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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável

VISIPAQUE TM
iodixanol
Solução injetável
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
VISIPAQUE (iodixanol) 270 mg I/ mL-
cartucho contendo 1 frasco-ampola de 50 mL

cartucho contendo 1 frasco-ampola de 100 mL
VISIPAQUE (iodixanol) 320 mg I/ mL-
cartucho contendo 1 frasco-ampola de 50 mL

cartucho contendo 1 frasco-ampola de 100 mL
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução contém:
270 mg I/mL 320 mg I/mL
iodixanol

550 mg
652 mg
Veículo q.s.p.
1 mL
1 mL
Contém: trometamol, cloreto de sódio, cloreto de cálcio, edetato cálcico de sódio, água para
injetáveis.
O pH é ajustado entre 6,8-7,6 com ácido clorídrico.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE
Ação esperada do produto
VISIPAQUE (iodixanol) é um produto destinado ao auxílio de exames radiológicos, permitindo que o
médico visualize imagens do interior do corpo com maiores detalhes.
Cuidados de conservação
VISIPAQUE (iodixanol) deve ser guardado em sua embalagem original. Evitar calor excessivo
(temperatura superior a 40ºC) e proteger da luz. Não congelar.
Prazo de validade
Impresso na embalagem
Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com prazo de
validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Gravidez e lactação
Os trabalhos sobre VISIPAQUE (iodixanol) não revelaram casos de alterações sobre a evolução de
uma gravidez ou sobre o feto, devidas ao seu uso. Entretanto, se você estiver grávida ou planejando
engravidar, consulte o seu médico. O aleitamento materno deve ser interrompido desde a
administração de VISIPAQUE (iodixanol) até 24 horas após, pois este contraste pode ser excretado
no leite materno.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez à indicação do exame radiológico. Informar ao médico
se está amamentando.
Cuidados de administração
Após a injeção de VISIPAQUE (iodixanol), notifique o médico responsável pela realização do exame,
caso venha a ter qualquer sintoma.
Siga a orientação do seu médico, quanto aos cuidados necessários, referentes aos exames
radiológicos.
Reações adversas
Costumam ser leves e transitórias. As mais comuns são: sensação de calor ou frio, dor
abdominal, e reações alérgicas.
Informe seu médico, o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Uso concomitante com outras substâncias
Notifique o médico que solicitou o exame ou àquele responsável por sua realização se
você usa os seguintes tipos de medicação: hipoglicemiantes orais (medicação para o
diabetes mellitus), interleucina-2 ou medicações para doenças da tireóide.
Contra-indicações e Precauções
Se você é portador de doenças da glândula tireóide, doenças cardíacas, hipertensão
arterial, doenças neurológicas, ou se já sofreu alguma reação alérgica a contrastes
radiológicos, notifique o médico que solicitou o exame ou àquele que irá realizá-lo.
Se você foi submetido a exame com injeção de contraste em coluna vertebral
(mielografia), não dirija ou opere máquinas até 24 horas após o exame.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando à indicação de
exame radiológico
INFORMAÇÃO TÉCNICA
Características
O iodixanol é um meio de contraste radiológico não-iônico, dimérico, hexaiodinatado e solúvel em
água. Soluções aquosas puras de iodixanol em todas as concentrações clínicas relevantes
apresentam uma osmolalidade inferior em relação àquela do sangue total e àquelas das potências
correspondentes dos meios de contraste monoméricos não-iônicos. O VISIPAQUE (IODIXANOL)
torna-se isotônico em contato com os fluidos corporais normais através da adição de eletrólitos. Os
valores de osmolalidade e de viscosidade de VISIPAQUE (iodixanol) são os seguintes:



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável

Osmolalidade*
Viscosidade (mPa.s)
Concentração mOsm/kg H2O
37ºC
a 20ºC a 37ºC

270 mg I/mL
290

11,3
5,8
320 mg I/mL
290

25,4
11,4
*Método: Osmometria de vapor-pressão.

Propriedades farmacodinâmicas
O iodo organicamente ligado absorve radiação nos vasos sangüíneos/tecidos quando é injetado. Na
maioria dos parâmetros hemodinâmicos, clínico-químicos e da coagulação examinados após a
injeção intravenosa de iodixanol em voluntários sadios, não se detectou nenhum desvio significativo
dos valores prévios à injeção. Os parâmetros cardiovasculares, como a pressão diastólica final e a
pressão sistólica do ventrículo esquerdo, a freqüência cardíaca e o intervalo QT, bem como o fluxo
sangüíneo femoral, foram menos influenciados após a administração de VISIPAOUE (iodixanol) em
relação a outros meios de contraste, sempre que foram medidos.
Propriedades farmacocinéticas
O iodixanol se distribui rapidamente no organismo, com uma meia-vida de distribuição média de
cerca de 21 minutos. O volume de distribuição aparente é da mesma magnitude que o do líquido
extracelular (0,26 l/kg de peso corporal), indicando que o iodixanol é distribuído apenas no volume
extracelular.
Nenhum metabólito foi detectado. A ligação a proteínas é inferior a 2%.
A meia-vida de eliminação média é de aproximadamente 2 horas. O iodixanol é excretado
principalmente através dos rins por filtração glomerular. Cerca de 80% da dose administrada é
recuperada não metabolizada na urina dentro de 4 horas, e 97% dentro de 24 horas após a injeção
intravenosa em voluntários sadios. Apenas 1,2% da dose injetada é excretada nas fezes dentro de
72 horas. A concentração urinária máxima surge cerca de 1 hora após a injeção. Na faixa de dose
recomendada, não se observou uma cinética dependente da dose.
Indicações
Meio de contraste radiográfico para angiocardiografia, angiografia cerebral (convencional e
angiografia por subtração digital intra-arterial), arteriografia periférica (convencional e angiografia
por subtração digital intra-arterial), angiografia abdominal (angiografia por subtração digital intra-
arterial), urografia, venografia, TC com captação de contraste. Mielografia lombar, torácica e
cervical.
Contra-indicações
Tireotoxicose franca. História de uma reação de hipersensibilidade grave contra
VISIPAQUE (iodixanol).
Precauções e Advertências
Precauções especiais para o uso de meios de contraste não-iônicos em geral
Uma história positiva de alergia, asma ou reações adversas contra meios de contraste
iodados indica a necessidade de serem adotadas precauções especiais. Nestes casos,
pode-se considerar a pré-medicação com corticosteróides ou antagonistas H1 e H2 da
histamina.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
O risco de reações sérias relacionadas ao uso de VISIPAQUE (iodixanol) é considerado
menor. Não obstante, os meios de contraste iodados podem causar reações anafilactóides
ou outras manifestações de hipersensibilidade. Por conseguinte, deve-se planejar
antecipadamente uma conduta terapêutica, com as drogas e o equipamento necessários
disponíveis para tratamento imediato, para o caso de ocorrer uma reação séria. É
aconselhável usar sempre uma cânula ou cateter permanente para acesso intravenoso
rápido durante todo o procedimento radiográfico.
Os meios de contraste não-iônicos exercem menos efeitos sobre o sistema de coagulação
in vitro, em comparação com os meios de contraste iônicos. Ao realizar procedimentos de
cateterismo vascular, deve-se ter atenção meticulosa com a técnica angiográfica e lavar o
cateter com freqüência (p. ex.. com solução salina heparinizada) a fim de reduzir ao
mínimo o risco de trombose e embolia relacionado ao procedimento.
Deve-se garantir uma hidratação adequada antes da administração do meio de contraste e
depois dela. Isto se aplica, em especial, aos pacientes com mieloma múltiplo, diabetes
mellitus, disfunção renal, bem como a lactentes, crianças pequenas e idosos. Os lactentes
pequenos (< 1 ano de idade) e especialmente os recém-nascidos são susceptíveis a
desequilíbrios eletrolíticos e alterações hemodinâmicas.
Deve-se ter uma cautela especial nos pacientes com cardiopatias graves e hipertensão
pulmonar porque eles podem apresentar alterações hemodinâmicas ou arritmias.
Os pacientes com patologia cerebral aguda, tumores ou história de epilepsia estão
predispostos a convulsões e merecem cuidados especiais. Além disso, os alcoólatras e os
viciados em drogas estão sob um risco mais elevado para convulsões e reações
neurológicas.
Para prevenir a insuficiência renal aguda depois da administração de meios de contraste,
deve-se ter uma cautela especial com os pacientes apresentando disfunção renal pré-
existente e diabetes mellitus, uma vez que são pacientes de risco. Os pacientes com
paraproteinemias (mielomatose e macroglobulinemia de Waldenstron) também estão sob
risco.
As medidas preventivas incluem:
-
Identificação dos pacientes de alto risco.
-
Assegurar uma hidratação adequada. Se for necessário, manter uma infusão IV desde
antes do procedimento até que o meio de contraste tenha sido eliminado pelos rins.
-
Evitar uma carga adicional sobre os rins sob a forma de medicamentos nefrotóxicos,
agentes orais para colecistografia, pinçamento arterial, angioplastia arterial renal ou
grande cirurgia, até que o meio de contraste tenha sido eliminado.
-
Adiar um novo exame com meio de contraste até que a função renal retorne aos níveis
prévios ao exame.
Deve-se ter uma cautela especial com os pacientes apresentando alterações graves da
função renal e hepática, porque a eliminação do meio de contraste pode estar
significativamente retardada. Os pacientes sob hemodiálise podem receber meios de
contraste para procedimentos radiológicos, desde que a diálise seja realizada
imediatamente após o procedimento.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
A administração de meios de contraste iodados pode agravar os sintomas da miastenia
gravis. Aos pacientes com feocromocitoma submetidos a procedimentos invasivos, deve-
se oferecer alfa-bloqueadores como profilaxia para crises hipertensivas. Deve-se ter
cuidado especial com os pacientes com hipertireoidismo. Aqueles com bócio multinodular
podem estar sob risco de hipertireoidismo após a administração de meios de contraste
iodados. Também deve-se ter em mente a possibilidade de induzir hipotireoidismo
transitório em lactentes prematuros que recebem meios de contraste.
O extravasamento de VISIPAQUE (iodixanol) não foi relatado, mas é provável que, devido
a sua isotonicidade, o VISIPAQUE (iodixanol) cause menos dor local e edema
extravascular do
que os meios de contraste hiperosmolares. Nos casos de
extravasamento, recomendam-se a elevação e resfriamento do local afetado como
medidas de rotina. A descompressão cirúrgica pode ser essencial nos casos de síndrome
de compartimento.
Cuidados de administração
Como todos os produtos parenterais, VISIPAQUE (iodixanol) deve ser inspecionado
visualmente para detectar a presença de partículas, alteração da coloração e da
integridade do recipiente, antes do seu uso.
O produto deve ser coletado dentro de uma seringa imediatamente antes do uso. As
ampolas destinam-se a ser usadas uma única vez, assim qualquer quantidade não usada
deve ser descartada.
VISIPAQUE (iodixanol) pode ser aquecido à temperatura corporal (37ºC) antes de sua
administração.
Não se observaram incompatibilidades com outros produtos. Contudo, o VISIPAOUE não
deve ser misturado diretamente com outras drogas. Deve-se usar uma seringa separada.
Instruções adicionais para bombas infusoras
Os frascos de 500 mL de meio de contraste devem ser usados exclusivamente com
bombas infusoras automáticas, aprovadas para este volume. Deve-se usar um único
procedimento de perfuração.
O equipo que segue a partir da bomba infusora automática para o paciente deve ser
trocado após cada paciente. Qualquer quantidade não usada do meio de contraste que
permanecer no frasco e todos os equipos devem ser descartados ao fim do dia. Quando
conveniente, também podem-se usar frascos menores. É essencial seguir as instruções do
fabricante da bomba infusora automática.
Gravidez e lactação:
Não se estabeleceu a segurança do VISIPAQUE (iodixanol) para uso durante a gestação
humana. Uma avaliação de estudos com animais de laboratório não indicou efeitos
nocivos diretos ou indiretos no que diz respeito à reprodução, desenvolvimento do
embrião ou do feto, evolução da gestação e evolução peri- ou pós-natal. Estudos de
reprodução em ratas e coelhas não revelaram quaisquer evidências de redução da
fertilidade ou de teratogenicidade devidas ao iodixanol.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Como a exposição à radiação deve sempre que possível ser evitada durante a gravidez, os
benefícios de qualquer exame radiográfico, com ou sem meios de contraste, devem ser
cuidadosamente ponderados contra um possível risco, O produto não deve ser usado na
gravidez, a menos que o beneficio sobrepuje o risco e o exame seja considerado essencial
pelo médico.
O grau de excreção no leite humano é desconhecido, porém supõe-se que seja baixo. O
aleitamento materno deve ser suspenso antes da administração de VISIPAOUE
(iodixanol), e não deve ser reiniciado até no mínimo 24 horas depois.
Tempo de observação:
Depois da administração do meio de contraste, o paciente deve permanecer sob
observação durante no mínimo 30 minutos, porque a maioria dos efeitos colaterais sérios
ocorre dentro deste período. Não obstante, a experiência mostra que reações de
hipersensibilidade podem surgir até várias horas ou dias depois da injeção.
Uso intratecal:
Após uma mielografia, o paciente deve permanecer em repouso com a cabeça e o tórax
elevados cerca de 20º durante uma hora. Em seguida, ele pode deambular com cuidado,
mas deve evitar agachar-se. A cabeça e o tórax devem ser mantidos elevados durante as
primeiras 6 horas, se ele permanecer no leito. Os pacientes suspeitos de terem um baixo
limiar para convulsões devem ser observados durante este período. Os pacientes
ambulatoriais não devem ser deixados totalmente a sós nas primeiras 24 horas.
Não é recomendável dirigir veículos ou operar máquinas durante as primeiras 24 horas
seguintes a um exame intratecal.
Interações medicamentosas
O uso de meios de contraste iodados pode causar uma alteração transitória da função
renal e isto pode precipitar uma acidose láctica em pacientes diabéticos que estejam
recebendo biguanidas (metformin). Como medida de precaução, as biguanidas devem ser
suspensas 48 horas antes do exame com meio do contraste e reiniciadas somente depois
que a função renal tiver se estabilizado.
Em pacientes tratados com interleucina-2 menos de duas semanas antes da injeção de um
meio de contraste iodado, detectou-se um risco mais elevado de reações tardias
(sintomas gripais ou reações cutâneas).
Todos os meios de contraste iodados podem interferir nas provas de função tireoidiana,
pois a capacidade de ligação da tireóide ao iodo pode ser reduzida durante várias
semanas.
Reações adversas e alterações em exames laboratoriais
A seguir são citados os possíveis efeitos colaterais em relação a procedimentos
radiográficos que incluam o uso de VISIPAQUE (iodixanol).



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Uso intravascular
Os efeitos indesejáveis associados ao uso de meios de contraste iodados costumam ser
leves a moderados e de caráter transitório, e menos freqüentes com meios de contraste
não-iônicos do que com os iônicos. As reações graves bem como os óbitos são observados
apenas em ocasiões muito raras.
O evento adverso mais freqüente é uma sensação leve e generalizada de calor ou frio.
Uma sensação de calor na angiografia periférica é comum (incidência > 1:10), enquanto
dor distal ocorre eventualmente (incidência < 1:10, porém > 1:100).
A dor/desconforto abdominal é muito rara (incidência < 1:1.000) e as reações
gastrointestinais, como náusea e vômitos, são infreqüentes (incidência < 1:100 porém >
1:1.000).
As reações de hipersensibilidade ocorrem em alguns casos e geralmente apresentam-se
como sintomas respiratórios ou cutâneos, tais como dispnéia, exantema, eritema,
urticária, prurido e angioedema. Podem aparecer imediatamente após a injeção ou até
alguns dias mais tarde. Pode ocorrer hipotensão ou febre. Relataram-se reações cutâneas
tóxicas graves. As manifestações graves como edema laríngeo, broncoespasmo, edema
pulmonar e choque anafilático são muito raras.
As reações anafilactóides podem ocorrer, seja qual for a dose e o modo de administração,
e sintomas leves de hipersensibilidade podem representar os primeiros sinais de uma
reação séria. A administração do meio de contraste deve ser suspensa imediatamente e,
se necessário, o tratamento específico instituído por meio de acesso vascular. Os
pacientes em uso de beta-bloquedores podem apresentar-se com sintomas atípicos de
anafilaxia, os quais podem ser erroneamente interpretados como sendo uma reação vagal.
As reações vagais que causam hipotensão e bradicardia são encontradas em ocasiões
muito raras.
O iodismo ou “caxumba por iodo" é uma complicação muito rara dos meios de contraste
iodados que causa tumefação e dor à palpação das glândulas salivares durante
aproximadamente l0 dias depois do exame.
Uma elevação transitória e leve da creatinina sérica é freqüente depois da administração
de meios de contraste iodados, mas não costuma ter importância clínica. A insuficiência
renal é muito rara. Entretanto, relataram-se casos de óbito em grupos de pacientes de
alto risco.
Um espasmo arterial pode suceder uma injeção nas artérias coronárias, cerebrais ou
renais e resultar em isquemia transitória.
As reações neurológicas são muito raras. Incluem cefaléia, tontura, convulsões ou
perturbações motoras ou sensitivas transitórias. Em situações muito raras, o meio de
contraste atravessa a barreira hematoencefálica, resultando na captação do meio de
contraste pelo córtex cerebral, o que é evidente em uma TC até o dia seguinte ao do
exame, às vezes associada a confusão ou cegueira cortical transitórias.
As complicações cardíacas são muito infreqüentes, e incluem arritmias, depressão ou
sinais de isquemia. Pode ocorrer hipertensão arterial.
A trombofleblite ou trombose pós-flebográfica é muito rara. Descreveram-se muito
poucos casos de artralgia.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Uso intratecal
Os efeitos indesejáveis que sucedem o uso intratecal podem ser tardios e surgir algumas
horas ou mesmo dias após o procedimento. A freqüência é semelhante à da punção
lombar simples.
Cefaléia, náusea, vômitos ou tontura são comuns e podem ser atribuídos principalmente à
perda de pressão no espaço subaracnóideo em conseqüência do extravasamento no local
da punção. Alguns desses pacientes podem ter uma cefaléia intensa que dura vários dias.
Deve-se evitar uma retirada excessiva de líquido cefalorraquidiano a fim de reduzir ao
mínimo a perda de pressão liquórica.
Pode ocorre dor local leve e dor radicular no local da injeção.
Irritação meníngea associada a fotofobia e meningismo e meningite química franca foram
observados com outros meios de contraste iodados não-iônicos. Também deve-se
considerar a possibilidade de meningite infecciosa.
De modo semelhante, as manifestações de uma disfunção cerebral transitória foram
detectadas em situações muito raras com o uso de outros meios de contraste iodados
nâo-iônicos. As manifestações incluíram convulsões, confusão transitória, ou disfunção
motora ou sensitiva transitória. Alterações do EEG são encontradas em alguns desses
pacientes.
Todos os meios de contraste iodados podem interferir com os testes de função tireoidiana.
A capacidade do tecido tireoidiano de se ligar ao iodo pode ser reduzida durante um
período de até duas semanas. As altas concentrações do meio de contraste no soro e na
urina podem interferir com a dosagem laboratorial in vitro de bilirrubinas, proteínas ou
substâncias inorgânicas (p.ex., ferro, cobre, cálcio e fosfato). Portanto, essas substâncias
não devem ser dosadas no dia do exame.
Posologia
A dose pode variar segundo o tipo do exame, a idade, o peso, o débito cardíaco, o estado geral do
paciente e a técnica utilizada. Em geral, se usam uma concentração e um volume de iodo
aproximadamente iguais aos de outros meios de contraste radiológico iodados utilizados atualmente,
mas também se obtiveram informações diagnósticas adequadas em alguns estudos com injeção de
iodixanol com uma concentração de iodo um pouco menor. Deve-se garantir uma hidratação
adequada antes e depois da administração, assim como com os outros meios de contraste. O
produto pode ser usado pelas vias intravenosa, intra-arterial e intratecal.
As seguintes doses podem ser utilizadas como referência. As doses fornecidas para a via intra-
arterial correspondem a uma única injeção, que pode ser repetida.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Indicação/exame

Concentração
Volume
Uso intra-arterial
Arteriografias

cerebral seletiva

270/320(1) mg I/mL
5-10 mL por inj.
aortografia

270/320 mg I/mL
40-60 mL por inj.
periférica

270/320 mg I/mL
30-60 mL por inj.
visceral seletiva, ASD ia

270 mg I/mL
10-40 mL por inj.

Angiocardiografia
Adultos
Inj. ventricular esquerda e em raiz aórtica
320 mg I/mL
30-60 mL por inj.
Arteriografia coronariana seletiva
320 mg I/mL
4-8 mL por inj.
Crianças 270/320 mg I/mL De acordo com a idade, peso e
patologia (dose total máxima
recomendada 10 mL/kg)
Uso intravenoso
Urografia
Adultos
270/320 mg I/mL
40-80 mL(2)
Crianças < 7 kg
270/320 mg I/mL
2-4 mL /kg
Crianças > 7 kg
270/320 mg I/mL
2-3 mL/kg
Todas as dosagens dependem
da idade, peso corporal e
patologia (máx. 50 mL)
Venografia

270 mg I/mL
50-150 mL/perna
TC com contraste
TC de crânio, adultos

270/320 mg I/mL
50-150 mL
TC de corpo, adultos

270/320 mg I/mL
75-150 mL
Crianças, TC de crânio e de corpo 270/320 mg I/mL 2-3 mL/kg até 50 mL
(em alguns casos até 150 mL
podem ser administrados)
Uso intratecal
Mielografia torácica e lombar

270 mg I/mL
10-12 mL(3)
(injeção lombar)

ou
320 mg I/mL
10 mL(3)
Mielografia cervical

270 mg I/mL
10-12 mL(3)
(injeção lombar ou cervical)
ou 320 mg I/mL
10 mL(3)
(1) Ambas dosagens estão documentadas, porém 270 mg I/mL é a dose recomendada na maioria
dos casos.
(2) Em casos selecionados se pode exceder os 80 mL.
(3) Para reduzir ao mínimo as possíveis reações adversas não se deve exceder uma dose total de
3,2 g de iodo.



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VISIPAQUE (iodixanol)
Solução Injetável
Superdosagem
Uma superdosagem é improvável nos pacientes com função renal normal. A duração do
procedimento é importante considerando-se a tolerabilidade renal para doses elevadas de meios de
contraste (t1/2 de cerca de 2 horas). Na eventualidade de uma superdosagem acidental, as perdas
de água e eletrólitos devem ser compensadas por procedimento de infusão. A função renal deve ser
monitorada no mínimo durante os 3 dias seguintes. Se necessário, pode-se recorrer à hemodiálise
para remover o iodixanol do organismo do paciente. Não existe um antídoto específico.
Pacientes idosos
Cuidados iguais aos dos demais adultos.
ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO
EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES
ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO SUSPEITO DE
REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Lote, fabricação e validade: VIDE RÓTULO E/OU CARTUCHO
MS – 1.0394.0518.001-3
1.0394.0518.002-1
1.0394.0518.003-1
1.0394.0518.004-8
Farm. Resp.:J. G. Rocha
CRF-SP N° 4067
Fabricado por:
GE Healthcare Ireland
Cork, Ireland
Embalado por:
GE Healthcare (Shangai) Co., Ltd
Shangai ­ China
Importado por:
Farmasa
Lab. Americano de Farmacoterapia S.A.
Rua Nova York, 245 ­ São Paulo-S.P
CNPJ 61.150.819/0001-20
SAC: 0800 011 4033





INDOCID®
(indometacina), MSD
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
INDOCID® é apresentado sob a forma farmacêutica de:
Cápsulas: Caixa contendo frasco com 30 cápsulas de 25 mg ou 50 mg.
Supositório: Caixa contendo 10 supositórios de 100 mg.

COMPOSIÇÃO
Cada cápsula de INDOCID® contém 25 mg ou 50 mg de indometacina.
Excipientes: lecitina, lactose, dióxido de silício coloidal e estearato de magnésio.
Cada supositório de INDOCID® contém 100 mg de indometacina.
Excipientes: hidroxianizol butilado, hidroxitolueno butilado, ácido etilenodiamino tetracético, glicerina,
polietileno glicol e água purificada.

USO ADULTO

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
INDOCID® é um medicamento antiinflamatório com efeito analgésico e anti-febril.
Mantenha a embalagem fechada, conservar em temperatura ambiente, protegida da luz e umidade. Ao
adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao
médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Para minimizar a possibilidade de distúrbios
gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado com alimentos ou com antiácidos. Informe seu
médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
As contra-indicações ao uso de INDOCID® são hipersensibilidade aos componentes do produto, uso na
gravidez e na amamentação.
NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA
SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA
INDOCID® é um medicamento antiinflamatório não esteróide altamente eficaz, com pronunciadas atividades
analgésicas e antipiréticas.
A indometacina é uma potente inibidora da síntese de prostaglandinas in vitro. As concentrações alcançadas
durante o tratamento demonstraram ser eficazes in vivo.
A indometacina tem mostrado ser um eficaz agente antiinflamatório, apropriado para uso a longo prazo na
artrite reumatóide, na espondilite anquilosante e na osteoartrite.
A indometacina proporciona alívio dos sintomas, porém não altera o curso progressivo da doença
subjacente.
INDOCID® tem se mostrado eficaz no alívio da dor, na redução da febre, do edema, da hiperemia e da
hiperestesia da artrite gotosa aguda.
O efeito inibitório da prostaglandina proporcionado por INDOCID® mostrou ser útil no alívio da dor e dos
sintomas associados à dismenorréia.
INDICAÇÕES
·Nos estados ativos de: artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil moderada a severa, osteartrite,
artropatia degenerativa do quadril, espondilite anquilosante e artrite gotosa aguda.
·Distúrbios músculo-esqueléticos agudos, como bursite, tendinite, sinovite, tenossinovite, capsulite do
ombro, entorses e distensões.
·Lombalgia (comumente referida como lumbago), febre (como adjunto a curto prazo da terapia específica),
inflamação, dor, trismo e edema após procedimentos odontológicos.
·Inflamação, dor e edema após procedimentos cirúrgicos ortopédicos e procedimentos não cirúrgicos
associados com redução e imobilização de fraturas ou deslocamentos.
· Dor e sintomas associados da dismenorréia primária.



CONTRA-INDICAÇÕES
INDOCID® não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente deste produto.
Pacientes com crises asmáticas agudas, urticária ou rinite precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou outro
antiinflamatório não esteróide. Assim como outros agentes antiinflamatórios, a indometacina pode mascarar
os sinais e sintomas da úlcera péptica. Como a indometacina "per se" pode causar ulceração péptica ou
irritação no trato gastrointestinal, ela não deve ser administrada a pacientes com doença péptica ativa ou
com história recorrente de ulceração gastrointestinal. INDOCID® supositórios são contra-indicados em
pacientes com história de proctite ou sangramento retal recente.
Uso na gestação e em nutrizes: A administração de INDOCID® não é recomendada durante a gestação ou
lactação. INDOCID® é secretado no leite materno. Os efeitos conhecidos dos medicamentos desta classe
nos fetos humanos durante o 3º trimestre da gravidez são obstrução dos ductos arteriosos, disfunção
plaquetária com conseqüente hemorragia, disfunção ou insuficiência renal com oligohidrâmnio, hemorragia
ou perfuração gastrointestinal e mudanças degenerativas miocárdicas.
PRECAUÇÕES
Com o avançar da idade, parece aumentar a possibilidade de reações adversas , INDOCID® deve ser usado
com maior cuidado nos pacientes idosos. Não foram estabelecidas as condições de segurança para uso em
crianças com menos de dois anos de idade. As crianças devem ser rigorosamente acompanhadas. Devem
ser realizadas avaliações periódicas da função hepática em intervalos apropriados. Casos de
hepatoxicidade, incluindo óbitos, foram relatados.
Efeitos no sistema nervoso central: Cefaléia, algumas vezes acompanhada por aturdimento ou tonturas,
pode ocorrer geralmente no início do tratamento com indometacina. Embora a gravidade desses efeitos
raramente requeira interrupção da terapia, se a cefaléia persistir, apesar da redução posológica, a terapia
com indometacina deve ser interrompida. Os pacientes devem ser alertados que poderão ter tonturas e
nesse caso não devem dirigir veículos motorizados e devem evitar atividades potencialmente perigosas que
requeiram estado de alerta. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com distúrbios
psiquiátricos, epilepsia ou parkinsonismo, já que pode, em alguns casos, tender a agravar essas afecções.
Efeitos gastrintestinais: Por causa da ocorrência e, às vezes, da severidade das reações gastrintestinais, os
riscos de continuar a terapia com INDOCID® em face desses sintomas devem ser confrontados com os
possíveis benefícios para cada paciente.
Ulcerações únicas ou múltiplas, incluindo perfuração e hemorragia do esôfago, estômago, duodeno ou
intestino delgado foram relatados ocorrer com INDOCID®. Foram relatados óbitos em alguns casos.
Raramente ulceração intestinal tem sido associada com estenose e obstrução. Hemorragia gastrintestinal
sem ulceração bem definida e perfuração de lesões pré-existentes no sigmóide (divertículo, carcinoma, etc)
tem ocorrido. Aumento da dor abdominal em pacientes com colite ulcerativa ou desenvolvimento de colite
ulcerativa e ileíte regional tem sido relatado como ocorrência rara. Os efeitos gastrintestinais podem ser
reduzidos pela administração de formulações orais do medicamento imediatamente após refeições, com
alimentos ou com antiácidos.
Efeitos cardiovasculares: Foi observada a retenção hídrica e edema periférico em alguns pacientes usando
INDOCID®. Portanto, assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, INDOCID® deve ser usado
com cautela em pacientes com disfunção cardíaca, hipertensão, ou outras condições que predisponham a
retenção hídrica.
Supositórios: Tem sido relatados ocasionalmente tenesmo e irritação da mucosa retal com o uso de
INDOCID® supositórios.
Infecções: Igualmente a outros medicamentos antiinflamatórios, analgésicos e antipiréticos, a indometacina
possui o potencial de mascarar os sinais e sintomas que comumente acompanham as doenças infecciosas.
O médico deve estar alerta sobre essa possibilidade para evitar demora indevida no início do tratamento
apropriado da infecção. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com infecção existente,
porém não controlada.
Efeitos oculares: Depósitos na córnea e distúrbios na retina, inclusive na mácula, foram observados em
alguns pacientes que receberam terapia prolongada com INDOCID®. O médico deve estar alerta para a
possível associação entre estas alterações observadas e a terapia com INDOCID®, contudo, tem sido
observadas alterações oculares semelhantes em pacientes com artrite reumatóide que não receberam
indometacina. É recomendável interromper a terapia se tais alterações forem observadas. Visão embaçada
pode ser um sintoma significativo e indica a necessidade de detalhado exame oftalmológico. Já que essas
alterações podem ser assintomáticas, o exame oftalmológico a intervalos periódicos é recomendável em
pacientes sob terapia prolongada.
Agregação plaquetária: INDOCID®, como ocorre com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, pode
inibir a agregação plaquetária. Esse efeito é de duração mais curta do que o observado com ácido
acetilsalicílico e geralmente desaparece em 24 horas após a interrupção de INDOCID®. INDOCID® tem
mostrado prolongar o tempo de sangramento (porém dentro da faixa normal) em pacientes normais. Como
esse efeito pode estar exacerbado em pacientes com defeitos hemostáticos subjacentes, INDOCID® deve
ser usado com cautela em pessoas com problemas de coagulação.


Função renal: Assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, houve relatos de nefrite intersticial
aguda com hematúria, proteinúria e, ocasionalmente, síndrome nefrótica em pacientes recebendo
indometacina a longo prazo. Em pacientes com fluxo plasmático renal reduzido, quando as prostaglandinas
renais têm um papel importante na manutenção da perfusão renal, a administração de um antiinflamatório
não-esteróide pode precipitar a descompensação renal. Pacientes com maiores riscos são aqueles com
disfunção hepática ou renal, diabetes mellitus, idade avançada, depleção de volume extracelular,
insuficiência cardíaca congestiva, infecção ou uso concomitante de qualquer droga nefrotóxica.
Antiinflamatórios não-esteróides devem ser dados com cautela e a função renal monitorizada em qualquer
paciente que possa ter reserva renal diminuída. A descontinuação do antiinflamatório é geralmente seguida
de reversão ao estado pré-tratamento. Aumentos na concentração do potássio sérico, incluindo
hipercalemia, foram observados em alguns pacientes sem disfunção renal. Em pacientes com função renal
normal, estes efeitos foram atribuídos a um estado de hipoaldosteronismo-hiporreninêmico (veja
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Como INDOCID® é eliminado primariamente pelos rins, os pacientes
com função renal gravemente alterada devem ser monitorizados cuidadosamente; uma posologia diária
menor deve ser usada para evitar o acúmulo excessivo de droga.
Exames Laboratoriais: Como ocorre com outros antiinflamatórios não-esteróides, podem ocorrer elevações
limítrofes de um ou mais testes hepáticos. Elevações significativas (3 vezes o limite superior do normal) de
TGP (ALT) ou TGO (AST) ocorreram em ensaios clínicos controlados em menos de 1% dos pacientes
recebendo terapia com antiinflamatórios não-esteróides. Um paciente com sintomas e/ou sinais indicando
disfunção hepática, ou no qual ocorreu teste hepático anormal, deve ser avaliado quanto à evidência de
desenvolvimento de reação mais severa, durante terapia com INDOCID®. Se os testes hepáticos anormais
persistirem ou piorarem, se sinais e sintomas clínicos coerentes com hepatopatia se desenvolverem, ou se
ocorrerem manifestações sistêmicas (p. ex., eosinofilia, exantema, etc.), a terapia deve ser interrompida.
Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão de Dexametasona (TSD) em pacientes
tratados com INDOCID®. Desta maneira, resultados do TSD deverão ser interpretados com cautela nestes
pacientes.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Ácido acetilsalicílico: o uso concomitante com ácido acetilsalicílico ou outros salicilatos não é recomendado.
Estudos clínicos controlados demonstraram que o uso concomitante de INDOCID® e ácido acetilsalicílico
não aumenta o efeito terapêutico quando comparado ao uso isolado de INDOCID®. Além disso, em um
destes estudos clínicos, a incidência de reações adversas gastrintestinais foi significativamente mais
elevada com a terapia concomitante. Em um estudo em voluntários normais, foi demonstrado que a
administração simultânea de 3,6 g de ácido salicílico por dia diminui os níveis sanguíneos de indometacina
em aproximadamente 20 %.
Diflunisal: o uso combinado de INDOCID® e diflunisal foi associado a hemorragia gastrintestinal fatal. A
administração conjunta de diflunisal e INDOCID® resulta em aumento de 30 – 35% nos níveis plasmáticos
de indometacina e diminuição concomitante da depuração renal de indometacina e seu conjugado. Portanto,
INDOCID® e diflunisal não devem ser usados concomitantemente.
Anticoagulantes: estudos clínicos tem mostrado que INDOCID® não influenciou a hipoprotrombinemia
produzida por anticoagulantes em pacientes e em indivíduos normais. Entretanto, quando qualquer outro
medicamento, inclusive INDOCID®, for acrescentado ao tratamento de pacientes sob terapia anticoagulante,
o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto a alterações do tempo de protrombina.
Probenecida: quando INDOCID® é administrado a pacientes que estão recebendo probenecida, é provável
que os níveis plasmáticos de indometacina aumentem. Portanto, posologia diária total menor de INDOCID®
pode produzir efeitos terapêuticos satisfatórios. Nessas circunstâncias aumentos na dose de INDOCID®
devem ser cautelosos.
Metotrexato: deve-se ter precaução quando INDOCID® for administrado simultaneamente com metotrexato.
Tem sido relatado que INDOCID® diminui a secreção tubular de metotrexato e potencializa sua toxicidade.
Lítio: Indometacina 50 mg três vezes por dia produziu elevação clinicamente relevante do lítio plasmático
e redução no clearance renal do lítio em pacientes psiquiátricos e em pessoas normais, com concentração
plasmática de lítio estabilizada. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese de prostaglandinas. Como
conseqüência, quando a indometacina e o lítio são administrados simultaneamente, o paciente deve ser
cuidadosamente observado quanto aos sinais de toxicidade do lítio. (Consultar as informações dos
preparados de lítio antes de usar essa terapia simultânea). Além disso, a freqüência do controle das
concentrações séricas de lítio deve ser aumentada quando for dado início ao tratamento medicamentoso
combinado.
Diuréticos: em alguns pacientes, a administração de INDOCID® pode reduzir os efeitos diuréticos,
natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos de alça, poupadores de potássio e tiazídicos. Portanto,
quando INDOCID® e diuréticos forem usados concomitantemente, o paciente deve ser observado com
cautela, a fim de se determinar se o efeito desejado do diurético é obtido.
INDOCID® reduz a atividade plasmática basal da renina (PRA) e também as elevações da PRA induzidas
pela administração de furosemida ou pela depleção de sal ou volume. Estes fatos devem ser considerados
quando se avalia a atividade plasmática da renina em pacientes hipertensos. Insuficiência renal aguda
reversível foi relatada em dois de quatro voluntários normais que tiveram triantereno adicionado a um


esquema de manutenção de INDOCID®. INDOCID® e triantereno não devem ser administrados
concomitantemente.
INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio podem, isoladamente, estar associados a aumentos dos
níveis plasmáticos de potássio. Os efeitos potenciais de INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio na
cinética do potássio e função renal devem ser considerados quando estes agentes forem administrados
concomitantemente. A maior parte dos efeitos acima descritos relacionados aos diuréticos tem sido, pelo
menos em parte, atribuídos a mecanismos envolvendo a inibição da síntese de prostaglandinas pelo
INDOCID®.
Ciclosporina: A administração de medicamentos antiinflamatórios não esteróides concomitantemente com a
ciclosporina tem sido associada ao aumento da toxicidade induzida pela ciclosporina, possivelmente
atribuída a um decréscimo da síntese renal da prostaciclina.
Antiinflamatórios não esteróides devem ser usados com precauções em pacientes que estejam usando
ciclosporina e a função renal deve ser monitorada cuidadosamente.
Digoxina: INDOCID® utilizado concomitantemente com a digoxina, tem sido reportado aumentar a
concentração de digoxina no soro e aumento de sua meia vida. Portanto, quando INDOCID® e digoxina são
administrados concomitantemente, o nível de digoxina no soro deve ser rigorosamente monitorizado.
Medicações Anti-hipertensivas: a co-administração de INDOCID® e alguns agentes anti-hipertensivos tem
resultado em atenuação aguda do efeito hipotensivo destes últimos, atribuída, pelo menos em parte, à
inibição da síntese de prostaglandinas pela indometacina. O prescritor deve, portanto, ter cuidado quando
estiver considerando a administração de INDOCID® a um paciente que já esteja tomando um dos seguintes
agentes anti-hipertensivos: um agente bloqueador alfa-adrenérgico (como prazosin), um inibidor de uma
enzima conversora da angiotensina (como captopril ou lisinopril), um agente bloqueador beta-adrenérgico,
um diurético (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Diuréticos) ou hidralazina.
Fenilpropanolamina: Crises hipertensivas tem sido reportadas atribuídas exclusivamente à
fenilpropanolamina oral e raramente à fenilpropanolamina administrada com INDOCID®. Este efeito aditivo
é provavelmente atribuído, pelo menos em parte, à inibição da síntese de prostaglandina pela indometacina.
Devem ser tomadas precauções quando INDOCID® e fenilpropanolamina são administrados
concomitantemente.
REAÇÕES ADVERSAS
Sistema nervoso central: as reações adversas no sistema nervoso central associados à indometacina são
cefaléia, tonturas, aturdimento, depressão, vertigem e fadiga (incluindo mal estar e dispersão). Reações
relatadas infrequentemente compreendem confusão mental, ansiedade, síncope, sonolência, convulsões,
coma, neuropatia periférica, fraqueza muscular, movimentos musculares involuntários, insônia e distúrbios
psiquiátricos como despersonalização, surtos psicóticos e raramente parestesias, disartria, piora de
epilepsia e parkinsonismo. Estes geralmente são transitórios e desaparecem frequentemente com a
continuação do tratamento ou com redução da posologia. Entretanto, a severidade deles pode,
ocasionalmente, requerer interrupção da terapia.
Gastrintestinais: As reações gastrintestinais que ocorrem mais freqüentemente são náusea, anorexia,
vômito, desconforto epigástrico, dor abdominal, constipação e diarréia. Outras reações que podem surgir
são ulceração única ou múltipla de esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado ou grosso, incluindo
perfuração e hemorragia, tendo sido relatados alguns óbitos; hemorragia do trato gastrintestinal sem
ulceração definida; e dor abdominal aumentada, quando usado em pacientes com colite ulcerativa
preexistente. Raramente foi relatada ulceração intestinal seguida por estenose e obstrução. Reações que
ocorrem infrequentemente: estomatite, gastrite, flatulência, sangramento do cólon sigmóide-oculto ou de um
divertículo; e perfuração de lesões de sigmóide preexistentes (divertículos, carcinoma).
Outras reações adversas gastrintestinais que podem ou não ser causados pela indometacina compreendem
colite ulcerativa e ileíte regional. Estudos no homem utilizando hemácias marcadas com cromo radiativo
indicam que a posologia oral mais alta recomendada de indometacina (50 mg, quatro vezes ao dia) produz
menos perda de sangue nas fezes que doses médias de ácido acetilsalicílico (600 mg, quatro vezes ao dia).
Hepáticos: reações hepáticas relatadas em raras ocasiões durante a terapia com indometacina são icterícia
e hepatite. Alguns casos fatais foram reportados.
Cardiovasculares-renais: reações cardiovasculares e renais que podem ocorrer infrequentemente na terapia
com indometacina compreendem edema, elevação da pressão sangüínea, taquicardia, dor torácica, arritmia,
palpitações, hipotensão, insuficiência cardíaca congestiva, elevação do nitrogênio ureico e hematúria.
Hipersensibilidade: reações de hipersensibilidade relatadas frequentemente são prurido, urticária, angiíte,
eritema nodoso, exantemas, dermatite exfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme,
necrólise tóxica de epiderme, perda de cabelo, distúrbios respiratórios agudos, rápida queda na pressão
arterial assemelhando-se ao choque, anafilaxia aguda, edema angioneurótico, dispnéia repentina, asma e
edema pulmonar.
Hematológicos: reações hematológicas que podem ocorrer infrequentemente durante a terapia com
indometacina são leucopenia, petéquias ou equimoses, púrpura, anemia aplástica, anemia hemolítica,
trombocitopenia e coagulação intra-vascular disseminada.


Raramente têm sido relatadas agranulocitose e depressão da medula óssea, porém não foi estabelecida
clara relação com indometacina. Alguns pacientes podem manifestar anemia secundária a sangramento
gastrintestinal manifesto ou oculto.
Portanto, são recomendadas determinações sangüíneas.
Oculares: Visão embaçada, diplopia, dor orbital e periorbital podem ocorrer infrequentemente. Depósitos
corneanos e distúrbios retinianos, inclusive os da mácula, têm sido relatados em alguns pacientes com
artrite reumatóide sob terapia prolongada com INDOCID®. Alterações oculares semelhantes têm sido
observadas em alguns pacientes com essa doença que não receberam INDOCID®.
Otológicos: zumbidos, distúrbios auditivos e raramente surdez tem sido relatados.
Geniturinário: raramente relatados: proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite intersticial e insuficiência renal.
Outros: reações adversas variadas relatadas raramente durante a terapia com indometacina compreendem
sangramento vaginal, hiperglicemia e glicosúria, hipercalemia, rubor e transpiração, epistaxes, alterações de
mamas, incluindo aumento e hiperestesia ou ginecomastia; estomatite ulcerativa.
As seguintes reações adversas locais foram associadas com o uso de INDOCID® supositórios: tenesmo,
proctite, sangramento retal, ardor, dor, desconforto, prurido.
POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO
INDOCID® é disponível nas seguintes formas posológicas, para proporcionar máxima flexibilidade:
· Cápsulas contendo 25 mg e 50 mg para administração por via oral.
· Supositórios de 100 mg.
A posologia recomendada de INDOCID® é de 50 mg a 200 mg diariamente e deve ser ajustada
individualmente de acordo com a resposta e a tolerabilidade do paciente. Ao contrário de outros
antiinflamatórios potentes, não é necessária dose inicial "de ataque" de INDOCID®. Nos distúrbios
reumáticos crônicos, o procedimento de iniciar a terapia com baixas doses, aumentá-la gradualmente
quando necessário e mantê-la por período adequado (é recomendado até 1 mês) proporcionará máximo
benefício e minimizará reações adversas. Em pacientes com dor noturna persistente e/ou rigidez matinal,
pode ser útil a dose de até 100 mg ao deitar-se para proporcionar alívio. Raramente é necessário exceder a
posologia de 200 mg por dia. No tratamento da artrite gotosa aguda, a posologia diária recomendada é de
150 mg a 200 mg em doses fracionadas até que todos os sinais e sintomas desapareçam.
Na dismenorréia primária, a posologia recomendada é de 75 mg diariamente em dose única ou dividida,
administrada no início das cólicas ou do sangramento e continuado pelo período em que os sintomas
geralmente perduram.
Para minimizar a possibilidade de distúrbios gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado
com alimentos, leite ou com antiácidos.
Artrite reumatóide juvenil (Uso pediátrico): Para crianças com dois anos de idade ou mais com artrite
reumatóide juvenil, INDOCID® pode ser iniciado na posologia de 2 mg/kg/dia divididos em duas a três
vezes por dia e aumentado semanalmente, se necessário, até o máximo de 4 mg/Kg/dia. A dose máxima
diária não deve exceder a 200 mg ou 4 mg/kg, seja qual for o menor. Com a redução dos sintomas, a
posologia diária total deve ser reduzida para o menor nível requerido para o controle sintomático, ou
descontinuada.
SUPERDOSAGEM
Os seguintes sintomas podem ser observados após superdosagem: náuseas, vômitos, cefaléia intensa,
aturdimento, confusão mental, desorientação ou letargia. Têm havido relatos de parestesias, tonturas e
convulsões.
O tratamento é sintomático e de suporte. O estômago deve ser esvaziado rapidamente, se a ingestão for
recente. Se não ocorrerem vômitos espontaneamente, o paciente deve ser induzido a vomitar com xarope
de ipeca. Se o paciente não conseguir vomitar, deve ser realizada lavagem gástrica. Com o estômago vazio,
deve-se administrar 25 a 50 g de carvão ativado. Dependendo das condições do paciente, cuidados
médicos e de enfermagem podem ser necessários. O paciente deve ser observado por vários dias, pois
ulcerações gastrointestinais e hemorragias têm sido descritas como reações adversas da indometacina. O
uso de antiácidos pode ser útil.

“VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho
Registro no M.S.: 1.0029.0170
Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243

INDOCID® supositórios:
Produzido por:
Merck Sharp & Dohme (Itália) S.p.A.
Via Emilia, 21
27100 Pavia, Itália


Embalado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira

INDOCID® 25mg e 50mg:
Produzido por:
Merck Sharp & Dohme – Shotton Lane – Cramlington
Northumberland NE23 3JU – United Kingdom
Embalado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira

Importado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 815 – Sousas – Campinas – SP
CNPJ 45.987.013/0001-34 – Indústria Brasileira
® Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.
IPC 0192
MSD On Line 0800-0122232
E-mail: online@merck.com
www.msdonline.com.br




BULA PARA O PACIENTE

Modelo de texto de bula

Aldara®
imiquimode

Forma farmacêutica:
Creme

Apresentação:
Cartucho contendo 6 (12) sachês com 250 mg
Aldara® (imiquimode) deve ser administrado da seguinte forma:
Uso tópico (não oftálmico)
Uso Adulto

Composição:
Cada g de creme contém 50 mg de imiquimode (5%).
Excipientes: ácido isoesteárico, álcool cetílico, álcool estearílico, parafina líquida,
polissorbato, monoestearato de sorbitano, glicerol, goma xantana, água
purificada, álcool benzílico, metilparabeno e propilparabeno

Informações ao paciente:
Como Aldara® (imiquimode) funciona?
1


Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações
contidas na bula, verificar o prazo de validade e a integridade da
embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos para qualquer
consulta que se faça necessária.

Leia com atenção as informações presentes na bula antes de usar o
produto, pois ela contém informações sobre os benefícios e os riscos
associados ao uso do produto. Você também encontrará informações
sobre o uso adequado do medicamento. Converse com o seu médico para
obter maiores esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.
Aldara® (imiquimode) é um produto apresentado na forma de creme
dermatológico, que possui em sua composição a substância imiquimode.
Aldara® (imiquimode) é um modificador de resposta imunológica, que favorece a
remissão de lesões específicas da pele, quando aplicado de acordo com a
indicação médica. O mecanismo de ação de Aldara® (imiquimode) não é
conhecido.
Por que Aldara® (imiquimode) foi indicado?
Aldara® (imiquimode) é um medicamento indicado no tratamento de:
- verrugas externas da região genital e anal, conhecidas como condiloma
acuminado, uma doença sexualmente transmissível provocada por vírus, em
pacientes com idade igual ou superior a 12 anos.
- ceratose actínica em adultos com sistema imunológico normal. A ceratose
actínica é causada por exposição excessiva ao sol.
- carcinoma basocelular superficial em adultos com sistema imunológico normal,
quando um método cirúrgico é menos apropriado. Este câncer de pele precisa
ser diagnosticado pelo seu médico.
Quando não devo usar Aldara® (imiquimode)?
2


Você não deve usar Aldara® (imiquimode) no caso de apresentar
hipersensibilidade (alergia) ao imiquimode ou a qualquer outro componente da
fórmula.
“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica.”

“Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.”

“Informe seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações
indesejáveis.”

Que precauções devem ser adotadas?
A segurança e a eficácia de Aldara® (imiquimode) em pacientes com verrugas
genitais/perianais externas com idade inferior a 12 anos não foram
estabelecidas.
A ceratose actínica e o carcinoma basocelular superficial não são doenças
geralmente observadas na população pediátrica. Não estão estabelecidas a
segurança e a eficácia de Aldara® (imiquimode) em pacientes com ceratose
actínica ou com carcinoma basocelular superficial com idade inferior a 18 anos.


Evite ou minimize a exposição aos raios solares, bronzeamento com luz artificial
ou raios de ultra-violeta. Utilize protetor solar e use chapéu/boné para se
proteger do sol.
Não inicie o uso de Aldara® (imiquimode) caso apresente feridas abertas.
Aguarde a cura das mesmas para iniciar o tratamento.

É comum a ocorrência de reações locais de intensidade leve a moderada. Se
ocorrerem reações locais graves, informe imediatamente seu médico e remova o
3


produto lavando o local com água e sabonete suave. Aldara® (imiquimode) pode
agravar processos inflamatórios da pele.

Podem ocorrer alterações na coloração da pele no local tratado.
Não use Aldara® (imiquimode) na uretra (canal por onde passa a urina), na
vagina (canal do parto), no colo uterino (órgão interno feminino) ou na parte
interna do ânus.
O que devo fazer se estiver usando qualquer outro medicamento?
“Informe ao seu médico ou ao cirurgião-dentista se você está fazendo uso de
algum outro medicamento.”

“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso
para a sua saúde.”

Como devo usar Aldara® (imiquimode)?
Aspecto físico
Creme branco
Características organolépticas
Sem odor ou gosto característico

Abra sempre um novo sachê a cada aplicação do produto. Após o uso, jogue-o
fora. Nunca guarde a sobra do sachê para usá-la posteriormente.
Não use mais produto do que o recomendado pelo médico. Doses maiores que
as recomendadas podem levar a um aumento de reações adversas no local de
aplicação.

4


Caso esqueça de aplicar uma dose do produto, aplique-a assim que se lembrar
e continue o tratamento regularmente.
Para as verrugas externas genitais/anais, faça as aplicações em dias alternados
(3x por semana), por exemplo, segundas, quartas e sextas ou terças, quintas e
sábados.
No caso de lesões de ceratose actínica as aplicações devem ser realizadas 2x
por semana, por exemplo, segundas e quintas ou terças e sextas.
No caso de carcinoma basocelular superficial as aplicações devem ser
realizadas 5x por semana, por exemplo de segunda a sexta.
Instruções de uso
Antes de se deitar, lave as mãos e a área em que você aplicará o
creme com água e sabonete neutro. Seque bem a área limpa.
Abra um sachê novo de Aldara® (imiquimode). Esprema-o, a fim
de liberar o creme na ponta de seu dedo indicador.

Aplique uma camada fina de Aldara® (imiquimode) sobre a região
afetada previamente limpa e seca. Esfregue suavemente até o
creme desaparecer.

Após a aplicação, jogue fora o sachê e lave as mãos com água e
sabão.

Deixe o creme agir por 6 a 10 horas sobre as verrugas genitais
externas ou por aproximadamente 8 horas sobre as lesões de
ceratose actínica ou carcinoma basocelular superficial.

5


Após esse período, lave a região tratada com água e sabonete
suave.
“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.”
“Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”
“Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar,
observe o aspecto do medicamento.”
Quais os males que este medicamento pode causar?
As reações adversas podem variar, dependendo da condição da pele e de seu
tipo (branca, morena etc.). Porém, a maioria das reações é geralmente de
intensidade leve ou moderada.

As reações adversas mais comuns ocorrem na área de aplicação do produto e
incluem: vermelhidão, descamação, erosão da pele, escoriação e inchaço.
Também podem ocorrer alterações na cor da pele às vezes irreversíveis,
coceira, ardência, queimação ou dor nas áreas tratadas com Aldara®
(imiquimode). Essas reações podem ser causadas pela resposta do sistema
imunológico ao medicamento. Menos freqüentemente, podem ocorrer
endurecimento debaixo da pele, pequenas feridas abertas e formação de
pequenas bolhas.

Mais raramente, podem ocorrer reações adversas em outras partes do corpo
como, por exemplo, dor de cabeça, dor nas costas, dores musculares, cansaço,
sintomas semelhantes aos gripais, diarréia e infecções por fungos.
Se surgir alguma reação grave, interrompa o tratamento e consulte o médico
imediatamente.
6



O paciente deve saber que novas verrugas podem se desenvolver durante o
tratamento, pois Aldara® (imiquimode) não representa a cura. Muitas pessoas
apresentam vermelhidão ou inchaço na área de aplicação durante o tratamento.
Se tiver dúvidas a respeito dessas reações da pele, fale com seu médico.
“Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações
indesejáveis.”
“Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham
indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos
indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu
médico.”
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de
uma só vez?
É pouco provável que ocorra superdose de Aldara® (imiquimode) em humanos,
devido à baixa absorção do produto através da pele. Entretanto, o uso de
superdose tópica repetida de Aldara® (imiquimode) pode resultar em reações
cutâneas locais graves.
Onde e como devo guardar Aldara® (imiquimode)?
O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30
°C). Não congelar.
“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

MS-1.6204.0001
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Farm. Resp.: Gisélle Bunn
CRF-SP n° 30864

Fabricado por:
3M Health Care Limited
Loughborough – Leicestershire ­ Reino Unido
Importado e distribuído por:
Intendis do Brasil Farmacêutica Ltda.
Av. Portugal, 400 ­ G 02A ­ Itaqui
06690-110 ­ Itapevi – SP
C.N.P.J. nº 07.116.997/0001-99
Atendimento ao consumidor: 0800 7244444
3M e Aldara® são marcas registradas.
Subsidiária da
Intendis GmbH
Alemanha
Venda sob prescrição médica
Lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
IVE0106-0704

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Tienam® 500
(imipeném/cilastatina sódica), MSD
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

TIENAM® é apresentado em caixa com um frasco de infusão para aplicação intravenosa.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco de infusão para aplicação intravenosa contém 500 mg de imipeném e 500 mg de
cilastatina sódica, MSD.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE

TIENAM® é um antibiótico apresentado na forma de um pó para ser misturado a um diluente
apropriado para injeção intravenosa. TIENAM® contém imipeném e cilastatina sódica como
ingredientes ativos na proporção 1:1 em peso. TIENAM® pertence a uma classe de antibióticos, as
tienamicinas, e tem a capacidade de matar um amplo espectro de bactérias que causam infecções.
TIENAM® é indicado para o tratamento de infecções mistas causadas por cepas sensíveis de
bactérias. A maioria dessas infecções está associada à contaminação pela flora fecal ou pela flora
originada da vagina, pele ou boca. TIENAM® também demonstra eficácia contra muitas infecções
causadas por bactérias resistentes a outros antibióticos, como as cefalosporinas, gentamicina e
penicilina.
Mantenha o frasco fechado, em temperatura entre 15 e 25°C. Ao adquirir o medicamento, confira
sempre o prazo de validade impresso na parte externa da embalagem. Nunca use medicamento com
prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, pode prejudicar a sua saúde.
TIENAM® é administrado por via injetável. Como tal, esse medicamento deverá ser aplicado por
pessoal habilitado, sob supervisão médica. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência
do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Siga a orientação
do médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o
tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico o aparecimento de reações
desagradáveis. TIENAM® é geralmente bem tolerado. As reações adversas mais comuns são
reações no local da injeção, tais como dor, endurecimento e rubor da pele após a administração.
Caso ocorram reações adversas, ou se for necessário o uso simultâneo de qualquer outro
medicamento, seu médico deverá ser informado.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
TIENAM® é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do
produto. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou
durante o tratamento. TIENAM® não deve ser usado durante a gravidez e a lactação. Há algumas
reações adversas associadas com TIENAM® que podem afetar a habilidade de alguns pacientes de
dirigir ou operar máquinas (veja REAÇÕES ADVERSAS).
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA
SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS
TIENAM® é um antibiótico -lactâmico de amplo espectro, apresentado em formulação para infusão
intravenosa. TIENAM® consiste em dois componentes: (1) imipeném, o qual pertence a classe de
antibióticos -lactâmicos, as tienamicinas; e (2) cilastatina sódica, um inibidor enzimático específico,
que bloqueia o metabolismo renal do imipeném e aumenta substancialmente sua concentração no
trato urinário. A proporção, em termos de peso, do imipeném e da cilastatina sódica em TIENAM® é
de 1:1.


A classe de antibióticos das tienamicinas, à qual pertence o imipeném, caracteriza-se por um potente
espectro de ação bactericida, mais amplo do que o proporcionado por qualquer outro antibiótico
estudado.
Farmacocinética do imipeném

Em voluntários sadios, a infusão intravenosa de TIENAM® durante 20 minutos resultou em
concentrações plasmáticas máximas de imipeném que variaram de 12 a 20 mcg/mL para a dose de
250 mg, de 21 a 58 mcg/mL para a dose de 500 mg e de 41 a 83 mcg/mL para a dose de 1000 mg.
As concentrações plasmáticas máximas médias de imipeném após as doses de 250, 500 e 1000 mg
foram de 17, 39 e 66 mcg/mL, respectivamente. Nessas doses, as concentrações plasmáticas da
atividade antimicrobiana do imipeném caem abaixo de 1 mcg/mL ou menos em 4 a 6 horas.
A meia-vida plasmática do imipeném foi de 1 hora. Cerca de 70% do antibiótico administrado foram
recuperados intactos na urina em 10 horas, e não se detectou excreção urinária além desse período.
As concentrações urinárias de imipeném ultrapassaram 10 mcg/mL por até 8 horas após uma dose
de 500 mg de TIENAM®.
O restante da dose administrada foi recuperado na urina como metabólitos sem ação antibacteriana;
a eliminação fecal do imipeném é praticamente nula.
Não foi observado acúmulo de imipeném no plasma ou urina com esquemas de TIENAM®, com
intervalos de até 6 horas, em pacientes com função renal normal. A administração concomitante de
TIENAM® e probenecida resultou em elevações mínimas das concentrações plasmáticas e meia-vida
plasmática do imipeném. A recuperação urinária do imipeném ativo (não metabolizado) diminuiu para
cerca de 60% da dose quando TIENAM® foi administrado junto com probenecida.
Quando administrado sozinho, o imipeném é metabolizado nos rins pela deidropeptidase-I. A
recuperação urinária individual variou de 5 a 40%, e a média foi de 15-20% em vários estudos.
A ligação do imipeném às proteínas plasmáticas humanas é de aproximadamente 20%.
Farmacocinética da cilastatina

A cilastatina é um inibidor específico da enzima deidropeptidase-I, e inibe o metabolismo do
imipeném, de forma que a administração concomitante de imipeném e cilastatina permite que níveis
terapêuticos antibacterianos de imipeném sejam atingidos na urina e no plasma.
As concentrações plasmáticas máximas de cilastatina, após uma infusão intravenosa de TIENAM®
por 20 minutos, variaram de 21 a 26 mcg/mL para a dose de 250 mg, de 21 a 55 mcg/mL para a
dose de 500 mg e de 56 a 88 mcg/mL para a dose de 1000 mg. As concentrações plasmáticas
máximas médias de cilastatina após as doses de 250, 500 e 1000 mg foram de 22, 42 e 72 mcg/mL,
respectivamente. A meia-vida plasmática da cilastatina é de cerca de 1 hora. Cerca de 70-80% da
dose de cilastatina foram recuperados intactos na urina em 10 horas após a administração de
TIENAM®, e não se detectou excreção urinária além desse período. Cerca de 10% foram
encontrados como o metabólito N-acetil, que possui atividade inibitória da deidropeptidase
comparável à da cilastatina. A atividade da deidropeptidase-I renal retorna aos níveis normais
rapidamente após a eliminação da cilastatina da corrente sangüínea.
A administração concomitante de TIENAM® e probenecida dobrou as concentrações plasmáticas e a
meia-vida da cilastatina, mas não teve efeito sobre a recuperação urinária da cilastatina.
A ligação da cilastatina às proteínas plasmáticas humanas é de aproximadamente 40%.

Microbiologia
TIENAM® é um potente inibidor da síntese da parede celular bacteriana e é bactericida contra um
amplo espectro de patógenos – Gram-positivos e Gram-negativos, aeróbios e anaeróbios.
TIENAM® compartilha com as cefalosporinas e penicilinas mais novas um amplo espectro de
atividade contra as espécies Gram-negativas, mas é único no que diz respeito à retenção da elevada
potência contra espécies Gram-positivas, previamente associada apenas aos antibióticos -
lactâmicos mais antigos, cujo espectro de atividade era mais estreito. O espectro de atividade de
TIENAM® inclui Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Enterococcus faecalis e
Bacteroides fragilis, um grupo diverso de patógenos problemáticos, comumente resistente a outros
antibióticos.


TIENAM® é resistente à degradação por -lactamases bacterianas, o que o torna ativo contra uma
alta porcentagem de microorganismos, tais como: Pseudomonas aeruginosa, Serratia spp. e
Enterobacter spp., cuja resistência é inerente à maioria dos antibióticos -lactâmicos.
O espectro antibacteriano de TIENAM® é mais amplo do que o de qualquer outro antibiótico estudado
e inclui virtualmente todos os patógenos de importância clínica. Os organismos contra os quais
TIENAM® é usualmente ativo in vitro são:
Aeróbios Gram-negativos
Achromobacter spp.; Acinetobacter spp. (anteriormente Mima-Herellea); Aeromonas hydrophila;
Alcaligenes spp.; Bordetella bronchicanis; Bordetella bronchiseptica; Bordetella pertussis; Brucella
melitensis; Campylobacter spp.; Capnocytophaga spp.; Citrobacter spp.; Citrobacter diversus;
Citrobacter freundii; Eikenella corrodens; Enterobacter spp.; Enterobacter aerogenes; Enterobacter
agglomerans; Enterobacter cloacae; Escherichia coli; Gardnerella vaginalis; Haemophilus ducreyi;
Haemophilus influenzae (incluindo cepas produtoras de -lactamase); Haemophilus parainfluenzae;
Hafnia alvei; Klebsiella spp.; Klebsiella oxytoca; Klebsiella ozaenae; Klebsiella pneumoniae;
Moraxella spp.; Morganella morganii (anteriormente Proteus morganii); Neisseria gonorrhoeae
(incluindo cepas produtoras de penicilinases); Neisseria meningitidis; Pasteurella spp.; Pasteurella
multocida; Plesiomonas shigelloides; Proteus spp.; Proteus mirabilis; Proteus vulgaris; Providencia
spp.; Providencia alcalifaciens; Providencia rettgeri (anteriormente Proteus rettgeri); Providencia
stuartii; Pseudomonas spp.**; Pseudomonas aeruginosa; Pseudomonas fluorescens; Pseudomonas
pseudomallei; Pseudomonas putida; Pseudomonas stutzeri; Salmonella spp.; Salmonella typhi;
Serratia spp.; Serratia proteamaculans (anteriormente Serratia liquefaciens); Serratia marcescens;
Shigella spp.; Yersinia spp. (anteriormente Pasteurella); Yersinia enterocolitica; Yersinia
pseudotuberculosis.
**Xanthomonas maltophilia (anteriormente Pseudomonas maltophilia) e algumas cepas de
Pseudomonas cepacia não são, em geral, suscetíveis ao TIENAM®.
Aeróbios Gram-positivos
Bacillus spp.; Enterococcus faecalis; Erysipelothrix rhusiopathiae; Listeria monocytogenes; Nocardia
spp.; Pediococcus spp.; Staphylococcus aureus (incluindo cepas produtoras de penicilinases);
Staphylococcus epidermidis (incluindo cepas produtoras de penicilinases); Staphylococcus
saprophyticus; Streptococcus agalactiae; estreptococos do Grupo C; estreptococos do Grupo G;
Streptococcus pneumoniae; Streptococcus pyogenes; estreptococos do grupo viridans (incluindo
cepas alfa e gama-hemolíticas).
Enterococcus faecium e estafilococos resistentes à meticilina não são suscetíveis ao TIENAM®.
Anaeróbios Gram-negativos
Bacteroides spp.; Bacteroides distasonis; Bacteroides fragilis; Bacteroides ovatus; Bacteroides
thetaiotaomicron; Bacteroides uniformis; Bacteroides vulgatus; Bilophila wadsworthia; Fusobacterium
spp.; Fusobacterium necrophorum; Fusobacterium nucleatum; Porphyromonas asaccharolytica
(anteriormente Bacteroides asaccharolyticus); Prevotella bivia (anteriormente Bacteroides bivius);
Prevotella disiens (anteriormente Bacteroides disiens); Prevotella intermedia (anteriormente
Bacteroides intermedius); Prevotella melaninogenica (anteriormente Bacteroides melaninogenicus);
Veillonella spp.
Anaeróbios Gram-positivos
Actinomyces spp.; Bifidobacterium spp.; Clostridium spp.; Clostridium perfringens; Eubacterium spp.;
Lactobacillus spp.; Mobiluncus spp.; Microaerophilic streptococcus; Peptococcus spp.;
Peptostreptococcus spp.; Propionibacterium spp. (incluindo P. acnes).
Outros
Mycobacterium fortuitum; Mycobacterium smegmatis.
Testes in vitro mostram que, contra alguns isolados de Pseudomonas aeruginosa, o imipeném age
de forma sinérgica com os antibióticos aminoglicosídeos.

INDICAÇÕES
Tratamento


A atividade de TIENAM® contra um espectro excepcionalmente amplo de patógenos o torna
particularmente útil para o tratamento de infecções polimicrobianas e mistas, aeróbias e anaeróbias,
assim como para a terapêutica inicial anterior à identificação do organismo causador da infecção.
TIENAM® é indicado para o tratamento das seguintes infecções, quando causadas por organismos
suscetíveis:
- infecções intra-abdominais;
- infecções do trato respiratório inferior;
- infecções ginecológicas;
- septicemias*;
- infecções do trato geniturinário;
- infecções dos ossos e articulações;
- infecções da pele e tecidos moles;
- endocardite.
TIENAM® é indicado para o tratamento de infecções mistas causadas por cepas suscetíveis de
bactérias aeróbias e anaeróbias. A maioria dessas infecções está associada à contaminação pela
flora fecal ou pela flora originada da vagina, pele e boca. O Bacteroides fragilis é o patógeno
anaeróbio mais comumente encontrado nessas infecções mistas e é usualmente resistente aos
aminoglicosídeos, cefalosporinas e penicilinas; de qualquer maneira, esse patógeno é usualmente
suscetível ao TIENAM®.
TIENAM® demonstrou eficácia contra muitas infecções causadas por bactérias Gram-positivas e
Gram-negativas, aeróbias e anaeróbias, resistentes às cefalosporinas, incluindo cefazolina,
cefoperazona, cefalotina, cefoxitina, cefotaxima, moxalactam, cefamandola, ceftazidima e
ceftriaxona. De forma semelhante, muitas infecções causadas por organismos resistentes aos
aminoglicosídeos (gentamicina, amicacina, tobramicina) e/ou penicilinas (ampicilina, carbenicilina,
penicilina-G, ticarcilina, piperacilina, azlocilina e mezlocilina) respondem ao tratamento com
TIENAM®.
TIENAM® não é indicado para o tratamento de meningite.
PROFILAXIA
TIENAM® também é indicado para a prevenção de certas infecções pós-operatórias, em pacientes
submetidos a procedimentos cirúrgicos contaminados ou potencialmente contaminados ou nos casos
em que a ocorrência de infecção pós-operatória possa ser particularmente grave.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade a qualquer componente do produto.
PRECAUÇÕES
GERAIS
Há algumas evidências clínicas e laboratoriais de alergenicidade cruzada parcial entre TIENAM® e
outros antibióticos -lactâmicos – penicilinas e cefalosporinas. Foram relatadas reações graves
(inclusive anafilaxia) com a maioria dos -lactâmicos. Antes de utilizar TIENAM®, é preciso informar-
se cuidadosamente a respeito de reações de hipersensibilidade prévia aos antibióticos -lactâmicos.
Se ocorrer reação alérgica com TIENAM®, o medicamento deve ser descontinuado e devem ser
tomadas medidas adequadas.
Tem sido relatada colite pseudomembranosa com virtualmente todos os antibióticos, cuja
gravidade pode variar de leve a ameaçadora à vida; esses medicamentos, portanto, devem ser
prescritos com cautela a indivíduos com histórico de doença gastrintestinal, particularmente
colite.
É importante considerar o diagnóstico de colite pseudomembranosa em pacientes que desenvolvem
diarréia em associação com o uso de antibióticos. Ainda que os estudos indiquem que uma toxina
produzida pelo Clostridium difficile seja a principal causa de colite associada aos antibióticos, outras
causas devem ser consideradas.
GRAVIDEZ


Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. TIENAM® deverá ser
usado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais justificarem os possíveis riscos
para o feto.
NUTRIZES
Foi detectado imipeném no leite humano; se o uso de TIENAM® for considerado essencial, a
paciente deve suspender a amamentação.

USO PEDIÁTRICO
Não existem dados clínicos suficientes para recomendar o uso de TIENAM® para crianças com
idade inferior a 3 meses ou para crianças com insuficiência renal (creatinina sérica > 2 mg/dL)
(veja Esquema Posológico Pediátrico).

USO EM IDOSOS
Não foram observadas diferenças na segurança e na eficácia entre indivíduos com 65 anos de
idade ou mais e indivíduos mais jovens, no entanto, maior sensibilidade de alguns indivíduos
mais velhos não pode ser controlada. Como os pacientes idosos são mais propensos a
apresentarem uma diminuição da função renal, deve-se ter cautela na escolha na dose, e
talvez seja útil monitorar a função renal. O ajuste de dose baseado na idade não é necessário.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
A exemplo de outros antibióticos -lactâmicos, com a formulação IV, têm sido relatados efeitos
adversos no SNC – tais como mioclonias, estados confusionais ou convulsões -, especialmente
quando as posologias recomendadas com base no peso corpóreo e na função renal foram
ultrapassadas. Essas experiências têm sido mais freqüentes em pacientes com distúrbios do SNC
(por exemplo, lesões cerebrais ou histórico de convulsões) e/ou comprometimento da função renal,
quando pode haver acúmulo do medicamento. Portanto, a precisa observação dos esquemas
posológicos recomendados é imperiosa, especialmente nesses pacientes (veja POSOLOGIA E
ADMINISTRAÇÃO). A medicação anticonvulsivante deve ser mantida nos casos de pacientes com
distúrbios convulsivantes conhecidos.
Se ocorrerem tremores focais, mioclonias ou convulsões, os pacientes devem ser submetidos
à avaliação neurológica e colocados sob terapia anticonvulsivante, se esta ainda não estiver
sendo utilizada. Se os sintomas neurológicos persistirem, a posologia de TIENAM® deverá ser
reduzida ou interrompida.
Pacientes com depuração plasmática de creatinina 5 mL/min/1,73 m2 não devem receber
TIENAM®, a menos que seja instituída hemodiálise em 48 horas. Para pacientes em hemodiálise,
TIENAM® é recomendado apenas se os benefícios superarem o risco potencial de convulsões.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Foram relatadas convulsões generalizadas em pacientes que receberam ganciclovir e TIENAM® IV.
Esses medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente, a menos que os benefícios
superem os riscos potenciais (veja ESTABILIDADE).
REAÇÕES ADVERSAS
TIENAM® geralmente é bem tolerado. Em estudos clínicos controlados, TIENAM® mostrou ser tão
bem tolerado quanto a cefazolina, a cefalotina e a cefotaxima. Efeitos adversos raramente requerem
a interrupção da terapia e são geralmente leves e transitórios; efeitos adversos graves são raros. As
reações adversas mais comuns foram reações locais.
Reações locais
Eritema, dor e enduração local, tromboflebite.
Reações alérgicas/pele
Exantema, prurido, urticária, eritema polimorfo, síndrome de Stevens-Johnson, angiodema, necrólise
epidérmica tóxica (raramente), dermatite esfoliativa (raramente), candidíase, febre (incluindo febre
medicamentosa), reações anafiláticas.
Reações gastrintestinais


Náuseas, vômitos, diarréia, pigmentação dos dentes e/ou da língua. A exemplo do que ocorre com
virtualmente todos os antibióticos de amplo espectro, foi relatada colite pseudomembranosa.
Sangue
Foram relatados eosinofilia, leucopenia, neutropenia (incluindo agranulocitose), trombocitopenia,
trombocitose, redução da hemoglobina e aumento do tempo de protrombina. Alguns indivíduos
podem apresentar teste de Coombs direto positivo.
Função hepática
Aumento das transaminases séricas, bilirrubinas e/ou fosfatase alcalina sérica; hepatite (raramente).
Função renal
Oligúria/anúria, poliúria, insuficiência renal aguda (raramente). É difícil determinar o papel de
TIENAM® nas alterações da função renal, pois geralmente outros fatores predisponentes à uremia
pré-renal ou ao comprometimento da função renal estão presentes.
Foram observados aumentos da creatinina e da uréia séricas, bem como alteração na coloração da
urina. Essa alteração é inócua e não deve ser confundida com hematúria.
Sistema nervoso/psiquiátrico
A exemplo de outros antibióticos -lactâmicos, experiências adversas no SNC tais como atividade
mioclônica e distúrbios psíquicos – incluindo alucinações, estados confusionais ou convulsões –
foram relatados com a formulação IV. Parestesia.
Sentidos especiais
Alteração do paladar, perda da audição.
Pacientes granulocitopênicos
Náuseas e/ou vômitos relacionados ao medicamento parecem ocorrer mais freqüentemente em
pacientes granulocitopênicos do que em pacientes não-granulocitopênicos tratados com TIENAM®
IV.
POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO
TIENAM® é apresentado em formulação para infusão intravenosa.
As recomendações posológicas para TIENAM® representam a quantidade de imipeném a ser
administrada. Quantidade equivalente de cilastatina também está presente na solução.
A posologia diária total e a via de administração de TIENAM® devem ser decididas com base no tipo
e na gravidade da infecção; a posologia diária total deve ser administrada em doses iguais divididas,
considerando-se o grau de suscetibilidade do(s) patógeno(s), a função renal e o peso corpóreo.

INFUSÃO INTRAVENOSA
TRATAMENTO: ESQUEMA POSOLÓGICO PARA ADULTOS COM FUNÇÃO RENAL NORMAL
As doses citadas na Tabela 1 foram calculadas com base em um paciente com função renal normal
(depuração plasmática de creatinina > 70 mL/min/1,73 m2) e peso corpóreo 70 kg. A dose para
pacientes com depuração plasmática de creatinina 70 mL/min/1,73 m2 (veja TABELA 2) e/ou peso
corpóreo < 70 kg deverá ser reduzida. A redução em função do peso corpóreo é especialmente
importante para pacientes com peso muito baixo e/ou insuficiência renal moderada/grave.
A maioria das infecções responde a uma dose diária de 1 a 2 g, administrada em 3 ou 4 doses
divididas. Para o tratamento de infecções moderadas, também pode ser usado um esquema
posológico de 1 g duas vezes ao dia. Em infecções causadas por organismos menos suscetíveis, a
posologia diária de TIENAM® IV pode ser aumentada para 4 g por dia, no máximo, sem exceder 50
mg/kg/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor.
Cada dose 500 mg de TIENAM® IV deve ser dada por infusão intravenosa durante 20 a 30 minutos.
Cada dose > 500 mg deve ser infundida durante 40 a 60 minutos. A velocidade de infusão deve ser
diminuída se o paciente apresentar náuseas durante a infusão.

TABELA 1
Esquema posológico de TIENAM® IV para adultos com função renal normal e peso corpóreo 70
kg*.
Gravidade da infecção
Dose (mg) de
Intervalo entre as
Dose diária
imipeném
doses
total
Leve
250 mg
6 h
1,0 g
Moderada
500 mg
8 h
1,5 g


1.000 mg
12h
2,0 g
Grave – sensibilidade completa
500 mg
6 h
2,0 g
Grave e/ou com risco de vida ­
1.000 mg
8 h
3,0 g
em razão de organismos
1.000 mg
6 h
4,0 g
menos sensíveis
(principalmente algumas cepas
de P. aeruginosa)
* Deve ser feita redução proporcional posterior da dose administrada para pacientes com peso
corpóreo inferior a 70 kg.
Por causa da grande atividade antimicrobiana de TIENAM®, a dose diária total máxima recomendada
não deve exceder 50 mg/kg/dia ou 4 g/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor.
Entretanto, pacientes com fibrose cística e com função renal normal foram tratados com doses de até
90 mg/kg/dia de TIENAM®, divididas, não excedendo 4 g/dia.
TIENAM® foi utilizado com sucesso como monoterapia em pacientes imunodeprimidos com câncer,
para o tratamento de infecções confirmadas ou suspeitas, tais como septicemia.
TRATAMENTO: ESQUEMA POSOLÓGICO PARA ADULTOS COM INSUFICIÊNCIA RENAL
Para determinar a redução da dose para adultos com insuficiência renal:
1. A dose diária total é selecionada com base na Tabela 1, considerando-se as características da
infecção.
2. O esquema de dose reduzida apropriado é selecionado na Tabela 2, com base na dose diária da
Tabela 1 e na categoria da depuração plasmática de creatinina do paciente (para saber o tempo de
infusão, veja TRATAMENTO: ESQUEMA POSOLÓGICO PARA ADULTOS COM FUNÇÃO RENAL
NORMAL).
TABELA 2
Dose reduzida de TIENAM® IV para adultos com insuficiência renal e peso corpóreo 70 kg*.

Depuração plasmática de creatinina (mL/min/1,73 m2)
Dose diária total a partir
41 – 70
21 – 40
6 – 20
da Tabela 1
1,0 g/dia
250 mg a cada 8 h
250 mg a cada 12 h
250 mg a cada 12 h
1,5 g/dia
250 mg a cada 6 h
250 mg a cada 8 h
250 mg a cada 12 h
2,0 g/dia
500 mg a cada 8 h
250 mg a cada 6 h
250 mg a cada 12 h
3,0 g/dia
500 mg a cada 6 h
500 mg a cada 8 h
500 mg a cada 12 h
4,0 g/dia
750 mg a cada 8 h
500 mg a cada 6 h
500 mg a cada 12 h
* Deve ser feita redução proporcional posterior da dose administrada para pacientes com peso
corpóreo inferior a 70 kg.
Quando for utilizada a dose de 500 mg em pacientes com depuração plasmática de creatinina de 6-
20 mL/min/1,73 m2 pode haver aumento do risco de convulsões.
Pacientes com depuração plasmática de creatinina 5 mL/min/1,73m2 não devem receber TIENAM®
IV, a menos que seja instituída hemodiálise em 48 horas.
Hemodiálise:
Ao tratar pacientes com depuração plasmática de creatinina 5 mL/min/1,73m2 que estão sendo
submetidos à hemodiálise, utilize as recomendações posológicas para pacientes com depuração
plasmática de creatinina de 6-20 mL/min/1,73 m2 (veja TRATAMENTO: ESQUEMA POSOLÓGICO
PARA ADULTOS COM INSUFICIÊNCIA RENAL).
Tanto a cilastatina quanto o imipeném são removidos da circulação durante a hemodiálise. O
paciente deve receber TIENAM® IV após a hemodiálise e a cada 12 horas a partir do final da seção
de hemodiálise. Pacientes dialisados, especialmente aqueles com histórico de doença do SNC,
devem ser cuidadosamente monitorizados; TIENAM® IV é recomendado apenas para pacientes que
estão sendo submetidos à hemodiálise quando o benefício superar o risco potencial de convulsões
(veja PRECAUÇÕES).
Atualmente não existem dados adequados para se recomendar o uso de TIENAM® IV para pacientes
sob diálise peritoneal.



A função renal de pacientes idosos pode não ser precisamente determinada pela medida da uréia ou
da creatinina isoladamente. Sugere-se a determinação da depuração plasmática de creatinina para
orientação do esquema posológico para esses pacientes.
PROFILAXIA: ESQUEMA POSOLÓGICO PARA ADULTOS
Para profilaxia de infecções pós-cirúrgicas em adultos, devem ser administrados endovenosamente
1.000 mg de TIENAM® IV durante a indução da anestesia e 1.000 mg três horas mais tarde. Para
cirurgias de alto risco (por exemplo, colorretal), duas doses adicionais de 500 mg podem ser
administradas 8 e 16 horas após a indução.
Não há dados suficientes para se recomendar uma dose profilática para pacientes com depuração
plasmática de creatinina 70 mL/min/1,73 m2.
TRATAMENTO: ESQUEMA POSOLÓGICO PEDIÁTRICO (crianças com 3 meses de idade ou mais).
Para crianças e bebês, recomenda-se o seguinte esquema posológico:
a) CRIANÇAS com peso corpóreo 40 kg devem receber as doses recomendadas para adultos.
b) CRIANÇAS E BEBÊS com peso corpóreo < 40 kg devem receber 15 mg/kg a cada 6 horas. A
dose total diária não deve exceder 2 g.
Os dados clínicos não são suficientes para recomendar a administração para crianças com idade
inferior a três meses ou para pacientes pediátricos com insuficiência renal (creatinina sérica > 2
mg/dL).
TIENAM® não é recomendado para o tratamento de meningite. Se houver suspeita de meningite,
deve ser utilizado antibiótico apropriado. TIENAM® pode ser utilizado em crianças com septicemia,
desde que não haja suspeita de meningite.
RECONSTITUIÇÃO, SOLUÇÃO INTRAVENOSA
TIENAM® IV para infusão intravenosa é apresentado como um pó estéril, em frascos contendo o
equivalente a 500 mg de imipeném e 500 mg de cilastatina.
TIENAM® IV é tamponado com bicarbonato de sódio para fornecer soluções com pH na faixa de 6,5
a 8,5. Não ocorrem alterações significativas do pH quando as soluções são preparadas e utilizadas
de acordo com as instruções. TIENAM® IV 500 contém 37,5 mg de sódio (1,6 mEq).
O pó estéril de TIENAM® IV deve ser reconstituído conforme demonstrado na Tabela 3. Agite o
frasco até obter uma solução clara. Variações na coloração, do incolor ao amarelo, não afetam a
potência do produto.
TABELA 3
RECONSTITUIÇÃO DO TIENAM® IV
Dose de TIENAM® IV (mg de
Volume de diluente a ser
Concentração média
imipeném)
adicionado (mL)
aproximada de TIENAM® IV
(mg/mL de imipeném)
500 100 5

ESTABILIDADE, TIENAM® IV:
Conserve o pó seco em temperatura entre 15 e 25oC.
A Tabela 4 apresenta o período de estabilidade do TIENAM® IV quando reconstituído com soluções
para infusão selecionadas e armazenado em temperatura entre 15 e 25oC – ou sob refrigeração.
CUIDADO: TIENAM® IV é quimicamente incompatível com lactato, portanto não deve ser
reconstituído com diluentes que contenham lactato. Contudo, TIENAM® IV pode ser administrado na
linha intravenosa na qual esteja sendo administrada uma solução de lactato.
TIENAM® IV não deve ser misturado ou fisicamente adicionado a outros antibióticos.

TABELA 4
ESTABILIDADE DA SOLUÇÃO RECONSTITUÍDA DE TIENAM® IV.



Diluente
Período de estabilidade (horas)
Temperatura
de
Refrigeração (4ºC)
25º C
Cloreto de sódio isotônico
4
24
Soro glicosado 5%
4
24
Soro glicosado 10%
4
24
Soro glicosado 5% e NaCl 0,9%
4
24
Soro glicosado 5% e NaCl 0,45%
4
24
Soro glicosado 5% e NaCl 0,225%
4
24
Soro glicosado 5% e KCl 0,15%
4
24
Manitol 5% e 10%
4
24


SUPERDOSAGEM
Não há informação específica disponível sobre o tratamento da superdosagem com TIENAM®. O
imipeném e a cilastatina sódica são hemodialisáveis. Contudo, a utilidade desse procedimento na
superdosagem é desconhecido.
USO EM IDOSOS

Não foram observadas diferenças na segurança e na eficácia entre indivíduos com 65 anos de
idade ou mais e indivíduos mais jovens, no entanto, maior sensibilidade de alguns indivíduos
mais velhos não pode ser controlada. Como os pacientes idosos são mais propensos a
apresentarem uma diminuição da função renal, deve-se ter cautela na escolha na dose, e
talvez seja útil monitorar a função renal. O ajuste de dose baseado na idade não é necessário.
USO RESTRITO A HOSPITAIS
"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA"
Número de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.
Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos ­ CRF-SP nº 16.243
Registro MS – 1.0029.0026
Produzido por:
Merck & Co., Inc., PO. Box 07, Elkton, VA 22827, EUA.
Embalado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 1.161, Sousas, Campinas/SP
CNPJ: 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira
Importado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
CNPJ: 45.987.013/0001-34 ­ Indústria Brasileira

® Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.
IPC 0199a
MSD On Line 0800-0122232
E-mail: online@merck.com
www.msdonline.com.br




Baxter Hospitalar Ltda.

Tel: (11) 5694-8500
Av. Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100
Fax: (11) 5694-8499
Bloco C, 6º Andar

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Holoxane
Ifosfamida

0,5 g – 1 g – 2 g


Injetável de preparação extemporânea


USO ADULTO E PEDIÁTRICO


Holoxane 0,5 g
Holoxane 0,5 g
Holoxane 0,5 g
COMPOSIÇÕES
Cada frasco-
Cada frasco-
Cada frasco-
ampola contém:
ampola contém:
ampola contém:
ifosfamida
0,5 g
1,0 g
2,0 g


APRESENTAÇÕES
Frasco-ampola de 0,5g: Caixa com 10 unidades.
Frasco-ampola de 1g: Caixa com 10 unidades.
Frasco-ampola de 2g: Caixa com 10 unidades.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
HOLOXANE (ifosfamida) é um medicamento indicado no tratamento de diversos
tumores. Seu emprego é restrito aos oncologistas especializados em quimioterapia e é
de uso exclusivo em hospitais.
Maiores detalhes a respeito das propriedades e aplicações de HOLOXANE
(ifosfamida) são encontrados na documentação científica do produto.

INDICAÇÕES

HOLOXANE (ifosfamida) é indicado em:
­ carcinoma brônquico de células pequenas;
­ carcinoma de ovário;
­ carcinoma de mama;
­ tumores de testículo (seminoma, teratoma, teratocarcinoma);
­ sarcoma de partes moles (leiomiossarcoma, rabdomiossarcoma e condrossarcoma);
­ carcinoma de endométrio;
­ carcinoma de rim hipernefróide;
­ carcinoma de pâncreas;
­ linfomas malignos (linfossarcoma, reticulossarcoma).


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CONTRA-INDICAÇÕES

HOLOXANE (ifosfamida) não deve ser administrado nos casos de intensa depressão
de medula óssea, de insuficiência renal (alterações da função excretora), de hipotonia
vesical, de obstrução das vias urinárias eferentes e de metástases cerebrais.
HOLOXANE (ifosfamida) é contra-indicado no primeiro trimestre da gravidez, enquanto
que no restante da gestação só deverá ser usado se o benefício para a mulher
justificar o risco potencial para o feto.


PRECAUÇÕES

Pacientes de ambos os sexos em idade reprodutiva deverão adotar medidas
anticoncepcionais, mesmo de abstinência, durante e até 3 meses após a quimioterapia
com HOLOXANE (ifosfamida).
Antes do início da terapia deverão ser eliminados possíveis distúrbios de excreção
urinária, tratados eventuais processos infecciosos e corrigidos distúrbios do equilíbrio
eletrolítico. Cuidados especiais deverão ser tomados em pacientes que forem
submetidos à nefrectomia unilateral, e em pacientes que não toleram doses mais
elevadas de HOLOXANE (ifosfamida).


INTERAÇÕES

O uso concomitante de sulfoniluréias pode potencializar o efeito hipoglicemiante.


REAÇÕES ADVERSAS

As reações adversas observadas podem ser de diferente intensidade, dependendo da
sensibilidade individual, tipo de doença e dose administrada; requerem uma
medicação prévia e concomitante adequada.
Com a administração de doses elevadas podem ocorrer náuseas e vômitos,
geralmente controláveis mediante a administração prévia de um antiemético do tipo
fenotiazínico.
Pode ocorrer alopecia, que é reversível após algumas semanas.
O uso de doses elevadas de HOLOXANE (ifosfamida) provoca leucopenia, que é
reversível dentro de 5-10 dias.
Pode ocorrer também eritrocitopenia e trombocitopenia.
Em virtude dessas alterações, deverão ser realizados controles periódicos do quadro
sangüíneo; aconselha-se também praticar uma terapia concomitante à base de
antibióticos e antimicóticos. Indica-se também transfusões sangüíneas e administração
de gamaglobulina.
A terapia com HOLOXANE (ifosfamida) pode causar cistite, inclusive hemorrágica; por
esta razão, são necessários controles regulares, mesmo diários, do sedimento urinário
durante o tratamento. Como medida profilática, recomenda-se a administração
abundante de líquidos, pelo menos 4 litros/dia, e um diurético pode ser de grande
valor.
A alcalinização da urina (ex.: complexos de citrato) deve ser realizada durante pelo
menos 24 horas após a última dose do medicamento. Recomenda-se administração
conjunta do uroprotetor mesna (MITEXAN) na proporção de 20% da dose de


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HOLOXANE (ifosfamida), 15 minutos antes e 4 e 8 horas após a administração de
HOLOXANE (ifosfamida), para diminuição da urotoxicidade do citostático, e redução
do risco de lesões do tipo hemorrágica no trato urinário. Estas medidas devem ser
seguidas especialmente em pacientes de alto risco, ou seja, aqueles que apresentam
história de doenças da bexiga, ou que foram submetidos anteriormente a irradiações
abdominais baixas.
Por esta razão, são necessários controles regulares do sedimento urinário, até diários.
As funções hepática e renal não sofrem alterações desde que se apresentem normais
no início da terapia. Caso haja alteração destas funções, a terapia deverá ser adiada
até normalização das mesmas.
Podem ocorrer distúrbios transitórios de desorientação e confusão mental. A
espermatogênese e a ovulação podem ser afetadas.


POSOLOGIA

Recomenda-se atingir uma dose total de 250-300 mg/kg por série. Administra-se
habitualmente, por via endovenosa, uma dose diária de 50-60 mg/kg durante 5 dias
consecutivos.
Quando for prescrita uma dose diária inferior, a duração de cada série se prolongará
por 10 dias, administrando-se 20-30 mg/kg por via endovenosa. Nos casos resistentes
à terapia, aconselha-se a dose diária de 80 mg/kg durante 2-3 dias consecutivos.
O intervalo entre as séries deverá ser no mínimo de 4 semanas.
Estes intervalos dependem do quadro sangüíneo e da recuperação dos eventuais
efeitos colaterais.

Preparação da solução:

HOLOXANE (ifosfamida) geralmente é administrado por infusão endovenosa rápida
(infusão curta). É importante que a concentração da solução não seja superior a 4%.
Dissolver da seguinte maneira:
­ 500 mg de HOLOXANE (ifosfamida) em 13 ml de água bidestilada.
­ 1000 mg de HOLOXANE (ifosfamida) em 25 ml de água bidestilada.
­ 2000 mg de HOLOXANE (ifosfamida) em 50 ml de água bidestilada.
Estas soluções se destinam ao uso endovenoso.
Para as infusões endovenosas, as soluções preparadas conforme esquema acima
devem ser diluídas em 500 ml de solução Ringer ou em soluções semelhantes,
próprias para infusões.
Duração de infusão: cerca de 30 minutos, eventualmente 1-2 horas.
A substância dissolve-se com facilidade em 1/2 -1 minuto após a introdução do
diluente, devendo-se agitar fortemente. Se a dissolução não ocorrer de imediato,
aguardar durante alguns minutos.
ARMAZENAGEM

Conservar em lugar fresco, em temperatura não superior a 25°C.
A solução reconstituída deve ser utilizada o mais rapidamente possível. Caso não seja
utilizada, após a reconstituição com solução de Ringer ou solução de glicose a 5% ou
solução salina a 0,9%, a solução reconstituída permanece estável por 24 horas a 2°C –
8°C, seguido de 24 horas a 25°C.


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VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA USO RESTRITO EM HOSPITAIS

Lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.
Reg. MS – 1.0683.0171
Farm. Resp.: Melânia Cordelino
CRF-SP nº 12.737
Fabricado por:
Baxter Oncology GmbH
Kantstrasse 2 – D-33790 Halle/Westfalen – Alemanha.
Importado e distribuído por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100
bloco C – 6º andar – São Paulo – SP
C.N.P.J.: 49.351.786/0001-80

Holoxane é marca de Baxter Healthcare S/A

SAC ­ SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR
Tel.: 08000125522
www.baxter.com.br




Spidufen®
ibuprofeno arginina

Formas farmacêuticas, via de administração e apresentações comercializadas:
Granulado sabor damasco para solução oral 770 mg* (*equivalente a 400 mg de
ibuprofeno e 370 mg de arginina) ­ Embalagens com 6 ou 20 envelopes de 3 g.
Granulado sabor menta anis para solução oral 770 mg* (*equivalente a 400 mg de
ibuprofeno e 370 mg de arginina) – Embalagens com 10 envelopes de 3 g.
Granulado sabor damasco para solução oral 1155 mg** (**equivalente a 600 mg de
ibuprofeno e 555 mg de arginina) – Embalagens com 10 envelopes de 3 g.
Granulado sabor menta anis para solução oral 1155 mg** (**equivalente a 600 mg de
ibuprofeno e 555 mg de arginina) – Embalagens com 10 envelopes de 3 g.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Granulado para solução oral 770 mg*
Cada envelope com 3 g de granulado contém:
ibuprofeno arginina……………………………………………………………………………………………770 mg*
(*equivalente a 400 mg de ibuprofeno e 370 mg de arginina)
Excipientes: bicarbonato de sódio, sacarina sódica, aspartame, sacarose e aroma de
damasco…………………………………………………………………………………………………………q.s.p. 3 g
Granulado para solução oral 770 mg*
Cada envelope com 3 g de granulado contém:
ibuprofeno arginina……………………………………………………………………………………………770 mg*
(*equivalente a 400 mg de ibuprofeno e 370 mg de arginina)
Excipientes: bicarbonato de sódio, sacarina sódica, aspartame, sacarose, aroma de menta e
aroma de anis ………………………………………………………………………………………………..q.s.p. 3 g
Granulado para solução oral 1155 mg**
Cada envelope com 3 g de granulado contém:
ibuprofeno arginina………………………………………………………………………………………..1155 mg**
(**equivalente a 600 mg de ibuprofeno e 555 mg de arginina)
Excipientes: bicarbonato de sódio, sacarina sódica, aspartame, sacarose e aroma de
damasco……………………………………………………………………………………………………….. q.s.p. 3 g
Granulado para solução oral 1155 mg**
Cada envelope com 3 g de granulado contém:
ibuprofeno arginina………………………………………………………………………………………..1155 mg**
(**equivalente a 600 mg de ibuprofeno e 555 mg de arginina)
Excipientes: bicarbonato de sódio, sacarina sódica, aspartame, sacarose, aroma de menta e
aroma de anis ………………………………………………………………………………………………. q.s.p. 3 g
Conteúdo de sacarose, sacarina sódica e aspartame por apresentação:
Quantidade por envelope de 3 g
Apresentações
Sacarose
Aspartame
Sacarina sódica
Granulado 770 mg sabor Damasco
1770 mg
60 mg
20 mg
Granulado 1155 mg sabor Damasco
1285 mg
60 mg
20 mg
Granulado 770 mg sabor Menta Anis
1835 mg
25 mg
20 mg
Granulado 1155 mg sabor Menta Anis
1340 mg
30 mg
25 mg

1


INFORMAÇÕES AO PACIENTE

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

®
Spidufen é um medicamento que age aliviando a dor, a inflamação e a febre.
A atividade analgésica é do tipo não – narcótica, ou seja, inibindo substâncias que causam
dor através da inflamação.
®
Spidufen tem em sua fórmula um aminoácido básico, a arginina, que o torna mais solúvel,
garantindo uma ótima e rápida absorção do componente ativo, o ibuprofeno, após a
administração oral.
O pico da concentração no sangue é atingido entre 15 a 30 minutos. É uma vantagem do
produto, especialmente nos casos de dor intensa, em que um efeito analgésico imediato é
desejável.
POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

Spidufen® 400 é indicado para:
- Alívio da dor leve ou moderada: dores de cabeça, nevralgias, dismenorréia (cólica
menstrual), pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares, traumáticas e é coadjuvante
no tratamento da dor da artrite reumatóide.
Febre e tratamento sintomático da gripe.
Spidufen® 600 é indicado para:
- Alívio da dor leve ou moderada: dores de cabeça, nevralgias, dismenorréia (cólica
menstrual), pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares e traumáticas.
Spidufen® 600 também está indicado como coadjuvante no tratamento da dor da artrite
reumatóide e da osteoartrite e em outras doenças musculares e ósseas que se manifestem
com dor e inflamação.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve utilizar este medicamento se:
- for alérgico ao ibuprofeno, ao ácido acetilsalicílico e seus derivados ou a outros
medicamentos do grupo dos antiinflamatórios não esteróides ou a qualquer um dos
componentes do produto. Se ao ingerir este medicamento você apresentar reações tais
como: urticária, coceira, inchaço da face, lábios ou língua, secreção nasal, dificuldade
respiratória ou asma, você deve suspender o uso de Spidufen® e informar seu médico;
- possuir úlcera de estômago ou duodeno;
- possuir doença grave do fígado ou dos rins;
-se já apresentou sangramento no estômago ou intestino, ou algum tipo de sangramento no
momento;
- apresentar fezes pretas ou diarréia com sangue;
- apresentar transtornos hemorrágicos ou de coagulação sangüínea, ou se estiver tomando
anticoagulantes. Caso haja necessidade da utilização concomitante com medicamentos
anticoagulantes, recomenda-se realizar exames periódicos para coagulação sangüínea;
- apresentar colite ulcerosa ou doença de Crohn;
- em caso de gravidez deve-se suspender o uso de Spidufen® e informar seu médico.

Advertências e precauções
Tenha cuidado especial com o uso de Spidufen® se:
- Possuir problemas nos rins ou fígado;
- Apresentar inchaços (retenção de líqüidos);
- Apresenta ou apresentou doença cardíaca ou pressão alta;
- Possuir asma ou qualquer doença respiratória que cause chiado no pulmão ou bronquite;
- Realiza tratamento devido a uma infecção, já que Spidufen® pode mascarar a febre, que é
um sinal importante de infecção;
- Apresentar problemas relacionados ao coração, rins ou fígado, ter mais que 60 anos ou se
precisar tomar o medicamento de forma prolongada (mais de 1 a 2 semanas), é possível que
o seu médico solicite controles de forma regular. O seu médico indicará a freqüência destes
controles.
2


Em caso de surgimento de distúrbios visuais, interromper o tratamento e realizar um exame
oftalmológico.
O uso de Spidufen®, como de qualquer medicamento antiinflamatório é desaconselhado às
mulheres que pretendem ficar grávidas. A administração de Spidufen® deve ser suspensa
nas mulheres com problemas de fertilidade ou que estão submetidas a investigações sobre a
fertilidade.
“Atenção diabéticos: contém açúcar”.
“Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina”.

Gravidez
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Não é aconselhado o uso do produto durante a gestação, especialmente durante o terceiro
trimestre de gravidez e durante a amamentação.

Amamentação
Ainda que somente passem pequenas quantidades do medicamento ao leite materno,
recomenda-se não tomar Spidufen® 400 e 600 granulado para solução oral durante a
amamentação.

Uso pediátrico
Não é aconselhável o uso do produto em pacientes menores de 12 anos de idade, uma vez
que um envelope de granulado para solução oral contém uma dose de ibuprofeno arginina,
equivalente a 400 mg ou 600 mg de ibuprofeno, sendo maior que a dose recomendada para
uso pediátrico.

Outros grupos de risco
Spidufen® 400 e 600 granulado para solução oral deve ser administrado com cautela à
pacientes idosos (acima de 65 anos) e aos pacientes com doença hepática, renal ou
cardíaca.

Posso dirigir ou operar máquinas enquanto estiver tomando Spidufen®?
Se você sentir tonturas, vertigem, alterações da visão ou outros sintomas enquanto estiver
tomando este medicamento, não deverá dirigir nem utilizar maquinaria perigosa. Se tomar
somente uma dose de Spidufen®, ou o tomar durante um curto período, não será necessário
adotar precauções especiais.
Interações medicamentosas
Spidufen® pode interferir com outros medicamentos.
Os medicamentos mencionados a seguir não devem ser tomados concomitantes ao uso de
Spidufen®:
- outros antiinflamatórios não esteróides (AINEs): O risco de efeitos adversos aumenta se for
combinado Spidufen® oral com outros AINEs ou com ácido acetilsalicílico. Não obstante, em
geral, permite-se o tratamento com uma única dose baixa diária de ácido acetilsalicílico (até
100 mg por dia);
- warfarina, ticlopidina ou outros medicamentos que forem utilizados para evitar o surgimento
de coágulos: se tomar estes medicamentos, Spidufen® poderá diminuir ainda mais a
capacidade de coagulação do sangue;
- lítio (medicamento utilizado para tratar a depressão): Spidufen® pode aumentar os níveis
de lítio no sangue e potencializar os efeitos adversos deste medicamento. Caso haja
necessidade de se tomar medicamentos que contenham lítio e Spidufen® concomitante, seu
médico poderá reduzir a dose de lítio.
- metotrexato: se tomar metotrexato e Spidufen® ao mesmo tempo, em um intervalo de 24
horas, poderão aumentar os níveis no sangue de metotrexato e os efeitos adversos deste
medicamento. O seu médico poderá lhe aconselhar não tomar ibuprofeno arginina se estiver
recebendo tratamento com doses elevadas de metotrexato;
- hidantoínas, como a fenitoína (utilizada no tratamento da epilepsia);
- sulfamidas, como o sulfametoxazol e o cotrimoxazol (utilizadas no tratamento de algumas
infecções);
3


- corticóides (como dexametasona, prednisona, betametasona ou prednisolona); diuréticos;
antimicóticos (fluconazol); pentoxifilina; probenecida; antibióticos do grupo das quinolonas
(ex.: norfloxacina); sulfinpirazona; sulfaniluréias (como a tolbutamida); tacrolimus; zidovudina.


Interações com exames laboratoriais
Uma vez que o ibuprofeno pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, o tempo de
protrombina deve ser mantido cuidadosamente sob controle durante as primeiras semanas
do tratamento combinado e neste caso a dosagem dos anticoagulantes pode necessitar de
um ajuste.

Interações com alimentos
Recomenda-se tomar os envelopes de granulado de Spidufen® 400 e 600 juntamente com
água ou outro líquido. Podem ser tomados sozinhos ou com alimentos. Em geral,
recomenda-se tomá-lo durante as refeições ou imediatamente após ter ingerido algum
alimento, para reduzir a possibilidade de ocorrências de distúrbios gástricos.
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 12 anos.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para
sua saúde.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Aspecto físico e características organolépticas do medicamento
O Granulado para solução oral de 400 mg e 600 mg é um pó branco com sabor levemente
adocicado de damasco ou menta anis.
Posologia

Spidufen® 400
- Adultos:
Dores leves ou moderadas; estados febris e gripe; dismenorréia (cólica menstrual): 1 envelope
de 400 mg, 3 vezes ao dia.
- Coadjuvante no tratamento da dor da artrite crônica: No início do tratamento, aconselha-se uma
dose diária de 1200 a 1600 mg divididas em 3 ou 4 administrações, podendo, se for necessário,
aumentá-la gradualmente até 2400 mg (800 mg, ou 2 envelopes, 3 vezes ao dia).
- Crianças com mais de 12 anos de idade: A dose diária recomendada é de 20 mg/kg dividida
em 3 administrações.
Em casos de artrite reumatóide juvenil, a dose pode ser aumentada para 40 mg/kg/dia, dividida
em 3 administrações.
A dose máxima diária, para crianças pesando menos de 30 kg, é de 800 mg.
Spidufen® 600
- Adultos:
Dores leves ou moderadas; estados febris e gripe; dismenorréia (cólica menstrual): 1 envelope
de 600 mg, 2 vezes ao dia.
- Coadjuvante no tratamento da dor de processos artríticos crônicos: No início do tratamento,
aconselha-se uma dose diária de 1200 a 1600 mg divididas em 3 ou 4 administrações, podendo,
se necessário, ser aumentada gradualmente até 2400 mg diários, dose que não se aconselha
ser ultrapassada.
- Crianças com mais de 12 anos de idade: A dose diária recomendada é de 20 mg/kg dividida
em 3 administrações.
Em casos de coadjuvante no tratamento de artrite reumatóide juvenil, a dose pode ser
aumentada para 40 mg/kg/dia, dividida em 3 administrações.
A dose máxima diária, para crianças pesando menos de 30 kg, é de 800 mg.

4


Como usar
Deve-se diluir o envelope do granulado de Spidufen® juntamente com água ou outro líquido.
Pode ser tomado sozinho ou com alimentos. Em geral, recomenda-se tomá-lo durante as
refeições ou imediatamente depois de comer, para reduzir a possibilidade de ocorrência de
distúrbios gástricos.
Com o auxílio de uma tesoura cortar o envelope, dissolver todo o conteúdo em meio copo de
água e agitar vigorosamente com uma colher. Ingerir imediatamente a solução.

O que fazer no caso de esquecer de tomar uma dose?
Se você esqueceu de tomar a sua dose correspondente, tome-a assim que lembrar.
Entretanto, se o horário da tomada seguinte estiver muito próximo, pule a dose que
esqueceu e tome a dose seguinte, no horário habitual.
Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o
aspecto do medicamento.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Spidufen® é bem tolerado, mas como qualquer outro medicamento pode apresentar reações
adversas: queimação no estômago, diarréia ou prisão de ventre, náuseas ou vômitos, úlcera
de estômago ou duodeno que provocam eliminação de sangue vivo, ou fezes como borra de
café, zumbido no ouvido ou tontura, inchaço das pernas, aumento da pressão arterial,
reações alérgicas tipo urticária e coceira. Em pacientes predispostos, o ibuprofeno pode
desencadear uma crise de asma.
As reações adversas causadas por medicamentos como o Spidufen® são mais comuns em
pessoas com mais de 65 anos de idade.
A incidência de reações adversas é menor em tratamentos curtos e se a dose diária estiver
abaixo da dose recomendada.
As reações adversas mais comuns estão relacionadas aos sistemas: gastrintestinal, nervoso
central, cardiovasculares, órgãos do sentido, reações de hipersensibilidade, hematológicas,
hepáticas e renais.
Até esta data não foram comunicadas reações de hipersensibilidade grave com Spidufen®,
mas não podem ser descartadas. As manifestações deste tipo de reações podem ser: febre,
erupção na pele, dor abdominal, dor de cabeça intensa e persistente, náuseas, vômitos,
inchaço da face, língua e garganta, dificuldade respiratória, asma, palpitações, hipotensão e
choque.
Se surgir alguma das reações adversas mencionadas a seguir, interrompa o tratamento e
procure imediatamente o seu médico:
-reações alérgicas, tais como urticária, inchaço da face, chiado no peito ou dificuldade
respiratória;
-vômitos de sangue, sangue nas fezes ou fezes com aspecto de borra de café, ou diarréia
sanguinolenta;
-dor intensa de estômago;
-dor de cabeça intensa ou persistente;
-coloração amarela da pele (icterícia);
Se for observada qualquer outra reação não descrita nesta bula, informe seu médico.

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O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE
MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

Em caso de superdosagem, informe imediatamente o seu médico.
Não existe um antídoto específico para o ibuprofeno. A maioria dos casos de superdose é
assintomática. Após ingestão de dose excessiva podem surgir, os seguintes sintomas:
náuseas, dor estomacal, vômito (sangue) e diarréia (sangue), tontura, visão dupla, dor de
cabeça e zumbido. Em caso de intoxicação grave pode ocorrer também: perda dos sentidos,
hipotensão, convulsões e coma.
O tratamento inicial indicado é a realização de lavagem estomacal nos 60 minutos após a
ingestão, seguidos de cuidados médicos de urgência.

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

O medicamento deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) e
protegido da umidade.
Observar o lote, a data de fabricação e o prazo de validade impressos na embalagem
externa.
Não utilizar o medicamento com prazo de validade vencido.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

O ibuprofeno é um medicamento analgésico e antiinflamatório com considerável atividade
antipirética.
Quimicamente é o precursor dos derivados fenilpropiônicos de atividade antiinflamatória. A
atividade analgésica é do tipo não – narcótica.
O ibuprofeno é um potente inibidor da síntese de prostaglandinas e exerce a sua atividade
inibindo a sua síntese perifericamente.
Spidufen®, com a presença de um aminoácido básico como a arginina, permite a
solubilização do ibuprofeno e garante uma ótima e rápida absorção do componente ativo
após a administração oral.
Experiências com seres humanos demonstraram que Spidufen® permite, em comparação
com as formas farmacêuticas tradicionais, uma absorção do fármaco mais rapidamente (o
pico das concentrações é mais precoce) com uma biodisponibilidade plasmática
significativamente mais elevada na primeira hora posterior à administração do fármaco.
De fato, o pico da concentração plasmática é atingido aproximadamente em 15 a 30 minutos,
e os níveis plasmáticos são evidenciados após 5 a 10 minutos da administração oral. Esse
aspecto se apresenta vantajoso especialmente nas condições clínicas (ex.: dor intensa) nas
quais é preferível um efeito analgésico particularmente imediato.
Não ocorrem fenômenos de acúmulo do fármaco ou de seus metabólitos e a excreção é
praticamente completa após 24 horas.
As provas toxicológicas em diversas espécies animais, por diversas vias de administração,
demonstraram que o ibuprofeno é bem tolerado e não demonstrou efeitos teratogênicos.
Contudo, é notado que a administração de AINEs à ratas prenhas pode determinar restrição
do duto arterial fetal.
RESULTADOS DE EFICÁCIA

O extenso uso do ibuprofeno tem comprovado a sua eficácia analgésica, antiinflamatória e
antipirética associada à boa tolerabilidade tanto em adultos como em crianças. A avaliação
global dos trabalhos publicados indica que o ibuprofeno é um medicamento seguro e eficaz
no tratamento de dor leve ou moderada, estados inflamatórios e febre em considerável
porcentagem da população 1.
Spidufen® associa a eficácia e segurança do ibuprofeno a um melhor perfil farmacocinético,
conseqüência de uma absorção mais rápida e de uma biodisponibilidade superior,
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proporcionadas pela arginina. Desta associação resulta um início de ação analgésica,
antipirética e antiinflamatória mais precoce e intensa 2.

Eficácia analgésica
A eficácia analgésica do ibuprofeno arginina foi pesquisada e demonstrada em diversos
estudos clínicos controlados e abertos em vários tipos de dor, tais como na dor pós-operatória
dentária, dor aguda e pós-cirúrgica (ortopédica, ginecológica/obstétrica), na cefaléia, na dor
osteoarticular, na dismenorréia e na dor de etiologia diversa.

Dor pós-cirúrgica
O modelo de dor pós-exodôntica, originalmente descrito por Cooper e Beaver, está bem
estabelecido como de comprovada sensibilidade para a avaliação de analgésicos. Spidufen®
foi bem avaliado dentro deste contexto em vários estudos clínicos duplo-cegos,
randomizados e comparativos, demonstrando sempre boa atividade terapêutica 3,4,5,6,7,8,9,10 ,
com índices de eficácia de 83,7% na dose de 400 mg, enquanto que com o ibuprofeno sem
arginina estes índices atingiram 63% (p<0,05).
O ibuprofeno arginina determinou melhora da dor em um tempo mais rápido – 16 a 24
minutos, em relação ao ibuprofeno; a tolerabilidade foi similar para ambos os produtos.
O ibuprofeno arginina foi avaliado comparativamente à dipirona e ao sulfato de morfina
intramuscular, em pacientes submetidos à artroplastia 11,12.
Cefaléia / Migrânea
A eficácia de Spidufen® no tratamento da cefaléia, foi demonstrada em estudos
randomizados, controlados, comparativos e duplo cego em doses que variam de 200 a 600
mg 13,14. Os resultados sempre mostraram uma redução estatisticamente significante da
intensidade da dor após 1, 2, 4 e 6 horas da administração da medicação 15-17.
Dismenorréia primária
O racional do uso de antiinflamatórios não-esteróides no tratamento da dismenorréia primária
se baseia no próprio mecanismo de ação deste grupo de fármacos. Foi relatado um melhor
índice de risco/benefício com o ibuprofeno em uma metanálise com 2987 pacientes tratados
com diversos AINEs 18. A eficácia e segurança do ibuprofeno arginina foram avaliadas em
um estudo aberto com 1093 pacientes, utilizando uma dose inicial de 600 mg, seguida da
mesma dose a cada 6 horas, até um total de 2400 mg/dia 19. Os resultados mostraram
melhora significante na dor 15 minutos após o início da terapia em comparação com os
valores basais (p<0,001). Aos 15 e 30 minutos o percentual de pacientes com redução
acentuada da intensidade da dor foi de 82,2% e 97,6% respectivamente, demonstrando que
o ibuprofeno arginina é eficaz, rápido e seguro no tratamento da dismenorréia primária.
A melhora significante da dor foi obtida mais precocemente com ibuprofeno arginina 400 mg
do que com qualquer das doses de ibuprofeno racêmico (32 a 36 min) 20-22.

Dor articular
A atividade analgésica do ibuprofeno arginina granulado 400 mg foi comparada com a do
ibuprofeno 400 mg comprimidos em 30 pacientes com artralgia, em estudo de dose única,
duplo-cego, cruzado, junto com a avaliação farmacocinética 23. As médias das somas das
diferenças dos escores de intensidade da dor (SPID) foram 4,87± 0,41 para o ibuprofeno
arginina e 3,87 ± 0,28 para os comprimidos de ibuprofeno convencional demonstrando uma
melhor atividade analgésica, estatisticamente significante (p<0,01), já aos 30 minutos após a
administração. Em complemento, ficou comprovada uma relação entre a rapidez e a
extensão da absorção de ibuprofeno arginina granulado com a precocidade e a intensidade
dos efeitos analgésicos obtidos 24,25.
Resultados semelhantes foram reportados por Girola24 e por Marini25 em estudos
comparativos com o ibuprofeno convencional ou com placebo. De um modo geral, 400 mg de
ibuprofeno arginina exerceram uma ação analgésica significantemente superior tanto em
termos de intensidade total como em termos de rapidez de início.
Dores de diversas etiologias
Estudo multicêntrico, duplo-cego, randomizado, comparado com placebo, envolvendo 316
pacientes, comprovou a eficácia analgésica de uma dose única do ibuprofeno arginina 400
mg nas dores de diversas etiologias, mostrou que no grupo do ibuprofeno arginina, o
intervalo sem medicação foi o dobro do encontrado no grupo do placebo (421 ± 55 min e 217
7


± 23 min, respectivamente), e que com ibuprofeno arginina utilizou-se menor quantidade de
medicação de resgate (35 e 52%, respectivamente)26.

Eficácia antitérmica
A eficácia antitérmica do ibuprofeno foi pesquisada e demonstrada em diversos estudos
clínicos principalmente com crianças que apresentavam febre de etiologia variada, tendo sido
considerada similar à do acetaminofeno (paracetamol) e à da aspirina. Em estudo comparativo
com o acetaminofeno, os índices de redução foram de 68,8% e 35,5%, respectivamente27.
INDICAÇÕES

Spidufen® 400 é indicado para:
- Alívio da dor leve ou moderada: cefaléias, nevralgias, dismenorréia, pós-cirúrgico dental e
dores dentárias, musculares, traumáticas e é coadjuvante no tratamento da dor da artrite
reumatóide.
Febre e tratamento sintomático da gripe.
Spidufen® 600 é indicado para:
- Alívio da dor leve ou moderada: cefaléias, nevralgias, dismenorréia, pós-cirúrgico dental e
dores dentárias, musculares e traumáticas.
Spidufen® 600 também está indicado como coadjuvante no tratamento da dor da artrite
reumatóide e da osteoartrite e em outras patologias musculares e ósseas que se manifestem
com dor e inflamação.

CONTRA-INDICAÇÕES

Spidufen® não deverá ser utilizado se o paciente:
-apresentar hipersensibilidade ao ibuprofeno, a outros fármacos do grupo dos
antiinflamatórios não esteróides ou a qualquer um dos componentes do medicamento;
- apresentar úlcera gástrica, duodenal ou esofágica;
- apresentar sinais de insuficiência hepática ou renal;
- apresentar história pregressa de hematêmese ou melena;
- apresentar distúrbios da coagulação sangüínea, ou se estiver tomando anticoagulantes.
Caso haja necessidade da utilização concomitante com medicamentos anticoagulantes,
recomenda-se realizar exames periódicos para coagulação sangüínea;
- apresentar colite ulcerativa, ou doença de Crohn;
Spidufen® não deve ser utilizado durante a gravidez, especialmente durante o terceiro
trimestre.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO

Spidufen® deve ser administrado somente por via oral.
Com o auxílio de uma tesoura cortar o envelope, dissolver todo o conteúdo em meio copo de
água e agitar vigorosamente com uma colher. Ingerir imediatamente a solução.
O medicamento deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15º C e 30º C) e
protegido da umidade.
POSOLOGIA

Spidufen® 400
- Adultos:
Dores leves ou moderadas; estados febris e gripe; dismenorréia: 1 envelope de 400 mg, 3 vezes
ao dia.
- Coadjuvante no tratamento da dor da artrite crônica: No início do tratamento, aconselha-se uma
dose diária de 1200 a 1600 mg divididas em 3 ou 4 administrações, podendo, se for necessário,
aumentá-la gradualmente até 2400 mg (800 mg, ou 2 envelopes), 3 vezes ao dia.
- Crianças com mais de 12 anos de idade: A dose diária recomendada é de 20 mg/kg dividida
em 3 administrações.
Em casos de artrite reumatóide juvenil, a dose pode ser aumentada para 40 mg/kg/dia, dividida
em 3 administrações.
A dose máxima diária, para crianças pesando menos de 30 kg, é de 800 mg.
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Spidufen® 600
- Adultos:
Dores leves ou moderadas; estados febris e gripe; dismenorréia: 1 envelope de 600 mg, 2 vezes
ao dia.
- Coadjuvante no tratamento da dor de processos artríticos crônicos: No início do tratamento,
aconselha-se uma dose diária de 1200 a 1600 mg divididas em 3 ou 4 administrações, podendo,
se necessário, ser aumentada gradualmente até 2400 mg diários, dose que não se aconselha
ser ultrapassada.
- Crianças com mais de 12 anos de idade: A dose diária recomendada é de 20 mg/kg dividida
em 3 administrações.
Em casos de coadjuvante no tratamento de artrite reumatóide juvenil, a dose pode ser
aumentada para 40 mg/kg/dia, dividida em 3 administrações.
A dose máxima diária, para crianças pesando menos de 30 kg, é de 800 mg.

ADVERTÊNCIAS

“Atenção diabéticos: contém açúcar”.
“Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina”.
Tenha cuidado especial com o uso de Spidufen® se:
- Apresentar edemas (retenção de líquidos);
- Apresenta ou apresentou quadro de insuficiência cardíaca ou hipertensão arterial;
- Possuir asma ou qualquer outro transtorno respiratório restritivo;
- Realizar tratamento devido a uma infecção, já que Spidufen® pode mascarar a febre, que é
um sinal importante de infecção;
- Apresentar doenças cardíacas, renais ou hepáticas, tiver mais de 60 anos ou precisar tomar
o medicamento de forma prolongada (mais de 1 a 2 semanas), é possível que o seu médico
solicite controles de forma regular. O seu médico indicará a freqüência destes controles.
Em caso de surgimento de distúrbios visuais, interromper o tratamento e realizar um exame
oftalmológico.
O uso de Spidufen®, como de qualquer fármaco inibidor da síntese de prostaglandinas e da
ciclooxigenase é desaconselhado às mulheres que pretendem ficar grávidas. A
administração de Spidufen® deve ser suspensa nas mulheres com problemas de fertilidade
ou que estão submetidas a investigações sobre a fertilidade.

Gravidez
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião dentista.
Não é aconselhado o uso do produto durante a gestação, especialmente durante o terceiro
trimestre e durante a lactação.

Lactação
Ainda que somente passem pequenas quantidades do medicamento ao leite materno,
recomenda-se não tomar Spidufen® durante a lactação.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

Spidufen® 400 e 600 granulado para solução oral deve ser administrado com cautela à
pacientes idosos (acima de 65 anos) e aos pacientes com doenças renais, hepáticas ou
cardíacas.
Não é aconselhável o uso do produto em pacientes menores de 12 anos.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Spidufen® pode interagir com outros medicamentos.
Os medicamentos mencionados a seguir não devem ser tomados concomitantes ao uso de
Spidufen®:
- outros antiinflamatórios não esteróides (AINEs): O risco de efeitos adversos aumenta se for
combinado Spidufen® oral com outros AINEs ou com ácido acetilsalicílico. Não obstante, em
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geral, permite-se o tratamento com uma única dose baixa diária de ácido acetilsalicílico (até
100 mg por dia).
Spidufen® potencializa a ação dos seguintes medicamentos: warfarina, ticlopidina, lítio,
metotrexato, hidantoínas, sulfamidas, corticosteróides sistêmicos, diuréticos, fluconazol,
pentoxifilina, probenecida, quinolonas, sulfinpirazona, sulfoniluréias, tacrolimus e zidovudina.

Interações com exames laboratoriais

Uma vez que o ibuprofeno pode potencializar o efeito dos anticoagulantes orais, o tempo de
protrombina deve ser mantido cuidadosamente sob controle durante as primeiras semanas
do tratamento combinado e nesse caso a dosagem dos anticoagulantes pode necessitar de
um ajuste.
Interações com alimentos
Recomenda-se tomar os envelopes de granulado de Spidufen® 400 e 600 juntamente com
água ou outro líquido. Podem ser tomados sozinhos ou com alimentos. Em geral,
recomenda-se tomá-lo durante as refeições ou imediatamente depois de comer, para reduzir
a possibilidade de que ocorram distúrbios gástricos.

REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS

Spidufen® é bem tolerado, mas como qualquer outro medicamento pode apresentar reações
adversas.
As reações adversas causadas por medicamentos como o Spidufen® são mais comuns em
pessoas com mais de 65 anos de idade.
A incidência de efeitos adversos é menor em tratamentos de curto prazo e se a dose diária
estiver abaixo da dose recomendada.
Os eventos adversos descritos abaixo são aqueles comuns à classe dos antiinflamatórios:

- Gastrintestinais:
As reações adversas gastrintestinais são as mais freqüentes. Entre elas: anorexia, náusea,
vômito, dispepsia, pirose gástrica, sensação de desconforto abdominal, diarréia,
sangramento gastrintestinal e reativação de úlcera.
- Sistema nervoso central:
Cefaléia, confusão, zumbido e sonolência são verificados com freqüência inferior em
comparação com os efeitos gastrintestinais.
Foram relatados casos de reação psicótica e depressão.
Foram descritos casos únicos nos quais após o uso de ibuprofeno ocorreu cefaléia de
intensidade elevada, náusea, vômito, febre, rigidez dos músculos do pescoço, obnubilação
do sensório (sinais iniciais de meningite).
- Cardiovascular:
Edema das extremidades ou retenção hídrica (mais provável em cardiopatas, hipertensos ou
com certo grau de insuficiência renal), especialmente em pacientes idosos.
- Órgãos do sentido:
Distúrbios visuais.
- Cutâneos/Reações de hipersensibilidade:
“Rash” cutâneo, inclusive urticária, exantema e púrpura, acompanhados ou não por prurido, e
síndrome de Stevens-Johnson. Reações generalizadas de hipersensibilidade são raras. Os
sintomas podem compreender febre, dores abdominais, cefaléia, náusea e vômito, sinais de
disfunção hepática e também meningismo e fenômenos anafiláticos.
Em casos raros o ibuprofeno pode provocar broncoespasmo em pacientes predispostos.
- Hematológicos:
Em doses diárias superiores a 1000 mg, o ibuprofeno pode prolongar o tempo de
sangramento. Foram relatados casos de trombocitopenia, granulocitopenia, agranulocitose,
anemia hemolítica e anemia aplásica.
- Hepáticos:
Foram relatados casos de alteração das provas de função hepática (elevação dos níveis de
transaminases) e de icterícia.
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Reações hepatotóxicas podem ser verificadas quando das reações de hipersensibilidade
generalizada.
- Renais:
Retenção de sódio e de líquidos ou edema. Foram relatados casos de disúria e de nefrite
aguda intersticial. Pode ser verificada insuficiência renal em vários níveis de gravidade, em
particular pela administração prolongada de altas dosagens.
A insuficiência renal aguda pode surgir no caso de reação de hipersensibilidade
generalizada. Foram relatados ainda sinais de dano renal (necrose da papila).
O paciente deve ser orientado para no caso de aparecimento de reações adversas,
suspender o tratamento e consultar seu médico.
As reações de hipersensibilidade mais comuns são: febre, erupção na pele, dor abdominal,
dor de cabeça intensa e persistente, náuseas, vômitos, edema da face, língua e garganta,
dificuldade respiratória, asma, taquicardia, hipotensão e choque.
Se for observada qualquer outra reação não descrita nesta bula, informe seu médico.

SUPERDOSE

Não existe um antídoto específico para o ibuprofeno. A maioria dos casos de superdose é
assintomática. Após ingestão de dose excessiva podem surgir, os seguintes sintomas:
náuseas, dor epigástrica, vômito, hematêmese e diarréia com ou sem sangue, tontura,
nistagmo e diplopia, cefaléia e zumbido. Em caso de intoxicação grave pode ocorrer também:
ataxia, letargia, hipotermia, distúrbios da função renal, hipotensão, convulsões e coma.
O tratamento inicial indicado é a realização de lavagem gástrica nos 60 minutos seguintes à
ingestão e a correção dos eletrólitos. No caso de ingestão de grandes quantidades do
medicamento, é sugerida a administração de carvão ativado.

ARMAZENAGEM

O medicamento deve ser armazenado, antes e após a abertura da embalagem, à
temperatura ambiente (entre 15º C e 30º C) e, protegido da umidade.

Nº. do lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Registro MS-1.0084.0148
Farmacêutico Responsável: Dr. Helcio Garcia de Souza – CRF-SP 37.345

Fabricado e embalado por:
Zambon Switzerland Ltd.
Via Industria, 13, CH – 6814
Cadempino – Suíça

Importado e distribuído por:
ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA
Rua Descampado, 63 – Vila Vera
CEP: 04296-090 – São Paulo – SP
CNPJ: nº. 61.100.004/0001-36
Indústria Brasileira
® Marca Registrada




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ARTRIL (ibuprofeno)

ARTRIL
ibuprofeno

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
ARTRIL 300 (ibuprofeno) comprimido – embalagem com 20 comprimidos.
ARTRIL 600 (ibuprofeno) comprimido – embalagem com 20 comprimidos.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém 300 mg ou 600 mg de ibuprofeno.
Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, amidoglicolato
de sódio, Eudragit, dióxido de titânio, polietilenoglicol, polissorbato, tri-etil citrato, talco,
Antifoan, corante (comp. de 300 mg).
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
ARTRIL (ibuprofeno) é um composto não esteróide dotado de propriedades antiinflamatória,
analgésica, anti-reumática e antipirética. Este produto deve ser conservado em sua
embalagem, em local fresco e ao abrigo da luz e umidade. Seu prazo de validade está
impresso na embalagem externa. Não tome remédio com o prazo de validade vencido, pode
ser perigoso para sua saúde.
O ibuprofeno não deve ser usado na gravidez e lactação. Informe ao seu médico a ocorrência
de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está
amamentando.
Este medicamento deve ser administrado durante as refeições. Siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper
o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como náuseas, vertigens,
dores de cabeça e erupções cutâneas; sangramento gastrointestinal, turvamento da visão,
ganho de peso ou edema.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Não se aconselha a ingestão conjunta de ibuprofeno e álcool ou alimentos que provoquem
irritação estomacal.
Não deve ser usado em pacientes que já apresentaram reação alérgica ao ibuprofeno ou
portadores de úlcera gastroduodenal em atividade. Não use este medicamento caso seja
alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a iodetos.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou
durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA
SUA SAÚDE.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
O ibuprofeno é um agente antiinflamatório não esteróide, derivado do ácido propiônico, que
possui propriedades antiinflamatória, analgésica, antireumática e antipirética. Age,
provavelmente, inibindo a síntese de prostaglandinas. Atua sintomaticamente reduzindo a
inflamação, a dor e a febre (mesmo de origem não inflamatória).
Vários trabalhos clínicos e experimentais demonstraram ser o ibuprofeno mais ativo que o
ácido acetilsalicílico. Além disso, ficou demonstrado que o ibuprofeno é melhor tolerado do que



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ARTRIL (ibuprofeno)
o ácido acetilsalicílico no que diz respeito às reações adversas como náusea, vômito, diarréia,
constipação, dor epigástrica ou hemorragia gastrointestinal.
O ibuprofeno é rapidamente absorvido, distribuindo-se amplamente pelo organismo. A
concentração sérica máxima depende da dose administrada.
Seu efeito inicia-se 30 minutos após a ingestão, prolongando-se por 4 a 6 horas. O ibuprofeno
é metabolizado no fígado. A eliminação é virtualmente completa 24 horas após a última dose,
sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.
INDICAÇÕES
Lombalgia, mialgia, torcicolo, dor articular, artralgia, inflamação da garganta, dor muscular,
dor na perna, dor varicosa, contusão, hematomas, entorses, tendinites, cotovelo de tenista,
lumbago, dor pós-traumática, dor ciática, bursite, distensões, flebites superficiais, inflamações
varicosas, quadros dolorosos da coluna vertebral, lesões leves oriundas da prática esportiva.
CONTRA-INDICAÇÕES
PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE AO IBUPROFENO OU A QUALQUER COMPONENTE DA
FÓRMULA; PACIENTES QUE APRESENTAREM SINTOMAS COMO BRONCOESPASMO,
ANGIOEDEMA, POLIPOSE NASAL, URTICÁRIA E RINITE DESENCADEADOS PELA ASPIRINA OU
QUALQUER ANTIINFLAMATÓRIO NÃO HORMONAL; PORTADORES DE ÚLCERA
GASTRODUODENAL E AFECÇÕES CARDÍACAS, RENAIS E HEPÁTICAS GRAVES E
DESCOMPENSADAS.
É DESACONSELHÁVEL O SEU USO DURANTE A GRAVIDEZ DEVIDO AOS RISCOS DE EFEITOS
SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR FETAL (FECHAMENTO DO DUCTUS ARTERIOSUS) E
LACTAÇÃO.
PRECAUÇÕES
A MEDICAÇÃO DEVE SER SUSPENSA SE SURGIREM REAÇÕES ADVERSAS DE QUALQUER
NATUREZA. EM TRATAMENTOS PROLONGADOS, RECOMENDA-SE O CONTROLE PERIÓDICO DO
QUADRO SANGÜÍNEO.
O IBUPROFENO PODE INIBIR A FUNÇÃO PLAQUETÁRIA E PROLONGAR O TEMPO DE
SANGRAMENTO, SENDO ESTE EFEITO REVERSÍVEL. ASSIM, DEVE-SE TER CAUTELA EM
PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS INTRÍNSECAS DA COAGULAÇÃO OU EM USO DE
ANTICOAGULANTES.
DIMINUIÇÃO DA ACUIDADE VISUAL E/OU VISÃO TURVA, ESCOTOMAS E ALTERAÇÕES NA
VISÃO EM CORES, FORAM RELATADOS. SE OCORRER QUALQUER DESTAS REAÇÕES NA
VIGÊNCIA DO TRATAMENTO, O MEDICAMENTO DEVE SER DESCONTINUADO E O PACIENTE
SUBMETIDO A EXAME OFTALMOLÓGICO.
O IBUPROFENO DEVE SER USADO COM CAUTELA EM PACIENTES COM ASMA PREEXISTENTE.
CRIANÇAS: NÃO ADMINISTRAR EM CRIANÇAS COM MENOS DE 12 ANOS DE IDADE, EXCETO
SOB ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO MÉDICO.
PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA, DISFUNÇÃO HEPÁTICA,
USUÁRIOS DE DIURÉTICOS E IDOSOS POSSUEM MAIOR RISCO DE TOXICIDADE RENAL.
ESTES PACIENTES DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADOS.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
OS ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO HORMONAIS, QUANDO ASSOCIADOS A MEDICAMENTOS COM
EFEITO POTENCIAL SIGNIFICATIVO DE REDUÇÃO DA PROTROMBINA, NÚMERO E FUNÇÃO
PLAQUETÁRIA, TÊM EFEITO ADITIVO SOBRE TAIS MEDICAMENTOS, LEVANDO À REDUÇÃO DO
TEMPO DE COAGULAÇÃO E/OU RISCO DE SANGRAMENTO.
ASSOCIAÇÃO COM ACETAMINOFEN (PARACETAMOL) AUMENTA O RISCO DE EFEITOS
NEFROTÓXICOS.
ADMINISTRAÇÃO CONJUNTA COM CORTICÓIDES, APESAR DE PROPORCIONAR BENEFÍCIO
TERAPÊUTICO E PERMITIR REDUÇÃO DA DOSE DE CORTICOSTERÓIDE, POTENCIALIZA O
RISCO DE ULCERAÇÕES OU HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL.



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ARTRIL (ibuprofeno)
OS
DIGITÁLICOS
TÊM
SUAS
CONCENTRAÇÕES
SÉRICAS
AUMENTADAS
COM
A
ADMINISTRAÇÃO CONJUNTA DE IBUPROFENO.
O
USO
CONCOMITANTE
DE
IBUPROFENO
COM
ÁLCOOL,
BARBITÚRICOS
E
ANTICONVULSIVANTES, AUMENTA O RISCO DE COMPLICAÇÕES GASTROINTESTINAIS E
HEPÁTICAS.
ADMINISTRAÇÃO COM FUROSEMIDA PODE REDUZIR O EFEITO NATRIURÉTICO DA
FUROSEMIDA E DOS TIAZÍDICOS EM ALGUNS PACIENTES.
O IBUPROFENO E OUTROS AGENTES ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES REDUZEM A
SECREÇÃO TUBULAR DO METOTREXATO “IN VITRO”, PODENDO AUMENTAR A TOXICIDADE DO
METOTREXATO.
O USO CONCOMITANTE DE IBUPROFENO E LÍTIO PRODUZIU UMA ELEVAÇÃO CLINICAMENTE
SIGNIFICATIVA DOS NÍVEIS PLASMÁTICOS DO LÍTIO E REDUÇÃO NO CLEARANCE DO LÍTIO
RENAL.
REAÇÕES ADVERSAS
AZIA, DOR EPIGÁSTRICA, NÁUSEAS, DIARRÉIA E DISPEPSIAS, FORAM OBSERVADAS,
PRINCIPALMENTE QUANDO ADMINISTRADO EM JEJUM. ESTES SINTOMAS, ENTRETANTO,
TENDEM A DIMINUIR OU DESAPARECER SE FOR ADMINISTRADO APÓS AS REFEIÇÕES OU
JUNTAMENTE COM LEITE.
FORAM RELATADAS, EMBORA RARAMENTE, REAÇÕES HEPÁTICAS INCLUINDO ICTERÍCIA E
HEPATITE, ANORMALIDADES NOS TESTES DE FUNÇÃO HEPÁTICA, DISCRASIA SANGÜÍNEA,
INSUFICIÊNCIA RENAL E SÍNDROME LÚPICA ERITEMATOSA COM MENINGITE ASSÉPTICA.
POSOLOGIA
Dose média para adultos: 1 comprimido de ARTRIL 300 (ibuprofeno), 2 a 3 vezes ao dia, ou
1 comprimido de ARTRIL 600 (ibuprofeno), 1 a 2 vezes ao dia, segundo necessidade particular
de cada caso. Se necessário, um comprimido adicional poderá ser indicado ao deitar. Para
alívio da rigidez matinal, a primeira dose de cada dia deverá ser tomada logo após as refeições
ou com leite. A dose total diária não poderá ultrapassar 2400 mg.
SUPERDOSAGEM
Promover esvaziamento gástrico através da indução do vômito ou lavagem gástrica,
administrar carvão ativado e manter a produção de urina. A hipotensão pode ser minimizada
com a administração de líquidos por via endovenosa.
Pacientes Idosos
Este medicamento pode ser utilizado em pacientes acima de 65 anos de idade, desde que
observadas as contra-indicações, precauções, interações medicamentosas e reações adversas.
No lote, data de fabricação e prazo de validade: ver cartucho.
Indústria Brasileira – CNPJ 61.150.819/0001-20
Farm. Resp.: J. G. Rocha – CRF/SP nº 4067
Reg MS nº 1.0394.0001
SAC
0800 0114033
Farmasa
Laboratório Americano de Farmacoterapia S.A.
Rua Nova York, 245 – São Paulo – S.P.




MANTECORP
ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

Dizeres de Bula

ALIVIUM®
ibuprofeno
Gotas
FORMA FARMACÊUTICA/APRESENTAÇÃO:
ALIVIUM Gotas apresentado-se em frascos de 30 ml.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (acima de 6 meses de idade)
Composição:
Cada ml de ALIVIUM Gotas contém 50 mg de ibuprofeno (1 gota = 5 mg).
Componentes inativos: goma xantan, glicerol, benzoato de sódio, ácido cítrico, propilenoglicol,
aroma artificial de tutti-frutti, sorbitol, sacarina sódica, ciclamato de sódio, dióxido de titânio,
polissorbato 80 e água.
Não contém açúcar.
INFORMAÇÃO AO PACIENTE
ALIVIUM é um medicamento indicado para a redução da febre (antitérmico) e para o alívio de
dores (analgésico), tais como dores decorrentes de gripes e resfriados, dor de garganta, dor
de cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras.
O início de ação ocorre cerca de 15 a 30 minutos após sua administração oral e permanece por
4 a 6 horas.
ALIVIUM deve ser conservado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
O prazo de validade de ALIVIUM encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de
vencimento, não utilize o produto.
Não utilizar este medicamento durante a gestação ou amamentação, exceto sob recomendação
médica. Informar ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu
término. Informe ao seu médico se está amamentando.
ALIVIUM pode ser utilizado em crianças a partir de 6 meses de idade. O uso de ibuprofeno em
crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica.
A posologia recomendada de ALIVIUM é de 1 a 2 gotas por Kg de peso até o máximo de 40
gotas por dose. A dose pode ser repetida a cada 6 ou 8 horas. Não utilizar mais do que 4 vezes
por dia. Utilizar as doses corretamente. O uso de doses maiores do que as recomendadas pode
causar prejuízos à saúde. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu
médico. Agite bem o frasco antes de usar.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer: erupção
cutânea, visão embaçada, inchaço, aumento de peso, dispepsia, úlcera do estômago,
perfuração de úlcera, náusea, vômito, hemorragias gastrintestinais, azia, problemas digestivos,
manchas vermelhas pelo corpo (urticária), asma (chiado no peito), choque alérgico. Caso


MANTECORP
ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

apareçam sintomas de alergia como asma brônquica e outras manifestações importantes, deve-
se procurar atendimento médico imediatamente.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Não utilizar ALIVIUM concomitantemente com bebidas alcoólicas.
Não utilizar ALIVIUM caso tenha apresentado alguma reação alérgica ao ibuprofeno, aos
demais componentes da fórmula do produto, ao ácido acetilsalicílico, a outros antiinflamatórios,
analgésicos e antitérmicos. Não utilize este produto contra a dor por mais de 10 dias ou contra
a febre por mais de 3 dias, a menos que seja prescrito pelo médico. Não exceda a dose
recomendada. Não tome este produto com outros medicamentos contendo ibuprofeno ou
outros analgésicos, exceto sob orientação médica. ALIVIUM é contra-indicado a pacientes com
úlcera gastroduodenal ou sangramento gastrintestinal.
Informe sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas, renais, hepáticas ou outras que
esteja apresentando, para receber uma orientação cuidadosa. Em portadores de asma ou
outras afecções alérgicas, especialmente quando há história de broncoespasmo, o ibuprofeno
deve ser usado com cautela.
Consulte um médico caso:
-
Não esteja ingerindo líquidos.
-
Tenha perda contínua de líquidos por diarréia ou vômito.
-
Tenha dor de estômago.
-
Apresente dor de garganta grave ou persistente ou dor de garganta acompanhada de
febre elevada, dor de cabeça, enjôos e vômitos.
-
Tenha ou tenha tido problemas ou efeitos colaterais com este ou qualquer outro
analgésico ou antitérmico.
Consulte um médico antes de utilizar este medicamento se:
-
Estiver sob tratamento de alguma doença grave.
-
Estiver tomando outro(s) medicamento(s).
-
Estiver tomando outro produto que contenha ibuprofeno ou outro analgésico e
antitérmico.
Pare de utilizar este medicamento e consulte um médico caso:
-
Ocorra uma reação alérgica.
-
A dor ou a febre piorarem ou durarem mais de 3 dias.
-
Não obtenha melhora após 24 horas de tratamento.
-
Ocorra vermelhidão ou inchaço na área dolorosa.
-
Surjam novos sintomas.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou
durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA
Propriedades farmacodinâmicas ­ ALIVIUM contém ibuprofeno, um derivado do ácido
fenilpropiônico, inibidor da síntese das prostaglandinas, tendo propriedades analgésicas e
antipiréticas. Os analgésicos antiinflamatórios não-esteróides inibem a enzima ciclooxigenase,
diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do ácido
araquidônico, diminuindo a ação destes mediadores no termostato hipotalâmico e nos
receptores de dor (nociceptores).

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ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

Propriedades farmacocinéticas ­ O ibuprofeno apresenta boa absorção oral, com
aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferença quando
da administração em jejum ou após refeição, pois a presença de alimentos diminui a absorção.
O início de ação ocorre em cerca de 15 a 30 minutos. A taxa de ligação protéica é alta (99%) e
a concentração plasmática máxima é atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo duração de 4 a 6
horas, com meia-vida de eliminação de 1,8 a 2 horas. A biotransformação é hepática e a
excreção praticamente se completa em 24 horas após a última dose, sendo menos de 1%
excretado na forma inalterada. Da experiência clínica com o ibuprofeno, ficou demonstrado que
este fármaco é dotado de baixa incidência de reações adversas.
INDICAÇÕES
Febre e dores leves e moderadas, associadas a gripes e resfriados, dor de garganta, dor de
cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade prévia ao ibuprofeno ou a qualquer componente da formulação.
Não utilizar em indivíduos com úlcera péptica ativa, sangramento gastrintestinal ou
em casos em que o ácido acetilsalicílico, iodeto e outros antiinflamatórios não-
esteróides tenham induzido asma, rinite, urticária, pólipo nasal, angiodema,
broncoespasmo e outros sintomas de reação alérgica ou anafilática. Evitar o uso
durante o período de gravidez ou lactação, exceto por orientação médica.
Este medicamento é contra-indicado para uso em crianças menores de 6 meses de
idade.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
Deve-se ter cuidado na administração do ibuprofeno ou de qualquer outro agente
analgésico e antitérmico em pacientes desidratados ou sob risco de desidratação
(com diarréia, vômito ou baixa ingestão de líquido), em pacientes com história atual
ou prévia de úlcera péptica, gastrites ou desconforto gástrico e em pacientes que
apresentaram ou apresentam reações alérgicas, independente da gravidade, com
agentes analgésicos e antitérmicos.
Não utilizar ALIVIUM concomitantemente com bebidas alcoólicas.
Gravidez e lactação ­ A administração de ALIVIUM não é recomendada durante a
gravidez ou lactação.

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MANTECORP
ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O uso do ibuprofeno e de outros analgésicos e antitérmicos concomitantemente com
medicamentos à base de cortisona aumenta o risco de úlceras gástricas. O uso concomitante
com medicamentos à base de furosemida e tiazídicos diminui o efeito diurético dessas drogas.
O uso do produto concomitantemente com a medicamentos à base de probenecida aumentará
o efeito terapêutico do ibuprofeno. Durante a terapia com o ibuprofeno, deve-se evitar a
administração de hormônios tireoidianos. O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos
anticoagulantes orais (da heparina), a concentração sanguínea de lítio e a atividade
antiagregante plaquetária, desaconselhando-se, portanto, a administração simultânea de
ibuprofeno e tais substâncias.
O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado,
especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol,
colchicina, iodetos, medicamentos fotossensibilizantes, outros antiinflamatórios não-esteróides,
corticosteróides, glicocorticóides, corticotrofina, uroquinase, hipoglicemiantes orais ou insulina,
anti-hipertensivos e diuréticos, ácido valpróico, plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina,
lítio, probenecida, inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina), agentes
anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores de agregação plaquetária, cardiotônicos digitálicos,
digoxina e metotrexato.
REAÇÕES ADVERSAS
As reações adversas mais comuns são de origem gastrintestinal (náusea, vômito, dor
epigástrica, desconforto abdominal, diarréia, constipação intestinal). Podem ocorrer também
reações de hipersensibilidade, ambliopia tóxica, elevação significativa da
transaminase no soro, retenção de líquidos, edema, inibição da agregação
plaquetária, linfopenia, anemia hemolítica, granulocitose, trombocitopenia, tontura,
rash cutâneo, depressão, insônia e insuficiência renal em pacientes desidratados.
Interações em testes laboratoriais ­ Poderá ocorrer diminuição dos níveis de
hemoglobina e do hematócrito. Se houver sangramento gastrintestinal devido ao
uso do ibuprofeno, haverá positividade na pesquisa de sangue oculto nas fezes.
Poderá causar diminuição dos níveis de glicose sangüínea. Não existe interferência
conhecida com outros exames.

POSOLOGIA
Agite antes de usar.
Não precisa diluir.
Cada ml de ALIVIUM contém 50 mg de ibuprofeno, correspondendo cada gota a 5mg de
ibuprofeno.
O uso de ibuprofeno em crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica.
A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses pode variar de 1 a 2 gotas/Kg
peso, em intervalos de 6 a 8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, não excedendo o máximo
de 40 gotas por dose.
Pacientes pediátricos, menores de 12 anos, não devem exceder a dose máxima de 40 gotas
(200 mg) por dose e 1200mg por um período de 24 horas.
Em adultos, a posologia habitual do ALIVIUM como antitérmico é de 40 gotas (200 mg),
podendo ser repetida por, no máximo, 4 vezes em um período de 24 horas.
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MANTECORP
ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

Posologia recomendada (administração de, no máximo, 4 vezes ao dia):
Peso
Febre baixa Febre alta
Peso
(Kg) Febre baixa Febre alta
(Kg)
(< 39°C)
(> 39°C)
(< 39°C)
(> 39°C)
5 Kg
5 gotas
10 gotas
23 Kg
23 gotas
40 gotas
6 Kg
6 gotas
12 gotas
24 Kg
24 gotas
40 gotas
7 Kg
7 gotas
14 gotas
25 Kg
25 gotas
40 gotas
8 Kg
8 gotas
16 gotas
26 Kg
26 gotas
40 gotas
9 Kg
9 gotas
18 gotas
27 Kg
27 gotas
40 gotas
10 Kg
10 gotas
20 gotas
28 Kg
28 gotas
40 gotas
11 Kg
11 gotas
22 gotas
29 Kg
29 gotas
40 gotas
12 Kg
12 gotas
24 gotas
30 Kg
30 gotas
40 gotas
13 Kg
13 gotas
26 gotas
31 Kg
31 gotas
40 gotas
14 Kg
14 gotas
28 gotas
32 Kg
32 gotas
40 gotas
15 Kg
15 gotas
30 gotas
33 Kg
33 gotas
40 gotas
16 Kg
16 gotas
32 gotas
34 Kg
34 gotas
40 gotas
17 Kg
17 gotas
34 gotas
35 Kg
35 gotas
40 gotas
18 Kg
18 gotas
36 gotas
36 Kg
36 gotas
40 gotas
19 Kg
19 gotas
38 gotas
37 Kg
37 gotas
40 gotas
20 Kg
20 gotas
40 gotas
38 Kg
38 gotas
40 gotas
21 Kg
21 gotas
40 gotas
39 Kg
39 gotas
40 gotas
22 Kg
22 gotas
40 gotas
40 Kg
40 gotas
40 gotas
SUPERDOSE
O tratamento da superdose pelo ibuprofeno é de suporte, uma vez que não existem antídotos a
este fármaco. Os sintomas incluem vertigem, nistagmo, apnéia, inconsciência, hipotensão e
insuficiência respiratória. Nos casos de intoxicação aguda com comprometimento
hemodinâmico e/ou respiratório, devem-se administrar líquidos, mantendo-se uma boa diurese.
Como o fármaco é ácido e é excretado pela urina, teoricamente é benéfica a administração de
álcali, além de volume. O esvaziamento gástrico deve ser realizado pela indução de vômito ou
lavagem gástrica e a administração de carvão ativado deve ser instituída. Medidas de suporte
auxiliarão no procedimento terapêutico específico de superdoses.
PACIENTES IDOSOS
Utilizar com cautela em pacientes idosos, iniciando o tratamento com doses reduzidas.
A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Alterações,
relacionadas à idade, na fisiologia renal, hepática e do sistema nervoso central, assim como co-
morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia
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MANTECORP
ALIVIUM GOTAS 50 MG/ML

com ALIVIUM. Em todas as indicações, a dose deve ser ajustada individualmente e a menor
dose administrada. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
MS 1.0093.0218
Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes CRF-RJ 2804
MANTECORP IND. QUÍM. E FARM. LTDA.
Estrada dos Bandeirantes, 3091 – Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.060.740/0001-72 ­ Indústria Brasileira
®Marca Registrada
Central de Atendimento: 08000-117788 (logo)

O número de lote, data de fabricação e término do prazo de validade estão gravados na
embalagem externa deste produto.
alv16
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML

BULA PARA O PACIENTE

ALIVIUM®
ibuprofeno
Gotas
FORMAS FARMACÊUTICAS/APRESENTAÇÕES:
ALIVIUM gotas é indicado para uso oral.
ALIVIUM gotas 100 mg/ml apresenta-se em frascos com 20 ml.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (acima de 6 meses de idade)
Cada ml de ALIVIUM gotas contém 100 mg de ibuprofeno (1 gota= 10 mg).
Componentes inativos: goma xantan, glicerol, benzoato de sódio, ácido cítrico, propilenoglicol, aroma
artificial de frutas, sorbitol solução, sacarina sódica, ciclamato de sódio, dióxido de titânio, sucralose e
água.
Não contém açúcar.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
ALIVIUM é um medicamento antitérmico (reduz a febre) e analgésico (alivia as dores).
O início de ação ocorre em cerca de 15 a 30 minutos após sua administração oral e permanece por 4
a 6 horas.
POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
Febre e dores leves e moderadas, associadas a gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça,
dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Contra-indicações
Não utilize ALIVIUM se você já teve qualquer alergia ou alguma reação incomum a
qualquer um dos componentes da fórmula do produto. Não utilize ALIVIUM se você
apresenta úlcera péptica ativa, sangramento gastrintestinal ou em casos em que o
ácido acetilsalicílico, iodeto e outros antiinflamatórios não-esteróides tenham
induzido asma, rinite, urticária, pólipo nasal, angioedema, broncoespasmo e outros
sintomas de reação alérgica ou anafilática. Evite o uso durante o período de gravidez
ou lactação, exceto por orientação médica.
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
Este medicamento é contra-indicado para uso em crianças menores de 6 meses de
idade.
Advertências
Uso durante a gravidez e amamentação
Não utilizar este medicamento durante a gestação ou a amamentação, exceto sob recomendação
médica. Informar ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término.
Informe ao seu médico se está amamentando.
ALIVIUM pode ser utilizado em crianças a partir de 6 meses de idade. O uso de ibuprofeno em
crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica.
Precauções
Não utilize ALIVIUM concomitantemente com bebidas alcoólicas.
Não utilize ALIVIUM caso tenha apresentado alguma reação alérgica ao ibuprofeno,
aos demais componentes da fórmula do produto, ao ácido acetilsalicílico, a outros
antiinflamatórios, analgésicos e antitérmicos. Não utilize este produto contra a dor
por mais de 10 dias ou contra a febre por mais de 3 dias, a menos que seja prescrito
pelo médico. Não exceda a dose recomendada. Não tome este produto com outros
medicamentos contendo ibuprofeno ou outros analgésicos, exceto sob orientação
médica. ALIVIUM é contra-indicado a pacientes com úlcera gastroduodenal ou
sangramento gastrintestinal.
Informe sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas, renais, hepáticas ou
outras que esteja apresentando, para receber uma orientação cuidadosa. Em
portadores de asma ou outras afecções alérgicas, especialmente quando há história
de broncoespasmo, o ibuprofeno deve ser usado com cautela.
Consulte um médico caso:
- Não esteja ingerindo líquidos.
- Tenha perda contínua de líquidos por diarréia ou vômito.
- Tenha dor de estômago.
- Apresente dor de garganta grave ou persistente ou dor de garganta
acompanhada de febre elevada, dor de cabeça, enjôos e vômitos.
- Tenha ou tenha tido problemas ou efeitos colaterais com este ou qualquer
outro analgésico ou antitérmico.
Consulte um médico antes de utilizar este medicamento se:
- Estiver sob tratamento de alguma doença grave.
- Estiver tomando outro(s) medicamento(s).
- Estiver tomando outro medicamento que contenha ibuprofeno ou outro
analgésico e antitérmico.
Pare de utilizar este medicamento e consulte um médico caso:
- Ocorra uma reação alérgica.
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
- A dor ou a febre piorarem ou durarem mais de 3 dias.
- Não obtenha melhora após 24 horas de tratamento.
- Ocorra vermelhidão ou inchaço na área dolorosa.
- Surjam novos sintomas.

Interações medicamentosas
O uso de ibuprofeno e de outros analgésicos e antitérmicos concomitantemente com medicamentos à
base de cortisona aumenta o risco de úlceras gástricas. O uso concomitante de medicamentos à base
de furosemida e tiazídicos diminui o efeito diurético dessas drogas. O uso do produto
concomitantemente com medicamentos à base de probenecida aumentará o efeito terapêutico do
ibuprofeno. Durante a terapia com o ibuprofeno, deve-se evitar a administração de hormônios
tireoidianos. O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais da heparina, a
concentração sangüínea de lítio e a atividade anti-agregante plaquetária, desaconselhando-se,
portanto, a administração simultânea de ibuprofeno e tais substâncias.
O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente
nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol, colchicina, iodetos,
medicamentos fotossensibilizantes, outros antiinflamatórios não-esteróides, corticosteróides,
glicocorticóides, corticotrofina, uroquinase, hipoglicemiantes orais ou insulina, anti-hipertensivos e
diuréticos, ácido valpróico, plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina, lítio, probenecida, inibidores
da ECA (enzima conversora da angiotensina), agentes anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores de
agregação plaquetária, cardiotônicos digitálicos, digoxina e metotrexato.
Interações em testes laboratoriais ­ Poderá ocorrer diminuição dos níveis de hemoglobina e do
hematócrito. Se houver sangramento gastrintestinal devido ao uso do ibuprofeno, haverá positividade
na pesquisa de sangue oculto nas fezes. Poderá causar diminuição dos níveis de glicose sangüínea.
Não existe interferência conhecida com outros exames.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por crianças menores de 6 meses.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aspecto físico

Verifique se o medicamento que você adquiriu possui as seguintes características:
ALIVIUM é uma suspensão homogênea branca.

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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
Características organolépticas
ALIVIUM gotas 100 mg/ml apresenta aroma artificial de frutas.

Dosagem
Agite antes de usar.
Não precisa diluir.
A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses é de 1 gota/Kg peso, em intervalos de 6 a
8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, não excedendo a dose máxima recomendada de 20
gotas/dose.
Para adultos, a posologia recomendada pode variar de 200 mg (20 gotas) a 800 mg (80 gotas), não
devendo exceder a dose máxima recomendada diária de 3.200 mg.
Como usar
ALIVIUM é indicado para uso oral e deve ser utilizado de acordo com as instruções do item Dosagem.
Utilizar as doses corretamente. O uso de doses maiores do que as recomendadas pode causar
prejuízos à saúde.
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação
médica ou de seu cirurgião-dentista.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o
aspecto do medicamento.
QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem
causar efeitos não desejados. Apesar de nem todos estes efeitos colaterais
ocorrerem, você deve procurar atendimento médico caso algum deles ocorra.
As reações adversas mais comuns são de origem gastrintestinal (náuseas, vômito,
dor epigástrica, desconforto abdominal, diarréia, constipação intestinal). Podem
ocorrer também, reações de hipersensibilidade, ambliopia tóxica, elevação
significativa da transaminase no soro, retenção de líquidos, edema, inibição da
agregação plaquetária, linfopenia, anemia hemolítica, granulocitose,
trombocitopenia, tontura, “rash” cutâneo, depressão, insônia e insuficiência renal em
pacientes desidratados.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE
UMA SÓ VEZ?
Este medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade
deste medicamento, procure imediatamente socorro médico levando a bula do produto.
O tratamento da superdose pelo ibuprofeno é de suporte, uma vez que não existem antídotos a este
fármaco. Os sintomas podem incluir vertigem, nistagmo, apnéia, inconsciência, hipotensão e
insuficiência respiratória.
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
Deve-se evitar a provocação de vômitos e a ingestão de alimentos ou bebidas. O mais indicado é
procurar um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência, sabendo-se
a quantidade exata de medicamento ingerida. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro de
Assistência Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
ALIVIUM deve ser guardado em sua embalagem original em local com temperatura ambiente (15ºC a
30ºC).
O prazo de validade de ALIVIUM encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de
vencimento, não utilize o produto.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Propriedades farmacodinâmicas
ALIVIUM contém ibuprofeno, um derivado do ácido fenilpropiônico, inibidor da síntese das
prostaglandinas, tendo propriedades analgésicas e antipiréticas. Os antipiréticos e analgésicos inibem
a ação da ciclooxigenase, diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos
tromboxanos a partir do ácido araquidônico, diminuindo a ação destes mediadores no termostato
hipotalâmico e nos receptores de dor (nociceptores).
Propriedades farmacocinéticas
O ibuprofeno apresenta boa absorção oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato
gastrintestinal, havendo diferença quando da administração em jejum ou após refeição, pois a
presença de alimentos diminui a absorção. O início de ação ocorre em cerca de 15 a 30 minutos. A
taxa de ligação protéica é alta (99%) e a concentração plasmática máxima é atingida em 1,2 a 2,1
horas, tendo duração de 4 a 6 horas, com meia-vida de eliminação de 1,8 a 2 horas. A
biotransformação é hepática e a excreção praticamente se completa em 24 horas após a última dose,
sendo menos de 1% excretado na forma inalterada. Da experiência clínica com o ibuprofeno, ficou
demonstrado que este fármaco é dotado de baixa incidência de reações adversas.
RESULTADOS DE EFICÁCIA
O ibuprofeno é uma das drogas mais utilizadas no mundo desde seu lançamento, em 1969, nas
indicações: dores moderadas, dor de cabeça, febre, cólicas menstruais, dores músculo-esqueléticas,
gripes e resfriados
Estudos demonstram que o ibuprofeno é mais eficaz que o paracetamol e o ácido acetilsalicílico no
tratamento da febre.
INDICAÇÕES
Febre e dores leves e moderadas, associadas a gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça,
dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade prévia ao ibuprofeno ou a qualquer componente da formulação.
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
Não utilizar em indivíduos com úlcera péptica ativa, sangramento gastrintestinal ou
em casos em que o ácido acetilsalicílico, iodeto e outros antiinflamatórios não-
esteróides tenham induzido asma, rinite, urticária, pólipo nasal, angioedema,
broncoespasmo e outros sintomas de reação alérgica ou anafilática. Evitar o uso
durante o período de gravidez ou lactação, exceto por orientação médica.
Este medicamento é contra-indicado para uso em crianças menores de 6 meses de
idade.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Seguir as instruções do item POSOLOGIA.
POSOLOGIA
Agite antes de usar.
Não precisa diluir.
Cada ml de ALIVIUM contém 100 mg de ibuprofeno, correspondendo, cada gota, a 10 mg de
ibuprofeno.
O uso de ibuprofeno em crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica.
A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses é de 1 gota/Kg peso, em intervalos de 6 a
8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, não excedendo a dose máxima recomendada de 20
gotas/dose.
Pacientes pediátricos com mais de 30Kg não devem exceder a dose máxima de 20 gotas (200 mg).
Para adultos, a posologia recomendada pode variar de 200 mg (20 gotas) a 800 mg (80 gotas), não
devendo exceder a dose máxima recomendada diária de 3.200 mg.
Posologia recomendada (administração de, no máximo, 4 vezes ao dia):
Peso (Kg) Febre baixa Febre alta
Peso
(Kg) Febre baixa Febre alta
(< 39°C)
(> 39°C)
(< 39°C)
(> 39°C)
5 Kg
3 gotas
5 gotas
23 Kg
12 gotas
20 gotas
6 Kg
3 gotas
6 gotas
24 Kg
12 gotas
20 gotas
7 Kg
4 gotas
7 gotas
25 Kg
13 gotas
20 gotas
8 Kg
4 gotas
8 gotas
26 Kg
13 gotas
20 gotas
9 Kg
5 gotas
9 gotas
27 Kg
14 gotas
20 gotas
10 Kg
5 gotas
10 gotas
28 Kg
14 gotas
20 gotas
11 Kg
6 gotas
11 gotas
29 Kg
15 gotas
20 gotas
12 Kg
6 gotas
12 gotas
30 Kg
15 gotas
20 gotas
13 Kg
7 gotas
13 gotas
31 Kg
16 gotas
20 gotas
14 Kg
7 gotas
14 gotas
32 Kg
16 gotas
20 gotas
15 Kg
8 gotas
15 gotas
33 Kg
17 gotas
20 gotas
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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
16 Kg
8 gotas
16 gotas
34 Kg
17 gotas
20 gotas
17 Kg
9 gotas
17 gotas
35 Kg
18 gotas
20 gotas
18 Kg
9 gotas
18 gotas
36 Kg
18 gotas
20 gotas
19 Kg
10 gotas
19 gotas
37 Kg
19 gotas
20 gotas
20 Kg
10 gotas
20 gotas
38 Kg
19 gotas
20 gotas
21 Kg
11 gotas
20 gotas
39 Kg
20 gotas
20 gotas
22 Kg
11 gotas
20 gotas
40 Kg
20 gotas
20 gotas

ADVERTÊNCIAS
Deve-se ter cuidado na administração do ibuprofeno ou de qualquer outro agente analgésico e
antitérmico em pacientes desidratados ou sob risco de desidratação (com diarréia, vômitos ou baixa
ingestão de líquidos), em pacientes com história atual ou prévia de úlcera péptica, gastrites ou
desconforto gástrico e em pacientes que apresentaram ou apresentam reações alérgicas,
independente da gravidade, com agentes analgésicos e antitérmicos.
Não utilizar ALIVIUM concomitantemente com bebidas alcoólicas.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
Uso Durante a Gravidez e Lactação
A administração de ALIVIUM não é recomendada durante a gravidez ou a lactação.

Categoria B/D (terceiro trimestre) para a gravidez segundo o FDA (Food and Drug Administration).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso em idosos
Utilizar com cautela em pacientes idosos, iniciando o tratamento com doses reduzidas.
A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Alterações, relacionadas
à idade, na fisiologia renal, hepática e do sistema nervoso central, assim como co-morbidades e
medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com ALIVIUM. Em todas
as indicações, a dose deve ser ajustada individualmente e a menor dose administrada. Monitoração
cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O uso do ibuprofeno e de outros analgésicos e antitérmicos concomitantemente com medicamentos à
base de cortisona aumenta o risco de úlceras gástricas. O uso concomitante de medicamentos à base
de furosemida e tiazídicos diminui o efeito diurético dessas drogas. O uso do produto
concomitantemente com medicamentos à base de probenecida aumentará o efeito terapêutico do
ibuprofeno. Durante a terapia com o ibuprofeno, devem-se evitar a administração de hormônios
tireoidianos. O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais da heparina, a
concentração sangüínea de lítio e a atividade anti-agregante plaquetária, desaconselhando-se,
portanto, a administração simultânea de ibuprofeno e tais substâncias.
O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente
nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol, colchicina, iodetos,
medicamentos fotossensibilizantes, outros antiinflamatórios não esteróides, corticosteróides,
glicocorticóides, corticotrofina, uroquinase, hipoglicemiantes orais ou insulina, anti-hipertensivos e
diuréticos, ácido valpróico, piclamicina, compostos de ouro, ciclosporina, lítio, probenecida, inibidores
da ECA (enzima conversora da angiotensina), agentes anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores de
agregação plaquetária, cardiotônicos digitálicos, digoxina e metotrexato.
Interações em testes laboratoriais ­ Poderá ocorrer diminuição dos níveis de hemoglobina e do
hematócrito. Se houver sangramento gastrintestinal devido ao uso do ibuprofeno, haverá positividade
na pesquisa de sangue oculto nas fezes. Poderá causar diminuição dos níveis de glicose sangüínea.
Não existe interferência conhecida com outros exames.

REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
As reações adversas mais comuns são de origem gastrintestinal (náuseas, vômito,
dor epigástrica, desconforto abdominal, diarréia, constipação intestinal).
Podem ocorrer também reações de hipersensibilidade, ambliopia tóxica, elevação
significativa da transaminase no soro, retenção de líquidos, edema, inibição da
agregação plaquetária, linfopenia, anemia hemolítica, granulocitose,
trombocitopenia, tontura, “rash” cutâneo, depressão, insônia e insuficiência renal em
pacientes desidratados.

SUPERDOSE
O tratamento da superdose pelo ibuprofeno é de suporte, uma vez que não existem antídotos a este
fármaco. Os sintomas podem incluir vertigem, nistagmo, apnéia, inconsciência, hipotensão e
insuficiência respiratória. Nos casos de intoxicação aguda com comprometimento hemodinâmico e/ou
respiratório, devem-se administrar líquidos, mantendo-se uma boa diurese. Como o fármaco é ácido e
é excretado pela urina, teoricamente é benéfica a administração de álcali, além de volume. O
esvaziamento gástrico deve ser realizado pela indução de vômito ou lavagem gástrica e a
administração de carvão ativado deve ser instituída. Medidas de suporte auxiliarão no procedimento
terapêutico específico de superdose.
ARMAZENAGEM
Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30°C).

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MANTECORP ALIVIUM GOTAS 100 MG/ML
DIZERES LEGAIS
MS 1.0093.0218
Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes – CRF-RJ 2.804
MANTECORP INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA LTDA
Estrada dos Bandeirantes, 3.091 ­ Rio de Janeiro ­ RJ
CNPJ: 33.060.740/0001-72
Indústria Brasileira
®Marca Registrada
Central de Atendimento 08000117788 (logo)
alv10-3
O número do lote, a data de fabricação e o término do prazo de validade estão gravados na
embalagem externa deste produto.
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(Texto de Bula)
Advil®
ibuprofeno ­ 400 mg


Nome comercial: Advil®
Nome genérico: ibuprofeno

Uso oral
Analgésico e Antitérmico
Forma farmacêutica e apresentações referentes a esta bula:
Cápsulas gelatinosas moles - USO ADULTO
Advil® 400 mg: caixas com (2), (6), (8), (10), (16), (20),(36), (60), (80), (90), (120),
(160), (180) cápsulas.
Outras formas farmacêuticas e apresentações disponíveis no mercado:
Comprimidos revestidos - USO ADULTO
Advil® 200 mg: caixas com 20 e 100 comprimidos.
.

Composição
Cada cápsula gelatinosa mole contém:
ibuprofeno ……………………………………………………………………………………….. 400mg
Excipientes: polietilenoglicol, hidróxido de potássio, gelatina, glicerol, sorbitol,
corante vermelho e água purificada.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Como este medicamento funciona?
Advil® 400 mg cápsulas líquidas contém ibuprofeno, um derivado do ácido
fenilpropiônico que possui atividade analgésica e antitérmica. Advil® 400 mg traz o
ibuprofeno na inovadora cápsula gelatinosa mole (cápsula líquida), onde o
analgésico encontra-se na forma líquida no interior de uma cápsula gelatinosa,
proporcionando início de ação mais rápido. Após sua administração, o efeito se
inicia em cerca de 10 a 30 minutos, com ação prolongada de até 8 horas.
Por que este medicamento foi indicado?
Advil® 400 mg cápsulas líquidas está indicado no alívio temporário da febre e de
dores de leve a moderada intensidade como:
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16.08.07 + 22.04.2009 CDS 24 ANVISA

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Advil®

Cumprimento de exigência


dor-de-cabeça;
dor nas costas;
dor
muscular;
enxaqueca;
cólica
menstrual;
de gripes e resfriados comuns;
dor de artrite;
dor-de-dente.
Quando não devo usar este medicamento?
Não usar este medicamento se houver história anterior de alergia ao ibuprofeno ou
a qualquer componente da fórmula, ao ácido acetilsalicílico ou a qualquer outro
antitérmico/analgésico. Não deve ser usado por pessoas com história prévia ou
atual de úlcera gastroduodenal ou sangramento gastrintestinal. Não usar durante
os últimos 3 meses de gravidez. Em portadores de asma ou outras afecções
alérgicas, o ibuprofeno deve ser usado com cautela.
Consulte um médico antes de usar este medicamento caso:
tenha pressão alta, doença do coração ou dos rins, ou esteja tomando um
diurético
esteja sob cuidados médicos por qualquer condição grave
esteja em uso de qualquer outro anti-inflamatório não-esteroidal, como
diclofenaco e cetoprofeno, por exemplo, anticoagulantes ou qualquer outro
medicamento;
esteja em uso de ácido acetilsalicílico por problema do coração ou derrame,
uma vez que o ibuprofeno pode diminuir o efeito esperado do ácido
acetilsalicílico nestes casos;
esteja grávida ou amamentando
tenha mais de 70 anos de idade

Interrompa o uso deste medicamento e consulte um médico caso:
ocorra uma reação alérgica ou qualquer outra reação indesejável, como
vermelhidão, bolhas ou erupções na pele
a febre apresente piora, ou persista por mais de 3 dias
a dor apresente piora, ou persista por mais de 10 dias
ocorra dor de estômago com o uso deste medicamento
seja observado vômito com sangue, ou fezes enegrecidas ou
sanguinolentas.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES
GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA. INFORME IMEDIATAMENTE SEU
MÉDICO EM CASO DE SUSPEITA DE GRAVIDEZ.
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Cumprimento de exigência



ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO NA FAIXA ETÁRIA DE MENORES
DE 12 ANOS.

INFORME AO MÉDICO O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

Como devo usar este medicamento?
Aspectos físicos e características organolépticas: cápsula oval mole de cor
vermelha translúcida, contendo uma solução transparente.

Adultos e crianças acima de 12 anos:
Advil® 400 mg cápsulas líquidas deve ser administrado por via oral na dose
recomendada de 1 cápsula. Se necessário, esta dose pode ser repetida 3 vezes ao
dia, com intervalo mínimo de 4 horas. Não exceder o total de 3 cápsulas (1200 mg)
em um período de 24 horas. Recomenda-se utilizar a menor dose eficaz para
controle dos sintomas. Pode ser administrado junto com alimentos
.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS
SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES
DE USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.
ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.

Quais os males que este medicamento pode causar?
Advil® 400 mg cápsulas líquidas pode causar reações alérgicas, dor de estômago,
desconforto abdominal, náusea e vômito.
Informe ao médico o aparecimento destas ou de quaisquer outras reações
indesejáveis.

ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM
INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO,
EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO,
INFORME SEU MEDICO.
O uso contínuo pode aumentar o risco de ataque cardíaco ou derrame cerebral.
Os efeitos colaterais podem ser minimizados se o medicamento for administrado
em sua menor dose pelo menor tempo de uso.

O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de
uma só vez?
Procure imediatamente orientação de um médico ou um centro de intoxicação.
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Cumprimento de exigência



Onde e como devo guardar este medicamento?
O produto deve ser mantido em local protegido de umidade e da luz e em
temperatura ambiente (entre 15 – 30°C).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.



INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Características farmacológicas
Advil® 400 mg cápsulas líquidas contém ibuprofeno, um derivado do ácido
fenilpropiônico com atividade analgésica e antitérmica. Sua ação é atribuída à
inibição das cicloxigenases (COX-1 e COX-2) e, conseqüentemente, da síntese de
prostaglandinas.
Em Advil® 400 mg cápsulas gelatinosas moles, o ibuprofeno foi submetido a
processo de solubilização, o que confere a esta inovadora forma farmacêutica
características de mais rápida absorção, semelhante àquela observada com a
forma em suspensão.
O ibuprofeno é rapidamente absorvido no trato gastrintestinal com
biodisponibilidade acima de 80% da forma ativa S(+) Ibuprofeno na forma
racêmica. A sua absorção é prolongada com a ingestão de alimentos, mas este
efeito é clinicamente insignificante. O ibuprofeno liga-se fortemente à proteínas
plasmáticas (99%), principalmente à albumina. Distribui-se amplamente pelos
tecidos (0,11 à 0,18 L/Kg). Em Advil® 400 mg cápsulas gelatinosas moles, o
ibuprofeno atinge pico de concentração sérica (Cmáx) de 39,03 mcg/mL em 47,4(±
28,8) minutos (Tmáx).A concentração plasmática provável para exercer efeito
analgésico é de 10 mcg/mL.
A meia vida de eliminação é de aproximadamente 2 horas, sua metabolização é
predominantemente hepática e sua excreção renal, com metabólitos inativos. 1 à
10% é excretado na forma inalterada e cerca de 14% na forma conjugada. Não foi
observada farmacocinética de acumulação. A excreção é virtualmente completa 24
horas após a última dose.
A sua ação se inicia em cerca de 10 a 30 minutos após a administração, com
duração da ação analgésica e antitérmica de até 8 horas.
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Resultados de eficácia
O uso de ibuprofeno como analgésico e antitérmico encontra-se muito bem
estabelecido, dispondo de boa documentação científica, com substancial volume
de estudos clínicos que comprovam sua eficácia e segurança. 1, 2, 3,4
O emprego de ibuprofeno 400mg em cápsula gelatinosa foi estudado no
tratamento de cefaléias tanto classificadas como “tensional” quanto como
“enxaqueca não complicada”.
Kellstein DE.5 em estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, de dose única,
controlado com placebo, avaliou 729 portadores de enxaqueca de intensidade
moderada a forte à avaliação de admissão no estudo. Ibuprofeno 400mg em
cápsula gelatinosa foi significativamente superior ao placebo quanto à resposta
cumulativa a partir de 1 hora e até 8 horas após administração da dose. Após 2
horas, o índice de resposta da cefaléia para o ibuprofeno e placebo foram de 72%
e 50%, respectivamente.
Packman B. 6, em estudo randomizado, duplo-cego, avaliou 154 pacientes quanto
à melhora de episódio de cefaléia do tipo “tensional” de intensidade moderada a
forte à avaliação de admissão no estudo. Foram divididos em 3 grupos: ibuprofeno
400mg em cápsula gelatinosa (n=60); paracetamol 1000mg em comprimidos (n=
62) ou placebo (n=32). Os resultados mostraram que o ibuprofeno foi
significativamente mais rápido para agir do que o paracetamol e o placebo em
todos os tempos de avaliação. O ibuprofeno apresentou um tempo médio para
melhora significativa de 39 minutos comparado com 53 minutos para o
paracetamol e mais de 180 minutos para o placebo (p 0,02).
Hersh EV. 7, em estudo randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, avaliou
a eficácia analgésica relativa do ibuprofeno 400mg em cápsula gelatinosa e do
paracetamol 1000mg em comprimido na melhora da dor aguda de moderada a
forte intensidade de 184 pacientes submetidos à extração cirúrgica de 3º molar.
Como resultado, as curvas de tempo-efeito demonstraram um pico maior de efeito,
com início de ação mais rápido e efeito mais prolongado para o ibuprofeno
comparado ao paracetamol.
Ref. 1 – Doyle G., Furey S. , Berlin R. , Cooper S., Jayawardena S., Ashraf E. & Baird L.. Gastrointestinal safety and tolerance
of ibuprofen at maximum over-the-counter dose. Aliment Pharmacol Ther 1999; 13: 897-906.
Ref. 2 – Schachtel BP, Furey SA, Thoden WR. Nonprescription ibuprofen and acetaminophen in the treatment of tension-type
headache. J Clin Pharmacol. 1996 Dec;36(12):1120-5.
Ref. 3 – Bradley JD. et al. Comparison of an antiinflamatory dose of ibuprofen, an analgesic dose of ibuprofen, and
acetaminophen in the treatment of patients with osteoarthritis of the knee. The New England Journal of Medicine 1991;
325(2): 87-91.
Ref. 4 – Zhang WY, Li Wan Po A. Efficacy of minor analgesics in primary dysmenorrhoea: a systematic review. Br J Obstet
Gynaecol. 1998;105(7):780-9.
Ref. 5 – Kellstein DE, Lipton RB, Geetha R, Koronkiewca, Evans FT, Stewart WF, Wilkers K, Furey AS, Subramanian T,
Cooper AS. Evaluation of a novel solubilized formulation of ibuprofen in the treatment of migraine headache: a randomized,
double-blind, placebo-controlled, dose-ranging study. Cephalalgia, 20:233-243,2000.
Ref. 6 – Packman B, Packman E, Doyle G, Cooper S, Ashraf E, Koronkiewicz K, Jayawardena S. Solubilized ibuprofen:
evaluation of onset, relief, and safety of a novel formulation in the treatment of episodic tension-type headache. Headache,
40:561-567, 2000.
Ref. 7 – Hersh EV, Levin LM, Cooper AS, Doyle G, Waksman J, Wedell D, Hong D, Secreto AS. Ibuprofen liquigel for oral
surgery pain. Clin Ther 22(11):1306-1318, 2000.
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Indicações
Advil® 400 mg cápsulas gelatinosas moles está indicado no alívio temporário da
febre e de dores de leve a moderada intensidade como cefaléia tensional,
lombalgia, dor muscular, enxaqueca, dismenorréia, de gripes e resfriados comuns,
de artrite e dor-de-dente.

Contra-indicações
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de menores de 12 anos de
idade, nos casos de hipersensibilidade conhecida ao ibuprofeno ou a qualquer
componente da fórmula, ao ácido acetilsalicílico ou a qualquer outro AINEs. Não
deve ser usado por pessoas com história prévia ou atual de úlcera gastroduodenal
ou sangramento gastrintestinal. Não deve ser usado durante os últimos 3 meses
de gravidez.

Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto
Advil® 400 mg cápsulas gelatinosas moles deve ser administrado por via oral. Pode
ser administrado junto com alimentos. O produto deve ser mantido em sua
embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 – 30°C), protegido de
umidade e da luz.
ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.
Posologia
Adultos e crianças acima de 12 anos:
Advil® 400 mg cápsulas gelatinosas moles deve ser administrado por via oral na
dose recomendada de 1 cápsula. Se necessário, esta dose pode ser repetida 3
vezes ao dia, com intervalo mínimo de 4 horas. Não exceder o total de 3 cápsulas
em um período de 24 horas.

Advertências
Deve-se levar em consideração a relação risco-benefício antes de iniciar o
tratamento para pacientes com as seguintes condições: história de doença
ulcerosa péptica, sangramento ou perfuração gastrintestinal, disfunção renal,
asma, ou outras afecções alérgicas. hipertensão ou cardiopatia agravada por
retenção hídrica e edema, disfunção hepática, história de distúrbios da coagulação
ou lúpus eritematoso sistêmico, ou que estejam utilizando outros AINEs.
Gravidez e lactação:
Não foram realizados estudos bem controlados em humanos até o
momento. Estudos em animais não demonstraram efeitos adversos sobre o
desenvolvimento fetal. O uso de AINEs durante a segunda metade da
gravidez não é recomendado pelo risco de levar ao fechamento prematuro
do ductus arteriosus.
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O ibuprofeno não foi detectado no leite materno (sensibilidade de 1mcg/ml),
sendo considerado seguro o seu uso durante a lactação.

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES
GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA. INFORME IMEDIATAMENTE SEU
MÉDICO EM CASO DE SUSPEITA DE GRAVIDEZ.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de menores de 12 anos de
idade. Recomenda-se cautela no uso de AINEs em idosos, em especial aqueles
com mais de 70 anos de idade.
Não há necessidade de ajuste de dose para indivíduos com insuficiência renal ou
hepática. Não é necessária a suplementação de dose após hemodiálise ou diálise
peritoneal.
Interações medicamentosas
O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser
evitado, especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico,
paracetamol, colchicina, outros antiinflamatórios não-esteróides, corticosteróides,
glicocorticóides, corticotrofina, agentes anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores
de agregação plaquetária, hipoglicemiantes orais ou insulina, anti-hipertensivos e
diuréticos, ácido valpróico, plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina,
metotrexato, lítio, probenecida, inibidores da ECA (enzima conversora de
angiotensina) e digoxina. Desaconselha-se o uso concomitante com bebida
alcoólica.
Interação com alimentos: a taxa de absorção do ibuprofeno pode ser retardada e a
concentração de pico sérico reduzida quando administrado com alimentos, no
entanto, sua biodisponibilidade não é significativamente afetada.
Interação com exames de laboratório: Tempo de sangramento pode ser
aumentado pela maioria dos AINEs, com o ibuprofeno este efeito pode persistir por
menos de 24 horas; pode haver diminuição da glicemia.
Reações adversas a medicamentos
As reações adversas mais comuns incluem reações de hipersensibilidade, náusea,
vômito, dor epigástrica, azia, tontura e rash cutâneo. Reações adversas raras
incluem sangramento gastrintestinal ou perfuração, nefrotoxicidade, hepatite,
meningite asséptica, tontura, vertigem, síndrome de Stevens-Johnson, eritema
multiforme, dermatoses bolhosas e púrpura.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM
INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO,
EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO,
INFORME SEU MEDICO.

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Cumprimento de exigência


Superdose
Os pacientes podem se manter assintomáticos ou apresentar sintomas que
incluem dor abdominal, náusea, vômitos, letargia e tontura. No entanto, efeitos
mais sérios já foram descritos, tais como hemorragia gastrintestinal, insuficiência
renal aguda, convulsões e coma. Não há tratamento específico, devendo-se adotar
medidas habituais de controle das funções vitais, promover esvaziamento gástrico
por meio da indução de vômito ou lavagem gástrica, administrar carvão ativado e
manter a diurese.

Armazenagem
O produto deve ser mantido em local protegido de umidade e da luz e em
temperatura ambiente (entre 15 – 30°C).
MS nº1.2110.0056
Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura – CRF – SP nº 9258
Fabricado por:
Procaps S.A.
Barranquilla – Atlantico – Colômbia
Importado e distribuído por:
Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
Rodovia Castelo Branco km 32,5 – Itapevi – São Paulo – Brasil
CNPJ n° 61.072.393/0039-06 – Indústria Brasileira
(LOGOTIPO SAC) 08000 175934
Prazo de validade: vide cartucho.
LOGO WYETH

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