MODELO DE DIZERES DE BULA

Pyloripac IBP

lansoprazol 30 mg
claritromicina 500 mg
amoxicilina 500 mg

FORMAS FARMACÊUTICAS, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES
COMERCIALIZADAS:
Embalagem com:
·
7 blisters contendo 2 cápsulas com microgrânulos de liberação retardada de lansoprazol 30 mg, 2
comprimidos revestidos de claritromicina 500 mg e 4 cápsulas de amoxicilina 500 mg cada blister.
·
1 ou 2 blisters contendo 14 cápsulas com microgrânulos de liberação retardada de lansoprazol 30
mg cada blister.

USO ADULTO

USO ORAL

COMPOSIÇÕES

Cada cápsula de lansoprazol contém:
lansoprazol ………………………………………………………………………………………………………………………30 mg
Excipientes q.s.p……………………………………………………………………………………………………………1cápsula
(amido, carbonato de magnésio, polimetacrílicocopoliacrilato de etila, dióxido de silício, dióxido de
titânio, hidróxido de sódio, hiprolose, hipromelose, polissorbato 80, macrogol, povidona, sacarose,
talco).
As cápsulas de lansoprazol contêm os seguintes corantes: amarelo crepúsculo, vermelho 40 e dióxido
de titânio.
Cada comprimido revestido de claritromicina contém:
claritromicina …………………………………………………………………………………………………………………500 mg
Excipientes q.s.p ………………………………………………………………………………………………….. 1 comprimido
(amido, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, povidona, dióxido de silício, estearato de
magnésio, dióxido de titânio, aroma de baunilha, hipromelose, macrogol).
Cada cápsula de amoxicilina contém:
amoxicilina triidratada……………………………………………………………………………………………………..500 mg
Excipientes q.s.p…………………………………………………………………………………………………………..1 cápsula
(celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, laurilsulfato
de sódio)
As cápsulas de amoxicilina contêm os seguintes corantes: azul brilhante, vermelho fucsina, dióxido de
titânio, amarelo crepúsculo e amarelo quinoleína.

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INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Pyloripac IBP constitui-se em uma associação de três medicamentos utilizados para o tratamento de
úlceras localizadas no estômago ou duodeno (porção do aparelho digestivo localizada logo após o
estômago), associadas à presença da bactéria Helicobacter pylori.
O uso inicial e isolado do lansoprazol tem o objetivo de aliviar os sintomas de desconforto
gastrointestinal, antes mesmo de se iniciar o tratamento específico para a eliminação do H. pylori,
proporcionando maior conforto e preparando melhor o restante do tratamento. Muitas vezes, o
lansoprazol pode ser utilizado após este tratamento específico, como forma complementar de
tratamento da úlcera.
Está demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica (gástrica ou duodenal) está
infectada pelo H. pylori e que sua eliminação reduz o índice de reaparecimento dessas úlceras,
diminuindo assim a necessidade de futuros tratamentos.

PORQUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
Este medicamento foi indicado para o alívio prévio dos sintomas de desconforto gastrointestinal,
relacionados à infecção pela bactéria H. pylori, eliminação da mesma e tratamento de pacientes com
úlceras gástricas ou duodenais (ativas ou com história de úlcera há um ano).


QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Pyloripac IBP está contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol,
claritromicina, amoxicilina ou aos outros componentes da fórmula, assim como à eritromicina e a
outros antibióticos macrolídeos. História de reações alérgicas e hipersensibilidade às penicilinas; às
cefalosporinas ou a outros alérgenos. Pacientes com distúrbios da concentração de sódio e potássio no
sangue, problemas cardíacos e que estão em tratamento com terfenadina.

Apesar de alguns estudos clínicos demonstrarem eficácia e segurança do uso desse medicamento
em crianças e adolescentes, não há consenso do seu uso nessa faixa etária.

Este medicamento somente deve ser utilizado sob orientação médica.
“Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação
durante o uso deste medicamento”.

“Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis”.

“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento”.
A exemplo do que ocorre com outros antibióticos de amplo espectro, a amoxicilina pode reduzir a
eficácia dos anticoncepcionais orais. Recomenda-se o uso de métodos contraceptivos alternativos ou
adicionais, na vigência do tratamento.
Deve-se ter cautela quando o lansoprazol for administrado a indivíduos idosos com disfunção
hepática.
A claritromicina pode ser utilizada em indivíduos idosos, com função renal normal, nas doses
habitualmente recomendadas para o adulto. A dose deve ser ajustada em pacientes idosos com
comprometimento renal grave.

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A amoxicilina como as penicilinas têm sido empregadas em pacientes idosos e nenhum problema
específico foi documentado até o presente. Entretanto, pacientes idosos são mais susceptíveis a
apresentarem insuficiência renal relacionada à idade, fato que pode requerer um ajuste na dose nestes
casos, assim como para aqueles que recebem penicilinas em geral.
“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde”.
“Atenção: Este medicamento contém corantes que podem, eventualmente, causar reações
alérgicas”.
“Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em
portadores de Diabetes”.
Ver também o item “INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAS DE SAÚDE – Uso em idosos,
crianças e outros grupos de riscos“.
COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aspecto Físico e Características Organolépticas
A cápsula gelatinosa dura de lansoprazol é vermelha escarlate e no seu interior contém microgrânulos
de lansoprazol com revestimento entérico branco ou praticamente branco.
As cápsulas de lansoprazol devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar.
O comprimido revestido de claritromicina possui odor de baunilha, é oblongo, branco a levemente
amarelado, sulcado em uma das faces, e na outra gravado MEDLEY.
A cápsula gelatinosa dura de amoxicilina é azul e amarela e no seu interior contém pó branco a
levemente amarelado.
Pyloripac IBP deve ser administrado por via oral.
“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento”.
“Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico”.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Ao tomar o Pyloripac IBP, o paciente pode apresentar as seguintes reações desagradáveis, que devem
ser informadas ao médico: diarréia, dor na barriga, indigestão ou indisposição estomacal, náusea,
vômitos, dor de cabeça, alterações no paladar e no aspecto da língua ou das gengivas, reações
alérgicas, insônia e modificações de seu comportamento.
Informe ao seu médico o aparecimento de reações diferentes ou desagradáveis.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE
MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?
Caso isso ocorra, deve-se procurar orientação médica.
ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da luz e
da umidade.
O prazo de validade do Pyloripac IBP é de 24 meses a partir da data de fabricação, que pode ser
verificado na embalagem externa do produto. “Não use o medicamento com o prazo de validade
vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento”.
“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças”.

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE


1. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
O lansoprazol é um benzimidazol substituído, uma categoria de substâncias anti-secretoras que não
apresentam propriedades anticolinérgicas ou antagonistas dos receptores H2 da histamina, mas que
suprimem a secreção gástrica por inibição específica do sistema da enzima (H+, K+) ATPase, na
superfície secretora das células parietais gástricas. Este sistema enzimático é conhecido como bomba
ácida (ou de prótons) das células parietais. Assim, o lansoprazol é caracterizado como um inibidor das
bombas de prótons do estômago, bloqueando o passo final da secreção ácida. Esse efeito é dose-
dependente e leva à inibição da secreção ácida gástrica, tanto basal quanto estimulada,
independentemente do estímulo. A inibição da secreção ácida gástrica persiste por até 36 horas após
uma dose única. Assim, a meia-vida de eliminação plasmática de lansoprazol não reflete a duração de
sua supressão da secreção ácida.
Quimicamente, o lansoprazol é o 2 -[[[3-metil-4-(2,2,2-trifluoroetoxi)-2 piridil]-metil]-sulfinil]-
benzimidazol. As cápsulas contêm grânulos com cobertura entérica (lansoprazol é instável em meio
ácido), de forma que a liberação e a absorção do fármaco inicia-se somente no duodeno.
A absorção é rápida, com atingimento médio de pico plasmático em jejum entre 1,5 e 2,2 horas. A
alimentação reduz seu pico de concentração e sua absorção em aproximadamente 50%. Em indivíduos
sãos, a vida-média plasmática está entre 1,2 e 1,6 horas. A farmacocinética do lansoprazol não se
altera com doses múltiplas e não ocorre acúmulo. A eliminação ocorre principalmente por
metabolização e excreção biliar; a eliminação urinária corresponde a somente 15% da dose
administrada, sendo menos de 1% em sua forma inalterada.
Comparação entre a farmacocinética do lansoprazol em indivíduos sãos e em pacientes com cirrose
hepática indica um tmax discretamente aumentado, com a Cmax e a AUC significativamente aumentadas
no último grupo. O clearance do lansoprazol apresenta certa diminuição nos indivíduos idosos,
havendo aumento da AUC e da meia-vida em até cerca de duas vezes, em relação aos valores
observados em adultos jovens normais. Entretanto, a meia-vida média em idosos é em média de 2,9
horas; assim, mesmo após doses múltiplas, não ocorre acúmulo do lansoprazol e a Cmax não se altera.
A claritromicina é um antibiótico semi-sintético do grupo dos macrolídeos, exerce sua função
antibacteriana através da sua ligação às subunidades ribossômicas 50S dos agentes patogênicos
sensíveis, suprimindo-lhes a síntese protéica. A claritromicina tem elevada atividade contra uma
grande variedade de organismos Gram-positivos e Gram-negativos, aeróbios e anaeróbios.
Está indicada, em associação com inibidores da secreção ácida, para a eliminação do Helicobacter
pylori, resultando em diminuição da recidiva de úlceras pépticas (gástricas ou duodenais). Está
demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada por esse patógeno e
que sua eliminação reduz o índice de recorrência destas úlceras, diminuindo assim a necessidade de
terapêutica anti-secretora de manutenção.
A claritromicina é bem absorvida no trato gastrointestinal, sendo estável em suco gástrico. A
biodisponibilidade é de aproximadamente 55%. A ingestão de alimentos antes da tomada do
comprimido pode retardar o início da absorção, mas não afeta a sua biodisponibilidade. Distribui-se
largamente nos tecidos e fluidos biológicos, atingindo altas concentrações na mucosa nasal, amígdalas
e pulmões. A concentração da claritromicina é mais elevada nos tecidos, em comparação à
concentração encontrada no plasma. Não há dados disponíveis sobre a penetração da claritromicina e
de seu metábolito ativo, a 14-hidroxiclaritromicina, no fluido cérebro-espinhal. A concentração de
claritromicina e de seu metabólito ativo, após a administração de 500 mg a cada 12 horas, é similar em
pacientes com infecção por HIV e em voluntários sadios. A porcentagem de ligação às proteínas é de
65% a 75%. Metabolizada pelo fígado, seu metabólito ativo apresenta atividade antimicrobiana in
vitro comparável à ação da claritromicina em si. A meia-vida da claritromicina em pacientes com
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função renal normal, após doses de 500 mg a cada 12 horas, é de 5 a 7 horas, enquanto a de seu
metabólito ativo é de aproximadamente 7 horas. Em pacientes com função renal comprometida
(clearance de creatinina inferior a 30 mL/min), a meia-vida da claritromicina é de aproximadamente
22 horas, enquanto que para a 14-hidroxiclaritromicina é de aproximadamente 47 horas. Tanto a
claritromicina, quanto seu metabólito ativo, são excretados no leite materno. O tempo para se atingir a
concentração máxima (tmax) é cerca de 2 a 3 horas. Após a administração de 500 mg, 2 vezes ao dia,
aproximadamente 30% da dose é excretada pela urina na forma inalterada de claritromicina e 15% na
forma de metabólito ativo, a 14-hidroxiclaritromicina.
A amoxicilina é uma penicilina semi-sintética de amplo espectro de ação, com atividade bactericida
contra muitos microorganismos Gram-positivos e Gram-negativos. A atividade bactericida da
amoxicilina deve-se à inibição da síntese da parede celular bacteriana. Porém é susceptível à
degradação por beta-lactamases e, portanto, seu espectro de atividade não inclui organismos que
produzem estas enzimas.
Recentemente comprovou-se que a amoxicilina é altamente ativa contra o Helicobacter pylori,
apresentando uma potente ação bactericida, com raros casos de resistência bacteriana. A amoxicilina é
estável em presença do ácido clorídrico do suco gástrico, podendo ser administrada com as refeições.
A amoxicilina é bem absorvida tanto pela via entérica, como pela parenteral. Seu nível plasmático
máximo ocorre uma hora após a administração oral, sendo mais rápida e amplamente absorvida que a
ampicilina quando administrada por via oral, proporcionando picos de concentrações plasmáticas pelo
menos 2 vezes mais elevados do que aqueles observados com doses similares de ampicilina.
A administração oral de cápsulas de 500 mg de amoxicilina promove média de picos de concentração
sérica que variam de 5 a 7 µg/mL, 1 a 2 horas após. Observam-se níveis séricos detectáveis até 8 horas
após a administração oral. Cerca de 20% liga-se às proteínas plasmáticas. O tempo de meia-vida
plasmática é de aproximadamente 1 a 1,5 horas, podendo se prolongar em neonatos e idosos. Em
pacientes com função renal comprometida, a meia-vida pode atingir de 7 a 20 horas. A amoxicilina é
amplamente distribuída em vários tecidos e fluidos do corpo, exceto no cérebro e seus fluidos; porém,
quando as meninges estão inflamadas, pequena quantidade de amoxicilina difunde-se no fluido
cérebro-espinhal. Atravessa a placenta e pequenas quantidades são distribuídas para o leite materno. A
amoxicilina é metabolizada, em extensão limitada, em ácido penicilóico, o qual é excretado na urina.
Concentrações urinárias acima de 300 µg/mL foram relatadas após doses de 250 mg. A probenecida
retarda a excreção renal. A amoxicilina é removida por hemodiálise. Altas concentrações têm sido
encontradas na bile e parte da droga é excretada nas fezes.

2. INDICAÇÕES

Alívio prévio dos sintomas dispépticos relacionados à infecção pela bactéria H. pylori, eliminação da
mesma e tratamento de pacientes com úlceras pépticas (ativas ou com história de úlcera há um ano). O
uso combinado de um esquema inicial com lansoprazol, seguido pela administração de um esquema
tríplice consagrado para erradicar o H. pylori (lansoprazol, claritromicina e amoxicilina) tem o
objetivo de aliviar inicialmente os sintomas dispépticos, antes mesmo de se iniciar o esquema de
eliminação, além de tratar e reduzir os riscos de recorrência de úlceras pépticas (gástrica ou duodenal).
O lansoprazol pode também ser utilizado após o esquema de eliminação do H. pylori, como forma de
complementação do tratamento.
Está demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada pelo
Helicobacter pylori e que sua eliminação reduz o índice de recorrência dessas úlceras, diminuindo
assim a necessidade de terapêutica anti-secretora de manutenção.

3. CONTRA-INDICAÇÕES

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Hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol, claritromicina, amoxicilina ou aos outros componentes
da fórmula, assim como à eritromicina e a outros antibióticos macrolídeos. História de reações
alérgicas e hipersensibilidade às penicilinas. Pacientes com distúrbios eletrolíticos, problemas
cardíacos e que recebem tratamento com terfenadina.


4. MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Ver POSOLOGIA e ARMAZENAGEM.

5. POSOLOGIA
O esquema terapêutico recomendado, para as indicações a que o produto se propõe, é de 1 cápsula de
lansoprazol 30 mg, uma vez ao dia, administrada durante 1 a 2 semanas, conforme orientação médica.
Após o uso de lansoprazol, iniciar o esquema tríplice específico com 1 cápsula de lansoprazol 30 mg,
1 comprimido revestido de claritromicina 500 mg e 2 cápsulas de amoxicilina 500 mg, todos ingeridos
a cada 12 horas, ou seja, pela manhã e à noite, em jejum, durante 7 dias ou conforme orientação
médica.
Pode-se também utilizar 1 cápsula de lansoprazol 30 mg, por 1 a 2 semanas e após o esquema de
eliminação do H. pylori, para complementação do tratamento e cicatrização da úlcera péptica.
As cápsulas de lansoprazol devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar.

6. ADVERTÊNCIAS
- lansoprazol: os pacientes devem ser advertidos para que não abram ou mastiguem as cápsulas; elas
devem ser deglutidas inteiras, para preservar a cobertura entérica dos grânulos. Por ser eliminado
predominantemente por via biliar, o perfil farmacocinético de lansoprazol pode ser modificado por
insuficiência hepática moderada a grave, bem como em idosos. Deve-se ter cautela na prescrição de
lansoprazol a pacientes idosos e/ou com disfunção hepática.
- claritromicina: excretada principalmente pelo fígado, deve ser administrada com cautela a pacientes
com função hepática alterada. Também deve-se ter cuidado em casos de insuficiência renal moderada
e grave. Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e
os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindamicina.
- amoxicilina: reações de hipersensibilidade (anafilactóides) sérias, ocasionalmente fatais, têm sido
relatadas em pacientes recebendo tratamento com derivados penicilânicos, como a amoxicilina.
Embora a anafilaxia seja mais freqüente após tratamento parenteral, pode também ocorrer em
pacientes recebendo tratamento oral. Estas reações são mais passíveis de ocorrer em indivíduos com
história de hipersensibilidade à penicilina e/ou reações de hipersensibilidade a múltiplos alérgenos.
Têm sido relatados casos de pacientes com história de hipersensibilidade à penicilina e que tiveram
graves reações quando tratados com cefalosporinas. Antes de iniciar um tratamento com um derivado
penicilânico, deve ser realizada uma criteriosa e minuciosa pesquisa do passado alérgico do paciente
quanto a reações às penicilinas, às cefalosporinas ou a outros alérgenos. Reações anafilactóides graves
requerem tratamento de emergência com epinefrina, oxigênio, esteróides intravenosos e assistência
respiratória (inclusive intubação, se necessário). A exemplo do que ocorre com outras drogas potentes,
o acompanhamento das funções renal, hepática e hematopoiética deve ser feito durante tratamentos
prolongados. Um grande número de pacientes com mononucleose, que recebem ampicilina,
desenvolve rash cutâneo. Assim, os antibióticos desta classe não devem ser administrados a pacientes
com mononucleose. A possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias deve ser considerada
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durante o tratamento. Se a superinfecção ocorrer (usualmente envolvendo Enterobacter, Pseudomonas
ou Candida), a droga deve ser descontinuada e/ou a terapia apropriada instituída.
Pyloripac IBP deve ser administrado com cautela em mulheres grávidas e durante a amamentação.


“Atenção: Este medicamento contém corantes que podem eventualmente, causar reações
alérgicas”.
“Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em
portadores de Diabetes”.


7. USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCOS
Pacientes Idosos:
- lansoprazol: deve-se ter cautela quando for administrado a indivíduos idosos com disfunção hepática.

- claritromicina: pode ser utilizada em indivíduos idosos, com função renal normal, nas doses
habitualmente recomendadas para o adulto. A dose deve ser ajustada em pacientes idosos com
comprometimento renal grave.
- amoxicilina: as penicilinas têm sido empregadas em pacientes idosos e nenhum problema específico
foi documentado até o presente. Entretanto, pacientes idosos são mais susceptíveis a apresentarem
insuficiência renal relacionada à idade, fato que pode requerer um ajuste na dose nestes casos, assim
como para aqueles que recebem penicilinas em geral.
Crianças:
Apesar de alguns estudos clínicos demonstrarem eficácia e segurança do uso desse medicamento em
crianças e adolescentes, não há consenso do seu uso nessa faixa etária.
Uso na Gravidez e Amamentação:
- lansoprazol: estudos em animais não mostraram potencial teratogênico para lansoprazol. Entretanto,
não existem estudos adequados ou bem controlados na gestação humana. Não é conhecido se
lansoprazol é excretado no leite materno, devendo-se ter cautela em sua administração a mulheres no
período da amamentação.
- claritromicina: a segurança do uso de claritromicina durante a gravidez ainda não foi estabelecida.
Estudos de teratogênese em animais, com doses 70 vezes superiores às terapêuticas para uso humano,
mostraram aumento da incidência de anormalidades fetais.
- amoxicilina: as penicilinas, assim como a amoxicilina, atravessam a placenta. Estudos adequados
quanto à teratogenicidade em humanos ainda não foram realizados. Entretanto, várias penicilinas são
amplamente utilizadas em mulheres grávidas e nenhum problema foi documentado. Estudos com
amoxicilina em ratos e camundongos fêmeas, com doses até 10 vezes maiores que a dose
recomendada para humanos, não revelaram nenhum efeito nocivo ao feto. A amoxicilina é excretada
no leite materno. Embora nenhum problema significante tenha sido documentado, o uso de
amoxicilina em mulheres que estão amamentando pode levar à sensibilização, diarréia, candidíase e
erupção cutânea no bebê.

8. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O lansoprazol é metabolizado pelo sistema do citocromo P450. Estudos clínicos mostraram que o
lansoprazol, em indivíduos sãos, não tem interações clínicas com varfarina, antipirina, indometacina,
aspirina, ibuprofeno, fenitoína, prednisona, diazepam ou antiácidos à base de hidróxido de alumínio ou
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magnésio (não há diferença estatisticamente significante na Cmax, quando lansoprazol é administrado
uma hora após esses antiácidos). Quando o lansoprazol é administrado concomitantemente com
teofilina, um pequeno aumento (10%) no clearance de teofilina foi observado. Devido à pequena
magnitude desse efeito, dificilmente esta interação representará preocupação do ponto de vista clínico.
Mesmo assim, alguns casos individuais podem necessitar titulação adicional da dose de teofilina,
quando lansoprazol for iniciado ou interrompido, para assegurar níveis sanguíneos clinicamente
efetivos. A administração concomitante de lansoprazol e de sucralfato retarda a absorção de
lansoprazol e reduz sua biodisponibilidade em aproximadamente 30%. Portanto, lansoprazol deve ser
tomado pelo menos 30 minutos antes do sucralfato. Como lansoprazol causa inibição profunda e
duradoura da secreção ácida gástrica, é teoricamente possível que possa interferir na absorção de
fármacos em que o pH gástrico seja um importante determinante da biodisponibilidade (por ex.:
cetoconazol, ésteres da ampicilina, sais de ferro, digoxina).

A biodisponibilidade da claritromicina não se altera quando ingerida com alimentos. Resultados de
estudos clínicos revelaram que existe um aumento ligeiro, mas estatisticamente significativo (p<0,05),
nos níveis circulantes de teofilina ou de carbamazepina, quando alguma destas drogas é administrada
concomitantemente com a claritromicina. Como ocorre com outros macrolídeos, o uso de
claritromicina pode elevar os níveis séricos de medicações concomitantes, metabolizadas pelo sistema
do citocromo P450 (por ex.: varfarina, alcalóides do ergot, triazolam, midazolam, ciclosporina).
Elevação nas concentrações séricas de digoxina foram relatadas em pacientes que receberam essa
droga concomitantemente à claritromicina, motivo pelo qual a monitorização dos níveis séricos da
digoxina deve ser considerada. Foi descrito que os macrolídeos podem alterar o metabolismo da
cisaprida, primozida, terfenadina e do astemizol, resultando em aumento dos níveis séricos destes, o
que ocasionalmente pode estar associado a arritmias cardíacas; portanto, o uso simultâneo deve ser
evitado. A administração simultânea de claritromicina e zidovudina a pacientes adultos pode resultar
em decréscimo do estado de equilíbrio (steady-state) das concentrações de zidovudina. Como,
aparentemente, a claritromicina interfere com a absorção da zidovudina, quando estas medicações são
administradas simultaneamente, esta interação poderá ser evitada intercalando-se as doses de ambas as
medicações com no mínimo 4 horas de diferença.

A probenecida inibe a excreção renal da amoxicilina. O uso concomitante de probenecida e
amoxicilina pode resultar em um aumento do nível de amoxicilina no sangue. A amoxicilina não deve
ser administrada junto com antibacterianos bacteriostáticos (tetraciclinas, eritromicina, sulfonamidas,
cloranfenicol), já que pode ocorrer um efeito antagônico. A amicacina, gentamicina, canamicina,
tobramicina, ácido clavulânico e sulbactam, quando administrados simultaneamente com a
amoxicilina, podem resultar em ação bactericida sinérgica. Aminoglicosídeos e penicilinas são física
e/ou quimicamente incompatíveis e podem inativar um ao outro, in vitro. Penicilinas podem inativar
aminoglicosídeos nas amostras de soros in vitro dos pacientes recebendo ambas as drogas, sendo
capazes de produzir erroneamente uma diminuição nos níveis séricos de aminoglicosídeos. A
administração de alopurinol durante o tratamento com amoxicilina pode aumentar a probabilidade de
ocorrência de reações alérgicas na pele. A absorção da digoxina, quando usada simultaneamente, pode
ser aumentada durante o tratamento com amoxicilina. A exemplo do que ocorre com outros
antibióticos de amplo espectro, a amoxicilina pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais. Nestes
casos, recomenda-se o uso de métodos contraceptivos alternativos ou adicionais.

9. REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
Os eventos adversos de lansoprazol mais freqüentemente relatados em estudos a curto prazo (até 8
semanas de duração), considerados possíveis ou prováveis de estarem relacionados com o uso de
lansoprazol, foram: diarréia, cefaléia, tontura, náusea e constipação. Estudos clínicos de fases II e III,
abrangendo mais de 6.100 pacientes recebendo diversos esquemas de tratamento com lansoprazol,
demonstraram que a substância é bem tolerada nos tratamentos a curto e a longo prazo. As seguintes
reações adversas foram relatadas como possíveis ou prováveis com o medicamento, em taxas
superiores a 1%: náusea (1,4%), epigastralgia (1,8%), diarréia (3,6%) e cefaléia (1%). Outras reações
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adversas relatadas nos estudos clínicos, cuja incidência, porém não ultrapassou 1%, foram: anorexia,
constipação, boca seca, dispepsia, eructação, flatulência, agitação, sonolência, insônia, ansiedade, mal-
estar.
A maioria dos efeitos colaterais da claritromicina observados em triagens clínicas foram brandos e de
natureza transitória. As reações adversas mais freqüentemente relatadas foram algumas perturbações
gastrointestinais, como náusea, dispepsia (indigestão ou indisposição estomacal), dor abdominal,
vômitos e diarréia. Outras reações foram cefaléia, paladar alterado e elevação transitória de enzimas
hepáticas. Como ocorre com outros macrolídeos, disfunção hepática, incluindo aumento de enzimas
hepáticas, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia, tem sido freqüentemente
relatada com claritromicina. Esta disfunção hepática pode ser grave, embora usualmente reversível.
Em situações muito raras, insuficiência hepática com óbito foi relatada e geralmente associada a
doenças subjacentes graves e/ou uso de medicações concomitantes. Glossite, estomatite e monilíase
oral foram relatadas com a claritromicina. Reações alérgicas, desde urticária e erupções cutâneas
leves, até anafilaxia e Síndrome de Stevens-Johnson, também foram relatadas. Houve relatos de
efeitos transitórios sobre o sistema nervoso central, variando de tontura, ansiedade, insônia e pesadelos
a confusão, alucinação e psicose, embora sem uma relação de causa/efeito estabelecida. Colite
pseudomembranosa foi descrita para quase todos os agentes antibacterianos, incluindo macrolídeos,
podendo sua intensidade variar de leve a aumento do risco de vida. É de incidência rara a
trombocitopenia.
Como ocorre com outras drogas da mesma classe da amoxicilina, espera-se que as reações
desagradáveis estejam essencialmente limitadas a fenômenos de hipersensibilidade, tais como rash
eritematoso e urticária, que podem ser controlados com anti-histamínicos e, se necessário,
corticosteróides sistêmicos. Estes fenômenos são mais prováveis de ocorrer em indivíduos que já
tenham demonstrado hipersensibilidade às penicilinas e naqueles que tenham história de alergia, asma,
febre do feno ou urticária. Sempre que tais reações ocorrerem, a amoxicilina deve ser descontinuada, a
não ser que o médico seja contrário à interrupção do tratamento. Outros fenômenos relacionados ao
uso de penicilinas, assim como ao de amoxicilina, são de origem gastrointestinal (náusea, vômitos e
diarréia), hepática (aumento moderado no SGOT, embora com significância desconhecida),
hematológica (anemia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica, eosinofilia, leucopenia e
agranulocitose, relatadas durante o uso de penicilina). Estas reações são geralmente reversíveis com a
descontinuação do tratamento, sendo consideradas fenômenos de hipersensibilidade. Hiperatividade
reversível, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, mudanças no comportamento e/ou vertigem
foram raramente relatadas.

10. SUPERDOSE
- lansoprazol: até o momento, não há informação disponível sobre superdoses em humanos. Em ratos
e camundongos, a administração oral de doses até 5.000mg/kg (aproximadamente 250 vezes a dose em
humanos), não resultou em morte de animais. O lansoprazol não é removido da circulação por
hemodiálise.
- claritromicina: alguns relatos indicam que a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode
produzir sintomas gastrointestinais. Essa situação clínica deve ser tratada com a imediata eliminação
do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para a eliminação é a
lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a claritromicina possa ser
eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
- amoxicilina: como os demais antibióticos penicilínicos, seu potencial de causar efeitos adversos está
fundamentalmente relacionado às reações de hipersensibilidade, as quais independem da dose.
Reações tóxicas, dependentes de doses elevadas, são praticamente desprezíveis. No entanto, a
ocorrência de distúrbios gastrointestinais, principalmente diarréia, merece consideração. A amoxicilina
pode ser removida da circulação por hemodiálise, com níveis de depuração da ordem de 35%; porém,
9


não deve ser removida por diálise peritoneal. Pacientes com disfunção renal são mais susceptíveis em
alcançar níveis sanguíneos tóxicos.


11. ARMAZENAGEM

O produto deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da luz e da
umidade.

“VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”
Data de fabricação, prazo de validade e nº de lote: vide cartucho.
Farm. Resp.: Dra. Clarice Mitie Sano Yui
CRF-SP nº 5.115
M.S. 1.0181.0319
SIM ­ Serviço de Informações MEDLEY ­ 0800-7298000
www.medley.com.br
MEDLEY S.A. Indústria Farmacêutica.
Rua Macedo Costa, n° 55 – Campinas-SP
C.N.P.J. 50.929.710/0001-79
Indústria Brasileira
Produzido por: Medley S/A Ind. Farmacêutica
Rua São Policarpo, 100 ­ Sumaré – SP


10


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