AZULFIN®
sulfassalazina
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos gastro-resistentes – Caixa com 60 comprimidos
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de AZULFIN (gastro-resistente) contém:
sulfassalazina………………………………………………………………………. 500 mg
excipientes* q.s.p………………………………………………… ……………. 1 comprimido
* Excipientes: Croscarmelose sódica, Dimeticona, Dióxido de titânio, Estearato de magnésio, Lactose,
Polisorbato, Polividona, Água deionizada, Corante Laca amarelo 5 FD&C, Corante Laca amarelo 6 FD&C,
Polietilenoglicol, Eudragite, Talco, Trietilcitrato.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento: AZULFIN contém sulfassalazina e é um importante
medicamento no tratamento das Colites Ulcerativas e na Artrite Reumatóide.
Cuidados de armazenamento: AZULFIN deve ser mantido em sua embalagem original,
na temperatura ambiente (entre 15 e 30
º
C), e ao abrigo da luz e umidade.
Prazo de validade: Não utilize medicamento com a validade vencida. O prazo de validade
de AZULFIN está impresso na embalagem e é de 24 meses após a data de fabricação.
Gravidez e lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. O uso
durante a gravidez somente pode ser feito sob exclusiva prescrição e supervisão médica.
Durante a amamentação não se recomenda o uso de AZULFIN.
AZULFIN não pode ser administrado em crianças com idade abaixo de dois anos.
Cuidados de administração: Siga rigorosamente as recomendações de seu médico e a
dosagem prescrita. Não aumente as dosagens nem altere o tratamento sem o conhecimento
de seu médico. Tome os comprimidos de preferência após as refeições, com um copo
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cheio de água. Durante o tratamento, tome bastante líquido, conforme a orientação de seu
médico.
Evite a exposição excessiva ao sol ou lâmpada com luz ultravioleta.
A sua urina pode mudar e cor durante o tratamento.
Os comprimidos revestidos de AZULFIN devem ser tomados inteiros. Não os quebre
nem mastigue.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu
médico.
Reações adversas: Informe seu médico se ocorrer qualquer reação desagradável durante o
tratamento. As reações mais comuns são falta de apetite, dor de cabeça, náuseas, vômitos,
distensão abdominal. Pode ocorrer também coceira, urticária, erupções cutâneas, febre,
palidez ou amarelecimento dos olhos e da pele, e reações mais graves, que exigem imediata
redução das doses ou suspensão do tratamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Foram relatadas diminuição da
absorção de ácido fólico e de digoxina quando administradas concomitantemente com
sulfassalazina.
Contra-indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que
esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. AZULFIN é contra-indicado a
pacientes que apresentam alergias à sulfassalazina, às sulfonamidas ou aos salicilatos.
Pacientes com obstrução urinária ou intestinal não devem ser tratados com este
medicamento.
Durante todo o tratamento, mantenha-se sob o controle do seu médico e faça regularmente
todos os exames solicitados.
O produto AZULFIN contém o corante amarelo FD&C n
o
5 que pode causar
reações de natureza alérgica entre as quais asma brônquica e urticária em pessoas
suscetíveis.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO;
PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
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INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS
Modo de ação
A sulfassalazina (AZULFIN) é utilizada nos tratamentos dos distúrbios intestinais
inflamatórios e na artrite reumátóide. Seu nome químico é ácido 5-[[ p-(2-piridilsulfamoil)
fenil]azo] salicílico. O seu modo de ação encontra-se ainda sob investigação. Entretanto,
pode ser relacionado com as propriedades imunossupressoras observadas em animais nos
modelos in vitro, com a sua afinidade com o tecido conjuntivo, e/ou com a concentração
relativamente elevada encontrada nos fluidos plasmáticos, no fígado e nas paredes
intestinais, como demonstrado nos estudos auto-radiográficos em animais. A sulfassalazina
(AZULFIN) tem sido descrita também como um excelente veículo por transportar seus
principais metabólitos – sulfapiridina e ácido 5-aminosalicílico – até o colo, onde tem sido
reportada a ação local de ambos. Devido a seus metabólitos, os efeitos adversos, o
tratamento e as precauções são similares aos relativos às sulfonamidas.
Estudos clínicos recentes utilizando a administração retal de sulfassalazina e de seus
metabólitos, indicaram que a maior ação terapêutica se deve ao ácido 5-aminosalicílico.
Farmacocinética
Após a administração oral, AZULFIN é parcialmente absorvido e extensivamente
metabolizado. Um terço da dose de sulfassalazina admininstrada, é absorvida no intestino
delgado. O restante passa ao colo e é lisado (presumivelmente pelas bactérias intestinais)
em seus componentes: sulfapiridina (SP) e ácido 5-aminosalicílico (5-ASA). A maior parte
da sulfapiridina liberada é absorvida, enquanto somente cerca de um terço do 5-ASA é
absorvido, sendo o restante excretado nas fezes. A distribuição, metabolismo e excreção da
sulfassalazina e de seus dois componentes é a seguinte:
SULFASSALAZINA – concentrações detectáveis no plasma foram encontradas em
indivíduos sadios em 90 minutos após a ingestão de única dose de 2 g em comprimidos. A
concentração máxima ocorre entre 1,5 a 6 horas, o pico de concentração média (14
mcg/mL) ocorrendo em 3 horas. Pequenas quantidades de sulfassalazina são excretadas
inalteradas na urina.
SULFAPIRIDINA – Após a absorção e distribuição, a sulfapiridina é acetilada e
hidroxilada no fígado, e então conjugada com o ácido glicurônico. Após a ingestão de 2 g
de sulfassalazina em comprimidos, por voluntários sadios, a sulfapiridina e seus vários
metabólitos aparecem no plasma em 3 a 6 horas. A concentração máxima de SP total
ocorre entre 6 a 24 horas, e a concentração plasmática máxima (21 mcg/mL) em 12 horas.
A recuperação de sulfassalazina e dos seus metabólitos sulfapiridínicos na urina de
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voluntários sadios, 3 dias após a admininstração de dose única de 2 g em comprimidos, é
em média de 91%.
ÁCIDO 5-AMINOSALICÍLICO (mesalazina) – A concentração plasmática de 5-ASA em
pacientes com colite ulcerativa foi encontrada d esde 0 a 4 mcg/mL, principalmente na
forma de molécula livre. A recuperação deste composto na urina foi principalmente na
forma acetilada.
A concentração plasmática média de sulfapiridina total, isto é, SP e seus metabólitos, tende
a ser significantemente maior em pacientes que são acetiladores lentos, o que pode exigir a
redução da dosagem para evitar toxicidade.
INDICAÇÕES
Gastroenterologia
AZULFIN é indicado no tratamento da retocolite ulcerativa inespecífica. Colite ulcerativa
média ou moderada. Como terapia adjuvante na Colite Ulcerativa Severa. Doença de
Crohn.
Reumatologia
AZULFIN é indicado no tratamento da artr ite reumatoíde e espondilite anquilosante.
AZULFIN em comprimidos revestidos gastro-resistentes, é indicado particularmente aos
pacientes que não podem tomar comprimidos simples devido à intolerância
gastrointestinal, e naqueles em que há evidência de que a intolerância não é primariamente
devida a níveis sanguíneos elevados de sulfapiridina e de seus metabólitos, como por
exemplo, pacientes sofrendo náuseas, vômitos, etc., quando tomando as primeiras doses da
droga ou naqueles em que a redução da dosagem não alivia os efeitos colaterais
gastrointestinais.
CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersenbilidade à sulfassalazina, seus metabólitos, sulfonamidas ou salicilatos.
Em crianças abaixo de dois anos de idade.
Na obstrução urinária ou intestinal.
Pacientes com porfiria não devem receber sulfonamidas, pois há relatos de que estas drogas
podem precipitar um ataque agudo.
ADVERTÊNCIAS
Somente após uma avaliação crítica deve-se usar AZULFIN em pacientes com dano
hepático ou renal ou, com discrasias sanguíneas. Mortes associadas ao uso de sulfassalazina
foram reportadas em relação a reações de hipersensibilidade, agranulocitose, anemia
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aplástica, outras discrasias sanguíneas, dano renal ou hepático, alterações musculares
irreversíveis ou do SNC e alveolite fibrosa. A presença de evidências clínicas de dor de
garganta, febre, púrpura ou icterícia podem ser indicações de problemas sanguíneos sérios.
Contagem sanguínea completa tanto quanto análise de urina com exame microscópico
cuidadoso, devem ser realizados frequentemente nos pacientes em tratamento com
AZULFIN. Oligospermia e infertilidade foram observadas em homens em tratamento com
sulfassalazina. A interrupção do uso da droga parece reverter estes efeitos.
O produto AZULFIN contém o corante amarelo FD&C n
o
5 que pode causar
reações de natureza alérgica entre as quais asma brônquica e urticária em pessoas
suscetíveis.
PRECAUÇÕES
Gerais
AZULFIN deve ser administrado com cuidado em pacientes com alergia severa ou asma
bronquial. Deve ser mantida a administração adequada de líquidos de modo a prevenir a
cristalúria e a formação de cálculos. Pacientes com deficiência de glicose-6 fosfato
desidrogenase, devem ser observados cuidadosamente quanto a sinais de anemia
hemolítica. Esta reação é frequentemente dose-relacionada. O medicamento deve ser
descontinuado imediatamente caso ocorram reações tóxicas ou hipersensibilidade. Nos
casos isolados em que comprimidos de AZULFIN não se desintegrarem e forem expelidos
inteiros, pode ser devido a falta de esterases intestinais nesses pacientes. Nestes casos a
administração dos comprimidos revestidos deve ser interrompida imediatamente.
Gravidez
Estudos de reprodução realizados em ratas e coelhas com doses acima de 6 vezes a dose
em humanos, não revelaram evidências de alterações na fertilidade ou danos ao feto.
Entretanto não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. O produto
só deve ser usado nesses casos se a avaliação médica concluir que é absolutamente
necessário.
Não foram realizados também, estudos sobre os efeitos da sulfassalazina sobr e o
crescimento e maturação funcional de crianças cujas mães receberam a droga durante a
gravidez.
A sulfassalazina e a sulfapiridina atravessam a barreira placentária. Embora a sulfapiridina
tenha mostrado pobre capacidade de deslocar a bilirrubina, deve ser considerado o
potencial de icterícia nuclear do recém-nascido.
Um caso de agranulocitose foi relatado em criança cuja mãe tomou sulfassalazina e
prednisona durante a gravidez.
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Amamentação
As sulfonamidas são excretadas no leite materno. No recém-nascido elas competem com a
bilirrubina pelos sítios de ligação com as proteínas plasmáticas e podem causar icterícia
nuclear. Não se recomenda o uso da sulfassalazina durante a amamentação.
Pediatria
Não foi estabelecida a segurança e eficácia da droga em crianças com idade inferior a dois
anos.
Exames de laboratório
O progresso da doença durante o tratamento deve ser avaliado por critérios clínicos,
incluindo a presença de febre, alteração de peso, grau e freqüência da diarréia e
sangramento, tanto quanto por sigmoidoscopia e avaliação das amostras por biópsia. A
determinação dos níveis plasmáticos de sulfassalazina pode ser realizada desde que
concentrações maiores do que 50 mcg/mL parecerem associadas com o aumento da
incidência de reações adversas. Pacientes em tratamento com AZULFIN devem ser
submetidos com freqüência à contagem sanguínea completa e análise de urina com exame
microscópio cuidadoso.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Foram relatadas diminuição da absorção de ácido fólico e de digoxina quando
administradas concomitantemente com sulfassalazina.
REAÇÕES ADVERSAS E ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS
As reações adversas mais comuns, associadas com a sulfassalazina são anorexia, cefaléia,
náuseas, vômitos, distensão abdominal e oligospermia aparentemente reversível. Estas
reações ocorrem em cerca de um terço dos pacientes.
As reações adversas menos freqüentes são: rash cutâneo, prurido, urticária, febre, Heinz
body anemia, anemia hemolítica e cianose, que podem ocorrer numa frequência de um para
cada 30 pacientes ou menos. A experiência sugere que com uma dosagem diária de 4 g ou
mais, ou com um nível de sulfapiridina total no soro de cerca de 50 mcg/mL, a incidência
de reações adversas tende a aumentar. A lista seguinte inclui algumas reações adversas que
não foram especificamente reportadas com a droga, entretanto a similaridade farmacológica
entre as sulfonamidas requer que essas reações sejam consideradas quando for administrada
a sulfassalazina.
Reações que podem ocorrer raramente, em cerca de 1: 1000 pacientes, são:
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DISCRASIAS SANGUÍNEAS: anemia aplástica, agranulocitose, leucopenia, anemia
megaloblástica (microcítica), púrpura, trombocitopenia, hipoprotrombinemia,
metemoglobinemia, neutr openia congênita e síndrome mielodisplástica.
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE: eritema multiforme (Síndrome de Stevens-
Johnson), dermatite esfoliativa, necrólise epidermal (Síndrome de Lyell) com
comprometimento da córnea, anafilaxia, síndrome da doença do soro, pneumonite com ou
sem eosinofilia, vasculite, alveolite fibrosa, pleurite, pericardite, miocardite alérgica,
poliarterite nodosa, L.E síndrome, hepatite ou necrose hepática, parapsoríase varioliforme
aguda, artralgia, rabdomiólise, fotosensibilização, edema periorbital, alopécia.
REAÇÕES GASTROINTESTINAIS: hepatite, pancreatite, diarréia sanguinolenta,
diminuição da absorção de ácido fólico e da digoxina, estomatite, diarréia, dores
abdominais e enterocolite neutropênica.
REAÇÕES DO SNC: mielite transversa, convulsões, meningite, lesões transitórias da
coluna espinhal posterior, neuropatia periférica, depressão mental, vertigem, perda da
audição, insônia, ataxia, alucinações, tinito e sonolência.
REAÇÕES RENAIS: nefrose tóxica com oligúria e anúria, nefrite, síndrome nefrótica,
hermatúria, cristalúria, proteinúria, e síndrome hemolítica-urêmica.
OUTRAS: descoloração da urina e da pele.
As sulfonamidas exibem certas similaridades químicas com alguns produtores de bócio,
com diuréticos (azetazolamida e tiazidas) e com agentes hipoglicêmicos orais. Raramente,
pode ocorrer bócio, diurese e hipoglicemia em pacientes recebendo sulfonamidas. Pode
ocorrer sensibilidade cruzada com estes agentes. Os ratos parecem ser especialmente
suscentíveis aos efeitos bociogênicos das sulfonamidas e a administração prolongada
produziu malignidade da tireóide nestas espécies.
Interação com exames de laboratório: A presença de sulfassalazina ou de seus metabólitos
nos fluídos orgânicos, não foram reportados como passíveis de interferir com os exames de
laboratório.
POSOLOGIA E MODO DE USAR
A dosagem de AZULFIN deve ser ajustada de acordo com as reações e tolerâncias
individuais. O produto deve ser administrado em doses divididas igualmente a cada período
de 24 horas; os intervalos entre as doses noturnas não devem exceder 8 horas. Sempre que
possível, os comprimidos devem ser administrados após as refeições e, com copo cheio de
água. Experiências sugerem que com dosagens diárias de 4 g ou mais, a incidência de
reações adversas tende a crescer; portanto, pacientes que estejam recebendo essa dosagem
devem ser cuidadosamente observados e advertidos sobre o aparecimento dessas reações.
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Vários regimes de dessensibilização foram relatados como efetivos em diferentes grupos de
pacientes. Sobre a reinstituição da terapia, os regimes compreendem semelhantemente uma
dose diária total de 50 a 250 mg, as quais a cada 4 a 7 dias após, são dobradas até que se
alcance o nível terapêutico desejado.
Se houver recorrência dos sintomas de sensibilidade, a administração do produto deve ser
descontinuada. A dessensibilização não deve ser tentada nos pacientes com história de
agranulocitose ou que tenham sofrido reação anafilactóide durante ou previamente ao
curso do tratamento com AZULFIN.
Doses Usuais
Tratamento Inicial
Iniciar com 3 a 4 g diárias em doses divididas igualmente. Em alguns casos é mais prudente
iniciar o tratamento com dosagem menor, por exemplo 1-2 g diárias, para diminuir efeitos
gastrointestinais adversos. Se as doses diárias necessárias para alcançar os efeitos desejados
excederem 4 g deve-se considerar o risco aumentado de toxicidade.
Tratamento de Manutenção
2 g diárias
A resposta ao tratamento e os ajustes da dosagem devem ser determinados através de
exames periódicos. Geralmente é necessário continuar a administração, mesmo quando os
sintomas clínicos, incluindo diarréia, já estiverem controlados. Quando o exame
endoscópico confirmar uma melhora satisfatória a dosagem é reduzida ao nível de
manutenção. Se a diarréia ocorrer, a dosagem deve ser elevada para os níveis efetivos
anteriores. Se os sintomas ocorrerem após os primeiros dias de tratamento, serão devidos
provavelmente ao aumento dos níveis plasmáticos totais de sulfapiridina, e podem ser
aliviados com a administração da metade da dose, a qual pode ser aumentada gradualmente
após alguns dias. Se os sintomas persistem, a droga deve ser descontinuada por cinco a sete
dias, reinstituindo-se o tratamento com a menor dose diária.
DOSE LIMITE: Para adultos é de 12 g/dia ou 500 mg a cada hora.
CONDUTA NA SUPERSODAGEM
Há evidência de que a incidência e a gravidade da toxicidade estão diretamente relacionadas
com a concentração plasmática total de sulfapiridina. Sintomas de superdosagem podem
incluir náuseas, vômitos, distensão gástrica e dores abdominais. Em casos mais avançados,
podem ser observados sintomas do SNC como sonolência convulsões, etc. A concentração
plasmática de sulfapiridina pode ser usada para monitorar o progresso da recuperação da
superdosagem.
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A experiência sugere que com uma dosagem diária de 4 g ou mais, ou com níveis totais de
sulfapiridina plasmática de cerca de 50 mcg/mL, a incidência das reações adversas tende a
aumentar.
Não foi possível determinar a LD 50 oral em animais de laboratório, como camundongos,
pois que a maior dose diária pode ser administrada (12 g/kg) sem provocar a morte. Doses
de 16 g por dia foram administradas a pacientes sem causar mortalidade.
Conduta na superdosagem
É indicada a lavagem gástrica ou emese seguida de catárticos. Alcalinizar a urina. Se a
função hepática for normal administrar fluidos. Se houver anúria, restringir fluidos e sais e
tratar adequadamente. Nos casos de bloqueio renal completo por cristais, pode ser indicad a
a cauterização dos ureteres. O baixo peso molecular da sulfassalazina e de seus metabólitos
pode facilitar a sua remoção por diálise. Nos casos de agranulocitose, o tratamento deve ser
imediatamente interrompido e o paciente hospitalizado, instituindo-se terapia apropriada.
Nos casos de reações de hipersensibilidade, o tratamento deve ser interrompido
imediatamente. Estas reações podem ser controladas por anti-histamínicos e, se necessário,
por corticosteróides sistêmicos. Quando o médico decidir autorizar a reinstituição do
tratamento, os procedimentos de dessensibilização devem ser instituídos em
aproximadamente duas semanas após a interrupção do AZULFIN e, após o
desaparecimento dos sintomas (ver Posologia e Modo de Usar).
PACIENTES IDOSOS
Nos idosos a possível ocorrência de reações adversas severas, exige observação e avaliação
cuidadosa do estado geral do paciente, e controle freqüente durante o tratamento.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide Cartucho
Reg. MS nº 1.0118.0124
Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio Medeiros Magliano – CRF SP nº 7179
Centro de Atendimento ao Consumidor
0800 16 5678
10
APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
INDÚSTRIA BRASILEIRA

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