribuem para o efeito anti-histamínico, provavelmente
aumentando a duração da ação. A atividade antialérgica foi avaliada em várias espécies
animais (camundongos, ratos, cobaias e cães) e situações (anafilaxia ativa versus passiva e
anafilaxia sistêmica versus tópica). Várias atividades adicionais, tais como a inibição da
degranulação de mastócitos, efeitos sobre os neutrófilos e migração de eosinófilos com
inibição da liberação de TNF- também foram descritos. O perfil da rupatadina no SNC é
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semelhante ao dos anti-histamínicos de 2ª geração e é distinto dos anti-histamínicos
sedantes. Nenhum risco de efeitos anticolinérgicos pode ser esperado nas doses
terapêuticas. Nas doses terapêuticas, não são esperados efeitos cardiovasculares e, mais
importante, estudos in vitro e in vivo não identificaram qualquer potencialidade no
prolongamento do QT pela administração da rupatadina isolada ou em combinação com o
cetoconazol.
Farmacocinética:
Absorção
A rupatadina é rapidamente absorvida após a administração oral, com um tmax de
aproximadamente 0,75 horas após a ingestão. A Cmax média foi de 2,2 ng/ml após uma dose
oral única de 10 mg e 4,6 ng/ml após uma dose oral única de 20 mg. A farmacocinética da
rupatadina foi linear para uma dose entre 10 e 40mg. Após uma dose de 20mg, uma vez ao
dia, por 7 dias, a Cmax média foi de 2,0 ng/ml. A concentração plasmática seguiu uma queda
bi-exponencial com uma meia-vida média de eliminação de 5,9 horas. A taxa de ligação da
rupatadina às proteínas plasmáticas foi de 98,5 ­ 99%.
Como a rupatadina nunca foi administrada em humanos através da via intravenosa, nenhum
dado está disponível sobre sua biodisponibilidade absoluta.
Distribuição
A rupatadina é distribuída em tecidos (nenhum acúmulo específico) e altamente ligada às
proteínas plasmáticas. É extensamente metabolizada no fígado, principalmente pela
CYP3A4. Assim, interações com inibidores da CYP3A4 podem ser esperadas.
Metabolismo e excreção
As vias metabólicas foram identificadas. Nenhuma interação clinicamente relevante devido
aos efeitos da rupatadina sobre o sistema CYP450 é esperada. A principal via de eliminação
é pelas fezes, embora haja também excreção renal. Em um estudo de excreção em
humanos usando 40mg de 14C-rupatadina, 34,6% da radioatividade administrada foi
recuperada na urina e 60,9% nas fezes coletadas por 7 dias. A rupatadina passa por um
metabolismo pré-sistêmico considerável quando administrada por via oral. A quantidade de
substância ativa inalterada, encontrada na urina e nas fezes, foi insignificante. Isto significa
que a rupatadina é quase completamente metabolizada. Alguns dos metabólitos
(desloratadina e seus metabólitos hidroxilados) possuem uma atividade anti-histamínica e
podem contribuir parcialmente para a eficácia global do fármaco, mantendo a atividade por
até 24 horas.
Grupos específicos de pacientes
Foram comparados os resultados entre indivíduos jovens e idosos em um estudo com
voluntários sadios. Os valores para AUC e Cmax para a rupatadina foram mais altos no grupo
idoso do que no jovem. Isto provavelmente devido a uma redução da 1ª passagem hepática
no processo de metabolização nos indivíduos idosos. Não foram observadas essas
diferenças com os metabólitos da rupatadina. A média da meia-vida de eliminação da
rupatadina foram 8,7 horas para os mais velhos e de 5,9 horas para o outro grupo. Como
esses resultados não foram clinicamente significativos, tanto para a rupatadina como seus
metabólitos, podemos concluir que não há necessidade de reajuste de dose quando é
utilizada a rupatadina 10mg ao dia em pacientes idosos.
Resultados de eficácia
Nos estudos clínicos com voluntários, doses isoladas de 10 a 80mg de rupatadina
produziram uma significativa redução do eritema induzido por histamina quando comparado
com o placebo. Na dose recomendada de 10mg, o início de ação da atividade anti-
histamínica ocorreu em 15 minutos e perdurou por 24 horas.
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No estudo de García-Rafanell J e colaboradores, os efeitos inibitórios da rupatadina sobre o
rubor induzido pelo PAF e pela histamina foram significativamente maiores em comparação
ao placebo. Tanto a magnitude (58 a 91%), quanto a duração (24 a 72 horas) da supressão
do rubor pela rupatadina foram dose-dependente.
Uma meta-análise de Izquierdo I e colaboradores, que compreendeu 10 estudos clínicos,
reunindo 2076 portadores de rinite alérgica sazonal e perene mostrou que o tratamento com
o fumarato de rupatadina, comparado ao placebo, teve uma redução dos sintomas
(expresso em DTSSm), em relação ao basal, de 55,6% (2,5 mg) até 58%(20 mg).
Em um estudo, multicêntrico, randomizado, duplo-cego com 250 pacientes com rinite
alérgica sazonal, Izquierdo I e colaboradores encontraram significantes diferenças para o
DTSSm entre o grupo rupatadina (33% menor) e o grupo placebo, após 2 semanas de
tratamento. O escore total de sintomas foi 22% menor para o grupo rupatadina em relação
ao grupo ebastina, ainda que esta diferença não tenha sido grande, foi estatisticamente
significativa.
Outro estudo duplo-cego, multicêntrico, randomizado e controlado, realizado por Saint-
Martin F e colaboradores, teve a participação de 347 pacientes e verificou-se que dentre os
pacientes com 2 semanas de tratamento com RUPAFIN (fumarato de rupatadina)10 mg ao
dia, 36,9% destes apresentavam o grau máximo no escore de avaliação global de eficácia, o
que corresponderia à ausência de sintomas clínicos. Enquanto que 28,6% daqueles que
utilizaram a loratadina 10 mg ao dia se enquadravam na mesma situação.
Em um estudo placebo-controlado em portadores de urticária crônica idiopática, a
rupatadina foi eficaz na redução da média do escore de prurido, do início até o término do
período de tratamento de 4 semanas (57,5% para a rupatadina e 44,9% para o placebo).
Indicações
Tratamento sintomático da rinite alérgica sazonal ou perene e na urticária crônica idiopática.
Contra-Indicações
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) não deve ser administrado aos pacientes que
apresentam hipersensibilidade à rupatadina ou a qualquer outro excipiente.
Modo de usar e Cuidados de Conservação depois de aberto
O comprimido de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser administrado por via oral com
quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo).
Os comprimidos de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) devem ser administrados por via
oral com ou sem alimentos. Não ingerir com suco de toranja (grapefruit).
Os comprimidos devem ser mantidos no blíster (dentro da embalagem) até o momento da
administração.
Os comprimidos devem ser mantidos no blíster (dentro da embalagem) até o momento da
administração.
Posologia
Adultos: a dose recomendada é de 10mg (um comprimido), via oral, uma vez ao dia, com
ou sem alimentos. Apesar dos estudos clínicos mostrarem que doses 2 a 4 vezes maiores
que a terapêutica não aumentaram significativamente o número de eventos adversos e
foram bem toleradas, convencionou-se que a dose terapêutica seria de 10mg/dia.
Idosos: RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser utilizado com cautela em idosos. Não
há dados que indiquem a necessidade de ajuste de dose.
Crianças: a segurança e eficácia da rupatadina não foram estabelecidas em pacientes com
menos de 12 anos de idade.
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Paciente com insuficiência renal ou hepática: como até o momento não existe
experiência clínica em pacientes com insuficiência renal ou hepática, o uso de RUPAFIN
(fumarato de rupatadina) não é recomendado para estes pacientes.
Esquecimento de administração
O comprimido deve ser administrado o mais breve possível e então continuar no esquema
posológico usual. No caso de esquecimento, não se deve dobrar a dose.
Cada comprimido contém 12,80 mg de fumarato de rupatadina equivalente a 10mg de
rupatadina base.
Advertências
Embora os estudos clínicos mostrem que o RUPAFIN (fumarato de rupatadina) é seguro em
até 4 vezes a sua dose terapêutica, não é recomendado o seu uso em combinação com
cetoconazol, eritromicina ou outro inibidor potencial da isoenzima CYP3A4 do citocromo
P450, uma vez que estas substâncias ativas aumentam as concentrações plasmáticas da
rupatadina.
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser utilizado com cautela em pacientes acima de
65 anos, apesar dos estudos clínicos não mostrarem nenhuma alteração na eficácia ou
segurança. Não pode ser excluída a possibilidade de uma maior sensibilidade em indivíduos
idosos, devido ao pequeno número de pacientes estudados nessa faixa etária.
Deve-se reconsiderar o seu uso em menores de 12 anos e em portadores de insuficiência
renal e hepática devido à ausência de estudos nessas populações.
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) não sofre influência de alimentos ou de bebida alcoólica.
Sua administração com suco de toranja (grapefruit) não é recomendada. Num estudo
avaliando a atividade periférica anti-H1 e a atividade sobre o sistema nervoso central (SNC)
de doses únicas orais crescentes, RUPAFIN (fumarato de rupatadina) (10, 20, 40 e 80 mg)
em voluntários sadios mostrou que nas concentrações de 10 e 20mg não foram observados
efeitos sedativos ou prejudiciais sobre o SNC. Após o uso de 40mg, apenas um pequeno
prejuízo foi observado (p=0,04) em alguns testes psicomotores. Ainda, os testes de
desempenho psicomotor mostraram prejuízo significativo de magnitude semelhante somente
após 80mg de rupatadina (p=0,02) e de hidroxizina a 25mg (p=0,01), em estudo com
participação também de placebo. Nenhum efeito periférico anti-colinérgico foi detectado em
qualquer um dos tratamentos avaliados. A fim de avaliar se o RUPAFIN (fumarato de
rupatadina) apresenta eventos adversos cardiotóxicos, vários experimentos foram
conduzidos in vitro e, especialmente in vivo. Em suma, nenhum efeito eletrocardiográfico foi
observado em qualquer das espécies animais (estudos realizados em cães, cobaias e
macacos Rhesus ­ estas espécies apresentam efeitos farmacodinâmicos e farmacocinéticos
quase que similares à espécie humana) em doses de rupatadina 100 vezes ou mais a dose
recomendada para seres humanos ( 0,2 mg/kg). Todos esses resultados indicam que o
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) apresenta ampla margem de segurança em relação ao
sistema cardiovascular e se comporta muito diferente da terfenadina e do astemizol.
Entretanto, a rupatadina deve ser utilizada com cautela em pacientes com prolongamento do
intervalo QT conhecido, portadores de hipocalemia e pacientes sob condições
arritmogênicas como bradicardia clinicamente significativa e isquemia miocárdica aguda.
Como o RUPAFIN (fumarato de rupatadina) nunca foi administrado em humanos pela via
intravenosa, não há dado disponível sobre sua biodisponibilidade absoluta. Portanto, não é
recomendado o seu uso por outra via além da oral.
Um estudo com o RUPAFIN (fumarato de rupatadina) na dose de 10mg de rupatadina, não
apresentou efeitos clinicamente significativos na função psicomotora. Entretanto, como
qualquer anti-histamínico, durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou
operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Devido à presença de lactose monoidratada em sua formulação, não deve ser administrada
a pacientes portadores dos raros distúrbios hereditários a seguir: intolerância a galactose,
deficiência de Lapp-lactase ou má-absorção de glucose-galactose.
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Gravidez e lactação
Categoria de risco: B
Não há dados disponíveis sobre a administração de RUPAFIN (fumarato de
rupatadina) na gravidez. Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais diretos
ou indiretos no que se refere à gravidez, desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou
desenvolvimento pós-natal. Assim, gestantes não devem utilizar o RUPAFIN (fumarato
de rupatadina), a menos que o benefício materno potencial supere o risco potencial
para a criança.
Não estão disponíveis dados sobre a exposição na gravidez para a rupatadina.
Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais diretos ou indiretos no que se
refere à gravidez, desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou desenvolvimento pós-
natal. Mulheres grávidas, portanto, não devem utilizar a rupatadina a menos que o
benefício potencial para a mãe supere o potencial de risco para o feto. Não há estudos
clínicos controlados que forneçam informações se a rupatadina é excretada no leite
materno. Mulheres que estão amamentando não devem utilizar a rupatadina a menos
que o benefício potencial para a mãe supere o risco potencial para a criança. Não há
estudos clínicos controlados indicando a excreção da rupatadina pelo leite materno.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM
ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Num estudo com voluntários saudáveis para comparar os resultados em pacientes adultos
jovens e idosos, os valores para AUC e Cmax para a rupatadina foram mais altos nos idosos
do que nos adultos jovens. Isso ocorre, provavelmente, devido a uma diminuição do
metabolismo hepático de primeira passagem nos idosos. Estas diferenças não foram
apreciáveis nos metabólitos analisados. A de meia-vida média de eliminação da rupatadina
nos idosos e nos jovens voluntários foi de 8,7 horas e 5,9 horas, respectivamente. Como
estes resultados não foram clinicamente significativos, concluiu-se que não é necessário
fazer nenhum ajuste ao utilizar uma dose de 10 mg nos idosos.
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deve ser utilizado com cautela em pacientes acima de
65 anos, apesar dos estudos clínicos não mostrarem nenhuma alteração na eficácia ou
segurança. Não pode ser excluída a possibilidade de uma maior sensibilidade em idosos,
devido ao pequeno número de pacientes estudados nessa faixa etária. Não há dados que
indiquem a necessidade de ajuste de dose.
Deve-se reconsiderar o seu uso em menores de 12 anos e em portadores de insuficiência
renal e hepática devido à ausência de estudos nessas populações.
Interações medicamentosas
A administração concomitante de rupatadina 20mg e cetoconazol ou eritromicina aumentou
a exposição sistêmica da rupatadina em 10 vezes e em 2 a 3 vezes, respectivamente. Essas
modificações não foram associadas com efeitos sobre o intervalo QT ou aumento nas
reações adversas em comparação com os compostos utilizados isoladamente. No entanto,
não é recomendado o uso da rupatadina com esses medicamentos ou outros inibidores da
isoenzima CYP3A4.
Um estudo clínico demonstrou que há interação entre a rupatadina e o cetoconazol.
Portanto, apesar da tolerabilidade geral da co-administração ter sido boa, deve-se evitar
essa associação. Um estudo realizado associando eritromicina à rupatadina não mostrou
interação clínica entre as 2 substâncias, apesar do aumento da concentração plasmática da
rupatadina em 2 vezes o seu valor normal; portanto, os casos de co-administração devem
ser feitos com cautela. Embora os estudos não demonstrem interação clínica, não se
recomenda o uso de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) em associação a outros inibidores
potenciais da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450, uma vez que estas substâncias ativas
aumentam as concentrações plasmáticas da rupatadina. Tais concentrações não
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promoveram efeito sobre o intervalo QT ou aumento de reações adversas em comparação
aos fármacos administrados separadamente.
Estudos de interação in vivo com outras substâncias além do cetoconazol e da eritromicina
não foram realizados.
Não houve modificação dos parâmetros farmacocinéticos da rupatadina 10mg e de seus
metabólitos quando foi administrada de forma associada à fluoxetina em doses terapêuticas.
Interação com alimentos:
A ingestão de alimentos com o RUPAFIN (fumarato de rupatadina) não alterou a Cmax e
somente aumentou a exposição sistêmica (AUC) em aproximadamente 23%. A exposição a
um de seus metabólitos ativos e ao metabólito inativo principal foi praticamente a mesma
(redução de cerca de 5% e 3%, respectivamente). A tmax da rupatadina foi retardada em 1
hora. Todas estas diferenças não tiveram significância clínica.
O uso conjunto com suco de toranja (grapefruit) aumenta em 3,5 vezes a exposição
sistêmica da rupatadina. Dessa forma, não é recomendada a ingestão da rupatadina junto
com toranja (grapefruit).
Interação com álcool:
Estudo clínico sobre o uso concomitante de RUPAFIN (fumarato de rupatadina) 10mg uma
vez ao dia com bebida alcoólica, mostrou que as alterações psicomotoras foram
semelhantes àquelas produzidas pelo uso isolado do álcool, não mostrando efeito
potencializador do álcool.
Interação com os depressores do SNC:
Estudos sobre a associação com depressores do SNC não mostraram indícios de interação.
Apesar disso, assim como os outros anti-histamínicos, não podem ser excluídas possíveis
interações com depressores do SNC.
Um estudo com doses isoladas de lorazepam administradas concomitante a 10mg de
rupatadina ao dia, não observou nenhum efeito clínico relevante sobre o SNC, tanto do
ponto de vista do desempenho psicomotora objetiva como nas avaliações subjetivas.
Exames laboratoriais:
Não há dados que indiquem que a rupatadina possa causar alterações nos valores de
exames laboratoriais para as funções hepáticas, renais ou hematológicas.
Uma dose 100 vezes maior que a dose clinicamente recomendada não prolongou o intervalo
QTc ou QRS, nem produziu arritmia em diversas espécies de animais como ratos, cobaias e
cães. Estudos da distribuição tissular do RUPAFIN (fumarato de rupatadina) em ratos
mostraram que a rupatadina não se acumula no tecido cardíaco.
O tratamento com anti-histamínicos como RUPAFIN (fumarato de rupatadina) deverá ser
suspenso aproximadamente 48 horas antes de se efetuar qualquer prova alérgica cutânea,
já que os anti-histamínicos podem impedir ou diminuir as reações que, de outro modo,
seriam positivas e, portanto, indicativas da presença da hiperreatividade.
Alguns estudos clínicos relataram alterações laboratoriais consideradas de incidência
incomum (entre 1/1000 e 1/100): aumento da CPK sanguínea, aumento da ALT e AST e
valores anormais da função hepática.
Reações adversas a medicamentos
Os estudos clínicos comparativos com placebo, que avaliaram a segurança do
RUPAFIN (fumarato de rupatadina) reportaram 8% a mais de efeitos indesejáveis com
o grupo RUPAFIN (fumarato de rupatadina) do que com o grupo tratado com placebo.
As reações adversas e suas freqüências, após a subtração das incidências do grupo
placebo, foram em ordem decrescente:
Comum (> 1/100, < 1/10): sonolência, astenia e fadiga;
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Incomuns (> 1/1000, < 1/100): boca seca, faringite, dispepsia, aumento de apetite e
rinite.
A dose de 10mg diária de rupatadina foi administrada a mais de 2025 pacientes
submetidos aos estudos clínicos do produto, sendo que 120 deles receberam a
rupatadina por, pelo menos, 1 ano. As reações adversas mais comuns nos estudos
clínicos controlados foram: sonolência (9,5%), cefaléia (6,9%) e fadiga (3,2%). As
maiorias dos eventos adversos observados nos estudos clínicos foram de
intensidade leve a moderada e geralmente não necessitaram de interrupção do
tratamento. Os eventos não apresentam relação dose-dependente.
Podemos resumir os eventos da seguinte forma:
Sintomas comuns: sonolência, cefaléia, mal-estar, xerostomia, fadiga e astenia.
Sintomas incomuns: aumento do apetite, irritabilidade, epistaxe, secura nasal,
faringite, tosse, dor em faringe e laringe, rinite, náusea, dor em andar superior do
abdome, diarréia, dispepsia, vômitos, obstipação, rash, dorsalgia, artralgia, mialgia,
polidipsia, pirose, aumento de CPK sérico, aumento de ALT e AST, anormalidades na
função hepática e aumento de peso.
ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA
COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM
OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.
Superdose
Nenhum caso de superdose foi relatado. A ingestão acidental de doses muito altas deve
receber tratamento sintomático com as medidas de apoio necessárias.
Armazenagem
Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, RUPAFIN (fumarato de rupatadina)
apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação indicada na
embalagem do produto. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade,
pois podem trazer prejuízos à saúde.

IV) DIZERES LEGAIS
MS – 1.1213.0306
Farmacêutico Responsável: Alberto Jorge Garcia Guimarães – CRF-SP nº 12.449
RUPAFIN: Marca Registrada de J. URIACH & CIA. S.A.
Biosintética Farmacêutica Ltda.
Av. das Nações Unidas, 22428
São Paulo – SP
CNPJ 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
<logo CAC>
Número de Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
28/05/2009
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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,P. Van Cauwenberge 3 (1 Unitat de Rinologia, Servei d_ORL, Hospital
Clinic,IDIBAPS, Barcelona, Spain; 2 University Hospital,Montpellier and INSERM,
France; 3 Department of Oto-rhino-laryngology, Gent University Hospital,Gent,
Belgium; 4 Allergy & Respiratory Diseases,DIMI, Department of Internal Medicine,
Universityof Genoa, Genoa, Italy; 5 Dermatology Department,Hospital del Mar,
Barcelona, Spain; 6 Department ofImmunology, Rheumatology and Allergy,
MedicalUniversity of Lodz, Lodz, Poland; 7 Servei d_AlÆl_rgia,Fundaci_ Hospital
Sant Pere Claver, Barcelona, Spain; 8 Departament of Dermatology and Allergy,
Allergie Centrum-Charit_/ECARF, Charit_ ­ Univertitatsmedizin Berlin, Germany; 9
University of Barcelona, Servei de Pneumologia i AlÆl_rgia Respiratoria, Hospital
Clinic, Barcelona, Spain; 10 Royal National Throat, Nose and Ear Hospital, London,
U)K; Review article: Rupatadine in allergic rhinitis and chronic urticaria.

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Anna Solans, PhD 1; Ifiaki Izquierdo, MD, PhD 2; Esther Donado, MD2;Rosa
Antonijoan, MD, PhD 3; Juana Pe~a, ChemD1; Teresa Naclal, PharmD1;Marcel.If
Carb6, PhD1; Manuel Merlos, PhD 4; and Manel Barbanoj, MD, PhD 3 ( 1
pharmacokinetic and Bioanalysis Department, J Uriach,y Compa~fa, Barcelona,
Spain; 2 Clinical Development Unit, J Uriach.y CompaOfa, Barcelona, Spain; 3
Centre d’lnvestigaci5 de Medicaments, Hospital de la Santa Creu i Sant Pau,
Barcelona, Spain; and 4 Drug Development, J Uriach.y CompaOfa, Barcelona,
Spain); Pharmacokinetic and Safety Profile of Rupatadine When Coadministered
with Azithromycin at Steady-State Levels:A Randomized, Open-Label, Two-
Way, Crossover, Phase I Stud; Clinical Therapeutics/Volume 30, Number 9,
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Juana Peña 1, Marcel li Carbo1, Anna Solans 1 , Teresa Nadal 1, Iñaki
Izquierdo 2, Manuel Merlos 3 (1 Pharmacokinetic & Bioanalysis Departmente, Palau
Pharma S.A., Barcelona, Spain; 2 Clinical Reserach Unit, J Uriach & CIA, S.A.,
Barcelona, Spain; 3 Drug Developmente & Clinical Research Area, Palau Pharma
S.A., Barcelona, Spain; Antihistaminic effects of rupatadina and PHPD
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