CDS15JAN07
PROZAC
cloridrato de fluoxetina

D.C.B. 04177

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

PROZAC é apresentado na forma de cápsulas e comprimidos dispersíveis para uso oral nas
seguintes embalagens:

PROZAC cápsula 20 mg – caixas com 14 e 28 cápsulas.
PROZAC DuraPac cápsula 90 mg de liberação retardada ­ caixas com 2 e 4 cápsulas.
PROZAC comprimido dispersível 20 mg – caixas com 14 e 28 comprimidos.
USO EXCLUSIVO EM ADULTOS
COMPOSIÇÃO
PROZAC cápsula 20 mg – Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina 22,36 mg, equivalente a 20 mg de fluoxetina. Excipientes: amido em pó
e amido em pó com 5% de silicone q.s.p.
PROZAC DuraPac cápsula 90 mg de liberação retardada ­ Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina 100,60 mg, equivalente a 90 mg de fluoxetina, em microgrânulos com
cobertura entérica. Excipientes: hidroxipropilmetilcelulose, succinato acetato de
hidroxipropilmetilcelulose, sacarose, amido, talco e citrato de trietila q.s.p.
PROZAC comprimido dispersível 20 mg – Cada comprimido dispersível contém:
cloridrato de fluoxetina solúvel 22,36 mg, equivalente a 20 mg de fluoxetina. Excipientes:
sacarina sódica 11,19 mg, celulose microcristalina, manitol, sorbitol, sabor de anis, sabor de
menta, sílica coloidal anidra, amido em pó, fumarato estearílico sódico e crospovidona q.s.p.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Como este medicamento funciona?
PROZAC é um medicamento usado para o tratamento da depressão, bulimia nervosa, transtorno
obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual, incluindo tensão pré-
menstrual (TPM). PROZAC contém cloridrato de fluoxetina, um inibidor seletivo da recaptação
de serotonina, e deve ser administrado por via oral.
Por que este medicamento foi indicado?
A fluoxetina é indicada no tratamento da depressão, associada ou não com ansiedade. Também
é indicada para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e
do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM),
irritabilidade e disforia. PROZAC DuraPac é indicado na continuação do tratamento da
depressão, associada ou não com ansiedade.
Quando não devo usar este medicamento?
Contra-indicações
PROZAC não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos seus
excipientes. PROZAC não deve ser administrado a pacientes que estão utilizando inibidores da
monoamino oxidase (IMAO), reversíveis ou não, como por exemplo o PARNATE® (sulfato de
tranilcipromina) (puro ou em associação) e o AURORIX® (moclobemida). Nesse caso, o
paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para
iniciar o tratamento com PROZAC. O paciente deverá deixar um intervalo de pelo menos 5
semanas (ou talvez mais, dependendo da avaliação médica, especialmente se a fluoxetina foi
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prescrita para o tratamento crônico e/ou em altas doses) após a suspensão do tratamento com
PROZAC e o início de tratamento com um IMAO. O uso combinado de PROZAC com um
IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal.
PROZAC não deve ser administrado em combinação com a tioridazina (MELLERIL®), devido
ao risco da ocorrência de eventos adversos graves, podendo ser fatal. O paciente deverá deixar
um intervalo de pelo menos 5 semanas após a suspensão do tratamento com PROZAC e o início
de tratamento com a tioridazina.
Advertências e Precauções
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, PROZAC deve ser
administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões. Em pacientes com diabetes,
ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com PROZAC e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a
dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o tratamento com PROZAC
for estabelecido e após a sua suspensão.
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de pacientes menores de 18 anos.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe a seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use
medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
PROZAC pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação. Durante o
tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e
atenção podem estar prejudicadas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou amamentando sem
orientação médica.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia de PROZAC entre pacientes idosos e
jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de
pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode
ser excluída.
A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo. Assim
como outros antidepressivos, casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram
relatados durante o tratamento com PROZAC ou logo após a interrupção do tratamento. Embora
uma relação causal exclusiva para o PROZAC em induzir a tais comportamentos, não tenha sido
estabelecida, uma avaliação em conjunto de vários antidepressivos (incluindo o PROZAC)
indica um aumento de risco potencial para idéias e comportamentos suicídas em pacientes
pediátricos. Os médicos devem ser consultados imediatamente se os pacientes de todas as idades
relatarem quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento.
PROZAC pode ser administrado durante a gravidez se os benefícios do tratamento justificarem
o risco potencial desta droga. Esta avaliação deve ser realizada pelo médico prescritor do
medicamento.
A segurança e eficácia de PROZAC em crianças ainda não foram estabelecidas.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Atenção: Este medicamento na forma de cápsulas de 90 mg de liberação retardada contém
açúcar (sacarose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.
Interações medicamentosas
PROZAC deve ser administrado com cautela em pacientes tomando os seguintes medicamentos:
medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas pelo
fígado – Sistema P4502D6 – (pergunte ao seu médico maiores informações sobre essa classe de
medicamentos), medicamentos ativos no sistema nervoso central, tais como fenitoína,
carbamazepina, haloperidol, clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina,
drogas que se ligam às proteínas do plasma e varfarina, ácido acetilsalicílico (ex.
ASPIRINA®) e antinflamatórios não-esteroidal (pergunte ao seu médico maiores informações
sobre essa classe de medicamentos). Houve raros relatos de convulsões prolongadas em
pacientes usando a fluoxetina juntamente com tratamento eletroconvulsivo.
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Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico
PROZAC é apresentado na forma de cápsulas e comprimidos dispersíveis para uso oral.
Características organolépticas
PROZAC é apresentado em cápsulas coloridas e comprimidos brancos dispersíveis (solúveis),
para admistração oral.
Dosagem
Depressão:
Posologia diária - A dose de 20 mg/dia é recomendada como dose inicial.
Posologia semanal - Na manutenção do tratamento responsivo à fluoxetina, recomenda-se 90
mg por semana (uma cápsula de PROZAC DuraPac). Para o uso semanal de PROZAC DuraPac,
recomenda-se iniciar o tratamento dentro de 7 dias após a última dose diária de fluoxetina 20
mg.
Bulimia Nervosa: a dose de 60 mg/dia é a recomendada.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: a dose de 20 mg/dia a 60 mg/dia é a dose recomendada.
Transtorno Disfórico Pré-Menstrual: a dose recomendada é de 20 mg/dia administrada
continuamente (durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso
diário, com início 14 dias antes do início previsto da menstruação até o primeiro dia do fluxo
menstrual. A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual).
Doenças e/ou Terapias Concomitantes: uma dose mais baixa ou menos freqüente deve ser
considerada em pacientes com comprometimento hepático, doenças concomitantes ou naqueles
que estejam tomando vários medicamentos.
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas. Não há dados que demonstre a necessidade de doses alternativas
tendo como base somente a idade do paciente.
Recomenda-se que os comprimidos solúveis sejam ingeridos dissolvidos em um pouco de água
(cerca de 100 ml) ou inteiros.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto
do medicamento.
Este medicamento, na forma de cápsulas, não pode ser partido ou mastigado.
Como usar
PROZAC é apresentado em cápsulas e comprimidos dispersíveis (solúveis), para administração
oral e pode ser tomado independente das refeições. Caso o paciente deixe de tomar uma dose,
deverá tomá-la assim que possível. Não tomar mais que a quantidade de PROZAC recomendada
pelo médico para período de 24 horas. Lembre-se de renovar sua receita antes que sua caixa de
PROZAC termine.
Quais os males que este medicamento pode causar?
Foram relatados os seguintes eventos adversos com PROZAC:
Organismo como um todo – sintomas autonômicos [incluindo secura da boca, sudorese, aumento do
diâmetro dos vasos sangüíneos (vasodilatação), calafrios], hipersensibilidade [incluindo coceira
(prurido), erupções da pele, erupções da pele com coceira (urticária), reação alérgica grave (reação
anafilactóide), inflamação dos vasos sangüíneos (vasculite), reação semelhante à doença do soro],
coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele (angioedema), síndrome
serotonérgica (caracterizada pelo conjunto de características clínicas de alterações no estado
mental e na
atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo),
sensibilidade à luz (fotossensibilidade) e lesões avermelhadas na pele (eritema multiforme).
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Sistema digestivo – distúrbios gastrointestinais [incluindo diarréia, náusea, vômito, dificuldade
de deglutição (disfagia), indigestão (dispepsia), alteração do paladar], hepatite idiossincrática
muito rara.
Sistema endócrino – secreção inapropriada de ADH (hormônio anti-diurético).
Sistemas hematológico e linfático – estrias roxas pela pele (equimose).
Sistema nervoso – tremor/movimento anormal [incluindo contração, desequilíbrio (ataxia),
problemas no sistema nervoso que atingem a boca, especialmente a língua (síndrome buco-
glossal), contração muscular involuntária (mioclonia), tremor], falta ou perda do apetite
(incluindo anorexia e perda de peso), ansiedade e sintomas associados [incluindo palpitação,
ansiedade, nervosismo, inquietação psicomotora], vertigem, cansaço (fadiga) [incluindo
sonolência, perda ou diminuição da força muscular (astenia)], alteração de concentração ou
raciocínio (incluindo concentração diminuída, processo de raciocínio prejudicado,
despersonalização), reação maníaca, distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais, insônia) e
convulsões.
Sistema respiratório – bocejo.
Pele e anexos ­ perda de cabelos (alopecia).
Órgãos dos sentidos – visão anormal [incluindo visão turva, aumento do diâmetro da pupila
(midríase)].
Sistema urogenital – anormalidades na micção [incluindo incontinência urinária, dificuldade ou
dor para urinar (disúria)], ereção persistente do pênis acompanhada de dor (priapismo) / ereção
prolongada, disfunção sexual [incluindo diminuição do desejo sexual, ausência ou atraso na
ejaculação, incapacidade de experimentar um orgasmo (anorgasmia), impotência].
Não há relatos de eventos adversos ocorridos nos sistemas cardiovascular, metabólico e
nutricional, e músculo esquelético.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Os casos de superdose de fluoxetina isolada, de maneira geral, têm uma evolução favorável. Os
sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular (variando
desde arritmias assintomáticas até parada cardíaca), disfunção pulmonar e sinais de alteração do
sistema nervoso central (variando de excitação ao coma). Os relatos de morte por superdose de
fluoxetina isolada têm sido extremamente raros.
No caso de superdose com PROZAC verifique as condições do paciente quanto à respiração e
batimentos cardíacos e encaminhe-o rapidamente a um local de atendimento médico.
Onde e como devo guardar este medicamento?
PROZAC deve ser guardado em temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC), protegido da luz,
calor e umidade. O prazo de validade do produto é de dois anos e está impresso no cartucho.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSONAIS DE SAÚDE
Características farmacológicas
Descrição: O cloridrato de fluoxetina é o cloridrato de (±)-N-metil-3-fenil-3-[(,,-trifluoro-
p-tolil)-oxi] propilamina, com a fórmula molecular C17H18F3NO·HCl. Uma dose de 20 mg
equivale a 64,7 micromoles de fluoxetina. Seu peso molecular é 345,79. É um pó cristalino
branco ou branco-amarelado, solúvel em água numa concentração de 14 mg/ml.
Propriedades Farmacodinâmicas: A fluoxetina é um inibidor seletivo da recaptação da
serotonina, sendo este seu suposto mecanismo de ação. A fluoxetina praticamente não possui
afinidade com outros receptores tais como 1-, 2- e – adrenérgicos, serotoninérgicos,
dopaminérgicos, histaminérgicos H1, muscarínicos e receptores do GABA.
A etiologia do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é desconhecida, porém esteróides
endógenos envolvidos no ciclo menstrual parecem estar relacionados com a atividade
serotonérgica neuronal.
Propriedades Farmacocinéticas:
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Absorção e distribuição: A fluoxetina é bem absorvida após administração oral.
Concentrações plasmáticas máximas são alcançadas dentro de 6 a 8 horas. A fluoxetina se liga
firmemente às proteínas do plasma e se distribui largamente. Concentrações plasmáticas
estáveis são alcançadas após doses contínuas durante várias semanas e, após doses prolongadas,
são similares às concentrações obtidas em 4 a 5 semanas.
Metabolismo e excreção: A fluoxetina é extensivamente metabolizada no fígado à
norfluoxetina e em outros metabólitos não identificados, que são excretados na urina. A meia-
vida de eliminação da fluoxetina é de 4 a 6 dias e a de seu metabólito ativo é de 4 a 16 dias.

RESULTADOS DE EFICÁCIA
Depressão:
Doses Diárias – A eficácia de PROZAC para o tratamento de pacientes com depressão ( 18
anos) foi comprovada em estudos clínicos placebos-controlados de 5 e 6 semanas. PROZAC
mostrou ser significantemente mais eficaz que o placebo conforme mensurado pela Escala de
Depressão de Hamilton (HAM-D). PROZAC também foi significantemente mais eficaz que o
placebo na sub-pontuação da HAM-D para humor deprimido, distúrbio do sono e subfator de
ansiedade.
Dois estudos clínicos controlados de 6 semanas (N = 671, randomizados), comparando
PROZAC 20 mg e placebo, mostraram que PROZAC 20 mg em doses diárias é eficaz no
tratamento de pacientes idosos ( 60 anos de idade) com depressão. Nesses estudos, PROZAC
produziu uma taxa de resposta e de remissão significantemente mais altas definidas,
respectivamente, por uma diminuição de 50% na pontuação da HAM-D e uma pontuação total
de avaliação na HAM-D 8. PROZAC foi bem tolerado e a taxa de interrupção do tratamento
devido a eventos adversos não foi diferente entre PROZAC (12%) e o placebo (9%).
Um estudo foi conduzido envolvendo pacientes ambulatoriais deprimidos que responderam ao
final de uma fase inicial de tratamento aberto de 12 semanas com PROZAC 20 mg/dia
(pontuação modificada da HAMD-17 7 durante cada uma das 3 últimas semanas de
tratamento aberto e ausência de depressão pelos critérios da DSM-III-R). Estes pacientes (N =
298) foram randomizados para continuarem no estudo duplo-cego com PROZAC 20 mg/dia ou
com placebo. Em 38 semanas (50 semanas totais), uma taxa de remissão estatisticamente mais
baixa (definida como sintomas suficientes para atender a um diagnóstico de depressão por 2
semanas ou pontuação modificada da HAMD-17 14 por 3 semanas) foi observada em
pacientes tomando PROZAC comparada com aqueles usando placebo.
Doses Semanais para manutenção / continuação do tratamento ­ Um estudo a longo prazo foi
conduzido, envolvendo pacientes adultos ambulatoriais de acordo com os critérios da DSM-IV
para depressão, que responderam por 3 semanas consecutivas, ao final de 13 semanas de um
tratamento aberto com PROZAC 20 mg uma vez ao dia. Esses pacientes foram randomizados
em um tratamento de continuação semanal, duplo-cego, com PROZAC 90 mg administrado
semanalmente versus PROZAC 20 mg administrado uma vez ao dia ou placebo. PROZAC 90
mg administrado semanalmente e PROZAC 20 mg administrado diariamente demonstraram
eficácia superior (tendo um período significantemente mais longo de remissão dos sintomas
depressivos), comparados ao placebo, por um período de 25 semanas.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC):
A eficácia de PROZAC para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) foi
demonstrada em dois grupos de estudo paralelos, multicêntricos, de 13 semanas (Estudos 1 e 2),
com pacientes adultos ambulatoriais que receberam doses fixas de PROZAC de 20, 40 ou 60
mg/dia (uma vez ao dia, pela manhã) ou placebo. Os pacientes em ambos os estudos tinham
TOC moderado a grave (DSM-III-R), com taxas iniciais médias na Escala Obsessiva-
Compulsiva Yale-Brown (YBOCS, pontuação total) variando de 22 a 26. No Estudo 1,
pacientes recebendo PROZAC apresentaram reduções médias de aproximadamente 4 a 6
unidades na pontuação total da YBOCS, comparado com uma redução de 1 unidade para os
pacientes tratados com placebo. No Estudo 2, pacientes recebendo PROZAC apresentaram
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reduções médias de aproximadamente 4 a 9 unidades na pontuação total da YBOCS, comparado
com uma redução de 1 unidade para os pacientes com placebo. Apesar de não ter havido
indicação de relação dose-resposta para a eficácia no Estudo 1, esta relação foi observada no
Estudo 2, com respostas numericamente melhores nos dois grupos de dose mais alta.
Bulimia Nervosa:
A eficácia de PROZAC para o tratamento da bulimia foi demonstrada em dois grupos de estudo
paralelos, multicêntricos, de 8 semanas e um grupo de estudo de 16 semanas com pacientes
ambulatoriais de acordo com os critérios do DSM-IV para bulimia. Os pacientes nos estudos de
8 semanas receberam 20 ou 60 mg/dia de PROZAC ou placebo pela manhã. Os pacientes no
estudo de 16 semanas receberam uma dose fixa de 60 mg/dia de PROZAC (uma vez ao dia) ou
placebo. Os pacientes nesses 3 estudos tinham bulimia de moderada a grave, com freqüências
medianas de episódios de compulsão alimentar e vômito, variando de 7 a 10 e de 5 a 9 por
semana, respectivamente. Nesses 3 estudos, PROZAC 60 mg, mas não o de 20 mg, foi
estatisticamente superior ao placebo, reduzindo o número de episódios de compulsão alimentar
e vômito por semana. O efeito estatisticamente superior das 60 mg versus placebo estava
presente logo na Semana 1 e persistiu durante cada estudo. A redução nos episódios bulímicos
relacionada ao PROZAC pareceu ser independente da depressão inicial, conforme avaliada pela
escala de Depressão de Hamilton. Em um desses 3 estudos, o efeito do tratamento, conforme
medido pelas diferenças entre PROZAC 60 mg e placebo, sobre a redução mediana do início da
freqüência dos comportamentos bulímicos até o final, variou de 1 a 2 episódios por semana para
os episódios de compulsão alimentar e de 2 a 4 episódios por semana para vômito. O tamanho
do efeito foi relacionado à freqüência inicial, com reduções maiores vistas em pacientes com
freqüências iniciais mais altas. Embora alguns pacientes tenham deixado de apresentar
episódios de compulsão alimentar e comportamentos purgativos como um resultado de
tratamento, para a maioria, o benefício foi uma redução parcial na freqüência dos episódios de
compulsão alimentar e comportamentos purgativos.
Em um estudo a longo prazo, 150 pacientes reunindo os critérios (DSM-IV) para bulimia
nervosa, subtipo purgativo, que tiveram resposta na fase do tratamento agudo, duplo-cego, de 8
semanas com PROZAC 60 mg/dia, foram randomizados para a continuação do PROZAC 60
mg/dia ou placebo por até 52 semanas de observação para remissão. A resposta durante a fase
duplo-cega foi definida pelo alcance de pelo menos uma diminuição de 50% na freqüência de
vômito, quando comparada à inicial. A remissão durante a fase duplo-cega foi definida como
um retorno persistente da freqüência de vômito inicial ou julgamento médico sobre a recidiva
da doença. Os pacientes que continuaram recebendo PROZAC 60 mg/dia apresentaram um
tempo significantemente mais longo em remissão sobre as 52 semanas subseqüentes
comparando-se com aqueles que receberam placebo.
Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM):
Os sintomas relacionados com TDPM incluem alterações do humor e sintomas físicos. Nos
estudos clínicos a fluoxetina mostrou ser eficaz no alívio das alterações do humor (tensão,
irritabilidade e disforia) e dos sintomas físicos (cefaléia, edema e mastalgia) relacionados ao
TDPM.
A eficácia de PROZAC para o tratamento do TDPM foi estabelecida em 3 estudos clínicos
placebos-controlados (um estudo de dose intermitente e dois estudos de dose contínua). Em um
estudo clínico de dose intermitente descrito abaixo, as pacientes reuniram os critérios do
Manual Estatístico e de Diagnóstico ­ 4ª edição (DSM ­ IV) para TDPM. Nos estudos clínicos
de dose contínua descritos abaixo, as pacientes reuniram os critérios do Manual Estatístico e de
Diagnóstico ­ 3ª edição revisada para o Transtorno Disfórico da Fase Lútea Tardia (TDFLT), a
entidade clínica agora referida como TDPM no DSM ­ IV. Pacientes usando anticoncepcionais
orais foram excluídas desses estudos. Portanto, a eficácia da fluoxetina em combinação com
anticoncepcionais orais para o tratamento do TDPM é desconhecida.
Em um grupo de estudo duplo-cego, paralelo de dose intermitente de 3 meses de duração, as
pacientes (N = 260, randomizadas) foram tratadas com fluoxetina 10 mg/dia, fluoxetina 20
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mg/dia ou placebo. Iniciou-se o tratamento com a fluoxetina ou o placebo 14 dias antes do
início previsto da menstruação e continuado até o 1º dia do fluxo menstrual. A eficácia foi
avaliada com o Relato Diário da Gravidade dos Problemas (DRSP), um instrumento dependente
da avaliação e colaboração da paciente, que se espelha nos critérios de diagnóstico para TDPM,
conforme indicado no DSM ­ IV, e inclui avaliações para humor, sintomas físicos e outros
sintomas. A fluoxetina 20 mg/dia mostrou ser significantemente mais eficaz que o placebo,
conforme mensurado pela pontuação do DRSP. A fluoxetina 10 mg/dia não mostrou ser
significantemente mais eficaz que o placebo nesse estudo. A média da pontuação total do DRSP
diminuiu 38% para a fluoxetina 20 mg/dia, 35% para a fluoxetina 10 mg/dia e 30% para o
placebo.
No 1º grupo de estudo duplo-cego, paralelo de dose contínua de 6 meses de duração,
envolvendo N = 320 pacientes, doses fixas de fluoxetina 20 e 60 mg/dia administradas
diariamente durante o ciclo menstrual, mostraram ser significantemente mais eficazes que o
placebo, conforme mensurado por uma pontuação total de Escala Visual Análoga (VAS)
(incluindo humor e sintomas físicos). A média da pontuação total da VAS diminuiu 7% no
tratamento com placebo, 36% no tratamento com fluoxetina 20 mg e 39% no tratamento com
fluoxetina 60 mg. A diferença entre as doses de 20 e 60 mg não foi estatisticamente
significante.
Em um segundo estudo cruzado, duplo-cego de dose contínua, as pacientes (N = 19) foram
tratadas diariamente com fluoxetina 20 mg a 60 mg/dia (dose média = 27 mg/dia) e placebo
durante o ciclo menstrual por um período de 3 meses cada. A fluoxetina foi significantemente
mais eficaz que o placebo, conforme mensurado pelas alterações do ciclo folicular à fase lútea
na pontuação total da VAS (humor, sintomas físicos e prejuízo social). A média da pontuação
total VAS (aumento da fase folicular à lútea) foi 3,8 vezes mais alta durante o tratamento com
placebo que aquele observado durante o tratamento com a fluoxetina.
Em outro grupo de estudo duplo-cego, paralelo de dose contínua, pacientes com TDFLT (N =
42) foram tratadas diariamente com fluoxetina 20 mg/dia, bupropiona 300 mg/dia ou placebo
por 2 meses. Nem a fluoxetina e nem a bupropiona mostraram ser superiores ao placebo em
uma avaliação primária, isto é, a taxa de resposta.

INDICAÇÕES
A fluoxetina é indicada no tratamento da depressão, associada ou não com ansiedade, da
bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-
menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e disforia.
PROZAC DuraPac, cápsulas de 90 mg de liberação retardada, está indicado na continuação do
tratamento da depressão, associada ou não com ansiedade.
A eficácia de PROZAC durante o uso a longo prazo (mais de 13 semanas no tratamento do
transtorno obsessivo-compulsivo e mais de 16 semanas no tratamento da bulimia nervosa) não
foi sistematicamente avaliada em estudos controlados com placebo. Portanto, o médico deve
reavaliar periodicamente o uso de PROZAC em tratamentos a longo prazo.
CONTRA-INDICAÇÕES
HIPERSENSIBILIDADE – A FLUOXETINA É CONTRA-INDICADA EM PACIENTES
COM HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA A ESSA DROGA.
INIBIDORES DA MONOAMINO OXIDASE (IMAOs) – O CLORIDRATO DE
FLUOXETINA NÃO DEVE SER USADO EM COMBINAÇÃO COM UM INIBIDOR DA
MAO OU DENTRO DE 14 DIAS DA SUSPENSÃO DO TRATAMENTO COM UM
INIBIDOR DA MAO. DEVE-SE DEIXAR UM INTERVALO DE, PELO MENOS, CINCO
SEMANAS (OU TALVEZ MAIS, ESPECIALMENTE SE A FLUOXETINA FOI
PRESCRITA PARA TRATAMENTO CRÔNICO E/OU EM ALTAS DOSES) APÓS A
SUSPENSÃO DO CLORIDRATO DE FLUOXETINA E O INÍCIO DO TRATAMENTO
COM UM INIBIDOR DA MAO. CASOS GRAVES E FATAIS DE SÍNDROME
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SEROTONÉRGICA (QUE PODE SE ASSEMELHAR E SER DIAGNOSTICADA COMO
SÍNDROME NEUROLÉPTICA MALIGNA) FORAM RELATADOS EM PACIENTES
TRATADOS COM FLUOXETINA E UM INIBIDOR DA MAO COM CURTO INTERVALO
ENTRE UMA TERAPIA E OUTRA.
TIORIDAZINA – O CLORIDRATO DE FLUOXETINA NÃO DEVE SER USADO EM
COMBINAÇÃO COM TIORIDAZINA OU DENTRO DE, PELO MENOS, CINCO
SEMANAS APÓS A SUSPENSÃO DO CLORIDRATO DE FLUOXETINA (VER
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
PROZAC deve ser armazenado à temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz, calor e
umidade. PROZAC deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente das
refeições. O produto deve ser mantido dentro de sua embalagem original até o momento do uso
a fim de protegê-lo da luz e umidade.
Recomenda-se que os comprimidos solúveis sejam ingeridos dissolvidos em um pouco de água
(cerca de 100 ml) ou inteiros.
POSOLOGIA
Depressão:
Posologia diária - A dose de 20 mg/dia é recomendada como dose inicial.
Posologia semanal - Na manutenção do tratamento responsivo à fluoxetina, recomenda-se 90
mg por semana (uma cápsula de PROZAC DuraPac). Para o uso semanal de PROZAC DuraPac,
recomenda-se iniciar o tratamento dentro de 7 dias após a última dose diária de fluoxetina 20
mg.
Bulimia Nervosa: A dose recomendada é de 60 mg/dia.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: A dose de 20 mg/dia a 60 mg/dia é a recomendada.
Transtorno Disfórico Pré-Menstrual: A dose recomendada é de 20 mg/dia administrada
continuamente (durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso
diário, com início 14 dias antes do início previsto da menstruação, até o primeiro dia do fluxo
menstrual. A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual).
Para todas as indicações: a dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima
de 80 mg/dia não foram sistematicamente avaliadas.
Idade: Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo como base
somente a idade do paciente.
Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.

ADVERTÊNCIAS
RISCO DE SUICÍDIO ­ A POSSIBILIDADE DE UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO É
INERENTE À DEPRESSÃO E A OUTROS TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS E PODE
PERSISTIR ATÉ QUE UMA REMISSÃO SIGNIFICANTE OCORRA. ASSIM COMO
OUTRAS DROGAS DE AÇÃO FARMACOLÓGICA SIMILAR (ANTIDEPRESSIVOS),
CASOS ISOLADOS DE IDEAÇÃO E COMPORTAMENTOS SUICIDAS FORAM
RELATADOS DURANTE O TRATAMENTO COM FLUOXETINA OU LOGO APÓS A
SUA INTERRUPÇÃO.
EMBORA NÃO TENHA SIDO ESTABELECIDA UMA RELAÇÃO CAUSAL ENTRE A
FLUOXETINA E A INDUÇÃO DE TAIS EVENTOS, ALGUMAS ANÁLISES
REALIZADAS A PARTIR DE UM GRUPO DE ESTUDOS DE ANTIDEPRESSIVOS EM
TRANSTORNO PSIQUIÁTRICOS ENCONTRARAM UM AUMENTO DO RISCO PARA
IDEAÇÃO E/OU COMPORTAMENTO SUICIDA NOS PACIENTES PEDIÁTRICOS E
JOVENS ADULTOS (<25 ANOS DE IDADE), COMPARADOS AO PLACEBO.
UM ACOMPANHAMENTO MAIS PRÓXIMO A PACIENTES DE ALTO RISCO DEVE
SER FEITO DURANTE O TRATAMENTO. OS MÉDICOS DEVEM INCENTIVAR OS
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PACIENTES DE TODAS AS IDADES A RELATAR QUAISQUER PENSAMENTOS OU
SENTIMENTOS DEPRESSIVOS EM QUALQUER FASE DO TRATAMENTO.
EM UMA ANÁLISE DE ESTUDOS CONTROLADOS EM ADULTOS COM
TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR, OS FATORES DE RISCO PARA SUICÍDIO COM
AMBOS, PLACEBO E FLUOXETINA FORAM OS SEGUINTES:
- ANTES DO TRATAMENTO: MAIOR GRAVIDADE DA DEPRESSÃO, PRESENÇA DE
PENSAMENTO DE MORTE.
- DURANTE O TRATAMENTO: PIORA DA DEPRESSÃO, DESENVOLVIMENTO DE
INSÔNIA.
O DESENVOLVIMENTO DE ATIVAÇÃO PSICOMOTORA GRAVE (POR EX.
AGITAÇÃO, ACATISIA, PÂNICO) TAMBÉM FOI UM FATOR DE RISCO DURANTE O
TRATAMENTO COM A FLUOXETINA.
A PRESENÇA OU SURGIMENTO DESSAS CONDIÇÕES ANTES OU DURANTE O
TRATAMENTO SUGERE QUE DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O AUMENTO
DO MONITORAMENTO CLÍNICO OU POSSÍVEL ALTERAÇÃO DA TERAPIA.
ERUPÇÕES DE PELE - ERUPÇÃO DE PELE, REAÇÕES ANAFILACTÓIDES E
REAÇÕES SISTÊMICAS PROGRESSIVAS, ALGUMAS VEZES GRAVES E
ENVOLVENDO PELE, FÍGADO, RINS OU PULMÕES FORAM RELATADAS POR
PACIENTES TRATADOS COM FLUOXETINA. APÓS O APARECIMENTO DE
ERUPÇÃO CUTÂNEA OU DE OUTRA REAÇÃO ALÉRGICA PARA A QUAL UMA
ALTERNATIVA ETIOLÓGICA NÃO PODE SER IDENTIFICADA, A FLUOXETINA
DEVE SER SUSPENSA.
CONVULSÕES – ASSIM COMO COM OUTROS ANTIDEPRESSIVOS, A FLUOXETINA
DEVE SER ADMINISTRADA COM CUIDADO A PACIENTES COM HISTÓRIA DE
CONVULSÕES.
HIPONATREMIA - FORAM RELATADOS CASOS DE HIPONATREMIA (ALGUNS
COM SÓDIO SÉRICO ABAIXO DE 110 mmol/l). A MAIORIA DESSES CASOS OCORREU
EM PACIENTES IDOSOS E EM PACIENTES QUE ESTAVAM TOMANDO DIURÉTICOS
OU COM DEPLEÇÃO DE LÍQUIDOS.
CONTROLE GLICÊMICO - EM PACIENTES COM DIABETES, OCORREU
HIPOGLICEMIA DURANTE A TERAPIA COM FLUOXETINA E HIPERGLICEMIA APÓS
A SUSPENSÃO DA DROGA. A DOSE DE INSULINA E/OU HIPOGLICEMIANTE ORAL
DEVE SER AJUSTADA, QUANDO FOR INSTITUÍDO O TRATAMENTO COM A
FLUOXETINA E APÓS SUA SUSPENSÃO.
CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E DANOS À FERTILIDADE – NÃO HOUVE
EVIDÊNCIA DE CARCINOGENICIDADE OU MUTAGÊNESE A PARTIR DE ESTUDOS
IN VITRO OU EM ANIMAIS. NÃO FOI OBSERVADO DANO À FERTILIDADE EM
ANIMAIS ADULTOS EM DOSES ATÉ 12,5 mg/kg/dia (APROXIMADAMENTE 1,5 VEZES
A MRHD EM BASE DE mg/m2). EM UM ESTUDO TOXICOLÓGICO EM RATOS CD
JOVENS, A ADMINISTRAÇÃO DE 30 mg/kg DE FLUOXETINA (ENTRE O 21º E O 90º
DIA APÓS O NASCIMENTO), RESULTOU EM UM AUMENTO DOS NÍVEIS SÉRICOS
DE CREATININA QUINASE E TRANSAMINASE OXALACÉTICO, QUE FORAM
ACOMPANHADAS MICROSCOPICAMENTE ATRAVÉS DA DEGENERAÇÃO DA
MUSCULATURA ESQUELÉTICA, NECROSE E REGENERAÇÃO. OUTROS ACHADOS
EM RATOS AOS QUAIS TAMBÉM FORAM ADMINISTRADOS 30 mg/kg DE
FLUOXETINA CONSTATARAM DEGENERAÇÃO E NECROSE DOS TÚBULOS
SEMINÍFEROS DOS TESTÍCULOS, VACUOLIZAÇÃO DO EPITÉLIO DO EPIDÍDIMO
DOS RATOS MACHOS E IMATURIDADE / INATIVIDADE DO TRATO REPRODUTIVO
DOS RATOS FÊMEAS.
AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS ALCANÇADAS NESTES ANIMAIS FORAM
MAIORES QUANDO COMPARADAS COM AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS
NORMALMENTE ALCANÇADAS EM PACIENTES PEDIÁTRICOS (EM ANIMAIS QUE
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RECEBERAM 30 mg/kg, O AUMENTO FOI DE APROXIMADAMENTE 5 A 8 VEZES
PARA FLUOXETINA E 18 A 20 VEZES PARA NORFLUOXETINA. EM ANIMAIS QUE
RECEBERAM 10 mg/kg, O AUMENTO FOI DE APROXIMADAMENTE 2 VEZES PARA
FLUOXETINA E 8 VEZES PARA NORFLUOXETINA). APÓS UM PERÍODO DE
RECUPERAÇÃO DE APROXIMADAMENTE 11 SEMANAS, FORAM REALIZADAS
AVALIAÇÕES DE ESPERMA EM RATOS QUE HAVIAM SIDO MEDICADOS COM 30
mg/kg DE FLUOXETINA, QUE INDICARAM UMA DIMINUIÇÃO DE
APROXIMADAMENTE 30% NAS CONCENTRAÇÕES DE ESPERMA SEM AFETAR
SUA MORFOLOGIA OU MOTILIDADE. UMA AVALIAÇÃO MICROSCÓPICA DOS
TESTÍCULOS E EPIDÍDIMOS DESTES RATOS INDICARAM QUE A DEGENERAÇÃO
TESTICULAR FOI REVERSÍVEL. OCORRERAM ATRASOS NA MATURAÇÃO SEXUAL
NOS RATOS MACHOS TRATADOS COM 10 mg/kg E NAS FÊMEAS E MACHOS
TRATADOS COM 30 mg/kg. A RELEVÂNCIA DESTES ACHADOS EM SERES
HUMANOS É DESCONHECIDA. HOUVE UMA DIMINUIÇÃO NA EXTENSÃO DE
CRESCIMENTO DO FÊMUR DE RATOS TRATADOS COM 30 mg/kg QUANDO
COMPARADOS COM O GRUPO DE CONTROLE.
GRAVIDEZ (CATEGORIA C) ­ OS DADOS DE UM GRANDE NÚMERO DE
GESTANTES EXPOSTAS À FLUOXETINA NÃO INDICARAM O APARECIMENTO DE
REAÇÕES ADVERSAS TANTO NA GRAVIDEZ QUANTO, ESPECIALMENTE, NA
SAÚDE DO FETO/RECÉM-NASCIDO. ENTRETANTO, DEVE-SE TER CUIDADO
PARTICULARMENTE NO FINAL DA GRAVIDEZ, QUANDO OS SINTOMAS
TRANSITÓRIOS DE RETIRADA DA DROGA (EX. TREMORES TRANSITÓRIOS,
DIFICULDADE NA ALIMENTAÇÃO, TAQUIPNÉIA E IRRITABILIDADE) FORAM
RARAMENTE RELATADOS EM NEONATOS APÓS O USO DA DROGA PRÓXIMO AO
TERMO. A FLUOXETINA PODE SER ADMINISTRADA DURANTE A GRAVIDEZ SE
OS BENEFÍCIOS DO TRATAMENTO JUSTIFICAREM O RISCO POTENCIAL DESTA
DROGA.
LACTANTES – A FLUOXETINA É EXCRETADA NO LEITE HUMANO. PORTANTO
DEVE-SE TER CUIDADO QUANDO A FLUOXETINA FOR ADMINISTRADA A
MULHERES QUE ESTEJAM AMAMENTANDO.
TRABALHO DE PARTO E NASCIMENTO – O EFEITO DA FLUOXETINA SOBRE O
TRABALHO DE PARTO E NASCIMENTO NOS SERES HUMANOS É DESCONHECIDO.
EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR E OPERAR MÁQUINAS – PROZAC
PODE INTERFERIR NA CAPACIDADE DE JULGAMENTO, PENSAMENTO E AÇÃO.
PORTANTO, OS PACIENTES DEVEM EVITAR DIRIGIR VEÍCULOS OU OPERAR
MAQUINÁRIO ATÉ QUE TENHAM CERTEZA DE QUE SEU DESEMPENHO NÃO FOI
AFETADO.
ATENÇÃO: ESTE MEDICAMENTO NA FORMA DE CÁPSULAS DE 90 MG DE
LIBERAÇÃO RETARDADA CONTÉM AÇÚCAR (SACAROSE), PORTANTO, DEVE
SER USADO COM CAUTELA EM PORTADORES DE DIABETES.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
USO PEDIÁTRICO – A SEGURANÇA E A EFICÁCIA EM CRIANÇAS NÃO FORAM
ESTABELECIDAS.
USO GERIÁTRICO – NÃO FORAM OBSERVADAS DIFERENÇAS NA SEGURANÇA E
EFICÁCIA ENTRE PACIENTES IDOSOS E JOVENS. OUTROS RELATOS DE
EXPERIÊNCIAS CLÍNICAS NÃO IDENTIFICARAM DIFERENÇAS NAS RESPOSTAS DE
PACIENTES JOVENS OU IDOSOS, MAS UMA SENSIBILIDADE MAIOR DE ALGUNS
INDIVÍDUOS MAIS IDOSOS NÃO PODE SER EXCLUÍDA.
DOENÇAS E/OU TERAPIAS CONCOMITANTES – UMA DOSE MAIS BAIXA OU
MENOS FREQÜENTE DEVE SER CONSIDERADA EM PACIENTES COM
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COMPROMETIMENTO HEPÁTICO, DOENÇAS CONCOMITANTES OU NAQUELES
QUE ESTEJAM TOMANDO VÁRIOS MEDICAMENTOS.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
DROGAS METABOLIZADAS PELO SISTEMA P450IID6 – DEVIDO AO POTENCIAL
DA FLUOXETINA EM INIBIR A ISOENZIMA DO CITOCROMO P450IID6, O
TRATAMENTO COM DROGAS PREDOMINANTEMENTE METABOLIZADAS PELO
SISTEMA CP450IID6 E QUE TENHAM UM ÍNDICE TERAPÊUTICO ESTREITO DEVE
SER INICIADO COM O LIMITE MAIS BAIXO DE DOSE, CASO O PACIENTE ESTEJA
RECEBENDO FLUOXETINA CONCOMITANTEMENTE OU A TENHA RECEBIDO NAS
5 SEMANAS ANTERIORES. SE A FLUOXETINA FOR ADICIONADA AO
TRATAMENTO DE UM PACIENTE QUE JÁ ESTEJA RECEBENDO UMA DROGA
METABOLIZADA PELO CP450IID6, A NECESSIDADE DE DIMINUIÇÃO DA DOSE DA
MEDICAÇÃO ORIGINAL DEVE SER CONSIDERADA.
DEVIDO AO RISCO DE ARRITMIAS VENTRICULARES GRAVES E DE MORTE
SÚBITA, POTENCIALMENTE ASSOCIADA COM UMA ELEVAÇÃO DOS NÍVES DE
TIORIDAZINA, NÃO DEVE SER REALIZADA A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE
DE TIORIDAZINA (MELLERIL®) COM FLUOXETINA OU, DEVE-SE AGUARDAR NO
MÍNIMO 5 SEMANAS APÓS O TÉRMINO DO TRATAMENTO COM FLUOXETINA
PARA SE ADMINISTRAR A TIORIDAZINA.
DROGAS COM AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL – FORAM OBSERVADAS
ALTERAÇÕES NOS NÍVEIS SANGUÍNEOS DE FENITOÍNA, CARBAMAZEPINA,
HALOPERIDOL, CLOZAPINA, DIAZEPAM, ALPRAZOLAM, LÍTIO, IMIPRAMINA E
DESIPRAMINA E, EM ALGUNS CASOS, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE
TOXICIDADE. DEVE SER CONSIDERADO O USO DE ESQUEMAS CONSERVADORES
DE TITULAÇÃO DE DROGAS CONCOMITANTES E MONITORIZAÇÃO DO ESTADO
CLÍNICO. O USO CONCOMITANTE DE OUTRAS DROGAS COM ATIVIDADE
SEROTONINÉRGICA (EX.: INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DA
SEROTONINA, INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DA NORADRENALINA,
TRIPTANOS OU TRAMADOL) PODEM RESULTAR NUMA SÍNDROME
SEROTONÉRGICA.
LIGAÇÃO ÀS PROTEÍNAS DO PLASMA – DEVIDO AO FATO DE A FLUOXETINA
ESTAR FIRMEMENTE LIGADA À PROTEÍNA DO PLASMA, A ADMINISTRAÇÃO DE
FLUOXETINA A UM PACIENTE QUE ESTEJA TOMANDO OUTRA DROGA QUE SEJA
FIRMEMENTE LIGADA À PROTEÍNA PODE CAUSAR UMA MUDANÇA NAS
CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DA MESMA.
VARFARINA - EFEITOS ANTICOAGULANTES ALTERADOS (VALORES DE
LABORATÓRIO E/OU SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS), INCLUINDO
SANGRAMENTO, SEM UM PADRÃO CONSISTENTE, FORAM REPORTADOS COM
POUCA FREQÜÊNCIA QUANDO A FLUOXETINA E A VARFARINA FORAM CO-
ADMINISTRADAS. COM A MESMA PRUDÊNCIA DO USO CONCOMITANTE DE
VARFARINA COM MUITAS OUTRAS DROGAS, OS PACIENTES EM TRATAMENTO
COM VARFARINA DEVEM SER CUIDADOSAMENTE MONITORADOS QUANTO À
COAGULAÇÃO QUANDO SE INICIA OU INTERROMPE A FLUOXETINA.
DROGAS QUE INTERFEREM NA HOMEOSTASE (ANTINFLAMATÓRIOS NÃO
ESTEROIDAIS – AINES, ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, VARFARINA, ETC.) ­ A
LIBERAÇÃO DE SEROTONINA PELAS PLAQUETAS DESEMPENHA UM PAPEL
IMPORTANTE NA HOMEOSTASE. ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS, CASO-CONTROLE
E COORTE, TÊM DEMONSTRADO UMA ASSOCIAÇÃO ENTRE O USO DE DROGAS
PSICOTRÓPICAS (QUE INTERFEREM NA RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA) E A
OCORRÊNCIA DE AUMENTO DE SANGRAMENTO GASTROINTESTINAL, QUE
TAMBÉM TEM SIDO DEMONSTRADO DURANTE O USO CONCOMITANTE DE UMA
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DROGA PSICOTRÓPICA COM UM AINE OU ÁCIDO ACETILSALICÍLICO. PORTANTO,
OS PACIENTES DEVEM SER ADVERTIDOS SOBRE O USO CONCOMITANTE DESTAS
DROGAS COM FLUOXETINA.
TRATAMENTO ELETROCONVULSIVO – HOUVE RAROS RELATOS DE
CONVULSÕES PROLONGADAS EM PACIENTES USANDO A FLUOXETINA E QUE
RECEBERAM TRATAMENTO ELETROCONVULSIVO.
MEIA-VIDA DE ELIMINAÇÃO ­ DEVIDO AO FATO DA FLUOXETINA E DO SEU
PRINCIPAL METABÓLITO, A NORFLUOXETINA, POSSUÍREM UMA LONGA MEIA-
VIDA DE ELIMINAÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS QUE INTERAJAM COM
ESSAS SUBSTÂNCIAS PODE PRODUZIR CONSEQÜÊNCIAS AO PACIENTE APÓS A
INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO COM PROZAC.
REAÇÕES ADVERSAS
COMO REPORTADO COM OUTROS ANTIDEPRESSIVOS INIBIDORES SELETIVOS DA
RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA, FORAM RELATADOS OS SEGUINTES EFEITOS
ADVERSOS COM A FLUOXETINA:
ORGANISMO COMO UM TODO – SINTOMAS AUTONÔMICOS (INCLUINDO
SECURA DA BOCA, SUDORESE, VASODILATAÇÃO, CALAFRIOS),
HIPERSENSIBILIDADE (INCLUINDO PRURIDO, ERUPÇÕES DA PELE, URTICÁRIA,
REAÇÃO ANAFILACTÓIDE, VASCULITE, REAÇÃO SEMELHANTE À DOENÇA DO
SORO, ANGIOEDEMA) ­ VER CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES - SÍNDROME
SEROTONÉRGICA, CARACTERIZADA PELO CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS
CLÍNICAS DE ALTERAÇÕES NO ESTADO MENTAL E NA ATIVIDADE
NEUROMUSCULAR, EM COMBINAÇÃO COM DISFUNÇÃO DO SISTEMA NERVOSO
AUTÔNOMO (VER CONTRA-INDICAÇÕES - INIBIDORES DA MONOAMINO
OXIDASE), FOTOSSENSIBILIDADE, ERITEMA MULTIFORME.
SISTEMA CARDIOVASCULAR – NÃO RELATADOS.
SISTEMA DIGESTIVO – DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS (INCLUINDO
DIARRÉIA, NÁUSEA, VÔMITO, DISFAGIA, DISPEPSIA, ALTERAÇÃO DO PALADAR),
HEPATITE IDIOSSINCRÁTICA MUITO RARA.
SISTEMA ENDÓCRINO – SECREÇÃO INAPROPRIADA DE ADH.
SISTEMAS HEMATOLÓGICO E LINFÁTICO – EQUIMOSE.
SISTEMAS METABÓLICO E NUTRICIONAL ­ NÃO RELATADOS.
SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO ­ NÃO RELATADOS.
SISTEMA NERVOSO – TREMOR/MOVIMENTO ANORMAL (INCLUINDO
CONTRAÇÃO, ATAXIA, SÍNDROME BUCO-GLOSSAL, MIOCLONIA, TREMOR),
ANOREXIA (INCLUINDO ANOREXIA, PERDA DE PESO), ANSIEDADE E SINTOMAS
ASSOCIADOS (INCLUINDO PALPITAÇÃO, ANSIEDADE, NERVOSISMO,
INQUIETAÇÃO PSICOMOTORA), VERTIGEM, FADIGA (INCLUINDO SONOLÊNCIA,
ASTENIA), ALTERAÇÃO DE CONCENTRAÇÃO OU RACIOCÍNIO (INCLUINDO
CONCENTRAÇÃO DIMINUÍDA, PROCESSO DE RACIOCÍNIO PREJUDICADO,
DESPERSONALIZAÇÃO), REAÇÃO MANÍACA, DISTÚRBIOS DO SONO (INCLUINDO
SONHOS ANORMAIS, INSÔNIA), CONVULSÕES.
SISTEMA RESPIRATÓRIO – BOCEJO.
PELE E ANEXOS – ALOPECIA.
ÓRGÃOS DOS SENTIDOS – VISÃO ANORMAL (INCLUINDO VISÃO TURVA,
MIDRÍASE).
SISTEMA UROGENITAL – ANORMALIDADES NA MICÇÃO (INCLUINDO
INCONTINÊNCIA URINÁRIA, DISÚRIA), PRIAPISMO/EREÇÃO PROLONGADA,
DISFUNÇÃO SEXUAL (INCLUINDO DIMINUIÇÃO DA LIBIDO, AUSÊNCIA OU
ATRASO NA EJACULAÇÃO, ANORGASMIA, DISFUNÇÃO ERÉTIL).

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SUPERDOSE
Sintomas: Os casos de superdose de fluoxetina isolada geralmente têm uma evolução
favorável. Os sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção
cardiovascular (variando desde arritmias assintomáticas até parada cardíaca), disfunção
pulmonar e sinais de alteração do SNC (variando de excitação ao coma). Os relatos de morte
por superdose de fluoxetina isolada têm sido extremamente raros.
Tratamento: É recomendada a monitoração dos sinais cardíacos e vitais, junto com as medidas
sintomáticas gerais e de suporte. Não é conhecido antídoto específico. A diurese forçada,
diálise, hemoperfusão e transfusão provavelmente não serão benéficas. No tratamento da
superdose deve ser considerada a possibilidade do envolvimento de múltiplas drogas.

ARMAZENAGEM
O produto deve ser mantido em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz, calor e
umidade. O prazo de validade do produto nestas condições de armazenagem é de 2 anos.
Esse produto é controlado pela portaria no 344 de 12/05/1998 ­ Lista C1.
REGISTRO MS – 1.1260.0007

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Farm. Resp.: Márcia A. Preda – CRF-SP nº 19189
Fabricação, validade e número de lote, vide cartucho.

Apresentação de PROZAC em comprimidos dispersíveis:
Fabricado e Embalado por: LILLY, S.A. ALCOBENDAS ­ Madri, Espanha
Apresentação PROZAC DuraPac:
(cápsulas de liberação retardada 90 mg):
Fabricado e Embalado por: ELI LILLY AND COMPANY – Indianápolis, IN, EUA.

Apresentação PROZAC cápsulas de 20 mg:
Fabricado e Embalado por: ELI LILLY DO BRASIL LTDA ­ São Paulo, Brasil.
Distribuído por:
ELI LILLY DO BRASIL LTDA.
Av. Morumbi, 8264 – São Paulo ­ SP, Brasil
CNPJ 43.940.618/0001-44
Indústria Brasileira

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